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Maroon 5 lança cover de Bob Marley para a Copa da Rússia

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Por Fabian Chacur

Os EUA não conseguiram se classificar para a Copa do Mundo de Futebol de 2018, disputada na Rússia. No entanto, um grupo desse país, o Maroon 5, está envolvido em uma ação promocional da Hyundai planejada para esse grandioso evento. Sua participação foi regravar Three Little Birds, grande hit de Bob Marley lançado pelo autor no álbum Exodus (1977).

O clipe, que mostra o septeto tocando em um cenário tropical e entre belos efeitos de animação, conta com a direção do americano de origem coreana Joseph Kahn. Na ativa desde a década de 1990, ele é responsável por clipes clássicos como Without Me (Eminem) e Toxic (Britney Spears) e já trabalhou com artistas do porte de Elton John, U2, George Michael, Janet Jackson, Backstreet Boys, Kelly Clarkson e Black Eyed Peas, entre (muitos) outros.

Essa nova gravação da banda, que não registrou muitos covers em sua trajetória de quase 20 anos de estrada, chega ao público poucos meses após o lançamento do álbum Red Pill Blues (2017-leia a resenha de Mondo Pop aqui), trabalho que atingiu o segundo posto na parada americana e rendeu ao grupo liderado pelo vocalista, músico e compositor Adam Levine diversos hits nos charts mundiais, entre eles a recente Girls Like You, com participação de Cardi B.

Three Little Birds (clipe)- Maroon 5:

Maroon 5 envolve os ouvintes com seu ótimo Red Pill Blues

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Por Fabian Chacur

Adam Levine é atualmente um dos nomes mais badalados do show business. Desde 2011, atua como coach (treinador) no reality show musical The Voice, que tem grandes índices de audiência. Além disso, trabalhou como ator em filmes e séries de TV e frequenta as colunas de celebridades com namoros aqui e ali. Felizmente ele não abriu mão de sua carreira como vocalista e líder do Maroon 5. Com o mais recente álbum da banda, Red Pill Blues, ele e sua turma provam que sua vocação para o pop dançante bem feito continua sendo bem explorada.

Na ativa desde 2001 como Maroon 5, após uma fase inicial com outra sonoridade e outro nome (Kara’s Flowers), esta banda americana traz como marca a sua vocação pop, mesmo tendo uma raiz rocker. Além de Levine no vocal e guitarra, o grupo traz dos tempos de Kara’s Flowers Jesse Carmichael (teclados e guitarra) e Mickey Madden (baixo). Completam o time James Valentine (guitarra desde 2011), Matt Flynn (bateria e percussão, desde 2006), PJ Morton (teclados, desde 2012) e Sam Farrar (guitarra, teclados e baixo, desde 2016).

Com seis álbuns e diversos singles de sucesso em seu currículo, o agora septeto adotou nesta década em seus álbuns um formato que sempre reúne diversos colaboradores, entre compositores, produtores, músicos de apoio e convidados especiais. O resultado é a potencialização máxima de seu DNA pop, com direito a faixas frequentemente dançantes e com eventuais espaços para momentos românticos. Tudo pontuado pela suave e carismática voz de Levine.

Red Pill Blues é altamente indicado para quem curte um trabalho alto astral e gosta de ter como trilha sonora algo que o motive, que o torne mais feliz e animado. Experimentalismo e busca por sonoridades inéditas não é a praia desses caras. Mas e daí? O importante é que, dentro dessa proposta assumidamente pop, eles capricham muito no conteúdo, oferendo aos fãs um trabalho que merece mesmo disputar a ponta das paradas de sucesso.

Lançado no exterior em novembro, o álbum atingiu o segundo lugar na parada americana, tem vários singles já estourados lá fora, e outros com potencial para realizar o mesmo rumo. What Lovers Do (com a participação da cantora revelação do r&b SZA), Best 4 U, Wait, Lips On You, Help Me Out (com a ótima Julia Michaels nos vocais, ela que abrirá os shows do grupo na atual turnê) e Whiskey (com ASAP Rocky) são bons exemplos dessa cara “hit instantâneo bacana”.

O ponto alto do álbum é a arrebatadora Closure, que dura 11m28 e conta com uma extensa parte instrumental com levada funky/jazz. Esse é o momento em que os músicos mostram todo o seu talento, sem abrir mão da batida dançante. Uma verdadeira aula de groove e balanço, daquelas que você nem nota que durou tanto tempo, quase quatro vezes o total habitual de um single pop. Eis uma ousadia bacaníssima.

A edição física de Red Pill Blues lançada no Brasil pela Universal Music traz quatro boas faixas-bônus e um CD adicional com seis músicas gravadas ao vivo, com quase meia hora de duração e hits como Moves Like Jagger, This Love e Animals.

O encarte colorido traz também um código de acesso que permite ao comprador curtir em um site exclusivo faixas-bônus e conteúdos exclusivos como vídeos, livreto digital, imagens etc. Ah se todo grupo/artista pop tivesse o capricho desta banda na hora de gravar…

Closure- Maroon 5:

Novo CD do Maroon 5 é aula de pop rock simples e direto

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Por Fabian Chacur

Desde o seu estouro com o álbum de estreia, Songs About Jane (2003), a banda americana Maroon 5 conseguiu se firmar no cenário da música pop graças a um trabalho despretensioso, bem construído e sem vanguardismos ou intenções mais profundas. Seu novo álbum, V, que acaba de sair no Brasil via Universal Music, é a nova prova de sua eficiência.

As armas do grupo ianque são o vocal e o carisma do também guitarrista-base Adam Levine, e a competência de seus músicos, cuja escalação atual inclui Mickey Madden (baixo), Matt Flynn (bateria), James Valentine (guitarra), Jesse Carmichael (teclados, de volta após rápida saída em 2012) e PJ Morton (teclados). Um ótimo time, que provou sua competência em shows ao vivo no Brasil.

Com produção novamente a cargo do experiente Max Martin, conhecido por seus trabalhos com Backstreet Boys, Britney Spears, N Sync, Katy Perry e Taylor Swift, o grupo não largou mão de sua mistura de rock, soul, rhythm and blues e pop, investindo em um repertório repleto de canções grudentas que escapam do banal.

Levine, que desde 2011 se tornou um dos coachs (treinadores) da versão americana do reality show musical The Voice e ficou ainda mais popular, sabe se valer do falsete como elemento de diferencial vocal, e aos 35 anos de idade se mostra em plena maturidade artística, com boas interpretações e muito bom gosto.

V é daqueles álbuns para você ouvir de ponta a ponta. Não traz inovações e não tenta ser um novo Sgt Pepper’s, mas dá ao ouvinte uma sensação gostosa de bom entretenimento e alto astral, variando entre canções dançantes como Maps, Animals e a deliciosa Sugar a baladas matadoras como My Heart Is Open (dueto com Gwen Stefani, do grupo No Doubt) e a fantástica Lost Stars, uma das três faixas-bônus da Deluxe Edition do CD.

Outro momento excelente do álbum é a ótima releitura de Sex And Candy, único hit (em 1998) do hoje esquecido grupo americano Marcy Playground, que com o Maroon 5 tem tudo para voltar às paradas de sucesso. Quer ouvir um CD pop, descontraído, consistente e sem medo de ser feliz? Esse V aqui é uma boa dica.

Sugar– Maroon 5:

Sex And Candy– Maroon 5:

Maroon 5 está ainda mais pop em Overexposed

Por Fabian Chacur

Quando surgiu no cenário musical americano em 2003, oriundo das cinzas do extinto Kara’s Flowers, o Maroon 5 marcou presença como seguidor do pop-rock com tempero soul-funk.

Seu álbum de estreia, o ótimo Songs About Jane (2003), emplacou hits como Harder To Breathe, This Love e She Will Be Loved e criou boas expectativas em relação a seu futuro.

O estouro do single Makes Me Wonder não só levou o seu segundo CD, It Won’t Be Soon Before Long (2007) ao topo da parada americana como apontou o rumo sonoro que o quinteto iria tomar de forma preferencial dali por diante.

Desde então, o grupo integrado por Adam Levine (vocal e guitarra), Matt Flynn (bateria), Mickey Madden (baixo), James Valentine (guitarra) e PJ Morton (teclados) tornou-se ainda mais pop, com forte influência eletrônica e do rhytym and blues moderno, deixando o rock mais como tempero. Mas um tempero saboroso, audível e bem estiloso, por sinal

O que já havia se sobressaído em Hands All Over (2010) aparece ainda mais nítido no novo lançamento da banda, Overexposed, que chega às lojas em duas versões: simples, com 12 faixas, e especial, com direito a capa digipack e seis faixas bônus.

Overexposed é um belo exemplo de como fazer um rock com forte apelo pop sem cair totalmente na mesmice. A ótima voz de Adam Levine e a produção executiva do experiente Max Martin (Backstreet Boys, Britney Spears e um batalhão de outros) ajudam a dar consistência e um teor diferenciado ao álbum.

Não faltam momentos bacanas, como a ótima faixa de trabalho Payphone, que conta com a participação do rapper Wiz Khalifa, o ótimo reggae eletrônico One More Night, a tocante balada voz/piano Sad e a hipnótica Beautiful Goodbye, que encerra a versão simples do disco.

As seis faixas extras incluídas na versão especial de Overexposed valem o preço adicional (em torno de R$ 10) em relação ao formato standard (que custa em média R$ 29). Dois bons remixes de Payphone e o hit Moves Like Jagger, dueto da banda com Christina Aguilera, são bons atrativos, mas as outras três cativam ainda mais.

São elas a eletrônica Wipe Your Eyes, o funk bem swingado Waisted Years e a fantástica versão blues rock, com quase sete minutos de duração, de Kiss, hit nos anos 80 com o autor, aquele genial Prince. O grupo mostra sua categoria nessa épica releitura, que equivale a bom exemplo de sua performance ao vivo, sempre ótima (eu vi e recomendo!).

Overexposed, com sua descolada e bela capa multicolorida e psicodélica, não só tem pinta de que manterá o quinteto americano no topo das paradas de sucesso como também agrada com sua proposta pop inteligente e descontraída.

Clipe de Payphone, com Maroon 5 e participação de Wiz Khalifa:

Clipe de One More Night, com o Maroon 5:

Duas vaciladas com Mick Jagger no meio

Por Fabian Chacur

Mick Jagger nunca se deu muito bem em suas investidas musicais fora dos Rolling Stones, seja em termos artísticos, seja em termos comerciais.

Por coincidência, dois projetos estão chegando agora ao mercado relacionados com o vocalista da mitológica banda inglesa, um inspirado nele, e outro com o próprio na liderança.

Já noticiada aqui em Mondo Pop, a banda SuperHeavy inclui, além de Jagger, a loirinha Joss Stone, o produtor e músico Dave Stewart (ex-Eurythmics), Damian Marley (filho do Rei do Reggae) e A.R. Rahman.

O primeiro álbum do grupo, auto-intitulado, sairá nas próximas semanas, mas o single Miracle Worker já está na rede, com direito a videoclipe e tudo. E é de doer.

Trata-se de um reggae bem banal e diluído, mediano, mesmo, que só piora devido ao envolvimento de artistas tão talentosos nele. Do tipo “já ouvi isso antes, e muito melhor”.

O clipe é constrangedor, com Mick Jagger se valendo de um visual com direito a paletó rosa tipo cafetão, e Joss Stone tipo patricinha tentando dar uma de hippie descolada. De dar dó.

O outro ítem “jaggeriano” é na verdade o que deveria ter sido uma homenagem de Adam Levine, o cantor do grupo Maroon 5, e a estrelinha pop Christina Aguilera ao roqueiro.

Eles atualmente estão participando de um reality show (The Voice) nos EUA como treinadores vocais, e a música Moves Like Jagger surgiu por lá, meio que de brincadeira.

Só que eles resolveram lançá-la, creditando-a ao Maroon 5. O single atingiu o topo da parada americana (bem, “maravilhas” como Ice Ice Baby já conseguiram tal façanha…), e foi adicionada a uma nova edição de Hands All Over, mais recente álbum da banda.

O clipe inclui cenas de Mick Jagger em vários momentos de sua carreira, e Christina aparece como convidada. A música soa como sobra de discos anteriores do Maroon 5, pois tem a cara de seu som, mas sem a força de seus melhores momentos.

É, Mick Jagger não poderia ter inspirado projetos mais sem graça do que esses. Mas esperemos o álbum cheio do SuperHeavy, pois quem sabe lá no meio não surja algo muito melhor do que Miracle Worker?

Mas vale registrar que eles tocaram oito músicas do disco ao vivo recente,emte, e essa faixa chinfrim foi escolhida para ser a primeira de trabalho pelo público, que a considerou a melhor. Sei lá o que virá a seguir….

Veja o clipe de Miracle Worker, com o SuperHeavy:

Veja o clipe de Moves Like Jagger, com o Maroon 5:

Suderj informa: sai Jay-Z, entra Maroon 5

Por Fabian Chacur

Como rolava antigamente no sistema de autofalantes do Maracanã, quando ocorria alguma substituição em algum dos times:

“Suderj informa: sai Jay-Z, entra Maroon 5”.

Traduzindo para o atual: o rapper e produtor americano Jay-Z, também conhecido como maridão de Beyoncé Knowles, anunciou que não poderá participar do Rock in Rio, devido a problemas pessoais.

Ele seria uma das principais atrações da programação do dia 1º de outubro, e já tem substituto: o grupo Maroon 5.

A banda americana liderada pelo ótimo vocalista Adam Levine está em plena divulgação de seu terceiro álbum de estúdio, Hands All Over (2010), que será relançado em edição especial que inclui o novo single Moves Like Jagger, com participação de Joss Stone.

Será a terceira aparição do grupo americano por aqui. Eles seguram muito bem a onda ao vivo, com carisma e muito pique dançante.

Eles fazem um som que mistura rock, funk de verdade e pop, e tem em seu repertório sucessos bem bacanas como Makes Me Wonder, If I Never See Your Face Again (que também tem gravação na qual eles contam com a participação de Rihanna), This Love e She Will Be Loved.

Quer saber? Na minha opinião, ótima troca!

Veja o clipe de Misery, com o Maroon 5:

Christina Aguilera e Maroon 5 gravam single juntos

Por Fabian Chacur

Na próxima semana, mais precisamente no dia 21, será lançado no iTunes o single que une pela primeira vez Christina Aguilera e a banda Maroon 5.

A música será executada ao vivo no programa The Voice, da NBC americana, e depois colocada à venda no iTunes em versão de estúdio.

Intitulada Moves Like Jagger, a canção foi definida à revista Billboard pelo vocalista do grupo pop americano, Adam Levine, como para cima, dançante, no melhor estilo feito por eles.

O encontro entre os dois cantores não ocorreu por acaso.

Eles, ao lado de Cee Lo Green e Blake Sheldon, são os treinadores vocais dos candidatos do reality show The Voice, cujo vencedor irá ganhar um contrato para a gravação de um álbum e também 100 mil dólares.

A final do reality está programada para o dia 29 de junho. Pouco depois, para ser preciso a partir do dia 22 de julho, o Maroon 5 inicia uma turnê pelos Estados Unidos ao lado da banda Train.

Ainda não se sabe se o single integrará um novo álbum da banda, cujo álbum mais recente, Hands All Over, foi lançado em 2010 pela Universal Music.

Maroon 5 garante a animação do seu bailinho

Por Fabian Chacur

Certas bandas surgem para revolucionar a música e fazer sucesso, tipo Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin, Nirvana etc.

Outras vivem a frente de seu tempo e só depois têm seu valor reconhecido, como Velvet Underground, Big Star, Joy Division.E existe uma outra categoria bem bacana.

É a que comporta as bandas que, sem revolucionar, nem influenciar, nem causar tanto frisson, acabam fazendo a trilha sonora dos melhores bailes em seus tempos de existência. Suas músicas embalam festas, viram trilhas sonoras de romance e, no fim das contas, vivem para sempre.

Exemplos não faltam nesse caso. Alguns bem bacanas: The Hollies, Three Dog Night, Bread, The Doobie Brothers, Inxs…. Uma jovem inclusão nesse time vencedor é o quinteto americano Maroon 5.

Com seu terceiro álbum de estúdio, o ótimo Hands All Over, que a Universal Music acaba de lançar no Brasil, eles se firmam como fornecedores de hits pra cima e bacanas para as festas da rapaziada do mundo afora.

Com uma década de estrada e nascida das cinzas da banda Kara’s Flowers, o Maroon 5 é integrado por Adam Levine (vocal, guitarra, teclados), Jesse Carmichael (guitarra e teclados), Mickey Madden (baixo), James Valentine (guitarra) e Matt Flynn (bateria).

Seu álbum de estreia, Songs About Jane (2003), emplacou os hits Harder To Breathe, This Love e She Will Be Loved, apresentando uma banda com um som entre o rhythm and blues moderno, o soul, o rock e o pop.

Influências: Inxs, Simply Red, Jamiroquai e até Michael Jackson.

O álbum seguinte, It Won’t Be Soon Before Long (2007) atingiu o primeiro lugar na parada americana, graças a hits como Makes Me Wonder, If I Never See Your Face Again (que eles também gravaram ao lado de Rihanna em disco da cantora) e Won’t Go Home Without You.

Eles encararam agora com categoria a responsabilidade de dar sequência ao estouro dos trabalhos anteriores, e contaram com o apoio do multiplatinado produtor Robert John Mutt Lange, o mesmo por trás de trabalhos marcantes de AC/DC, Bryan Adams, Deff Leppard e Shania Twain (sua ex-mulher).

A produção de Lange aparece de forma discreta e não tira as características que marcam o Maroon 5 desde seu início: a ótima voz de Levine (que se vale do falsete com categoria), o swing de suas batidas rítmicas e os sempre bem arranjados vocais de apoio.

Misery, primeiro single a ser divulgado e a faixa de abertura do álbum, é daqueles hits instantâneos, sendo na linha de Makes Me Wonder mas sem soar como cópia. Acho até melhor do que sua antecessora.

Stutter soa como aqueles rocks com leves pitadas country que fizeram a fama de Shania Twain. Popíssima e de levada dançante, Don’t Know Nothing tem um quê de anos 80, e agrada bem.

I Can’t Lie apresenta uma mistura de soul e pop que lembra bastante o Simply Red. A faixa título é o momento mais pesado do álbum, com guitarras mais ardidas e batida cadenciada a la hard rock.

Just A Feeling é aquela balada rhythm and blues delicada que as rádios adoram tocar à exaustão, embora bem mais inspirada do que a maior parte da produção recente nessa praia musical. É tocar e virar hit.

Runaway investe bem na eletrônica, com um refrão daqueles pegajosos e toques roqueiros.

Out Of Goodbyes conta com a parceria do trio country-pop-rock Lady Antebellum (comentei o segundo e ótimo álbum deles aqui em Mondo Pop), e a mistura de caldo do bom, em uma balada soul country que também tem toda a cara de hit.

O álbum é encerrado com um cover quase nota por nota de Crazy Little Thing Called Love, do Queen, que ficou interessante mas que soa deslocado do resto do álbum, tendo sido encaixado no lugar certo, ou seja, no final.

Hands All Over é daqueles discos perfeitos para você colocar na trilha sonora da sua festinha, logicamente para quem é fã de pop bem feito. Dá para dançar de rosto colado, pular feito doido e se divertir a vontade.

Não revoluciona, não vai virar um recordista de vendas como Thriller, mas certamente cativará os ouvidos de muita gente boa por aí. Merecidamente.

Obs.:  eu vi os caras ao vivo no Brasil em sua mais recente visita, em 2008 (fiz crítica aqui em Mondo Pop, também): eles seguram a onda e tocam muito bem, pondo o povão para dançar sem grande dificuldade.

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