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Cher lançará álbum de covers do grupo Abba em setembro

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Por Fabian Chacur

Cher é uma das estrelas do filme Mamma Mia 2- Here We Go Again (no Brasil, Mamma Mia- Lá Vamos Nós de Novo), ao lado de Meryl Streep e extenso elenco. Para quem achou interessante o envolvimento dela com a música do Abba, uma notícia adicional dentro do mesmo universo. A cantora anunciou que lançará no dia 28 de setembro pela gravadora Warner o álbum Dancing Queen, com dez releituras de hits do célebre grupo sueco.

A premiada cantora, atriz, apresentadora e ativista política americana explicou as razões pela qual optou por esse novo projeto, em declaração divulgada em press-release pela gravadora:

“eu sempre gostei do Abba e vi o musical original de ‘Mamma Mia’, na Broadway, três vezes. Depois de filmar ‘Mamma Mia! Here We Go Again’, eu me lembrei novamente das músicas maravilhosas e pensei ‘por quê não fazer um álbum com música deles? As músicas eram mais difíceis de cantar do que eu imaginava, mas estou muito feliz com a forma como saiu. Estou muito animada para as pessoas escutarem. É um momento perfeito. ”

O CD foi gravado e produzido em sessões de gravação realizadas em Londres e Los Angeles por Mark Taylor, o mesmo produtor por trás do megahit Believe, que trouxe a estrela pop de volta às paradas de sucesso de todo o mundo há 20 anos. A primeira faixa a ser divulgada é Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight), que Madonna usou em 2005 como base de seu sucesso Hung Up.

Confirma a tracklist completa de Dancing Queen:

1. Dancing Queen
2. Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)
3. The Name Of The Game
4. SOS
5. Waterloo
6. Mamma Mia
7. Chiquitita
8. Fernando
9. The Winner Takes It All
10. One Of Us

Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)– Cher:

Greatest Hits-Queen é o disco mais vendido no Reino Unido

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Por Fabian Chacur

Nunca o Queen teve tanta razão por cantar a música We Are The Champions como agora. Segundo informação divulgada pela parada de sucessos oficial do Reino Unido, a Britain’s Official Albums Charts, que completou 60 anos de existência este ano, o álbum mais vendido da história daquela parte do mundo é Greatest Hits, da banda do saudoso Freddie Mercury. O disco vendeu 6.1 milhões de cópias por lá desde que foi lançado, em 1981.

Primeira coletânea a dar uma geral nos principais sucessos do grupo britânico, concentrando-se na fase entre 1973 e 1980, Greatest Hits teve versões com ligeiras mudanças de repertório em outros países. No Brasil, por exemplo, a faixa Seven Seas Of Rhye deu lugar a Love Of My Life, na versão ao vivo do álbum Queen Live Killers, certamente a canção de maior sucesso do quarteto por aqui. Essas alterações estratégicas tiveram a autorização do próprio grupo, na época.

Outro álbum de Brian May e sua turma, não por coincidência Greatest Hits II (1991), também entrou na lista dos 10 mais de todos os tempos no Reino Unido, precisamente na posição de número 10. E já que o tema desta conversa é compilações, outra ocupa o segundo lugar. Trata-se de Abba Gold- Greatest Hits, do grupo sueco Abba, que saiu em 1991 e vendeu até o momento em torno de 5.2 milhões de copias.

Nomes bem familiares aos fãs do rock e da música pop completam a lista. Michael Jackson marca presença com dois trabalhos, Thriller (1982), o 6º colocado, e Bad (1987), na posição de número 9. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967), dos Beatles, é o terceiro posicionado, com 5.1 milhões de cópias vendidas. Bem mais recente, 21 (2011), da estrela britânica Adele, está no quarto posto, com 4.7 milhões de cópias comercializadas.

Da geração anos 1990, só entrou nesse seleto time o Oasis, com o trabalho que o consagrou no Reino Unido e no resto do mundo, (What’s The Story) Morning Glory (1995) que abiscoitou o 5º posto nesse chart mais do que nobre. The Dark Side Of The Moon (1973), clássico da carreira do Pink Floyd, atingiu o sétimo lugar, enquanto Brothers In Arms (1985), do Dire Straits, um dos discos mais vendidos da década de 1980, completa a lista, na posição de número 8.

Another One Bites The Dust– Queen:

Bicycle Race– Queen:

We Are The Champions– Queen:

Gracias Por La Musica (Abba) é relançado em edição de luxo

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Por Fabian Chacur

Como forma de ampliar seu público fora de seus países de origem, diversos grupos e artistas solo gravaram trabalhos em outros idiomas. O Abba também se valeu dessa fórmula, e registrou várias de seus hits em castelhano. Seu álbum nessa língua, Gracias Por La Musica, acaba de ser relançado em belíssima Deluxe Edition, com direito a faixas-bônus, DVD e livreto.

O livreto de 20 páginas que acompanha o álbum reúne fotos da época, reproduções de capas de LPs e compactos simples, além de belíssimo texto (disponível em castelhano e inglês) que conta a história da incursão do grupo sueco no universo do castelhano. Tudo começou em 1979, quando ficou claro que a banda não tinha muito sucesso na América Latina e Espanha.

Como forma de tentar superar essa aparente rejeição ao trabalho do Abba, o diretor de marketing da gravadora que os representava na época na América Latina, Buddy McCluskey, sugeriu que eles regravassem em castelhano alguma música deles que tivesse algum apelo para o público latina. E essa canção acabou sendo Chiquitita.

Gravada de forma fonética pelas cantoras Frida e Agnetha em janeiro de 1979, a canção foi lançada em compacto simples nos mercados latinos, e estourou na Argentina, Espanha e México. I Have a Dream (Estoi Soñando) se seguiu em agosto daquele mesmo ano, e semanas depois o sucesso se repetiu. Aí, ficou claro que um álbum seria bastante viável.

Em janeiro de 1980, Agnetha e Frida voltaram aos estúdios, gravando em cima dos playbacks dos registros originais das canções uma mistura de sucessos com influência latina, tipo Fernando, Mamma Mia, Hasta Mañana e Thanks For The Music (Gracias Por La Musica) com hits como Dancing Queen (Reina Danzante) e Knowing Me Knowing You (Conociéndome, Conociéndote).

Com 10 faixas em sua versão original, Gracias Por La Musica tornou-se um grande sucesso de vendas em toda a América Latina (Brasil incluso), Espanha e até mesmo Japão. Lógico que as versões em inglês são muito melhores, mas Agnetha e Frida até que não se saíram mal na língua de Julio Iglesias, e isso explica um pouco o êxito do álbum.

A reedição traz a versão remasterizada do LP original mais cinco faixas adicionais. Quatro delas foram acrescidas na época nas versões para os países latinos dos álbuns Super Trouper (1980) e The Visitors (1981),duas em cada. A quinta é uma versão em castelhano de Ring Ring, gravada e 1973 e lançada apenas em 1994 em uma coletânea.

O DVD que acompanha o pacote (em bela versão digipack com capa quádrupla) tem 43 minutos de duração, e inclui participações do grupo em dois programas de TV espanhóis, 300 Millones e Aplauso. Este segundo foi alvo de um especial, com entrevistas com os integrantes na qual apenas Bjorn Ulvaeus fala em castelhano, de forma desenvolta, por sinal. Os outros se viram em inglês, mesmo, com direito a tradução.

As performances em músicas como Chiquitita (duas vezes), Estoy Soñando e No Hay a Quien Culpar são simples e divertidas, com direito aos integrantes do grupo cantando Dame! Dame! Dame! (Gimme! Gimme! Gimme! A Man After Midnight) lendo as letras escritas a mão em papéis almaço ou coisa do gênero. Algumas são videoclipes. Pode ser uma espécie de souvenir mais indicado para fãs mais fiéis, mas pode ser interessante para qualquer simpatizante, pelo teor histórico.

Gracias por La Musica- Abba- álbum original em streaming:

Gracias Por la Musica– Abba- faixa remasterizada:

Waterloo, do Abba, volta em edição luxuosa

Por Fabian Chacur

Em 1974, a música Waterloo venceu o disputado Eurovision Festival e se tornou um divisor de águas na carreira da banda que a compôs e defendeu no evento, o Abba. De um grupo composto por quatro componentes já bastante experientes e conhecidos apenas em seu país natal, a Suécia, iniciavam sua trajetória rumo a um estrelato mundial de grandes proporções. O álbum que marca esse momento, Waterloo (Universal Music), volta às lojas em impecável, luxuosa e imperdível edição comemorativa.

Antes do estouro dessa música emblemática, Bjorn Ulvaeus, Benny Andersson, Anni-Frid (Frida) Lyngstad e Agnetha Faltskog contabilizavam anos de batalha em projetos distintos, e apenas o início de uma disposição em tentar a sorte como quarteto. O batismo com o nome Abba surgiu quase que por acaso, e ficou no fim das contas por causa do fácil apelo em qualquer língua. A ambição do sucesso mundial era evidente.

Waterloo, o álbum, foi feito obviamente para capitalizar o sucesso de sua faixa-título, e ainda mostra um grupo em busca de sua total identidade. As faixas que já mostram esse estilo Abba de se fazer música são a própria Waterloo, a sensacional Honey Honey e a simpática Hasta Mañaña. As outras são bem interessantes, mas abaixo do que o quarteto faria de melhor posteriormente em seus anos de ouro.

A edição comemorativa dos 40 anos de Waterloo é simplesmente sensacional, com direito a capa digipack que abre em quatro partes, encarte luxuoso com ficha técnica completa, fotos lindas e textos detalhando tudo sobre essa fase seminal na carreira do mitológico grupo sueco. Puro capricho. E tem ainda um DVD que é não uma, mas um monte de cerejas do bolo.

Com 45 minutos de duração, o DVD traz nove apresentações diferentes da música Waterloo, desde as da vitória no Eurovision Festival em Londres até a da classificação na eliminatória sueca e outras nas TVs britânica, alemã e de outros países. Temos também três performances de Honey Honey, uma ácida e polêmica entrevista com Frida e o produtor Stig Anderson e galeria de fotos com capas de discos do grupo lançadas em vários países diferentes.

As roupas usadas pelo quarteto nessas apresentações são típicas do visual exagerado dos anos 70, com direito a Agnetha usando um macacão ou coisa que o valha com um decote em forma de coração mostrando o seu umbigo. Inacreditável. O CD traz o álbum original remasterizado e oito faixas-bônus do tipo Waterloo em francês, alemão e sueco e a música Ring Ring, lançada em 1973 e importante na trajetória inicial do Abba.

Essa espetacular reedição do álbum Waterloo é essencial para os fãs do Abba e também por quem deseja conhecer um pouco mais a fundo a fase inicial dessa banda que, trinta anos após a sua separação, continua cultuada nos quatro cantos do mundo por fãs das mais diversas faixas etárias. Fã-clube, por sinal, que continua tendo novos integrantes. Gracias por la música!

Waterloo, ao vivo, no Eurovision Festival, 1974:

Honey Honey (ao vivo em 1974)- Abba:

Agnetha Faltskog, ex-Abba, lançará disco solo

Por Fabian Chacur

Agnetha Faltskog, ex-integrante do grupo Abba, está de volta ao cenário pop. A cantora sueca acabou de lançar o single When You Really Loved Someone. A canção é a primeira a ser divulgada de seu novo álbum solo, intitulado A, que está previsto para chegar ao mercado musical no próximo dia 13.

Considerada a mais reclusa dos ex-integrantes do grupo sueco que conquistou as paradas de sucesso de todo o mundo nos anos 70 e 80 com hits como Dancing Queen, Fernando, Knowing Me Knowing You e tantos outros, a loirinha e mais jovem componente do quarteto (nasceu em 5 de abril de 1950) rejeitou o rótulo de eremita em entrevista concedida a uma TV australiana neste sábado (4).

Ela afirma que o fato de ter ficado muito exposta nos tempos de Abba a levou a desejar um maior afastamento da mídia, impulsionada principalmente por sua timidez. As comparações com a atriz hollywoodiana Greta Garbo não a agradam. A entrevista foi concedida a Rahni Sadler, no programa Sunday Night, da rede de TV Seven Network.

Na mesma entrevista, Agnetha respondeu pela milésima vez a inevitável pergunta: é possível um retorno do Abba, que nunca mais voltou à cena desde sua separação, ocorrida em 1982? Ao ouvir a questão, ela balançou a cabeça e deu a resposta que os integrantes do extinto quarteto sueco costumam dar, só que à sua moda.

“Não acho que o Abba deva voltar. Deveríamos deixar o Abba descansar, e apenas ouvir as suas canções”. O programa também trouxe uma entrevista, feita separadamente, com Bjorn Ulvaeus, não só ex-Abba como também ex-marido de Agnetha. As informações sobre essas entrevistas foram divulgadas no site americano da revista Billboard.

A marca o retorno da cantora sueca após nove anos longe do mercado fonográfico. Seu disco mais recente, My Colouring Book, é de 2004. O novo trabalho conta com a produção de Jorgen Elofsson, que já trabalhou com Britney Spears, Kelly Clarkson, Celine Dion e o grupo Weslife, e do arranjador e produtor Peter Nordahl.

Veja o clipe de When You Really Loved Someone, com Agnetha Faltskog:

Faixa inédita do Abba sairá em abril

Por Fabian Chacur

Os fãs do grupo Abba podem esfregar as mãos. Uma faixa inédita da banda sueca será a atração do relançamento do álbum The Visitors, previsto para chegar ao mercado no dia 23 de abril.

A canção intitula-se From a Twinkling Star To a Passing Angel, e equivale ao principal atrativo do relançamento no formato Deluxe Edition de The Visitors, que também incluirá mais faixas-bônus e um DVD.

Lançado originalmente em 30 de novembro de 1981, este foi o último álbum de estúdio lançado pelo lendário grupo sueco antes de sua separação, que ocorreria um ano depois.

O trabalho tem como marca um flerte do quarteto com as sonoridades eletrônicas que predominavam no pop da época, e inclui como destaques as faixas The Visitors (Crakin’ Up), When All Is Said And Done e One Of Us.

Apesar das inovações e de seu bom conteúdo artístico, The Visitors teve repercussão abaixo da dos trabalhos anteriores de Agnetha, Benny, Bjorn e Frida, atingindo apenas a posição de número 29 nos EUA, por exemplo.

Ouça The Visitors (Crakin’ Up), com o Abba:

85 anos de Victoria Amorim Chacur, viva!

Por Fabian Chacur

Só pra constar: esse post era para ter sido escrito no dia 5 de abril, pois essa é a data correta do aniversário de Victoria Amorim Chacur.

Mas pergunta se eu consegui escrever isso isso nesta terça (5)? Não rolou.

Lembro bem que nos anos de 1991 e 1992, por causa dessas correrias da vida, absurdamente esqueci de ligar para a pessoa acima, que vocês já devem ter deduzido se tratar da minha amada e saudosa mãe.

Prá quê? Tive de ouvir durante muito tempo ela reclamando: “é, lembra de tudo e de todos, menos da mãe!”, “pra que lembrar da mãe, não é mesmo?” e coisas assim.

Nem mandar flores ou dar presentes legais nos anos posteriores adiantou muito.

Na verdade, ela fazia isso sem nenhum tipo de rancor, era só para tirar uma da minha cara, mesmo.

Dona Victoria era uma pessoa de um carisma absurdo. Em poucos minutos em um lugar, logo fazia amigos e esbanjava simpatia. Ah, se eu tivesse 10% desse espírito cativante…

Conheci muita coisa legal de música com ela, que era fã incondicional de música clássica, embora também curtisse música sertaneja, brasileira, pop e até alguma coisa de rock.

Uma pessoa que conseguia ouvir Beethoven, Chitãozinho & Xororó, Scorpions e Abba, pode?

Ela se foi em um triste 22 de junho de 1996. Do plano físico, pois do meu coração ela só sai quando eu também for dessa para sabe Deus onde.

Enquanto isso, fico aqui, morrendo de saudade e cultuando sua memória. Beijão no seu coração, Dona Victoria!

Ouça Still Loving You, com os Scorpions:

Ouça The Winner Takes It All, com o Abba:

DVD mostra o Abba em programas de televisão

por Fabian Chacur

A popularização do formato DVD levou algumas distribuidoras de pequeno porte a investir em lançamentos de títulos a preços bem atrativos, entre R$ 10 e R$ 15. Entre eles, você acha coisas muito interessantes.

Abba Live TV, por exemplo, é uma delícia de se ver. Trata-se basicamente de uma reunião de apresentações do quarteto sueco em programas da tevê alemã. Nelas, o grupo aparece dublando suas canções.

Ao vivo de verdade, só mesmo a megabrega I Have a Dream, com direito a coral infantil e tudo. Temos também videoclipes de Mamma Mia (que também aparece em “versão televisão”) e No Hay a Quien Culpar (infame versão em castelhano de When All Is Said And Done).

Os registros vão de 1976 a 1982. Neles, dá para conferir as mudanças de visual da loira Agnetha e da morena Frida, as roupas extremamente típicas dos exagerados anos 70 e, é óbvio, as músicas.

Temos aqui desde maravilhas pop de altíssimo calibre como S.O.S. , Mamma Mia, Dancing Queen, Take a Chance On Me e Super Trouper a horrores como Chiquitita, I Have a Dream e The Day Before You Came.

O DVD acaba sendo uma honesta amostragem do que era o Abba, uma das melhores bandas pop de todos os tempos, com seus acertos e erros.

Os vídeos tem momentos hilariantes, como em S.O.S., quando em determinada parte da música o público presente erra a hora de bater palmas junto com a banda.

Sensacional é a apresentação de Dancing Queen. Os quatro astros usam variações dos quimonos japoneses, o que gera um visual adoravelmente ridículo. Mas isso não é nada, comparado com o que ocorre no palco.

Não era incomum, nesse tipo de programa, os artistas terem de cantar com crianças sentadas entre eles. E as seis que participam de Dancing Queen fazem típica expressão facial de quem se sente de castigo. De cair de tanto rir!

Com aproximadamente uma hora de duração, Abba Live TV serve como o registro sem maquiagem de uma era em que o showbusiness vivia seus últimos momentos de ingenuidade.

Ou você consegue imaginar a Beyoncé participando de programas tão informais como os daqueles tempos, por exemplo? Ganha-se em qualidade técnica, perde-se em espontaneidade.

E pop sem espontaneidade é pop sem alma. Neste DVD, o Abba mostra que pode ser acusado de tudo, menos de falta de presença, de personalidade, de, enfim, de não ter alma. Essa definitivamente não era uma banda de zumbis musicais!

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