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Polysom relança em vinil dois álbuns do Maestro Soberano

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Por Fabian Chacur

A Polysom, em parceria com a gravadora Warner, está acrescentando dois belíssimos itens a sua coleção Clássicos em Vinil, que está relançando em vinil de 180 gramas alguns dos grandes clássicos da nossa música popular. Desta vez, foram pinçados álbuns da discografia do saudoso Maestro Soberano, que todos sabem ser o eterno Tom Jobim. Os títulos são Urubu (1975) e Terra Brasilis (1980), ambos com a qualidade habitual da obra deste grande mestre da Bossa Nova.

Urubu foi gravado em Nova York por Tom, que cantou, tocou piano acústico e elétrico e também violão. Os arranjos e regência da orquestra que o acompanhou ficaram a cargo do célebre maestro alemão Claus Ogerman. Entre outros, participaram do álbum feras como Ron Carter (baixo), João Palma (bateria), Ray Armando (percussão) e Miúcha (vocais na faixa Boto). Ligia, Ângela e Saudades do Brasil são algumas das oito faixas deste antológico trabalho.

Terra Brasilis é um LP duplo produzido pelo lendário produtor Aloysio de Oliveira, com arranjos escritos por Claus Ogerman. O disco conta com releituras de maravilhas do porte de Wave, Dindi, Samba de Uma Nota Só, Desafinado, Modinha e Se Todos Fossem Iguais a Você, em um total de 20 faixas. Uma curiosidade é a participação, tocando violão, de Bucky Pizzarelli, grande músico de jazz que também é pai do guitarrista John Pizzarelli, outro fã de Tom e de bossa nova.

Urubu- Tom Jobim (álbum na íntegra em streaming):

Teresa Cristina canta Cartola em apresentação única no Rio

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Por Fabian Chacur

Aos 49 anos de idade, Teresa Cristina não apareceu do nada no cenário da música brasileira. Precisou batalhar bastante para conquistar espaços dignos de seu grande talento. Nos últimos anos, no entanto, superou de longe esses percalços e hoje pode ser considerada uma de nossas melhores intérpretes. Ela mostra no Rio nesta quinta (17) às 21 no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3.900- loja 160- Shopping VillageMall- Barra da Tijuca-RJ- fone 0xx21- 3431-0100), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 160,00, o show Teresa Cristina Canta Cartola.

Baseado no repertório do CD que lançou em 2016 com o título Teresa Cristina Canta Cartola, a cantora e compositora carioca interpreta com personalidade e muita categoria clássicos do repertório do grande mestre Cartola. As belas melodias e as letras de rara poesia do clássico cantor e compositor carioca ganham nova vida na voz deliciosa dessa intérprete inspirada e que sabe respeitar as obras alheias com a devida reverência, sem deixar sua personalidade de lado.

A carreira de Teresa Cristina ganhou força a partir de 2002, quando lançou o álbum A Música de Paulinho da Viola ao lado do grupo Semente. A ótima repercussão deste CD abriu espaços para que ela relesse obras de Edu Lobo, Roberto Carlos, Tom Jobim, Caetano Veloso, Lenine e João Nogueira, além de suas próprias composições. Um de seus maiores sucessos é Beijos Sem, composição de Adriana Calcanhoto que ela gravou em dueto com Marisa Monte.

Alternando a gravação de composições próprias com releituras de obras alheias, Teresa Cristina se firmou no cenário musical brasileiro deste século. Uma bela prova desse reconhecimento é a recente turnê que ela fez em parceria com ninguém menos do que Caetano Veloso, série de shows realizada em território brasileiro e também no exterior. E isso, pelo visto, é só o começo. Muitas coisas boas de Teresa ainda virão.

As Rosas Não Falam (ao vivo)- Teresa Cristina:

Luiz Melodia: o adeus a esse mestre inclassificável da MPB

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Por Fabian Chacur

Que tipo de música fazia Luiz Melodia? MPB? Samba? Blues? Jazz? Soul? Rock? Ou na verdade uma mistura inclassificável desses e de outros gêneros musicais? Boa pergunta. Mas em um ponto todos concordamos: o cara era dono de um swing genial. Esse grande talento infelizmente nos deixou na madrugada desta sexta(4), aos 66 anos, após lutar contra um câncer na medula óssea. E eu tive a honra de presenciar seu último show, realizado na cidade de Jaú (SP). Leia a resenha aqui .

Nascido no Rio de Janeiro em 7 de janeiro de 1951, Luiz Carlos dos Santos (seu nome de batismo) é cria do Morro do Estácio. Desde o começo, seu samba se mostrava diferente, embora sempre baseado nos grandes nomes da história desse gênero musical. Ele se tornou conhecido inicialmente como compositor, ao ter sua Pérola Negra gravada por Gal Costa. Em 1973, gravou o primeiro álbum, intitulado também Pérola Negra e muito elogiado pela crítica especializada

O sucesso de fato veio em 1975, quando sua música Ébano foi finalista e teve destaque no Festival Abertura, promovido pela Rede Globo. Logo a seguir, Juventude Transviada, faixa de seu segundo álbum, o genial Maravilhas Contemporâneas (1976), foi incluída com destaque na trilha da novela global Pecado Capital, e a repercussão lhe valeu um estouro de proporções nacionais.

Sem se deixar contaminar pelo vírus negativo que às vezes o sucesso incute nos artistas, Melodia desenvolveu uma obra consistente e sólida, na qual unia ótimas composições próprias a releituras personalizadas de músicas alheias, entre as quais Negro Gato (Getúlio Cortes), hit de Roberto Carlos nos tempos da Jovem Guarda que o swingado carioca tomou para si com uma personalidade tal que muitos pensam que essa canção é de autoria dele.

Após uma década de 1980 na qual ficou mais distante da mídia, embora lançando bons trabalhos, ele voltou às paradas de sucesso em 1991 ao regravar com personalidade Codinome Beija-Flor, de Cazuza, outra canção que entrou em trilha de novela global,O Dono do Mundo. A partir daí, atraiu as atenções das novas gerações e gravou até CD/DVD em parceria com a MTV. E seus shows continuaram irresistíveis.

Após fazer o show em Jaú (SP) em julho, que ele encarou mesmo já demonstrando não estar tão bem, Luiz Melodia passou por exames e descobriu o câncer de medula óssea que o afastou de cena. Em março, ele fez um transplante de medula, que infelizmente não atingiu o objetivo esperado. Se ele sai de cena em termos físicos, a herança musical que nos deixa é de valor incalculável e será cultuada enquanto houver gente com bom gosto musical na face da terra.

Juventude Transviada– Luiz Melodia:

Sidney Magal celebra 50 anos de carreira gravando um DVD

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Por Fabian Chacur

Sidney Magal celebra 50 anos de carreira. Como forma de festejar essa data marcante, o cantor carioca irá gravar um novo DVD, o terceiro de sua trajetória artística. O novo trabalho será registrado em São Paulo no dia 17/8 (quinta-feira) a partir das 22h no Espaço das Américas (rua Itagipuru, nº 795- Barra Funda- informações: 0xx11-2027-0777), com ingressos custando de R$ 60,00 (meia-entrada, pista) a R$ 220,00.

Com o título Bailamos, o show trará convidados especialíssimos. Já estão confirmados os nomes de Ney Matogrosso, Rogério Flausino (vocalista do Jota Quest), Ana Carolina, Rincon Sapiência, Alexandre Pires e Milton Guedes, sendo que outros poderão ser anunciados nos próximos dias. Ele será acompanhado por uma grande banda liderada pelo maestro Caique Vandera.

O repertório será dividido entre hits do calibre de O Meu Sangue Ferve Por Você, Tenho, Sandra Rosa Madalena (A Cigana) e Me Chama Que Eu Vou, canções que ele curte de autores como Rita Lee, Roberto Carlos e Ivan Lins e também algumas composições inéditas. O DVD tem previsão de lançamento para ainda este ano.

Nascido em 19 de junho de 1953, Sidney Magal foi durante anos um cantor da noite, participando de espetáculos diversos e sendo crooner de hits alheios. A partir de 1977, apoiado pelo produtor e compositor argentino radicado no Brasil Roberto Livi, ele assumiu um visual cigano e um repertório explosivo mesclando música latina, pop e até rock. Nascia um dos maiores superstars da história da nossa música pop.

O Meu Sangue Ferve Por Você, Tenho, Sandra Rosa Madalena (A Cigana), foram inúmeros sucessos até o início dos anos 80, quando ele passou por uma fase de entressafra. O retorno triunfal às paradas de sucesso ocorreu em 1990, com a música Me Chama Que Eu Vou, tema da novela global A Rainha da Sucata. A partir daí, ele não saiu mais de cena, como cantor e também ator e participando de diversos programas televisivos.

O Meu Sangue Ferve Por Você– Sidney Magal:

Primavera nos Dentes lançará seu primeiro álbum em breve

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Por Fabian Chacur

Charles Gavin, ex-baterista dos Titãs e apresentador do programa do Canal Brasil O Som do Vinil, voltará em breve ao mundo do disco com um novo projeto. Trata-se do Primavera Nos Dentes, cujo objetivo é a releitura de músicas dos Secos & Molhados. O trabalho sairá via gravadora Deck a partir do fim deste mês, nos formatos vinil e digital.

Além de Gavin, o time conta com o lendário guitarrista Paulo Rafael (Alceu Valença e Ave Sangria), Duda Brack (vocal), Pedro Coelho (baixo, de Cassia Eller- O Musical e Dona Joana) e Felipe Ventura (violino e guitarra, de Xôo e Cícero). Foram aproximadamente um ano e meio de ensaios e gravações de demos. A ideia era começar pelos shows, mas o produtor Rafael Ramos (Pitty, Titãs, Vanguart) ouviu uma das demos, gostou e os convidou para gravar.

“A sonoridade e os arranjos se distanciaram bastante dos originais, diria que cada versão que fizemos tem a assinatura de cada um de nós. Também foi surpreendente constatar o fato de que a poesia das letras permanece extremamente atual e assertiva após décadas, deliciosamente doce e ácida, ingênua e politizada ao mesmo tempo, conectando-se com pessoas de qualquer geração e qualquer lugar”, comenta Charles Gavin. Primavera nos Dentes é uma das faixas do álbum de estreia dos Secos & Molhados, lançado em 1973.

Primavera nos Dentes– Secos e Molhados:

Sandra de Sá e seus amigos é a atração do Bar Brahma em SP

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Por Fabian Chacur

Sandra de Sá inicia nesta terça (1º) a partir das 22h em São Paulo uma temporada que totalizará cinco datas durante este mês no salão principal do clássico Bar Brahma (avenida São João, nº 677- Centro- fone 0xx11-2039-1250), com ingressos custando R$ 60,00 (pista) e R$ 170,00 (camarote com direito a consumação). A série de shows, intitulada O Baile da De Sá, terá convidados especialíssimos, sendo que para a performance de estreia estão escalados Claudio Zoli, Lady Zu e Walmir Borges.

O título do espetáculo entrega sua intenção. Trata-se de um verdadeiro baile repleto de hits da cantora e compositora carioca e também de outros artistas. A ideia é apostar em um repertório eclético, com direito a MPB, samba, soul, pop, pagode e funk. Tudo com um clima dançante e para cima, marcas registradas da artista carioca, que, coincidência ou não, completará 62 anos exatamente neste mês, no dia 27.

A ex-estudante de Psicologia da Universidade Gama Filho largou os estudos ao conseguir se classificar entre as 10 finalistas do festival global MPB 80 com Demônio Colorido. Em 1983, estourou nacionalmente com Vale Tudo, dueto com Tim Maia. Em 1986, lançou o álbum Sandra Sá, que emplacou os hits Retratos e Canções, Joga Fora, Solidão, Usa e Abusa e Não Vá e a consolidou de vez no cenário da música popular brasileira, com sua mistura de soul, pop, samba etc.

Já com o nome artístico alterado para Sandra de Sá, ela gravou um belo dueto com o cantor soul americano Billy Paul (Amanhã) e esbanjou versatilidade, apostando em vários projetos bacanas.

Entre os quais um álbum dedicado aos sucessos de Tim Maia (Eu Sempre Fui Sincero, Você Sabe Muito Bem, de 1998) e outro com versões para o português de hits da gravadora Motown (Pare, Olhe, Escute! Os Sucessos da Motown-2002, com participação de Smokey Robinson, um dos maiores astros revelados pelo selo fonográfico americano).

Datas dos shows (sempre às terças-outros convidados podem surgir):
1/8- Sandra de Sá convida Lady Zu e Cláudio Zoli e Walmir Borges;
8/8- Sandra de Sá convida Toni Garrido e Ivo Meirelles;
15/8- Sandra de Sá convida Simoninha e Serjão Loroza;
22/8- Sandra de Sá convida Tiago Abravanel e Péricles;
29/8- Sandra de Sá convida Elba Ramalho e Thiaguinho;

Joga Fora– Sandra de Sá:

Luiz Eça é celebrado em show com grandes nomes da MPB

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Por Fabian Chacur

Luiz Eça (1936-1992) foi um dos grandes nomes da Bossa Nova. Seu trabalho como pianista, arranjador e compositor é louvado pelos maiores especialistas do gênero e pelos colegas mais antenados. O seu filho Igor fez uma bela homenagem ao pai com o CD Em Casa Com Luiz Eça, que em breve também sairá em versão DVD. O show, que traz ele e os brilhantes Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato, passa por São Paulo nesta terça (1º/8) às 21h no Theatro Net São Paulo (rua Olimpíadas, nº 360- Shopping Vila Olímpia- fone 4003-1212), com ingressos a R$50,00.

O trabalho de Luiz Eça e também o de seu grupo mais famoso, o Tamba Trio, mesclou brasilidade com jazz e música erudita. Ele também curtia muito tocar com os colegas, e é esse clima descontraído e produtivo que Igor procurou reproduzir neste show, que reúne os convidados em diversas formações diferentes, interpretando clássicos do repertório de Eça e também músicas dos repertórios dos participantes.

A música Tamba é uma das que reunirá todo o elenco no palco. Búzios marcará a performance em duo de Dori Caymmi e Zé Renato, enquanto Toninho Horta mergulhará em The Dolphin, tema de autoria do saudoso jazzista americano Bill Evans. Alegria de Viver, com Zé Renato e Toninho Horta, e Menino da Noite, compositor de Igor que homenageia o pai, são outras músicas previstas o repertório deste show, um grande tributo à nossa rica música popular.

Brazil 1970- Luiz Eça (ouça em streaming):

Lencker lança o CD Forasteiro com um show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

O cantor, compositor e músico paulistano Lencker está lançando o seu primeiro álbum, Forasteiro, disponível em CD e em versão digital pela gravadora Kuarup. Ele mostra o repertório desse trabalho com um show em São Paulo nesta sexta-feira (28) às 21h no Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, nº 135- Centro- fone 0xx11-2122-4070), com ingressos custando de R$ 20,00 a R$40,00 e participações especiais de Bruna Moraes e Natan Oliveira.

Ítalo Lencker começou a compor e a tocar aos 14 anos, e tem como uma de suas inspirações o tio-avô Zé Menezes, que criou trilhas sonoras e vinhetas para programas da TV Globo como Os Trapalhões, Viva o Gordo e Chico City. Desde o início, mostrou uma tendência a não se concentrar em apenas uma sonoridade, viajando pelas várias possibilidades da MPB e incluindo nessa mistura elementos de jazz, música erudita e latinidades diversas.

Forasteiro equivale a uma bela estreia, com arranjos sofisticados, vocalizações impecáveis e dez canções autorais muito bem escolhidas, trazendo letras poéticas, românticas e irônicas em doses precisas. A música nordestina é o eixo, com direito a forró, baião e outras variações da cultura musical de lá. Mas também estão presentes bossa nova, samba, soul e jazz, só para citar algumas outras influências presentes.

Se o repertório é bem consistente, vale destacar algumas das faixas, como a belíssima Amuleto, dueto com Bruna Moraes que provavelmente será repetido no show, já que ela é convidada do mesmo, ao lado de Natan Oliveira. A sacudida Baião Digital, que conta com a presença de Ricardo Herz nos violinos, é uma boa amostra desse baião renovado e apontando para o futuro. Um CD repleto de belas e inspiradas sutilezas que merece ser apreciado de ponta a ponta.

Amuleto– Lencker e Bruna Moraes:

Show Os Filhos dos Caras vai passar por Rio e São Paulo

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Por Fabian Chacur

São três amigos que possuem em comum o fato de serem filhos de grandes nomes da música popular brasileira. Como forma de fazer um tributo ao legado desses pais famosos, eles resolveram criar o show Os Filhos dos Caras, que será apresentado no Rio de Janeiro nesta sexta (21) às 21h no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3,900- loja 160- Shopping VillageMall- Barra da Tijuca- fone 0xx21-3431-0100), com ingressos de R$40,00 a R$ 160,00.

O espetáculo também passará por São Paulo no dia 4/8 às 21h no Teatro Bradesco (rua Palestra Itália, nº 500- 3º piso- Bourbon Shopping São Paulo- fone 4003-1212), com ingressos de R$ 30,00 a R$ 160,00.

Mas quem são os caras em questão? Vamos lá. Jair Oliveira (foto), cantor, compositor e músico, é filho de Jair Rodrigues, um dos grandes intérpretes da história da MPB, com seu gingado e versatilidade. Wilson Simoninha, como o nome já entrega, é rebento de Wilson Simonal, o rei do swing da MPB. Fecha o trio Leo Maia, que tem como pai ninguém menos do que Tim Maia. Três lendas da nossa música infelizmente já pertencentes ao outro lado do mistério.

O show mostrará o trio em performances coletivas, em músicas como Alguém me Avisou e País Tropical, e em momentos individuais, nas quais cantarão clássicos do porte de Nem Vem Que Não Tem, Mais Que Nada, Não Deixe o Samba Morrer, Simples Desejo, Do Leme ao Pontal e Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar). A acompanha-los, os músicos Marcelo Maita (teclados), Robinho Tavares (baixo), Daniel de Paula (bateria), Márcio Forte (percussão) e Dílson Laguna (guitarra).

Alguém me Avisou– Os Filhos dos Caras:

Filpo Ribeiro e Feira do Rolo é atração do Canto da Ema (SP)

Filpo Ribeiro (com a rabeca) e A Feira do Rolo - Foto Rodrigo T_ Marques (2)-400x

Por Fabian Chacur

Há três anos na estrada, Filpo Ribeiro e a Feira do Rolo estão lançando o seu primeiro CD. Intitulado Contos de Beira D’Água, o álbum traz 10 faixas que apresentam o grupo misturando diversos ritmos brasileiros. O lançamento em São Paulo será nesta quinta-feira (6) às 20h30 no Canto da Ema (avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 364- Pinheiros- fone 0xx11-3813-4708), com ingressos de R$ 28,00 a R$ 36,00.

O quarteto tem como base a capital paulistana, e conta com dois naturais da cidade e dois paraibanos. Os paulistanos são Filpo Ribeiro (vocal, rabeca, viola, pífano e guitarra) e Marcos Alma (piano e baixo), sendo os nordestinos Guegué (bateria e “percuteria”) e Diogo Duarte (trompete, triãngulo e vocais). Experientes, eles individualmente participaram de trabalhos de Gilberto Gil, Dominguinhos, Naná Vasconcelos, Maurício Pereira, Ney Matogrosso, Mutinho etc.

Em sua musicalidade, o quarteto demonstra muito bem aproveitadas influências de forró, coco, samba de roda, fandango caiçara e folia de reis, valendo-se de instrumentos tradicionais como rabeca, viola de 10 cordas, pífano e zabumba, mas também utilizando guitarra, baixo, trompete e o piano Fender Rhodes. Filpo é o principal compositor do time, mas Marcos Alma e Guegé também contribuem nesse quesito.

Rabo de Arraia (clipe)- Filpo Ribeiro e a Feira do Rolo:

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