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Madonna lançará Rebel Heart Tour em diversos formatos

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Por Fabian Chacur

Madonna não lança um álbum à altura de seu passado de glórias desde Music (2000). A partir daí, seus trabalhos dedicados a faixas inéditas primam pela irregularidade. Os shows, no entanto, mantiveram-na no primeiro escalão do pop mundial, graças a muito profissionalismo, criatividade e ousadia. No dia 15 de setembro, ela lança Rebel Heart Tour, registro de sua mais recente tour mundial que ressalta esse clima de “rainha dos shows grandiosos”.

Este novo trabalho de Madonna chegará ao público nos formatos DVD, Blu-ray com bônus, CD simples e CD duplo, além das respectivas versões digitais para cada versão. A direção do filme ficou a cargo de Danny B. Tull e Nathan Rissman, enquanto a arte de capa foi feita por Aldo Diaz. Vale lembrar que uma versão prévia esteve na tela do canal americano por assinatura Showtime em dezembro de 2016.

O repertório traz 22 músicas que cobrem os mais de 30 anos de carreira da cantora e compositora americana, com direito a Material Girl, Candy Shop, Illuminati, Music, Who’s That Girl e Holiday, trazendo novos arranjos, efeitos visuais espetaculares e coreografias de tirar o fôlego. Aquele tipo de espetáculo padrão “Broadway Plus” que a artista sabe fazer como poucos, e com recursos técnicos de cair o queixo.

A mais recente turnê mundial da Material Girl teve início em 9 de setembro de 2015 em Montreal, Canadá, passou por 55 cidades de quatro continentes e durou sete meses. Foram 82 apresentações, mais uma adicional e especial, intitulada Tears Of a Clown e realizada em Melbourne, Austrália. Exatos 1.045.479 pagantes proporcionaram uma arrecadação de 169.8 milhões de dólares. Garota material mesmo!

Trailer Rebel Heart Tour- Madonna:

Filme Eight Days a Week nos promete mais do que cumpre

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Por Fabian Chacur

Depois do lançamento do maxi-documentário Anthology (1995), com mais de onze horas de duração e apresentando de forma profunda e repleta de material essencial a história dos Beatles, ficou difícil para alguém pensar em um projeto audiovisual que possa superá-lo ou ao menos chegar perto de tal excelência. O filme-documentário Eight Days a Week- The Touring Years, lançado em setembro de 2016 nos cinemas e agora saindo no formato DVD, chegou com essa pretensão, vide seu lema: “The Band You Know, The Story You Don’t” (a banda que você conhece, a história que não conhece).

Para completar a expectativa, o mentor de tal projeto era ninguém menos do que Ron Howard, conhecido por filmes como Apollo 13 (1995), Cocoon (1985) e Uma Mente Brilhante (2001), tendo ganho o Oscar de melhor diretor com este último. Diante de tanta expectativa, a pergunta é óbvia: o produto final atinge seu objetivo? A resposta é não, mas merece uma explicação minuciosa, para não soar como uma daquelas análises gratuitas só para atrair cliques ou irritar os fãs.

O documentário tem como objetivo mostrar a fase em que os Beatles se tornaram um fenômeno mundial em termos de popularidade, entre 1963 e 1966, e no qual as turnês pelo mundo afora foram uma ferramenta fundamental. Os anos da Beatlemania, para ser mais preciso. Como forma de nos apresentar esse incrível fenômeno comportamental e cultural, Howard se valeu de vasto material de arquivo já utilizado anteriormente, com apenas uma ou outra cena menos conhecida.

As entrevistas recentes feitas com Paul McCartney e Ringo Starr também são bastante redundantes, inferiores às feitas para o Anthology. Dessa forma, essa coisa de “a história que você não conhece” soa arrogante demais. Novidades ou possíveis revelações passam bem longe dos 106 minutos de duração do filme. Nem precisa ser um especialista daqueles realmente viciados em Beatles para ter tido conhecimento de tudo o que é contado aqui.

Lógico que um profissional do calibre de Ron Howard não faria um produto ruim em termos de apresentação, e nesse aspecto, Eight Days a Week é muito bem realizado, fluindo bem e encaixando os registros de forma bem ordenada. Os depoimentos do jornalista americano Larry Kane, o único que acompanhou todos os shows das turnês dos Fab Four pelos EUA em 1964 e 1965 também são pontos importantes.

Merecem um belo destaque os deliciosos testemunhos da atriz Whoopi Goldberg sobre sua idolatria em relação ao grupo britânico e da emoção de ter visto o mitológico show no Shea Stadium em 1965, e também o relato do show realizado em Jacksonville, Florida, em 1964, no qual eles se recusam a tocar para uma plateia segregada, resultando em um raro momento em que brancos e negros conviveram em um show dessas proporções naqueles lados dos EUA.

A qualidade das imagens é impecável, assim como o áudio. A narrativa vai até o último show oficial da banda, em agosto de 1966 no Candlestick Park, San Francisco (EUA), e o documentário acaba com cenas da última apresentação de fato do quarteto de Liverpool, realizado em janeiro de 1969 no teto do prédio onde estava os escritórios da gravadora deles, a Apple.

Muitas cenas de histeria do público ao redor do mundo foram usadas, e de forma bem eficiente para ressaltar o quanto o som do grupo inglês atiçava a libido do público, especialmente o adolescente, e também de como os adultos e boa parte da imprensa ficavam abismados com aquilo tudo, sem entender absolutamente nada.

Como os Beatles são um daqueles fenômenos de popularidade que desafiam o tempo, existem fãs que os conheceram há pouco, e para os quais até mesmo as carreiras solo de John Lennon e George Harrison podem parecer algo totalmente fora de seus radares. Para eles, Eight Days a Week funciona como uma boa introdução em termos audiovisuais. Mas para quem os curte há mais tempo, é um filme com cheiro de “já conheço bem essa história, e melhor contada”.

obs.: e o DVD não traz nenhum extra. Nada, nadinha. Eita muquiranice!!!

Eight Days a Week-trailer do filme:

Nico Rezende viaja com classe pelo repertório de Chet Baker

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Por Fabian Chacur

Nico Rezende tem várias afinidades com o saudoso cantor e trompetista americano Chet Baker (1929-1988). Ambos começaram como músicos, inserindo o canto em suas trajetórias logo a seguir, com sucesso. Outra característica: a pinta de galã. Sorte que Nico não seguiu outra marca do jazzista, o forte envolvimento com as drogas e bebidas e uma vida desregrada que o destruiu durante as duas últimas décadas de sua breve vida. Firme, forte e em plena forma, o músico brasileiro lança Nico Rezende Canta Chet Baker, belíssimo DVD com repertório de Baker.

Chet Baker viveu o auge de sua trajetória musical durante a década de 1950 e parte da de 1960. Seu trabalho seguia a linha do cool jazz, também chamado de West Coast pelo fato de ter sido predominante no oeste americano nos anos 1950. Músico refinado, elogiado até por feras como Charlie Parker, que o ajudou no início de sua carreira, ele começou a brilhar como cantor com o álbum Chet Baker Sings (1954).

Compositor não muito frequente, ele se valia bastante do repertório de standards da música americana, aquela coleção maravilhosa de composições assinadas por nomes como Cole Porter, George & Ira Gershwin, Sammy Cahn, Richard Rodgers & Lorenz Hart, Johnny Mercer e outros do mesmo altíssimo gabarito. A seleção de repertório feita por Nico enveredou por esse caminho, sendo que 8 das 17 faixas marcam presença no clássico Chet Baker Sings.

Para acompanha-lo nesta bela viagem musical, Nico, que se incumbiu dos vocais e do piano, convidou os excelentes Guilherme Dias Gomes (trompete), Fernando Clark (guitarra), Alex Rocha (contrabaixo acústico) e André Tandeta. A gravação foi feita durante o show que o quinteto realizou em Niterói (RJ), como parte do Tudo Blues Festival, no dia 5 de junho de 2016, no Teatro do Centro Artes UFF.

O timbre e o estilo de cantar de Nico se encaixaram feito luva neste repertório, e o entrosamento entre ele e os músicos de sua banda rendeu performances impecáveis, sempre abrindo espaços na hora certa para os improvisos e tratando com todo o carinho cada canção.

O registro visual, em tons mais escuros, cria um clima de casa noturna americana, como se estivéssemos nos EUA durante a década de 1950, ouvindo os reis do cool jazz. E o comandante da festa se mostra um ótimo mestre de cerimônias, com direito a uma bela interação com a plateia na parte inicial da música You’d Be So Nice To Come Home To.

Quando às 17 músicas incluídas no DVD, louvemos maravilhas como But Not For Me, Time After Time, Let’s Get Lost, You Don’t Know What Love is, There Will Never Be Another You, My Funny Valentine, As Time Goes By e That Old Feeling, canções que provam com veemência que o que é bom, é para sempre, não tem data nem época. Atemporais até a medula!

Nico Rezende Canta Chet Baker é uma bela forma que o cantor, compositor e músico nascido em São Paulo em 13 de outubro de 1961 e radicado há anos no Rio escolheu para comemorar os 30 anos do lançamento de seu primeiro álbum solo, autointitulado, do qual o hit Esquece e Vem saiu rumo às paradas de sucesso de todo o mundo. Ele também atuou como músico e arranjador para artistas do porte de Ritchie, Lulu Santos, Marina Lima, Roberto Carlos e Gal Costa.

There Will Never Be Another You– Nico Rezende:

Banda Maneva lança um novo DVD com show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Após 10 anos de carreira como banda independente, a Maneva inicia uma parceria com a Universal Music. O primeiro fruto é o DVD/CD Ao Vivo em São Paulo, gravado no Espaço das Américas perante 6.800 fãs entusiásticos. O trabalho inclui seus sucessos e também oito canções inéditas. O lançamento em São Paulo ocorrerá nesta sexta (31) a partir das 22h com um show na Audio (avenida Francisco Matarazzo, nº 694- Água Branca- fone 0xx11-3862-8279), com ingressos custando R$ 30,00 (pista) e R$ 65,00 (mezanino).

Maneva é uma palavra de origem africana cujo significado é prazer. O time teve início em 2005 com Tales de Polli (vocal e guitarra) e Diego Andrade (percussão). Entraram posteriormente Felipe Sousa (guitarra), Fernando Gato (baixo) e Fabinho Araújo (bateria). Eles lançaram por conta própria os trabalhos Maneva (2006-CD), Tempo de Paz (2009-CD), Teu Chão (2012-CD), Maneva- 8 Anos ao Vivo (2013- DVD e CD), 5 Cabeças (2014-EP) e Somos Maneva (2015-CD).

“Um empresário nos mostrou que poderíamos ir ainda mais longe na carreira se tivéssemos um apoio maior, com uma estrutura mais forte, e a Universal é uma ótima parceria nesse sentido, pois tem um lugar de destaque em excelentes vitrines”, explica Tales sobre a decisão da banda de iniciar sua parceria com a Universal.

Desde o seu início, o objetivo da Maneva foi criar uma obra autoral personalizada e de qualidade artística e técnica. Tanto que, segundo Tales, o grupo investiu tudo o que ganhou até 2012 no próprio trabalho, como forma de consolidar o seu crescimento. Como filosofia, uma sonoridade ao mesmo tempo melódica, pop e próxima do reggae de raiz. “Sempre pregamos o amor ao próximo, e nunca buscamos o sucesso como nosso objetivo final, ele veio de forma natural”.

Ao Vivo Em São Paulo conta com diversas participações especiais. “O Armandinho, a Tatti Portella (do grupo Chimarruts) e o Zeider Pires (do grupo Planta & Raiz) são grandes influências, ouvimos muito os seus trabalhos, e eles foram muito atenciosos conosco. O Haikaiss e Oriente nos trouxeram a energia do rap, enquanto o Deko é um dos caras mais consistentes da nova geração do reggae”.

E já que o tema é o reggae brasileiro, Tales afirma que vê belas perspectivas para esse gênero musical no Brasil. “Acredito em uma nova explosão do reggae por aqui depois daquela fase boa de 2000 a 2005. Todos os grandes nomes estão vindo com novos trabalhos muito bons, e isso certamente ajudará nesse sentido”.

Uma das novidades do DVD/CD ao vivo é a presença de metais e cordas dando apoio à banda original, o que Tales pretende levar para os shows da turnê de divulgação. “Esse trabalho é uma celebração da boa música, dos bons sentimentos, e nosso projeto é ter a banda completa nos shows, com metais, teclados e tudo”

Saudades do Tempo (ao vivo)- Maneva:

Bronca do pai no filhinho gera bruxinha totalmente do bem

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Por Fabian Chacur

Pode uma bronca descabida de um pai em seu filho por causa de uma brincadeira gerar, posteriormente. um projeto que começa a encantar crianças e adultos em todo o Brasil? Pois foi essa a sementinha que permitiu a criação de Bruxinha Catarina, lançado em DVD com distribuição da Universal Music.

Criado pelo advogado Paulo Roberto Maluna com o apoio do Cafundó Estúdio Criativo e da Elephant Produções, o DVD traz 14 músicas ilustradas por clipes com um divertido elenco de personagens liderados pela Bruxinha Catarina, uma bruxinha bonita e do bem que só anda de patinete e que curte brincar com todos.

Saiba tudo sobre essa promissora criação em entrevista concedida a Mondo Pop por Paulo Roberto Maluna via e-mail:

Mondo Pop- O projeto de Bruxinha Catarina era inicialmente ser apenas um DVD para os seus filhos. Como surgiu essa ideia, de suas brincadeiras com eles? E o personagem Bruxinha Catarina, como foi criado?
Paulo Roberto Maluna
– Num certo dia, estressado com algumas situações da minha profissão de advogado, retornava do trabalho com meu filho mais velho, Matheus, que vinha brincando de Harry Potter no banco de trás do carro. Incomodado com o barulho de sua brincadeira, dei-lhe uma bronca dizendo-lhe que parasse com aquilo,já que ele já tinha 8 anos e que sabia que mágica não existia. Ele me olhou pelo retrovisor e disse que mesmo sabendo que aquilo tudo não existia de verdade, ele gostava porque era criança e brincar de faz-de-conta lhe deixava feliz.
Na mesma hora eu voltei à razão e pedi perdão a ele tentando convencê-lo que eu só havia feito aquilo pois estava estressado com o trabalho e que não tinha nada a ver com ele.
Chegando em casa, pensando naquela bronca descabida do carro, sentei em frente ao computador e comecei a tentar me desculpar de uma forma mais jeitosa, ou seja, com coisas que ele gostava. Foi ai que criei a primeira música. No dia seguinte, fui logo tratando de contar pra ele e para os irmãos a novidade. Para minha surpresa todos gostaram da canção. Na noite seguinte, mais uma vez à frente do computador, escrevi outras músicas e criei a história de três irmãos (meus três filhos, Matheus, Lucas e Natália), que descobriram, juntamente com seu cachorro Pinguinho, que no fundo do quintal da casa onde moram há um portal mágico que leva para um lugar chamado Vale Encantado. Nesse vale existe uma linda bruxinha de nome Catarina, que não usa vassourinha, só voa de patinete, tem um chapéu pontudo e uma varinha de confete. Usa vestidinho colorido e suas palavrinhas encantadas são: com licença, por favor e muito obrigada.
Foi dessa forma que surgiu a ideia da Bruxinha Catarina. Sem pretensão de torna-la um produto comercial, mas sim uma singela forma de um pedido de desculpas de um pai arrependido para um filho amado.

Mondo Pop- Quando você apresentou o projeto à produtora Cafundó, ele já tinha esse formato de 14 músicas ou essa cara foi se desenvolvendo a partir do envolvimento entre vocês, criador e produtoras (Cafundó e Elephant)?
Paulo Roberto Maluna
– Quando procurei o estúdio Cafundó já tinha muito mais de 14 músicas, porém cheguei meio envergonhado em mostrar o que havia feito. Mas como meus filhos gostaram das músicas e da história, tomei coragem e contei o que eu queria. Inicialmente meu objetivo era produzir um DVD de animação para eles. De repente, quem sabe lá na frente, em um de seus aniversários, passar num telão como forma de homenageá-los e deixa-los orgulhosos do pai que fez um DVD deles, para eles. O estúdio viu potencial e começamos a amadurecer juntos o projeto. Então, criei o meu próprio estúdio (MALUNA Produções, que é a junção das iniciais dos meus três filhos) e comecei a estudar um pouco mais sobre o que estava propondo como meta pessoal, parei de advogar inclusive para me dedicar ao projeto. A chegada do Junior Rios (Elephant Produções) no projeto foi um presente de Deus. Além de nos tornarmos grandes parceiros de trabalho, viramos grandes amigos. Tenho a honra de ter um amigo tão especial quanto esse cara.

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Mondo Pop- O estilo dos desenhos de Bruxinha Catarina tem um estilo meio retrô e vintage. Isso foi proposital?
Paulo Roberto Maluna
– Quando decidi por em prática o projeto tinha uma ideia bem delineada de como queria as personagens, mas não sabia se cairia no gosto da criançada.
Foi então que me ocorreu uma ideia simples, porém pontual para resolver essa situação. Pedi autorização na escola dos meus filhos para que as crianças na faixa etária de até 8 anos fizessem alguns desenhos de como eles imaginavam que seria uma bruxinha do bem que voasse de patinete. Afinal, o projeto é para criança e nada mais justo de deixa-los no comando. Os elementos que eles trouxeram foram ao encontro do meu pensamento. Ocorre, entretanto, que não sou desenhista e explicar para os profissionais a forma que eu imaginava, mesmo com todos aqueles elementos materializados foi desafiador. A partir dos primeiros desenhos, a equipe encaixou o trabalho e o que eu pedia, era como se entrassem em meu pensamento e visualizassem minhas ideias.

Mondo Pop- A utilização das expressões “com licença”, “por favor” e “muito obrigado” como mágicas foi uma sacada bem interessante. Quando você pensou nisso? Trata-se de inspiração da cultura oriental? De onde veio a ideia?
Paulo Roberto Maluna
– Quando criei a primeira música e a história, as palavras “mágicas” já foram incorporadas nos encantos da Catarina, uma bruxinha do bem cuja maior vocação é ajudar a todos que precisem de auxilio.
Tais palavras mágicas, também, sempre fizeram parte de forma lúdica do vocabulário dos meus filhos. Sempre tive como objetivo para eles uma educação pautada no respeito e valores, um legado que recebi da minha mãe, avó e tias e sempre passei a diante como norte a ser seguido em suas vidas.

Mondo Pop- Atualmente, as crianças estão cada vez mais envolvidas com videogames, internet e alta tecnologia. O seu projeto é bem mais lúdico e educacional. Como as crianças tem reagido a Bruxinha Catarina?
Paulo Roberto Maluna
– Tivemos uma experiência maravilhosa de um parque itinerante em uma rede de shoppings com bases/atividades pensadas exclusivamente com brincadeiras lúdicas. Não que eu não ache importante a tecnologia. Muito pelo contrário. Uma atividade que temos é uma caixa holográfica, onde a pessoa entra (criança ou adulto), e através de um programa de computador é confeccionado o seu próprio holograma para celular ou tablet. Porém, quando idealizei o parque, e fiquei algumas madrugadas acordado pensando em sua dinâmica, tentei buscar algo que foi a essência do nascimento do projeto, ou seja, um momento de pai/mãe e filho. Olho no olho, rir com a alegria dos pequenos, um momento de descontração no qual os adultos voltam a ser criança para brincar com seus filhos. Então no parque tem bases que retratam a personalidade das personagens do projeto no qual, por exemplo, no centro esportivo do Lucas, o pai/mãe joga minigolfe com a criança. Torce quando eles conseguem, pedalando em uma bicicleta, acender a varinha de confete da bruxinha. Plantam a sementinha mágica no ateliê da Natália e após aprenderem o ciclo de germinação da planta e falar as palavrinhas mágicas da bruxinha, brota de dentro do vaso uma linda flor. Brincam de experimentos científicos no laboratório do Matheus. Confeccionam juntos instrumentos musicais com materiais reciclados no palco da banda da Dona Cigarra. Assistem um vídeo na autoescola do Vale encantado onde aprendem regras básicas de transito, saem em um percurso dentro do Vale com um jipe elétrico e, ao final, ganham a carteirinha de habilitação do Vale Encantado. Além de outras atividades onde os pais participam com seus filhos. Para minha grata surpresa, presenciei algumas vezes crianças de até 12 anos curtindo o parque e as personagens. Inclusive muitos adultos paravam para tirar fotos com a Bruxinha Catarina, Matheus, Lucas, Natália, Ratinho Encrenqueiro, e o cachorro Pinguinho. Emocionei-me quando vi uma senhora de mais de 80 anos sentada em uma cadeira de rodas chamando as personagens e perguntando se podia tirar uma foto com eles também.

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Mondo Pop- Em termos musicais, Bruxinha Catarina é bem eclético, com música pop, rock, reggae, forró e baladas. Essa versatilidade era buscada desde o início ou acabou ficando assim?
Paulo Roberto Maluna
– Isso foi a nossa meta para contemplar um maior número de crianças, pais, mães, avós, padrinhos, madrinhas, tios, tias, enfim, deixar agradável para os ouvidos e gostos de crianças de todas as idades, desde as de 0 até as de 100 anos.

Mondo Pop- Como foi que surgiu a Universal Music nesse projeto, e como essa parceria está sendo realizada? Distribuição, divulgação? Dê-me mais detalhes, por favor.
Paulo Roberto Maluna
– Mandei o material para a Universal pelo sac da empresa e após 30 dias entraram em contato com o estúdio Cafundó. Então eles me ligaram avisando. Confesso que fiquei meio desconfiado, não acreditando muito, vez que a forma que utilizei para apresentar meu produto não foi a mais convencional. Porém foi a única que apareceu na oportunidade. Hoje a Universal Músic tem os direitos de distribuição e divulgação dos clipes do DVD vol. I, por um período contratual de 8 anos, além dos próximos trabalhos a serem desenvolvidos nesse formato.

Mondo Pop- Como se trata de um projeto um pouco diferente do habitual, como você está fazendo a divulgação deste DVD? Usam “faixas de trabalho”? Tentam participação em programas de TV?
Paulo Roberto Maluna
– Sem sombra de dúvidas a parceria com a Universal está dando mais visibilidade à marca. Estamos elaborando, juntamente com a Universal e escritórios especializados em marketing, algumas estratégias e ações de divulgação que serão lançadas em breve nas redes sociais e em pontos estratégicos tais como lojas, escolas, shoppings, e programas de TV. Por ser um DVD com músicas bem ecléticas, não pensamos em uma música específica de trabalho. O que tenho em mente é a alegria de cada um com a música que mais goste. Isso me deixa extremamente lisonjeado. Saber que em algum lugar tem uma criança cantando uma música que fiz para meus filhos e, imaginar que essa canção possa se perpetuar para outras gerações, é algo extremamente gratificante.

Mondo Pop- Vários desses projetos destinados ao público infantil acabam ganhando desdobramentos, do tipo show ao vivo, produtos para licenciamento (brinquedos, camisetas etc). Como está Bruxinha Catarina nesse sentido?
Paulo Roberto Maluna
– Atualmente a Bruxinha Catarina tem o DVD, e o parque itinerante, que voltará a circular pelo Brasil a partir do segundo trimestre de 2017.
Estamos formalizando algumas parcerias para fortalecer a marca e expandi-la. Nossa meta é tornar a marca Bruxinha Catarina um referencial no mercado infantil, não apenas com o objetivo de entreter, mas também de divertir e ensinar, além de proporcionar momentos de felicidades nas famílias.
Obviamente que as coisas, com a visibilidade que a marca está ganhando, começam a acontecer e o resultado financeiro será uma consequência natural do processo. Mas chegar em casa e partilhar com meus filhos um momento especial de nosso sonho, seja uma entrevista, uma nota em um jornal, site ou qualquer outro tipo de veiculação, e ver os olhos deles brilhando é algo que dá uma satisfação inenarrável.

Mondo Pop- A Bruxinha Catarina é uma bruxa que subverte o conceito que normalmente gira em torno desse tipo de criatura. Como surgiu essa ideia?
Paulo Roberto Maluna
– Hoje, com o fenômeno de vendas chamado Harry Potter, esse “conceito” já não é tão arraigado no pensamento das pessoas. Não bastasse isso, as feições da personagem, suas características psicológicas e suas palavrinhas mágicas, aliadas a sua roupa colorida e divertida, bem como a novidade que ela não voa de vassourinha só de patinete, é um convite lúdico para toda família conhecer a história dessa pequena bruxinha.
Quando pensei em me desculpar com meu filho mais velho da bronca do carro, não hesitei em contextualizar a bronca com o que ele me falou: “Eu sei que não existe de verdade, mas brincar de faz-de-conta me deixa feliz”. Foi aí que surgiu a ideia da pequena bruxinha. Hoje, quando paro pra criar alguma coisa, eles estão sempre perto de mim e são as primeiras pessoas a me darem o parecer.
Tenho uma peça escrita que começará a circular nos teatros de todo o Brasil, e quando terminei de escrever o texto, fiz uma noite de colchão na sala. Coloquei os três deitados, rezamos como todas as noites, e ao invés de ler uma história, tratei de ler o texto. Tinha hora que chorávamos de tanto rir com as piadinhas da peça.
Poder ter sido agraciado por Deus com a dádiva de ter esses três professores (Matheus, Lucas e Natália) em minha vida é algo que vou agradecer para toda a eternidade. Ter a oportunidade de passar mais tempo com eles, acompanhando seus respectivos desenvolvimentos, criando com eles e para eles histórias do nosso cotidiano dentro do Vale Encantado da nossa pequena bruxinha é algo que extrapola o termo trabalho tornando-o realmente uma brincadeira. Só posso agradecer sempre por eles terem resgatado a criança que existia adormecida dentro de mim e terem me inspirado na criação dessa história divertida.

Mondo Pop- Qual faixa etária é o alvo principal de Bruxinha Catarina

Paulo Roberto Maluna-Crianças de até 6 anos.

Bruxinha Catarina– Bruxinha Catarina (clipe):

DVD flagra Kiss durante a sua curta temporada em Vegas

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Por Fabian Chacur

Entre os dias 5 e 23 de novembro de 2014, o Kiss fez nove shows totalmente lotados no Hard Rock Hotel, em Las Vegas. Uma passagem curta para os padrões locais, que costumam ver artistas permanecerem em cartaz por meses e até mesmo anos, mas extensa para uma banda de agenda cheia que roda o mundo constantemente. Um belo registro desses shows acaba de sair no Brasil, o DVD Kiss Rocks Vegas, exemplo de que a veterana banda americana continua com muita fome de rock e de palco.

Como é praxe em uma apresentação da banda capitaneada há mais de 40 anos por Gene Simmons (baixo e vocal) e Paul Stanley (guitarra e vocal), temos belos efeitos especiais, telões gigantes de altíssima definição, palco móvel, chamas, som alto e muito apelo visual. Afinal de contas, o diferencial do quarteto que atualmente também traz Tommy Thayer (guitarra e vocal) e Eric Singer (bateria e vocal) sempre foi essa parafernália toda em cena, digna de um “Psycho Circus”.

O mais legal, no entanto, é o caprichado set list, que traz 16 faixas extraídas de todas as fases da banda, com direito a clássicos dos anos 1970 como Detroit Rock City, Rock And Roll All Nite e Deuce, hits oitentistas como Creatures Of The Night, War Machine (um de seus autores é Bryan Adams, aquele mesmo) e I Love It Loud, dos anos 1990 como Psycho Circus e até mesmo um recente, Hell Or Hallelujah (do álbum Monster, de 2013, seu mais recente de estúdio).

Em entrevista via telefone concedida a este que vos tecla, lá pelos idos de 2013, Gene Simmons me explicou que uma das razões pelas quais a formação clássica da banda (que incluía ele, Stanley, Ace Frehley e Peter Criss) ter se separado era a falta de empenho dos outros dois. Se levarmos em conta o desempenho do quarteto atual, ele prova que realmente esse time é repleto de energia, fazendo um show vigoroso, bem ensaiado e que é puro entretenimento rocker.

Se o espetáculo com aproximadamente 90 minutos já seria um belo conteúdo (se único) neste DVD, a coisa fica ainda melhor com um extra matador. Trata-se de um show acústico e intimista para dezenas de fãs felizardos. Nele, os músicos aparecem de cara lavada, e interpretam sete canções que não fizeram parte do show principal. Essas músicas foram gravadas originalmente entre 1974 e 1977, extraídas da primeira fase do Kiss e com uma configuração mais adequada ao jeitão desplugado.

Com vocalizações perfeitas e performances instrumentais precisas, os caras mostram este set list: Coming Home, Plaster Caster, Hard Luck Woman, Christine Sixteen, Goin’ Blind, Love Her All I Can e Beth, em um total de 25 minutos de puro deleite. O profissionalismo do grupo de Gene Simmons é algo impressionante, o que justifica seu lema arrogante “você quer o melhor, você terá o melhor” usado por eles há décadas. Se não é o melhor comparado a outras bandas clássicas, é certamente sempre o melhor que eles podem oferecer. E isso não é pouco!

Detroit Rock City (live, do DVD Kiss Rocks Vegas)- Kiss:

Mundo Livre SA lança DVD e CD com show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Para alguns críticos e fãs do rock brasileiro, o Mangue Beat foi o último movimento relevante desse estilo musical no Brasil. Capitaneando essa vertente sonora ao lado de Chico Science & Nação Zumbi, o grupo pernambucano Mundo Livre SA está lançando um pacote DVD+CD intitulado Mangue Bit Ao Vivo. Eles mostram o repertório desse trabalho com show nesta sexta-feira (5) em São Paulo no Sesc Pinheiros (rua Paes Leme, nº 195- Pinheiros-fone 0xx11-9400), com ingressos de R$ 12,00 a R$ 40,00.

Na estrada há mais de 20 anos, o Mundo Livre SA contará no show em São Paulo com Fred Zeroquatro (vocal), Xef Tony (bateria) e Pedro Santana (baixo), acompanhados por Leo D. (teclados e samples), Pedro Santana (percussão), Nilsinho Amarante (trompete) e Fabinho Costa (trombone). Se não conseguiram tanto sucesso quanto a Nação Zumbi, eles certamente conquistaram seguidores fiéis, fãs de seu som balançado e fruto da fusão de vários estilos musicais.

Gravado ao vivo no Sesc Belenzinho, em São Paulo, nos dias 10 e 11 de abril de 2015, Mangue Bit Ao Vivo traz uma faixa inédita, a quase samba-rock Loló Luiza, além de sucessos como Melô das Musas, Inocência, Ela é Indie, O Mistério do Samba, Pastilhas Coloridas e Computadores Fazem Arte. A embalagem do DVD/CD é luxuosa, no melhor estilo digipack e com direito a capa tripla e encarte com oito páginas.

Loló Luiza– Mundo Livre SA:

Ela é Indie– Mundo Livre SA:

Inocência– Mundo Livre SA:

Novo DVD de Fernanda Takai será gravado em setembro

Foto: Bruno Senna

Por Fabian Chacur

Em meio à turnê de lançamento do mais novo álbum do Pato Fu, Não Pare Para Pensar, Fernanda Takai já tem outro compromisso marcado, referente à carreira-solo que desenvolve de forma paralela ao grupo que a tornou famosa nacionalmente. No dia 3 de setembro, às 18h30, ela gravará seu segundo DVD solo. O local será o Instituto Inhotim (rua B, nº 20- Inhotim- Brumadinho-MG), com ingressos a R$ 30,00 (meia) e R$ 60,00 (inteira) que começarão a ser vendidos a partir do dia 3 de agosto. Mais informações você encontra aqui e aqui.

O repertório do show seguirá o que a cantora e compositora apresentou nos shows de divulgação do CD solo Na Medida do Impossível (2014). Teremos músicas desse trabalho, como Seu Tipo, Quase Desatento, A Pobreza e Como Dizia o Mestre, e também algumas surpresas, como canções que ela só registrou anteriormente em trabalhos alheios. Ao contrário de outros artistas, ela prefere gravar o DVD após a realização da turnê, e não logo em seu início, o que dá um diferencial bacana.

A seu lado, Takai terá uma banda que traz o colega de Pato Fu Lulu Camargo nos teclados e gaita, além de Larissa Horta (baixo e vocais), Tiago Borba (guitarra, violão e vocais) e Lenis Rino (bateria e vocais).

Será o primeiro DVD musical gravado no Inhotim, um instituto que mistura parque, reserva botânica e espaço para as artes visuais, que a cantora escolheu por afirmar ser sua frequentadora e também admiradora. Leia entrevista com Fernanda Takai aqui e resenha do CD Na Medida do Impossível aqui .

Seu Tipo– Fernanda Takai:

Como Dizia o Mestre– Fernanda Takai:

Quase Desatento– Fernanda Takai:

Ivete Sangalo e a fórmula para ser bem popular e sofisticada

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Por Fabian Chacur

Infelizmente, não me lembro quem foi que criou essa definição sobre o trabalho de Roberto Carlos. Mas vamos lá: “Roberto Carlos é o máximo em termos de artista popular que uma pessoa sofisticada se permite ir, e o mais sofisticado que uma pessoa estilo povão se permite ir”. Ou seja, caso raro de agradar segmentos muito distantes com um único tipo de música. E pode se dizer que outra artista agora se encaixa feito luva nesse conceito. É Ivete Sangalo, que acaba de lançar o CD duplo e DVD Acústico em Trancoso.

Desde os tempos de Banda Eva, essa cantora e compositora baiana nos apresentava uma música popular, mas sem cair na vulgaridade. Ao iniciar a carreira solo, em 1999, Sangalo elaborou ainda melhor essa proposta, fugindo do nível rasteiro que os setores mais escancarados da axé music às vezes atingem, propondo música multifacetada, para cima e falando de temas universais, mas sem forçar a barra na simplicidade.

Desde então, ela conseguiu se firmar como a cantora mais popular deste país continente, vendendo milhões de discos e lotando todos os shows de suas turnês. Poderia ter se acomodado, como já aconteceu com vários colegas de profissão, mas isso nunca ocorreu. Sempre se desafia e propõe novos horizontes, como um show no mitológico Madison Square Garden (Nova York, EUA), ou gravar em parceria com Gilberto Gil e Caetano Veloso. E costuma dar certo.

Sempre que falo de Ivete eu me refiro a ela com um apelido, “A Grande Irmã”. Explico: às vezes, dá a impressão que ela está em todas, participando de todos os programas de TV, gravando com todos os artistas possíveis, em todos os comerciais… Onipresente. Isso me incomodava um pouco até ter a chance de conhece-la pessoalmente e entrevista-la. Aí, você percebe que ela faz isso não para massagear o próprio ego, e sim porque não consegue ficar parada.

Acústico Em Trancoso é mais um trabalho que explora novas cores para o trabalho dessa artista inquieta. Sem guitarras nem programação eletrônica, ela no entanto não se propõe ao acústico habitual, ou seja, som intimista e poucos instrumentos. Aqui, temos muita percussão, vibração e o vozeirão de Miss Sangalo acompanhada por ótimos arranjos. Às vezes, nem dá para notar que é “acústico”.

Tendo o alto astral e a beleza da paradisíaca Trancoso como cenário, Ivete nos mostra releituras bem bacanas de sucessos de sua carreira, além de sete músicas que nunca haviam sido incluídas em seus trabalhos anteriores, entre eles a excelente O Farol, funk de verdade incluído na abertura da novela global Haja Coração. Não estranhem se todas essas inéditas acabarem aparecendo nas paradas de sucesso futuramente.

Em CD, lançando em dois volumes, temos uma faixa exclusiva (incluída no CD Parte 01). Trata-se de Segredo, composição de Djavan gravada em estúdio e contando com a participação do próprio, em belo dueto. Embora com clima alto astral, o repertório tem dinâmica que não deixa o show cair na rotina, com direito a momentos mais sacudidos, alguns intermediários e outros dedicados ao mais puro romantismo. E a cantora se sai bem em todos, esbanjando versatilidade.

Além de Djavan, temos outras participações especiais: The Voice Kids (na faixa A Lua Q Eu T Dei), Vitin (da banda Onze 20, em Perto de Mim), Helinho (da banda Ponto de Equilíbrio, em Estar Com Você) e Zero a Dez (com Luan Santana). Todos se encaixam bem com a estrela da festa, que no entanto é quem acaba brilhando mais.

Acústico Em Trancoso mostra que Ivete Sangalo sabe como poucos atrair um público afeito a trabalhos populares sem se rebaixar ao popularesco, e a cativar um público mais sofisticado sem cair em um trabalho hermético e sofisticado demais. Ela achou o “ponto de equilíbrio” (curiosamente o nome da banda do convidado Helinho) perfeito para concretizar tal missão. Fazer o que, então? É bater palmas para essa verdadeira diva brasileira. Acertou de novo!

O Farol (ao vivo)- Ivete Sangalo:

Perto de Mim (ao vivo)- Ivete Sangalo:

A Lua Q Eu T Dei (ao vivo)- Ivete Sangalo:

Pitty lança registro de turnê e inova com formato de vídeo

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Por Fabian Chacur

Pitty inova com seu novo lançamento. O vídeo Turnê Sete Vidas Ao Vivo já está disponível desde o último dia 13 no formato digital. O arquivo está sendo oferecido no formato Full HD, em resolução superior à da versão física, que chegará às lojas no próximo dia 25 (segunda-feira). A plataforma criada pela gravadora Deck e pela Loja Comunicação possibilita que o vídeo adquirido pela via virtual possa ser visto em computadores, smartphones e tablets.

Quem quiser adquirir o vídeo digital pode fazê-lo aqui. O show custa R$ 19,90, sendo que quem desejar adquirir também o making of pagará R$24,90 pela dobradinha. O DVD físico, cuja pré-venda já está sendo feita no mesmo link mostrado acima, tem o preço sugerido de R$34,90.

Em termos de conteúdo, são duas partes distintas. A primeira traz um show na íntegra, gravado na Áudio Club em São Paulo e com 86 minutos de duração. O repertório inclui músicas do mais recente trabalho de estúdio da roqueira baiana, Sete Vidas, entre as quais Serpente, a faixa título e Um Leão, e hits de seus mais de dez anos de carreira, como Máscara, Me Adora e Equalize, em performances vibrantes.

A segunda parte é Dê Um Rolê, documentário dirigido por Otávio Souza com 54 minutos de duração que traz registros da turnê de Sete Vidas Brasil afora. Contém cenas dos shows, bastidores, entrevistas com os músicos e público, flagrantes bacanas etc. O destaque fica por conta da música Dê Um Rolê, releitura do clássico dos Novos Baianos e faixa de trabalho do novo lançamento. Curiosidade: só foi tocada uma vez na tour, justamente no show do Áudio Club.

Dê um Rolê (ao vivo)- Pitty:

Veja o trailer do DVD:

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