Mondo Pop

O pop de ontem, hoje, e amanhã...

Tag: abril 2017

Gustavo Macacko apresenta o repertório de 1º DVD no Rio

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Por Fabian Chacur

Nascido em Goiânia, registrado em Minas Gerais, capixaba de coração e radicado atualmente no Rio de Janeiro, Gustavo Macacko vem conseguindo destaque entre os expoentes da chamada nova MPB. Ele está lançando o seu primeiro DVD, Macacko Ao Vivo, e mostra o seu repertório com show no Rio neste sábado (29) a partir das 22h no Circo Voador (rua dos Arcos, s/nº- Lapa- Rio de Janeiro- fone 0xx21- 2533-0354), com ingressos a R$ 40,00 e R$ 80,00. Na programação, também teremos o ótimo Bahia, com participação especial de Zé Geraldo.

Gustavo Macacko lançou seu 1º CD, Macaco, Chiquinho e o Cavalo, em 2010. Depois, viria Despontando Para o Anonimato (2014). Ele já fez parcerias com artistas como Gabriel O Pensador, Otto, Julia Bosco, Leo Lichote e Emerson Leal. Em seu currículo, seis turnês europeias, com passagens pelo mitológico Festival de Montreux, na Suíça, e Tomada da Bastilha, na França, e shows na Alemanha, Itália, Portugal e Espanha.

Macacko Ao Vivo foi feito com o conceito de “filme musical”, mesclando gravações feitas em seus shows e depoimentos dando uma geral em sua carreira. Além de músicas de seus dois CDs, o repertório também traz as inéditas Trova a Troá, Bicho Grilo e Chico e Patty. Em seu trabalho, podem ser sentidas influências de Belchior, Sérgio Sampaio, Arnaldo Antunes, Arnaldo Baptista, Blitz e mesmo do cronista Rubem Braga.

Chico e Patty– Gustavo Macacko:

Agridoce de Pitty lança single virtual contendo La Javanaise

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Por Fabian Chacur

O projeto Agridoce, que reuniu Pitty e Martin e rendeu dois frutos discográficos, o CD Agridoce (2011) e o DVD Multishow Registro Agridoce 20 Passos (2012) volta à cena, mesmo que de forma virtual e com um resgate. No DVD, o duo registrou as músicas de seu único álbum e também alguns covers. Um deles, a canção La Javanaise, acaba de ser disponibilizada em todas as plataformas digitais, com direito a capa bacana e tudo.

Antes apenas incluída no DVD, agora esse belo registro do Agridoce está disponível inclusive no Youtube. A releitura ficou bem bacana. La Javanaise é uma canção de autoria do genial cantor e compositor francês Serge Gainsbourg (1928-1991), autor clássicos como Je T’aime Moi Non Plus e La Décadanse. Essa música foi gravada originalmente pelo autor e pela cantora Juliette Grecco em 1963, e desde então foi relida por nomes como Iggy Pop e Madeleine Peyroux, entre outros.

Pitty, que voltou à carreira-solo após o fim do Agridoce, explica sua decisão de regravar esse clássico da música pop francesa e, por tabela, da mundial. “Fizemos essa versão, porque somos fãs do trabalho de Gainsbourg, e escutamos demais o disco dele com a Brigitte Bardot durante as gravações do disco na Cantareira”.

La Javanaise– Agridoce:

Badi Assad faz um show com a participação de Liniker em SP

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Por Fabian Chacur

Badi Assad está comemorando 25 anos de carreira mantendo uma de suas marcas registradas, a busca por novas parcerias e novos rumos musicais. A prova fica por conta do show que fará nesta sexta-feira (28) ás 21h em São Paulo no Sesc Vila Mariana (rua Pelotas, nº 141-Vila Mariana- fone 0xx11-5080-3000), com ingressos de R$ 7,50 a R$ 25,00. Ela terá como convidada especial a cantora Liniker, uma das figuras mais badaladas da nova geração do pop brasileiro.

Em seu mais recente álbum, Singular (lançado no exterior com o título Hatched), Badi releu à sua moda composições de nomes importantes da atual cena alternativa internacional como Alt-J, Mumford & Sons, Lorde, Hozier e Skrillex. O resultado saiu tão substancial que ela pretende repetir a experiência, só que dessa vez enfocando artistas brasileiros da cena equivalente à internacional.

O encontro com Liniker equivale ao início desse novo projeto, previsto para ser concretizado em 2018. O repertório do show trará músicas extraídas de sua carreira até o momento com outras de Liniker e seu grupo Caramelows. Badi (voz e violão) terá a acompanha-la Rui Barossi (baixo) e Decio 7 (baterista). Com sólida carreira internacional, ela tem vários trabalhos lançados lá fora, e ótimos álbuns no currículo como Wonderland (2006) e Amor e Outras Manias (2012).

obs.: crédito da foto de Liniker e Badi Assad: João Markun- Divulgação

Royals– Badi Assad:

Leandro Lehart recebe Cleber Augusto no show em Sampa

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Por Fabian Chacur

Um encontro de duas gerações do samba irá se concretizar neste sábado (22) às 21h em São Paulo. O cantor, compositor e músico Leandro Lehart fará uma apresentação no melhor estilo voz e violão na qual mostrará as músicas de seu mais recente álbum, Violão é No Fundo de Quintal (Deck), que contém clássicos do seminal Grupo Fundo de Quintal. E ele terá a participação especial de Cleber Augusto, violonista e ex-integrante do grupo. O local é o Teatro APCD (rua Voluntários da Pátria, nº 547- Santana- fone 0xx11-2223-2424), com ingressos de R$ 20,00 a R$ 50,00.

Criado no Rio de Janeiro na segunda metade dos anos 1970 e ainda na ativa, o Grupo Fundo de Quintal ajudou a renovar o samba, com a introdução de instrumentos que não eram até então utilizados neste gênero musical, como banjo, repique de mão e tumbadora, por exemplo. Além disso, seu repertório sempre foi matador, comandado pelos geniais Bira Presidente e Ubirany, ainda presentes no time e comandando as coisas com a categoria habitual.

Violão é No Fundo de Quintal traz 21 músicas do repertório do Fundo escolhidas a dedo por Leandro Lehart, fã e confessadamente inspirado na obra deles para seus trabalhos com o consagrado grupo de pop-pagode Art Popular e também na carreira-solo. Cleber Augusto foi “fundista” entre 1983 e 2003, e é um violonista de raro talento e habilidade. Saiba mais sobre o CD de Leandro Lehart aqui.

Lucidez (ao vivo)- Leandro Lehart:

Polysom relança em vinil dois LPs incríveis do genial Cartola

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Por Fabian Chacur

Não me condenem por usar dois adjetivos tão escancaradamente positivos no título desse post. Aliás, imagino que vocês não irão mesmo fazer isso. Afinal, estou me referindo a Angenor de Oliveira, o Cartola (1908-1980), um dos maiores gênios da história da nossa riquíssima música popular brasileira. E a razão é das mais simples. Seus dois primeiros álbuns estão sendo relançados em vinil de 180 gramas pela Polysom, como parte integrante da série Clássicos em Vinil. São trabalhos que ultrapassam o conceito de discoteca básica. São obrigatórios.

Cartola já tinha 66 anos de idade quando finalmente conseguiu lançar o seu primeiro LP. Provavelmente, nem esperava mais ter a possibilidade de gravar um disco como esse. Mas, felizmente, e graças ao apoio da gravadora Marcus Pereira e do produtor J.C. Botezelli, o Pelão, ele conseguiu realizar esse sonho, no ano de 1974, com direito a 12 músicas de sua autoria, sozinho ou com vários parceiros.

Em 1976, veio o segundo, também pela Marcus Pereira, mas desta vez com produção de Juarez Barrozo, incluindo 10 de suas obras e duas de outros autores. Os dois discos são maravilhosos, e neles Cartola mostra que sua voz pequena e bem colocada era perfeita para interpretar tais canções. Vale lembrar que esses dois trabalhos foram incluídos na caixa Todo Tempo Que Eu Viver, lançada em 2016 pela Universal Music no formato CD (leia a resenha de Mondo Pop aqui).

Cartola (1976)- ouça em streaming:

Blitz celebra o CD de inéditas com gravação de novo DVD

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Por Fabian Chacur

A Blitz está celebrando 35 anos de estrada, e nenhum lugar poderia ser mais adequado para essa comemoração do que o Circo Voador. Afinal, esse histórico local de shows musicais e eventos culturais no Rio nasceu no mesmo ano que a banda, e foi lá que ela, digamos assim, deu as caras no mundo musical. Evandro Mesquita e sua turma comemoram a efeméride com um show no Rio de Janeiro neste sábado (15) às 22h no Circo (rua dos Arcos, s/nº- Lapa- RJ- fone 0xx21-2533-0354), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 80,00.

Vale recordar que este espetáculo tem dois outros objetivos bem bacanas. Um é mostrar ao grande público as músicas de Aventuras 2, o mais recente álbum da banda e primeiro de inéditas desde Eskute Blitz (2009). O merecidamente festejado trabalho traz participações especiais de nomes importantes da música brasileira, entre os quais Zeca Pagodinho, Seu Jorge, Sandra de Sá e diversos outros, além de um ótimo repertório (leia mais sobre o CD aqui).

O outro será a gravação de um novo DVD da banda que desde o estouro de Você Não Soube Me Amar conquistou o país, com seu pop-rock irreverente, dançante e bem-humorado. Lógico que os hits também estarão presentes, ao lado das mais recentes canções. Surpresas serão inevitáveis em um show dessa icônica banda, cuja formação atual traz Evandro Mesquita (vocal, guitarra e violão), Billy Forghieri (teclados), Juba (bateria), Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal).

Estrangeiro Aventureiro– Blitz:

Matuto Moderno apresenta a sua fusão em show em Osasco

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Por Fabian Chacur

Se há algo que o músico brasileiro sabe fazer com maestria é misturar ritmos diferentes e encontrar belas soluções sonoras. Se encaixa feito luva nesse caso o grupo Matuto Moderno, que há 18 anos investe em uma fusão de várias tendências da música rural brazuca com o rock universal. Eles se apresentam nesta sexta-feira (7) às 20h no Sesc Osasco-Tenda (avenida Sport Club Corinthians Paulista, nº 1.700- Jardim das Flores- Osasco- fone 0xx11-3184-0900), com ingressos custando de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Integrado atualmente por Ricardo Vignini (viola capira), Zé Helder (viola caipira e voz), Edson Fontes (voz e catira), André Rass (percussão) e Marcelo Berzotti (baixo e voz), o Matuto Moderno apresenta a sua releitura de ritmos marcantes da cultura rural brasileira como a catira, o pagode caipira e o rastapé com fortes elementos de rock no tempero, criando assim uma sonoridade que contém bastante modernidade, sem no entanto fugir demais das raízes desses estilos.

Com cinco CDs no currículo, sendo o mais recente Matuto Moderno 5 (2013), o grupo paulista já fez inúmeros shows, incluindo a Virada Cultural 2015 e até mesmo um no Canadian Music Week, além de parcerias com músicos como Andreas Kisser, do Sepultura e muito mais. Ricardo Vignini e Zé Helder também possuem o projeto Moda de Rock, com clássicos do rock transpostos para viola caipira, enquanto Edson Fontes integra o grupo Os Favoritos da Catira.

Viola Cósmica– Matuto Moderno:

Casa Levi’s agita o cenário da música pop com shows em SP

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Por Fabian Chacur

Jeans é sinônimo de juventude e música com atitude desde os anos 1950. Com esse conceito em mente, a Levi’s criou uma plataforma para apoiar projetos musicais em 2007. Os bons frutos continuam surgindo, uma década depois. Teremos em São Paulo, nesta sexta (7) e sábado (8) shows gratuitos de artistas famosos, como Arnaldo Antunes, Tiê e Forgotten Boys, e de novas revelações, na nova edição do projeto periódico e cultural Casa Levi’s. O local é o bairro de Santa Cecília.

Na sexta, os shows terão como local a Associação Cultural Cecília (rua Vitorino Carmilo, nº 449- Santa Cecília), local devidamente adaptado para o formato da ação cultural da Levi’s. A primeira parte terá pocket shows de três das oito bandas selecionadas para gravar com o apoio da marca uma música cada em condições profissionais de trabalho. A programação terá o encerramento com uma performance dos Forgotten Boys, uma das melhores bandas do rock paulistano atual.

As três bandas tem propostas boas e bem diversificadas. Com cinco anos de estrada, o duo de synthpop S.E.T.I. (FOTO) é integrado por Roberta Artiolli (voz e sintetizadores) e Bruno Romani (baixo e programação), foi criado em Campinas (SP) e tem no currículo o excelente EP Êxtase (2015- leia a resenha de Mondo Pop aqui). Seu pop eletrônico é melódico, sutil e envolvente.

A banda Zumbi e o Folclore é bem recente, e surgiu em 2016. Sua proposta é de investir em um som instrumental que bebe nas fontes dos ritmos brasileiros, latinos e africanos. Em sua escalação, temos André Gabbay (percussão), Danilo Dutra (guitarra), Kauê Puttini (baixo), Raphael Moreira (teclados), Renato Carvalho (bateria e escaleta), Thomas Richardson (trumpete) e Thiago Pinho (sax e flauta transversal).

Por sua vez, o Corona Kings, criado em 2012, mergulha em uma fusão de garage, grunge e stoner rock, com direito a muita energia e timbres ardidos de guitarra. No elenco, Caíque Fermentão (guitarra e vocal), Murilo Benites (baixo), Felipe Dantas (guitarra) e Antônio Fermentão (bateria). Eles já lançaram dois CDs, Explode (2013) e Dark Sun (2015).

No sábado (8), a festa será ao ar livre, em frente ao local da Casa Levi’s, a partir das 13h. Estão na programação Lady’s Camp, Elephant Run, Tiê, Hurtmold e Pin Ups, com Arnaldo Antunes escalado para fazer o show de encerramento, às 20h30. Ou seja, representantes de várias gerações e tendências da música pop brasileira. Vale lembrar que o evento também engloba outras atividades, como jogos, food trucks etc.

Benjamim (ao vivo)-S.E.T.I.:

Sick Jacken, do Psycho Realm, é atração de show em Sampa

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Por Fabian Chacur

O rapper Sick Jacken, que ficou conhecido como integrante do grupo Psycho Realm, bem badalado na cena do hip hop dos anos 1990, será a principal atração de um evento criado pela produtora Positive Foundation que será realizado neste domingo (9) a partir das 18h no Clash Club (rua Barra Funda, nº 969-Santa Cecília-SP- fone 0xx11-3661-1500), com ingressos de R$ 60,00 a R$ 180,00.

Jack Gonzalez, o Sick Jacken, iniciou sua carreira em 1989 ao criar o grupo Psycho Realm em Los Angeles com o irmão Big Duke (Jack Gonzalez). Sua primeira gravação, a música Scandalous, integrou a trilha sonora do filme Mi Vida Loca (1994). Logo a seguir, o badalado rapper B Real, integrante do grupo de hip hop latino Cypress Hill, viu um show deles e curtiu tanto que pensou até mesmo em entrar no duo.

Em 1997, saiu o primeiro CD do grupo, lançado pela Sony Music, gravadora na qual, no entanto, a banda ficou por pouco tempo. Em 1999, quando preparavam o segundo álbum, que sairia por seu próprio selo, o Silk Symphonies, o grupo passa por uma tragédia: Big Duke sofre um disparo de arma de fogo e fica com o corpo paralisado do pescoço para baixo. A partir daí, a banda passa a lançar trabalhos eventuais apenas como Psycho Realm Presents, pois Jacken se recusa a usar o nome do grupo sem que o irmão possa contribuir.

Além de trabalhar com outra banda de hip hop, a Street Platoon, Sick Jacken também passa a investir em uma carreira solo, que rendeu seu mais recente trabalho em 2016, o álbum Psychodelic. Ele já esteve duas vezes no Brasil. Antes de sua performance, estarão no palco os brasileiros Nego Jam, Lobão SKT, Crespo, Flow MC, Denis De Sampa, Afro X e o DJ Dagoma SP.

Psychodelic- Sick Jacken (álbum em streaming):

Duo Sofi Tukker se apresenta em São Paulo no mês de abril

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Por Fabian Chacur

Sabe aquela música eletrônica deliciosa, com guitarra a la anos 1960 e letra cantada em um português macarrônico que tomou as pistas de dança nos últimos meses? Pois o duo Sofi Tukker, que interpreta essa delícia sacudida intitulada Drinkee virá a São Paulo para uma única apresentação. Será no dia 8 de abril (sábado) na Áudio (avenida Francisco Matarazzo, nº 694- Água Branca- fone 0xx11-3862-8279), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 140,00.

A dupla sediada em Nova York é integrada pela alemã Sophie Hawley-Weld e pelo americano e ex-jogador de basquete Tucker Halpern. Seu primeiro lançamento foi o EP Soft Animals (2016), que traz cinco faixas e inclui como destaque a contagiante Drinkee, cuja letra foi adaptada a partir de um poema do brasileiro Chacal.

Drinkee repercutiu tão bem que permitiu ao Sofi Tukker concorrer ao Grammy este ano, na categoria melhor gravação dance. Perderam, mas não desanimaram. Tanto que no dia 8 deste mês vieram com novo single, Johny, dançante e com vibe psicodélica e misturando versos em português e inglês. O lado B é a música Greed. As canções do EP e do single serão a base do único show que a dupla fará no Brasil.

Drinkee– Sofi Tukker:

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