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Mirco Patarini faz show único e com entrada franca em SP

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Por Fabian Chacur

O acordeon costuma ser imediatamente associado à música sertaneja/caipira no Brasil. No entanto, trata-se de um instrumento musical versátil e utilizado em diversos contextos musicais, inclusive na música erudita. E um dos grandes nomes do acordeon erudito mundial, o italiano Mirco Patarini, fará em São Paulo neste domingo (19) às 11h uma apresentação no Circolo Italiano San Paolo (avenida Ipiranga, nº 344- República- fone 0xx11-3154-2908), com entrada gratuita. Boa chance de se ver um mestre em ação.

Nascido na cidade italiana de Spoleto, Patarini começou a estudar o acordeon aos 12 anos de idade. Com o tempo, tornou-se um dos craques em seu país. Ele foi o mais jovem músico a vencer a Copa Mundial do Acordeon, maior competição mundial dedicada a esse instrumento e promovida pela CIA- Confederação Internacional do Acordeon. Com o tempo, amealhou mais de 50 vitórias em certames desse tipo.

O repertório desse músico de 52 anos é essencialmente composto por composições de autores eruditos, mas também possui espaço para outros de viés popular. Entre outros, ele interpreta obras de nomes como Johannes Brahms, Niccolò Paganini, Viacheslav Semjonov, Astor Piazzola e até mesmo dos brasileiros Oswaldinho do Acordeon e Sivuca.

Mirco Patarini já tocou em países como França, Suíça, Portugal, Venezuela, EUA, Rússia, China, Alemanha, Reino Unido, Egito, Japão, Austrália e Brasil. Hoje, além de suas apresentações pelo mundo, algumas delas acompanhado por orquestras, ele também é o presidente da Confederação Internacional do Acordeon e da Scandalli, esta última a maior e mais prestigiada fábrica de acordeons do mundo, além de ser o diretor artístico do Strumenti & Musica Festival.

Programa do espetáculo de Mirco Patarini em SP:

1. Corale in Strofe Variate (Guido Farina)

2. Balletomania (Vittorio Melocchi)

3. Finale della Sonata 1 (Nikolaj Tschaikin)

4. Danza Espanola n°2 Oriental (Enrique Granados)

5. Capriccio °24 in La minore (Niccolò Paganini)

6. La Cumparsita (Geraldo Matos Rodriguez) – arranjo de Luciano Fancelli

7. Um Tom Para Jobim – (Oswaldinho do Acordeon/ Sivuca)

8. Don Rhapsody – (Viachelsav Semjonov)

Um Tom Para Jobim (ao vivo)- Mirco Patarini:

Mixed Up, do The Cure, sai no Brasil em formato remaster

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Por Fabian Chacur

Em 1990, Robert Smith surpreendeu muita gente ao lançar o álbum duplo em vinil e simples em CD Mixed Up, que trazia remixes com pegada mais dançante e eletrônica de algumas das canções mais conhecidas de seu grupo, o The Cure. Atualmente revisando itens de seu extenso catálogo, o cantor, compositor e músico britânico nos oferece uma versão remasterizada desse trabalho, que chega às lojas brasileiras em CD simples.

Mixed Up continha em sua versão original 12 faixas no LP de vinil e 11 no CD, com direito a hits como Lullaby, Hot Hot Hot!, Close To Me e Lovesong com roupagens totalmente diferentes, além de uma faixa inédita, a ótima mezzo pesadona mezzo dançante Never Enough, que teve direito a clipe e fez um sucesso considerável.

Além do formato standard, que é o disponibilizado no Brasil, também sairá no exterior uma deluxe edition com três álbuns: o CD original remasterizado, um segundo com raros remixes lançados originalmente entre 1982 e 1990 e um terceiro, intitulado Torn Down, com 16 novas remixagens feitas pelo próprio Robert Smith de outras músicas do The Cure, como Shake Dog Shake, Cut Here e A Night Light This.

Never Enough– The Cure:

Laura Pausini lança videoclipe e volta ao Brasil em agosto

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Por Fabian Chacur

Boas notícias para os fãs de Laura Pausini. A estrela pop italiana acaba de lançar um novo clipe, cuja função é divulgar o single Non è Detto, primeira faixa a ser divulgada de seu próximo álbum, intitulado Fatti Sentire e previsto para sair nas versões física e digital no dia 16 de março pela gravadora Warner. O CD será divulgado com uma turnê mundial que estreará na Itália nos dias 21 e 22 de julho no Circus Maximus.

Non è Detto é uma balada pop típica de Laura, e foi composta por ela em parceria com Niccolò Agliardi, Gianluigi Fazio e Edwin Roberts. O clipe teve como cenário a paradisíaca Praia Preta de Maratea, e possui uma produção caprichada que ressalta o teor romântico da letra, centrado em uma relação afetiva. Temos até uma cama na areia, em plena praia.

A turnê do álbum Fatti Sentire passará pelos EUA, Europa e América Latina. No Brasil, foram divulgadas datas em agosto nas cidades de São Paulo (dias 20 e 21, no Citibank Hall), Brasília (dia 23, no Teatro Guimarães) e Recife (dia 25, no Classic Hall). No dia 31 de agosto, a cantora que estourou na década de 1990 cantará no mitológico Radio City Music Hall, em Nova York, local destinado apenas às grandes estrelas da música. Ela merece.

Non È Detto (clipe)- Laura Pausini:

A trilha de Star Wars-The Last Jedi sai em CD em nosso país

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Por Fabian Chacur

Para quem é fã de trilhas de filmes e do formato físico, uma ótima notícia. A Universal Music acaba de lançar no Brasil em CD o álbum com o score (trilha sonora instrumental e incidental) de Star Wars- The Last Jedi (Stars Wars- Os Últimos Jedi), novo capítulo da franquia que se iniciou em 1977. O autor é o mesmo dos capítulos anteriores, o genial e consagrado compositor, maestro e pianista americano John Williams.

O repertório de temas instrumentais do novo Star Wars traz um total de 20 faixas, todas com aquele clima quase erudito que marca o trabalho de Williams. Entre outros, destacam-se os temas Main Title And Scape (com 7m25 e uma variação do tema do filme que deu origem à saga), The Rebellion Is Reborn (com 3m59) e The Fathiers (2m42). Trabalho orquestral impecável e ótimo de se ouvir.

Nascido em 8 de fevereiro de 1932, John Williams iniciou sua carreira no meio musical na década de 1950, trabalhando em estúdios e junto com o maestro Henri Mancini. Nos anos 1960, tornou-se conhecido ao assinar as trilhas de séries de TV como Perdidos no Espaço e Terra de Gigantes, entre outras. Em 1971, ganhou o primeiro dos cinco Oscars que faturou até hoje com a trilha para a versão cinematográfica do espetáculo teatral Um Violinista no Telhado.

Em 1974, iniciou uma parceria com o cineasta Steven Spielberg que rendeu trabalhos antológicos como as trilhas de Tubarão (1975), Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), ET- O Extraterrestre (1983) e das sagas Indiana Jones e Jurassic Park. No seu incrível currículo, também constam 24 troféus Grammy e 4 Globos de Ouro.

Star Wars- The Last Jedi- ouça a trilha em streaming:

Megadeth confirma shows no Brasil em outubro/novembro

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Por Fabian Chacur

Boa notícia para os fãs de thrash metal. O Megadeth, uma das bandas mais importantes dessa vertente do heavy metal, confirmou duas apresentações no Brasil em breve. Os shows serão no dia 31 de outubro às 22h em São Paulo no Espaço das Américas (rua Tagipuru, nº795- Barra Funda- fone 0xx11-3864-5566), com ingressos de R$ 100,00 a R$ 400,00, e no dia 1º de novembro, ás 22h, no Rio de Janeiro, no Vivo Rio (avenida Infante Don Henrique, nº 85- Parque do Flamengo- fone 0xx21-2272-2901), com ingressos de R$ 90,00 a R$ 360,00. Mais informações aqui.

Ele vivem grande fase graças a Dystopia (2016), 15º disco de estúdio da banda americana que atingiu o terceiro lugar na parada ianque e que marcou a entrada no time do guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, conhecido por seu trabalho com o Angra. O álbum valeu ao grupo um troféu Grammy na categoria Melhor Performance de Metal, e tem se mostrado um dos mais bem-sucedidos da carreira do grupo.

Loureiro entrou com moral em cena, tanto que ele assina três das onze faixas do trabalho, escritas em parceria com o cantor, compositor e guitarrista Dave Mustaine, que ao lado de Dave Ellefson (baixo) criou a banda em 1983. Além dos dois e do brasileiro, que entrou em cena em 2015, completa a escalação atual do grupo o baterista belga Dirk Verbeuren, o que dá uma faceta global à esta line up.

Desde o lançamento de seu primeiro álbum, Killing Is Business…And Business Is Good (1985), o quarteto criado por Mustaine após ser demitido da função de guitarrista solo do Metallica teve várias mudanças de formação, mas sempre manteve um fã-clube enorme. Eles já vieram várias vezes ao Brasil, sendo a primeira no Rock in Rio 1991. Seu álbum mais popular de todos os tempos é Countdown To Extintion (1992), que traz o hit Symphony Of Destruction.

Poisonous Shadows– Megadeth:

Albert Cummings faz a estreia no Brasil no Samsung Blues

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Por Fabian Chacur

Albert Cummings, um dos grandes nomes do atual blues rock americano, virá ao Brasil pela primeira vez. Ele será uma das atrações do Samsung Blues Festival, que ocorrerá de 1º a 3 de junho em São Paulo. O cantor, compositor e guitarrista será a atração do dia 3/6 (sábado), às 21h, com abertura por conta do trio brasileiro Hammond Grooves. O local será o Teatro Opus (avenida das Nações Unidas, nº 4.777- Alto de Pinheiros- call center: 4003-1212), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 200,00.

Nascido em 1968, Cummings inicialmente tocava banjo em bandas de country e bluegrass, até que ouviu uma fita de um primo com o trabalho de Stevie Ray Vaughan (1954-1990), o grande renovador do blues dos anos 1990. Logo virou fã do cantor e guitarrista e dos músicos que tocavam com ele, Tommy Shannon (baixo) e Chris Layton (bateria), conhecidos como Double Trouble. Nâo só virou fã do trio como também encaminhou sua musicalidade para a guitarra e o blues rock.

Mal sabia ele que a vida lhe proporcionaria um encontro com aqueles dois músicos. “Fui participar de um festival de blues em Albany, e lá eles me perguntaram com quem eu gostaria de tocar. Sugeri o Double Trouble de brincadeira, nunca imaginei que ele fossem tocar comigo, mas o pessoal gostou da ideia, os convidou e eles toparam”, relembra o músico, em entrevista concedida a Mondo Pop via Skype.

A coisa ficaria ainda melhor. “Foi incrível, pois logo que começamos a tocar parecia que sempre havíamos tocados juntos; eles me sugeriram que a gente gravasse um álbum em parceria; nem quis acreditar que isso pudesse se tornar realidade, mas logo me vi viajando para Austin, Texas, e gravamos juntos o From The Heart (2003); somos amigos até hoje”.

Se a parceria com o Double Trouble marcou a sua vida, a amizade com B.B. King, que o considerava um grande guitarrista, entrou na raia do inacreditável. “Não dá para explicar a honra de ter o apoio de alguém como ele. Era um cara muito humilde, o que ele era no palco, era fora dele. É um artista que influenciou a todos nós!”

Para os shows no Brasil, ele promete muita espontaneidade. “Nunca ensaio um show específico, nunca toco da mesma forma, sou muito espontâneo, tento criar algo nunca feito antes em cada apresentação”. Ele admite não conhecer nada do país em termos musicais, mas revela ter muita vontade de fazer novos amigos por aqui. Certamente músicas de Someone Like You (2015), seu mais recente álbum, estarão no repertório. “É um dos melhores discos que gravei, mas problemas com a gravadora não permitiram que ele fosse divulgado como merecia”.

Além de Stevie Ray Vaughan, ele também gosta de outros grupos no formato três músicos, como Stray Cats, Jimi Hendrix e Led Zeppelin. “Amo Brian Setzer (guitarrista e vocalista dos Stray Cats), já gostava dele antes de conhecer o Stevie Ray Vaughan; e o Jimi Hendrix era um gênio, um cara que criou muito em pouco tempo de vida”.

Cummings gravou um de seus shows em um teatro em 2016, e pretende lança-lo em um futuro não muito distante nos formatos CD, DVD e Blu-Ray. Em termos musicais, ele tem uma teoria muito interessante: “para mim, existem dois tipos de músicos, os artistas e os performers, sendo que os performers tocam aquilo que os artistas de verdade criam”.

Embora reconheça que existam alguns artistas bons na cena blues atual, Cummings afirma sentir saudade dos tempos em que estavam em campo B.B. King, Albert King e outros desse mesmo calibre. “Atualmente, existem muitos artistas ‘fakers’ (falsos, imitadores), falta verdade”. Ele é fã do formato trio. “Gosto muito, pois são só três músicos e muitos espaços a serem preenchidos, isso exige muito de você”.

Make Up Your Mind– Albert Cummings:

The Maine lança novo single e prepara nova turnê brasileira

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Por Fabian Chacur

A banda americana The Maine acaba de divulgar um novo single. Trata-se de Black Butterflies & Déja Vu, apresentada no Youtube com um lyric vídeo. Este é a segunda música divulgada de seu próximo álbum, Lovely Little Lonely, que está previsto para sair no dia 7 de abril. Antes, a música Bad Behavior havia sido disponibilizada deste seu sexto CD de estúdio. E eles já tem novos shows marcados para o Brasil.

Com seu clima envolvente e pop, o single é definido assim pelo vocalista e tecladista John O’Callagham: “Esta música é para os momentos, lugares ou pessoas que de alguma forma transformam a sua língua em pedra. Aqueles momentos em que as palavras realmente não possuem o poder de expressar adequadamente uma situação. Para mim, foi escrita em um momento em que o mundo ficou claro para mim por apenas um instante… Quando os problemas se dissipavam e eu não conseguia me expressar usando as 26 letras que conheço.”

Na ativa desde 2007 e oriundo da cidade de Temple, no Arizona (EUA), o The Maine traz, além de O’Callagham, os integrantes Jared Monaco (guitarra-solo), Garret Nickelsen (baixo), Patrick Kirch (bateria) e Kennedy Brock (guitarra-base). Atualmente, eles lançam seus trabalhos por um selo próprio, 8123, além de manter um festival com o mesmo nome. Seu trabalho de maior repercussão foi Black & White (2010), que atingiu o nº 16 na parada americana.

Com público cativo no Brasil, eles já estiveram por aqui, incluindo uma passagem em 2012 que rendeu um DVD gravado ao vivo em São Paulo em julho daquele ano e intitulado Anthem For a Dying Breed (2013). Confira abaixo o calendário de sua nova turnê brasileira:

15/07 – Tropical Butantã – São Paulo
16/07 – Bar da Montanha – Limeira
18/07 – Teatro CIEE – Porto Alegre
19/07 – Local a confirmar – Curitiba
21/07 – Arena Futebol Clube – Brasília
22/07 – Teatro Bradesco – Belo Horizonte
23/07 – Circo Voador – Rio de Janeiro

Black Butterfiles & Déja Vu– The Maine:

Steve Winwood: a resenha do seu show no Brasil em 1998

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Por Fabian Chacur

Se há algo desagradável para um jornalista da área musical que trabalha como frila é o fato de que, no Brasil, as publicações dessa área nem sempre duram o que seria recomendável. Quando duram alguma coisa… Por isso, boa parte do meu acervo como crítico e repórter é de difícil ou quase impossível acesso, atualmente. Sorte que eu sempre tive a mania de colecionar as minhas matérias publicadas, guardando um exemplar comigo. Sorte mesmo…

Tudo bem que eu sou um bagunceiro de primeiríssima linha, e precisaria dar uma bela e rigorosa organizada nesse meu acervo. Mas, aos poucos, tentarei fazer isso. A criação dessa série, iniciada em dezembro de 2016 (leia a primeira matéria aqui), é uma ação nesse rumo, para tentar resgatar alguns momentos importantes.

Esta resenha, por exemplo, é muito sigificativa por registrar com detalhes o show que o genial Steve Winwood fez em São Paulo, mais precisamente no dia 26 de maio de 1998 no Palace. Tente buscar alguma informação sobre essa apresentação na internet, e você provavelmente não encontrará nada. Então, resolvi resgatar a que fiz para a edição de número 17 da extinta revista Shopping Music, publicada em julho de 1998. Divirtam-se, com direito a setlist!

“Steve Winwood- Palace (SP)- 26/5/1998

Steve Winwood surgiu no universo da música pop ainda adolescente, aos 16 anos, como principal força criativa dentro do Spencer Davis Group. Desde então, o cantor, compositor e multi-instrumentista desenvolve uma carreira repleta de êxitos, quer como integrante de grupos como Blind Faith e Traffic, quer como artista-solo. Ao completar 50 anos de idade, ele finalmente se apresentou no Brasil, e mostrou que se encontra em excelente forma.

Acompanhado por uma banda extremamente coesa e talentosa, composta por nove músicos, Winwood preparou um roteiro que deu uma geral em todas as fases da carreira, abrindo e fechando respectivamente com I’m a Man e Gimme Some Lovin’, hits de sua primeira banda, o Spencer Davis Group. Durante as duas horas de apresentação, ficou clara a versatilidade do astro inglês, que tocou guitarra, teclados diversos e mandolin com a desenvoltura que só os gênios possuem. Isso, sem contar a voz forte, melódica, potente e com uma inspiração que vem de intérpretes negros como Ray Charles, um de seus ídolos.

Graças ao repertório, o clima da performance de Steve Winwood teve como marca a diversificação. O set list incluiu pop dançante em Higher Love, While You See a Chance e Familly Affair, rhythm and blues à antiga em Roll With It, rock progressivo jazzificado em Low Spark Of High-Heeled Boys (com grandes solos de todos os músicos), balada rock em Can’t Find My Way Home, latinidade em Gotta Get Back To My Baby e folk-ballad em Back In The High Life Again, só para citar alguns exemplos. O excelente Junction Seven, seu mais recente CD, foi representado por quatro músicas. Com um desempenho tão bom, o público só podia mesmo ter ficado em puro êxtase.”

Set list do show:

I’m a Man

Roll With It

Freedom Overspill

While You See a Chance

Let Your Love Come Down

Forty-Thounsand Headmen

Gotta Get Back To My Baby

Can’t Find My Way Home

Low Spark Of High-Heeled Boys

Presence Of The Lord

The Finer Things

Family Affair

Just Wanna Have Some Fun

Higher Love

BIS:

Back In The High Life Again

Gimme Some Lovin’

Veja Angel Of Mercy (live-1998)- Steve Winwood:

Ace Frehley fará o show solo em Sampa em março de 2017

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Por Fabian Chacur

Boa notícia para os fãs de classic rock, heavy metal e hard rock. Ace Frehley, guitarrista da formação original do Kiss, fará seu primeiro show solo no Brasil. Será em São Paulo no dia 5 de março de 2017 às 20h no Tom Brasil (rua Bragança Paulista, nº 1.281- Santo Amaro-SP- fone 0xx11- 4003-1212), com ingressos custando de R$ 180,00 a R$ 390,00. Ele terá a seu lado Richie Scarlet (guitarra), Chris Wyse (baixo) e Scoty Coogan (bateria e vocais).

Frehley vive um dos melhores momentos de sua trajetória artística. Há quase dez anos livre de problemas gerados por consumo de drogas, ele voltou à ativa com força total a partir de 2009, com o disco Anomaly, que chegou ao nº 27 na parada americana. Space Invader (2014) foi ainda além, atingindo o posto de nº9, o mais alto já atingido por um integrante ou ex-integrante do Kiss em carreira-solo.

Em abril de 2016, o guitarrista, compositor e cantor voltou com novo CD, Origins Vol.1, no qual relê clássicos do Cream, The Jimi Hendrix Experience, Steppenwolf Free e Rolling Stones, entre outros, além de três músicas do Kiss: Cold Gin, Parasite e Rock And Roll Hell. Participam do CD Slash (Guns N’ Roses), Lita Ford (ex-The Runaways), Mike McCready (Pearl Jam) e Paul Stanley (seu ex-colega de Kiss).

Nascido no bairro do Bronx, em Nova York (EUA) no dia 27 de abril de 1951, Ace decidiu ser músico profissional aos 16 anos, fascinado por grupos como The Who, Cream e The Jimi Hendrix Experience. Aos 22 anos, respondeu a um anúncio do jornal Village Voice e foi selecionado para integrar o Kiss ao lado de Gene Simmons (baixo e vocal), Paul Stanley (guitarra e vocal) e Peter Criss (bateria e vocal).

Entre 1973 e 1981, ele e a formação clássica da banda atingiram o topo das paradas roqueiras, graças a LPs como Alive! (1975), Destroyer (1976), Love Gun (1977) e Dinasty (1979). Em 1978, os integrantes do Kiss surpreenderam a todos ao lançar discos solo de forma simultânea. O de Frehley foi o mais bem-sucedido em termos comerciais, graças ao single New York Groove, que chegou ao nº 13 nos EUA.

Confiante com o êxito solo e também devido a problemas pessoais com os outros integrantes, ele saiu do Kiss em 1981 após o lançamento do disco Music From The Elder. Ele voltaria ao time em 1996, ficando até 2000 e participando dos álbuns Kiss Unplugged (1996) e Psycho Circus (1998), além de participar da turnê mundial que divulgou este último e passou pelo Brasil em abril de 1999 por Porto Alegre e São Paulo.

Após sua saída inicial do Kiss, Frehley montou o grupo Frehley’s Comet, que lançou seu primeiro álbum em 1987 e se manteve na ativa até meados dos anos 1990. Ao deixar novamente a banda que o revelou, ficou durante alguns anos tentando se livrar de vício de drogas e bebidas, lançando apenas o álbum Greatest Hits Live, em 2006. Quando ficou novamente sóbrio, voltou com tudo à carreira solo, lançando em 2011 uma franca e bem-humorada autobiografia, intitulada No Regrets (sem arrependimentos, em tradução livre).

Fire And Water, com Ace Frehley e Paul Stanley:

Dois músicos da banda Epica e as suas camisas do Palmeiras

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Por Fabian Chacur

Uma frase que está se consolidando nos últimos anos é a seguinte: Palmeiras e heavy metal, tudo a ver. Afinal de contas, está virando praxes integrantes de bandas desse popular segmento do rock serem premiados com camisas do consagrado time de futebol brasileiro. Depois de Iron Maiden, Faith No More, Dream Theater, Anthrax e At The Gates, agora é a vez de dois músicos da banda holandesa Epica serem premiados dessa forma.

Em ação promovida pelo departamento de marketing do clube paulistano, o guitarrista Mark Jansen e a vocalista Simone Simons receberam no hotel onde estavam hospedados, em São Paulo, camisas oficiais personalizadas do Verdão. Eles estavam na cidade para participar no último sábado (15), como headliners, do festival Epic Metal Fest, ao lado de bandas como o Paradise Lost, e adoraram o mimo.

“O Palmeiras é um clube de tradição mundial, é sempre lembrado pelas suas conquistas. Lembro que recentemente venceram um amistoso importante contra o Ajax aqui em São Paulo e liderar um campeonato tão difícil como o Brasileiro é um mérito a ser honrado”, declarou Jansen, além de dizer que atualmente mora na Itália, e que ficou sabendo das origens do clube na colônia italiana no Brasil. O Epica desenvolve desde 2002 um som calcado no rock sinfônico.

Veja a dupla recebendo as camisas em vídeo da TV Palmeiras aqui.

Edge Of The Blade (clipe)- Epica:

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