Mondo Pop

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Tag: agosto 2019

Marcos Munrimbau mostra seu show Aquarela de Batons em SP

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Por Fabian Chacur

Aquarela de Batons é o nome do show que o cantor e compositor Marcos Munrimbau apresenta nesta sexta-feira (30) às 21h em São Paulo no Teatro UMC (avenida Imperatriz Leopoldina, nº 550- Vila Leopoldina- fone 0xx11-2574-7749), com ingressos a R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira). Ele será acompanhado pelas musicistas Anete Ruiz (teclados, piano), Amanda Ferraresi (violoncelo) e Paula Padovani (bateria e percussão).

O fato de ser acompanhado por três mulheres não ocorre por acaso, nesse show específico. O espetáculo, cujo set list traz composições de autoria de Munrimbau, equivale, nas palavras do próprio artistas, a “uma homenagem às mulheres de todas as tribos”. O título, escolhido de forma original e muito feliz, reflete exatamente essa pluralidade por trás do universo feminino.

Uma das canções de destaque do show será Quando Você Se Aproxima, uma delicada balada com influências eruditas que ganhou um videoclipe dirigido por Edgar Bueno com participação da atriz Juliana Ladeira e cenas gravadas na praia do Capricórnio, localizada na cidade de Caraguatatuba (SP).

Marcos Munrimbau é autor de músicas como Desabafo, Tempos de Colheita e Medo, que entraram em trilhas sonoras de diversos espetáculos teatrais. Com um timbre vocal belíssimo que traz ecos de Milton Nascimento, ele se apresenta ao vivo com frequência na capital, interior e litoral do estado de São Paulo, além de ter cantado no Blue Note, em Paris. Também educador, ele criou o projeto Vozes Cidadãs, que desde 1990 promove inclusão social através da música.

Quando Você se Apaixona– Marcos Munrimbau:

Samba de Rainha mostra o seu gingado irresistível em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Anda pra baixo? Triste? Puto da vida com o noticiário cotidiano, que, convenhamos, está uma verdadeira bosta? Ora, bolas, tenho um paliativo bem bacana para te sugerir, se por ventura você morar em São Paulo. Muito melhor do que uma aspirina da vida. E melhor: sem contra-indicações. Trata-se do show que o grupo Samba de Rainha fará neste sábado (31) a partir das 21h no Z-Largo da Batata (avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 724- Pinheiros- fone 0xx11-2936-0934), com ingressos a R$ 20,00 (antecipado) e R$ 30,00. É pra sair com a alma lavada e acreditar que, sim, o mundo não é tão horripilante assim.

Com 15 anos de estrada, o Samba de Rainha traz como marca ser composto só por mulheres. Com três álbuns no currículo, entre eles os excelentes Vivendo do Samba (2008) e Contrariando a Regra (2011), caracteriza-se por uma energia contagiante que, especialmente ao vivo, cativa quem estiver por perto. O repertório de seus shows mescla repertório próprio com releituras de material alheio sempre sob uma perspectiva autoral e de assinatura forte e própria.

O destaque fica por conta de Nubia Maciel, uma cantora carismática que aborda o samba com uma atitude roqueira, gerando uma mistura única e bacana até a medula. Ela também investe em uma carreira solo paralela que já nos proporcionou o ótimo álbum Uma Qualquer (2014), no qual ela abre o leque e investe em outros ritmos com a mesma categoria.

O grupo teve a música Não Me Amarra, Não incluída na trilha sonora da novela global O Astro (2011), e já dividiu o palco com gente do calibre de Jorge Aragão, Benito di Paula, Leci Brandão, Sandra de Sá, Jair Rodrigues e Tia Surica, além de participar de eventos grandiosos como a Virada Paulistana. São uma escolha perfeita da programação intitulada Budweiser Apresenta, que leva ao Z-Largo da Batata destaques da música brasileira atual.

Leia mais sobre o Samba de Rainha e Nubia Maciel aqui .

Contrariando a Regra-Samba de Rainha- álbum completo em streaming:

Barão Vermelho faz show em SP para apresentar seu álbum Viva

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Por Fabian Chacur

Desde que o Barão Vermelho lançou seu mais recente CD de inéditas, em 2004, muita coisa mudou. Roberto Frejat e Rodrigo Santos saíram do time, que recebeu como reforço o cantor, compositor e guitarrista Rodrigo Suricato. Além disso, o tecladista e compositor Maurício Barros, membro fundador do grupo que saiu em 1988 mas que na prática sempre se manteve por perto, em shows e assinando músicas, voltou de vez. A seu lado, outro criador do grupo, o baterista Guto Goffi, e o guitarrista Fernando Magalhães, há mais de 30 anos no time.

É com essa nova escalação e repleta de energia que a seminal banda carioca lança Viva, trabalho composto apenas por composições dos atuais integrantes do time. A primeira amostra, o visceral single A Solidão Te Engole Vivo, saiu no final de 2018. Agora, é a vez do o produto completo, já disponível nas plataformas digitais e em breve também em CD e possivelmente vinil.

E é para mostrar faixas desse trabalho e também dar uma geral em seus principais hits que o Barão Vermelho versão 2019 volta a São Paulo para show neste sábado (24) às 22h na Casa Natura (rua Artur de Azevedo, nº 2.134- Pinheiros- fone 0xx11-3031-4143), com ingressos custando de R$ 40,00 a R$ 200,00. Entre as novas, destaque para Eu Nunca Estou Só, que no álbum conta com a participação do rapper BK, e a já citada A Solidão Te Engole Vivo.

Leia entrevista com Fernando Magalhães aqui.

Leia entrevista com Rodrigo Suricato aqui.

Eu Nunca Estou Só (clipe)- Barão Vermelho e BK:

Coke Luxe e seu rockabilly vintage faz show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Eduardo Moreira, o Eddy Teddy (1950-1997) foi um dos caras mais legais que tive a honra de conhecer no meio musical. Ele organizava no início dos anos 1980 incríveis reuniões em sua casa juntando colecionadores de discos e músicos conhecidos, mistura de feira de discos e palco para jam sessions inesquecíveis. Ele também era cantor e guitarrista, e liderou uma banda que deixou marca na cena rocker brasileira, a Coke Luxe.

Se Eddy infelizmente não está mais conosco, deixou um bom fruto, seu filho Luiz Teddy, que desde 2017 resgatou o Coke Luxe com alta categoria. A banda toca neste domingo (18) em festa que começa a partir das 13h no Nos Trilhos (rua Visconde de Parnaíba, nº 1.253- Mooca- fone 0xx11-99203-2803), com ingressos de R$ 10,00 a R$ 30,00.

O Coke Luxe foi criado em 1981 por Eddy Teddy, que também integrou bandas como Rockterapia, Satisfaction, British Beat e Spectral Zoo. Inspirados no revival do rockabilly dos anos 1950 promovido na época por bandas como os Stray Cats, o time também contava com os experientes Billy Breque (guitarra, também do grupo Pholhas), Little Piga (contrabaixo) e Jipp Willis (bateria). Em pouco tempo, conquistaram um fã-clube fiel, especialmente em São Paulo.

O quarteto lançou dois discos, o compacto É Rockabilly (1983) e o LP Rockabilly Bop (1984), ambos pela Baratos Afins, que em 2001 reuniu o conteúdo desses dois trabalhos, acrescido de faixas bônus, em único CD (ouça aqui).

Com o carisma de seu cantor e o entrosamento de seus músicos, eles fizeram inúmeros shows e participações em programas de TV. Em 1984, por exemplo, foram a banda principal de um show que também contou com os então iniciantes Legião Urbana e Zero, no Centro Cultural São Paulo.

O Coke Luxe se manteve na ativa até o fim dos anos 1980. Com as mortes de Eddy em 1997 e de Litte Piga em 2004, parecia ter saído de vez de cena. No entanto, Luiz Teddy, integrante dos grupos The Krents (que lançou um CD pela mesma Baratos Afins) e Run Devil Run resolveu resgatar a banda do pai com Billy Breque e Jipp Willis e trazendo para a vaga de Litte Piga o ótimo Big Marcel, ex-integrante dos grupos Alex Valenzi & The Hideaway Cats e Grilos Barulhentos.

O retorno em 2017 ocorreu apenas como forma de marcar os 20 anos da precoce partida de Eddy Teddy, mas a repercussão foi tão boa que desde então volta e meia temos Coke Luxe em cena, com apresentações recentes em lugares como o Sesc Belenzinho e no aniversário de São Caetano do Sul (SP). No repertório, petardos do porte de Roque o Azarado, Buzum, I.N.P. Rock, 20º Andar e Ouvir Rock ‘N’ Roll. Para curtir e dançar a mil por hora!

Buzum (ao vivo)- Coke Luxe:

Banda Power Blues lança single com show no Madame Satã (SP)

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Por Fabian Chacur

Em 2014, o guitarrista e compositor paulistano Daniel Gerber voltou ao Brasil após 20 anos morando nos EUA e deu início a uma nova banda. Ex-integrante do Made In Brazil e da Santa Gang, ele buscava uma imersão no universo do blues rock, com fortes influências do rock paulistano dos anos 1970. Nascia a Power Blues, quarteto que acaba de lançar o poderoso single Mentes Criminosas e promete um álbum de estreia com músicas autorais para breve.

Eles se apresentam neste sábado (17) a partir das 19h no lendário Madame Satã (rua Conselheiro Ramalho, nº 873- Boa Vista- fone 0xx11-2592-4474), com ingressos a R$ 20,00. A abertura ficará por conta da Santa Gang, que volta à ativa após 31 anos. Teremos as participações de Kim Kehl, Oswaldo Rock Vecchione e Celso Kim Vecchione. Gerber também fará tocará no show da Santa Gang, em evento com cara de celebração do rock paulistano.

Além de Daniel Gerber na guitarra e composições, a Power Blues conta em sua escalação com Paula Mota (vocal, ex-Lado C e Made In Brazil), Daniel Kid Ribeiro (baixo, tocou com Walter Franco, Ronaldo e os Impedidos e Tony Tornado) e Roby Pontes (bateria, tocou com o Golpe de Estado). Um time experiente e entrosado. Veja vídeos da banda aqui.

Em entrevista ao Mondo Pop, Daniel fala sobre a carreira, o longo período em que viveu nos EUA, a Power Blues e muito mais.

MONDO POP- Antes de entrarmos no tema Power Blues, fale um pouco sobre as suas experiências com a Santa Gang e o Made In Brazil, e também sobre o início da sua carreira como músico.
DANIEL GERBER
– Comecei a tocar com apenas 11 anos, e aos 12, ganhei do meu avô a minha primeira guitarra. Toquei em várias bandas, entre elas a Santa Gang, até que fui convidado a tocar no Made, onde fiquei de 1983 a 1986 e depois de 1989 a 1991. Fiz inúmeros shows, participei de discos como Deus Salva…O Rock Alivia (1985) e compus diversas músicas em parceria com o Oswaldo Rock Vecchione. Perdia de dois a três quilos por show, eram apresentações muito intensas.

MONDO POP- Como foi o seu período nos EUA, e o que você fez por lá?
DANIEL GERBER
– Vivi nos EUA entre 1993 a 2013. Tive a oportunidade de ver muitos shows de artistas como Jeff Beck, e também participei de bandas como a The Mangrols e a Charlie Doc Band, esta última uma banda completa, com teclados, metais, foi uma experiência incrível. Também trabalhei com equipamentos de luz e som, área de que gosto muito. Fiz mais de 200 projetos de luz e som pelos EUA. Foi uma experiência maravilhosa em um país organizado e estabilizado. Voltei para o Brasil por causa da minha família e dos amigos, sentia muita falta da minha terra.

MONDO POP- Como surgir a Power Blues, e como você define o seu direcionamento musical?
DANIEL GERBER
– Quando voltei ao Brasil, em 2013, participei de shows do Made In Brazil e conheci a Pàulinha Mota. Resolvemos criar uma banda, que no início era de blues raiz, mas que fui eletrificando aos poucos. Hoje, fazemos um blues rock, som que começou com o Buddy Guy, seguido pelo Jimi Hendrix e que atualmente tem como grandes seguidores o Kenny Wayne Shepherd e o Joe Bonamassa, com distorções mais refinadas, pois atualmente você pode controlar melhor as frequências.

MONDO POP- Você teve importante participação no cenário do rock paulistano. Isso também influenciou o som da Power Blues?
DANIEL GERBER
– Com certeza. Quando começamos a investir em material autoral, as influências do Made In Brazil, Rita Lee & Tutti Frutti, Mutantes e Joelho de Porco, do rock paulistano dos anos 1970, veio a tona. É um som que costuma ter certas características marcantes e peculiares, como determinados riffs de guitarra, a métrica das letras etc.

MONDO POP- Mentes Criminosas, o single que vocês estão lançados, serve como um bom cartão de apresentações da banda. Como foi a escolha dessa faixa, e como você define o álbum que está sendo finalizado pela banda?
DANIEL GERBER
– Essa faixa é bem representativa do som da Power Blues, porque mistura um riff de surf rock, bateria tribal, hard rock, solo de baixo e uma letra de crítica sócio-política, mostra várias das nossas influências. O álbum, que sairá em breve, é muito eclético, pois penso que não precisamos ser lineares, é uma coisa misturada, livre.

MONDO POP- Como será o show no Madame Satã?
DANIEL GERBER
– Tocaremos as músicas que entrarão em nosso primeiro álbum e também algumas músicas de Mutantes, Rita Lee & Tutti Frutti (Corista de Rock será uma delas) e Made In Brazil (Deus Salva…o Rock Alivia, que é uma das minhas parcerias com o Oswaldo Rock Vecchione). Vou fazer uma participação especial no show da Santa Gang, também, e vão participar do nosso show o Oswaldo, o Celso e o Kim Kehl. Iremos filmar e gravar o show, para um possível lançamento em DVD, e teremos ótimas condições de som e de luz, algo que acho essencial para a nossa proposta musical.

MONDO POP- O seu álbum sairá em quais formatos? E como você vê as mudanças na forma de se lançar música geradas pela internet?
DANIEL GERBER
– O álbum sairá em CD e vinil, e também estará nas plataformas digitais. A internet abriu caminhos para todos os estágios, mudou tudo para a música em geral. Hoje, você anda com a música no bolso, em um celular. As pessoas se perdem em meio a tanto conteúdo. Você gasta bem menos para gravar, mas ninguém quer comprar, mostra o som para o mundo, mas precisa de suporte para poder sobreviver.

MONDO POP- Como superar essas dificuldades? Ainda há público para o rock no Brasil?
DANIEL GERBER
– Tem muito roqueiro no Brasil, é só conferir o número de downloads de músicas desse gênero musical em plataformas digitais como o Spotify feitos por aqui. A concorrência aumentou muito, é preciso uma dose maior de perseverança. Você precisa oferecer músicas boas e um show bom para o público. Sem um bom trabalho, você não cativa um público. As mudanças tecnológicas impulsionam as mudanças na música, sempre foi assim. O importante é emocionar as pessoas, tem de tocar o coração delas.

Mentes Criminosas– Power Blues:

Isabella Taviani lança single com releitura de hit da Legião Urbana

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Por Fabian Chacur

Isabella Taviani encontra-se no momento em meio às sessões de gravação de um novo álbum, que será o sucessor de Carpenters Avenue (2016), bela homenagem ao grupo de Karen e Richard Carpenter. Enquanto esse trabalho, que está previsto para sair no final deste ano, não chega, ela nos oferece um single cuja faixa não será incluída no futuro trabalho. Trata-se de Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar, releitura de canção da Legião Urbana Incluída em seu clássico CD As Quatro Estações (1989).

A cantora carioca explica o que a motivou a fazer esse resgate. “Numa tarde dessas, enquanto organizava meus discos, As Quatro Estações veio parar na minha mão; quando ouvi Se fiquei esperando meu amor passar, percebi que deveria regravá-la, num tom mais intimista e bem suave: voz, violão, violoncelo e nada mais”, conta.“É preciso cantar, ouvir e pensar novamente Legião Urbana!”.

Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar– Isabella Taviani:

Yes lança álbum duplo 50 Live em formatos físico e digital no Brasil

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Por Fabian Chacur

Como forma de celebrar seus 50 anos de carreira, o Yes está lançando nesta sexta (2) no Brasil via Warner Music, em CD duplo e nas plataformas digitais, o álbum Yes 50 Live. Gravado ao vivo basicamente durante show realizado na Filadélfia (EUA), o trabalho inclui faixas de dez de seus álbuns de estúdio, com ênfase na fase mais progressiva de sua trajetória, deixando de lado o repertório desenvolvido nos anos 1980 e 1990 ao lado do guitarrista sul-africano Trevor Rabin.

A atual formação do Yes inclui Steve Howe (guitarra), Geoff Downes (teclados), Alan White (bateria), Billy Sherwood (baixo), Jon Davison (vocal) e Jay Schellen (bateria). O álbum traz as participações especiais de ex-integrantes como os tecladistas Tony Kaye (em Yours Is No Disgrace, Roundabout e Starship Trooper) e Patrick Moraz (em Soon) e também Tom Brislin (teclados) e Trevor Horn (vocal).

O set list traz a versão completa da longa e maravilhosa Close To The Edge, faixa-título do fantástico álbum da banda lançado em 1972 e um de seus melhores, e também clássicos como Roundabout, Soon e Yours Is No Disgrace.

Com capa mais uma vez trazendo desenho do genial Roger Dean, o álbum é bem interessante, mas não dá para negar que é no mínimo esquisito ouvir um disco do Yes sem a presença do cantor Jon Anderson, fora desde 2008, e, principalmente, do saudoso baixista e fundador do grupo, Chris Squire (1948-2015).

Vale lembrar que, repetindo situação já ocorrida em outros períodos da história dessa seminal banda de rock progressivo, há desde 2016 uma outra formação na ativa com ex-integrantes do time. Trata-se de Anderson, Rabin And Wakeman, que reúne Jon Anderson, Trevor Rabin e Rick Wakeman, sendo que este último prometeu novos shows do trio para 2020.

Eis as faixas de Yes 50 Live:

Disco um

Close To The Edge
-The Solid Time Of Change
-Total Mass Retain
-I Get Up I Get Down
-Seasons Of Man

Nine Voices (Longwalker)
Sweet Dreams
Madrigal
We Can Fly From Here, Part 1
Soon
Awaken

Disco dois

Parallels
Excerpt From The Ancient
Yours Is No Disgrace
Excerpt From Georgia’s Song And Mood For A Day
Roundabout
Starship Trooper
a. Life Seeker
b. Disillusion
c. Wurm

Ouça Yes 50 Live em streaming:

Zeca Baleiro traz seu baile descolado para São Paulo

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Por Fabian Chacur

Há 15 anos, quando já estava no primeiro escalão da música brasileira, o cantor, compositor e músico maranhense Zeca Baleiro criou o Baile do Baleiro. Trata-se de um show descontraído e para cima, no qual ele dá uma geral em canções de várias épocas que ele curte e que de uma forma ou de outra o influenciaram. O sucesso foi tanto que ele continua fazendo apresentações após esses anos todos. Mais uma delas rolará nesta quinta (1º/8) às 22h30 em São Paulo no Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com ingressos a R$ 70,00 (pista) e R$ 140,00 (mesa).

Zeca Baleiro (voz e guitarra), Tuco Marcondes (guitarra), Fernando Nunes (baixo), Adriano Magoo (teclados, acordeon e programações), Kuki Stolarski (bateria e percussão) e Hugo Hori (sax e flauta) é a escalação que estará em cena, um time afiado composto por músicos experientes e versáteis que encaram todos os rumos sonoros propostos por seu chefe.

O projeto deu tão certo que virou até um programa de TV com o mesmo título em 2016, exibido no Canal Brasil. Foram seis episódios, nos quais o autor de Samba do Approach interagiu com Hyldon, Blubell, Odair José, Edy Star, Guilherme Arantes e Zizi Possi, entre outros.

O repertório varia de show para show, e traz hits como A Noite Vai Chegar (Lady Zu), Fogo e Paixão (Wando), Mesmo Que Seja Eu (Erasmo Carlos), Nem Ouro Nem Prata (Ruy Maurity), Mulher Brasileira (Benito di Paula) e Fio Maravilha (Jorge Ben Jor). Ele também encaixa algumas autorais, entre as quais possivelmente Heavy Metal do Senhor e Babylon. Pra dançar e pular a noite inteira.

A Noite Vai Chegar (ao vivo)- Zeca Baleiro:

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