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Michelle Spinelli Trio toca em SP no GOA

Por Fabian Chacur

O Michelle Spinelli Trio será a próxima atração do projeto Audições no GOA, reservado a nomes emergentes no cenário da música brasileira, jazz e outras vertentes bacanas do mundo dos sons bem concatenados. As apresentações serão realizadas nos dias 6 e 7 (sexta e sábado) às 21h30 no GOA Gastronomia Saudável (rua Cônego Eugênio Leite, 1.152-Pinheiros- site: www.goavegetariano.com.br), com couvert artístico a R$ 20.

Com formação teórica oriunda de estudos em instituições prestigiadas como o CLAM (escola fundada pelos integrantes do Zimbo Trio) e Universidade Livre de Música Tom Jobim (hoje Emesp), Michelle Spinelli já dividiu o palco com artistas como Fafá de Belém, Filó Machado, Sandro Haick e Roy Hargrove, e gravou o CD Sons da Casa em parceria com o guitarrista Tomati, conhecido por sua atuação na banda do Programa do Jô.

O trio também conta em sua escalação com a violonista Agda Maria e o baterista e percussionista Sérgio Arnone, músicos jovens e já experientes. O repertório do Michelle Spinelli Trio inclui clássicos de Chico Buarque, Tom Jobim, João Bosco, Caetano Veloso e Djavan, entre outros, todos com um tempero próprio e abrindo espaços para o talento dos três, especialmente da voz de Michelle, repleta de personalidade.

Veja o Michelle Spinelli Trio ao vivo:

Choronas mostram sua musicalidade no GOA

Por Fabian Chacur

O Grupo As Choronas, um dos melhores dedicados ao chamado “jazz brasileiro”, o chorinho, é a nova atração do projeto Audições, realizado pelo restaurante GOA-Gastronomia Saudável (rua Cônego Eugênio Leite, 1.152-Pinheiros- fones 0xx11 3031-0680 e 3097-9536). O show será realizado no dia 24 de agosto a partir das 21h30, com couvert artístico custando R$ 20.

Com 16 anos de estrada, As Choronas tem como integrantes Ana Cláudia (cavaquinho), Gabriela Machado (flauta), Paola Picherzky (violão sete cordas) e Miriam Capua (pandeiro). Integram sua discografia os CDs Atraente (2000), Choronas Convida (2004) e O Brasil Toca Choro (2008). O quarteto já se apresentou nos quatro cantos do Brasil e também no exterior, e tem como marcas o bom gosto no repertório e a fluência musical, com direito a belos solos.

Outra característica marcante no trabalho das Choronas é a busca de uma aproximação entre o repertório clássico do chorinho e o contemporâneo, sem se prender a apenas uma das vertentes de sua rica história e demonstrando dessa forma uma visão mais abrangente e arejada deste gênero musical, um dos primeiros e mais cultuados da nossa riquíssima música popular brasileira. Baião, maxixe e samba também integram sua mistura musical.

O set list para o show no GOA irá mesclar clássicos do chorinho como Apanhei-te Cavaquinho (Ernesto Nazareth), incursões de craques da MPB no gênero como Salve Copinha (de Hermeto Pascoal) e composições de autores contemporâneos como Marcos Cesar, do Recife (Lela Não Tem Reclamado) e da integrante do grupo Gabriela Machado (Serelepes).

Ouça As Choronas tocando ao vivo Tico-Tico No Fubá:

Duo homenageia Chet Baker no GOA

Por Fabian Chacur

Chet Baker (1929-1988), um dos nomes mais peculiares e marcantes da história do jazz, será homenageado dentro do projeto Audições, que tem como palco o GOA-Gastronomia Saudável (rua Cônego Eugênio Leite, 1.152- Pinheiros- fones 3031-0680 e 3097-9536), com couvert artístico a R$ 20. As apresentações rolam nos dias 26 e 27 de julho (sexta e sábado) às 21h30.

Os shows serão protagonizados por Daniel Szafran (piano e voz) e Cláudio Faria (trompete e flugelhorn), que tocarão canções que fizeram parte do repertório do jazzista americano e outras que poderiam perfeitamente ter sido interpretadas pelo cantor e músico. O duo possui mais de 20 anos de parceria e belo entrosamento.

O nome de Chet Baker começou a se tornar conhecido do público americano na década de 50, inicialmente como integrante do quarteto de Gerry Mulligan e depois em carreira solo, cujo marco inicial de sucesso foi o álbum Chet Baker Sings (1956), no qual seu estilo cool de interpretar acabou influenciando a bossa nova, por exemplo.

Suas interpretações classudas e personalizadas para Embraceable You, Let’s Get Lost e It Could Happen To You se tornaram clássicas, assim como sua pinta de galã e o consumo excessivo de drogas e bebidas alcoólicas. Ele era cantor e também tocava trompete e flugelhorn, e há quem o prefira como músico. O cara, na verdade, era bom nas duas searas.

Nos anos 80, ele fez o solo de sopros na música Shipbuilding, gravada por Elvis Costello no álbum Punch The Clock (1983). Baker também incluiu uma composição do astro do rock inglês, Almost Blue, em seu repertório de shows. Ele tocou em um festival de jazz no Brasil em 1985 com músicos daqui e morreu em um quarto de hotel em Amsterdã Holanda, em 1988.

Ouça Daniel Szafran e Cláudio Faria interpretando Chet Baker:

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