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Leoni e Leo Jaime mostram os hits e novas no Rio e em SP

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Por Fabian Chacur

Dois dos maiores hitmakers do pop-rock brasileiro se reúnem novamente em um show cujo título é uma evidente brincadeira com o nome de uma célebre dupla sertaneja: Leoni & Leonardo. O espetáculo será realizado neste sábado (7) às 21h no Rio, no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3,900- loja 160- Shopping VillageMall- fone 0xx21-3431-0100), e no dia 13 (sexta-feira) em São Paulo no Teatro Bradesco (rua Palestra Itália, nº 500- 3º piso- Bourbon Shopping São Paulo- fone 0xx11-3670-4100), ambos com ingressos custando de R$ 50,00 a R$ 160,00.

Os dois artistas são amigos desde o início da década de 1980, e em 1998 fizeram um show, Fotografia, no qual dividiam o palco. Desta vez, além de Leoni nos vocais e baixo e Leo Jaime nos vocais e guitarra, também estarão em cena os experientes Ricardo Palmeira (guitarra), João Pompeo (teclados) e Alexandre Fonseca (bateria).

Composto por algo em torno de 30 músicas, o set list da apresentação trará parcerias deles, entre as quais Fotografia, Solange e A Fórmula do Amor, e também hits das suas respectivas carreiras, entre os quais Garotos II, Nada Mudou, Exagerado, Rock Estrela, Como Eu Quero, Pintura Íntima, Mensagem de Amor, Só Pro Meu Prazer e outras.

A maior novidade divulgada de forma antecipada é uma nova composição feita por eles, A Fórmula do Amor II, revisitando o tema do hit sob uma perspectiva mais madura, embora sem perder o bom humor. Outras surpresas poderão ocorrer durante a apresentação, e não foi divulgado se isso pode ser o embrião de uma turnê maior, de um lançamento em DVD, CD, Blu-ray, vinil ou coisa que o valha. Mas o clima positivo para isso ocorrer fica no ar.

Carro e Grana/A Fórmula do Amor (ao vivo)- Leoni e Leo Jaime:

Biquini Cavadão mostra o seu novo e ótimo CD em SP e RJ

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Por Fabian Chacur

Para quem anda meio cético em relação à qualidade da música lançada nos últimos tempos, uma boa notícia. O grupo Biquini Cavadão acaba de lançar As Voltas Que o Mundo Dá, um desses discos que já chegam ao mercado com a aura de clássico, tal a qualidade de seu conteúdo.

Eles mostram esse trabalho com shows nesta quinta-feira (15) às 20h no Rio no Teatro Imperator-Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meyer- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos de R$30,00 a R$ 60,00, e na próxima terça-feira (20) às 21h30 em São Paulo no Teatro Bradesco (rua Palestra Itália, nº 500- Perdizes- fone 0xx11-3670-4100), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 160,00.

Após a turnê que comemorou seus 30 anos de carreira, o quarteto carioca se mostrou disposto a novas experiências. A primeira equivaleu a convidar o consagrado Liminha para ser o produtor do álbum. Ele não só aceitou a incumbência como também se incumbiu de tocar baixo e fazer gravações adicionais de guitarra, violão, bandolim e loops. A parceria não poderia ter dado mais certo, especialmente pela experiência dele com diversas sonoridades.

Bruno Gouveia (vocal), Carlos Coelho (guitarra, violão, dobro e bandolim), Miguel Flores da Cunha (piano, synth e órgão) e Álvaro ‘Birita’ (bateria e pandeiro) mergulham de cabeça em um pop rock delicioso, repleto de texturas sonoras, belas melodias, letras profundas e uma capacidade de unir sonoridades assimiláveis pelo público médio a uma sofisticação admirável, inspirados em grupos craques nessa praia como Prefab Sprout, Deacon Blue e até os Beatles.

Se possui grande apuro técnico e de arranjos, o que se sobressai no álbum são as canções, diversificadas e bastante inspiradas. O pop puro de Um Rio Sempre Beija o Mar e Como Eu Te Conheci, o clima etéreo de Arco-Íris, o rock mais agitado de Coragem e A Saudade é o Museu do Amor, o apelo de Você Marcou, é uma boa surpresa atrás da outra.

Nas letras, temas bem desenvolvidos, como as idas e vidas do amor, as incertezas de nossos rumos e a esperança em momentos mais iluminados. Nos shows, não devem faltar hits como Tédio, Vento Ventania e Timidez, certamente entremeadas com várias dessa nova e inspirada leva de canções. O Biquini Cavadão chega à maturidade artística proporcionando aos fãs um trabalho consistente, profundo, honesto e, acima de tudo, delicioso de se ouvir.

Um Rio Sempre Beija o Mar– Biquini Cavadão:

João Bosco festeja 45 anos de carreira com um show no Rio

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Por Fabian Chacur

A carreira de João Bosco eu acompanho desde o seu início fonográfico. Isso ocorreu em 1972, quando o jornal O Pasquim lançou o Disco de Bolso, projeto capitaneado pelo músico Sérgio Ricardo e que trazia como brinde um compacto simples. No lado A, nada menos do que a versão original de Águas de Março, com Tom Jobim. No lado B, Agnus Sei, fantástica canção meio flamenca interpretada com maestria no melhor estilo voz e violão por João. Marcou a minha infância, e até hoje é uma das minha favoritas desse artista incrível.

Nos 45 anos que se passaram desde então, este cantor, compositor e violonista mineiro só ampliou seus horizontes. Gravou discos clássicos, compôs algumas das melhores músicas da história da nossa MPB e fez milhares de shows pelo mundo afora. E é para celebrar essa bela estrada percorrida que ele se apresenta no Rio nesta quinta-feira (25) às 21h no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3.900- lojas 160- Shopping VillageMall- Barra da Tijuca- fone 0xx21-3431-0100), com ingressos de R$ 50,00 a R$ 180,00.

No repertório, o fã pode esperar maravilhas do porte de O Mestre Salas dos Mares, De Frente Pro Crime, Eu Não Sei Teu Nome Inteiro, Trem-Bala, Caça à Raposa e Plataforma. Também teremos algumas releituras bacanas que Bosco fez de canções de outros craques da MPB, como Paulinho da Viola, Noel Rosa, Dorival Caymmi, Chico Buarque e Tom Jobim. Tomara que tenha Agnus Sei no meio…

Agnus Sei (versão original)- João Bosco:

O trio Stereo Bago Team (SP) realizará o seu 1º show no Rio

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Por Fabian Chacur

Nós Vamos Invadir a Sua Praia, dizia a célebre música do Ultraje a Rigor nos anos 1980. Agora, é a vez de um outro grupo paulistano realizar o mesmo projeto, que na prática significa começar a divulgar o seu trabalho na Cidade Maravilhosa. Trata-se do Stereo Bago Team, que toca no Rio no dia 26 (domingo), a partir das 17h, no Bar Caiçara (rua Dr. Sebastião de Aquino, nº 170- Ilha da Gigóia- Barra da Tijuca- Rio de Janeiro- fone 0xx21-2484-7983), com ingressos a R$ 20,00.

Com sete anos de estrada, o Stereo Bago Team conta com Yanick Melo (vocal e composições), Luciano Rocha (percussionista) e Fabinho Teixeira (guitarra). Eles lançaram no dia 10 de fevereiro pela via digital seu primeiro álbum, intitulado Aí Tem. A faixa-título conta com a participação especial do consagrado rapper Rappin Hood, e é a releitura de uma gravação feita há 30 anos pela banda paulistana Placa Luminosa.

O resgate faz todo o sentido se levarmos em conta que Yanick é filho do baixista daquela banda, Ari Nascimento, e também sobrinho do guitarrista deles, Ribah Nascimento. Para quem não se lembra, esse grupo fez muito sucesso nos anos 1980 com seu soul pop que gerou hits como Mais Uma Vez (Just To See Her) e Nosso Amor é Lindo, além de acompanhar em uma turnê o cantor Ney Matogrosso. Os dois músicos volta e meia participam dos shows do Stereo Bag Team.

Outro destaque do trabalho de estreia do trio paulista é a faixa Biotipo, que traz como convidado o vocalista Zeider Pires, da banda Planta & Raiz, uma das mais bem-sucedidas do reggae nacional. Vale lembrar que o Stereo Bago Team faz uma mistura de reggae, rock, dub, hip hop e maracatu, com elementos pop aqui e ali. Uma fórmula musical que tem tudo para conquistar um bom espaço na praia musical do Rio, que costuma curtir e muito esse tipo de som.

Biotipo– Stereo Bago Team e Zeider:

Renato e seus Blue Caps: hits e muita nostalgia em SP e Rio

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Por Fabian Chacur

Para quem é fã das famosas “jovens tardes de domingo”, ocorridas nos mitológicos anos 1960, uma boa notícia. A banda Renato e seus Blue Caps, uma das mais significativas daquela era e ainda na ativa, fará shows nas duas maiores capitais do Brasil. No Rio, a festa de arromba é nesta quinta (16) às 21h no Teatro Bradesco Rio (av. das Américas, nº 3.900- loja 160 Shopping VillageMall), e em São Paulo, no dia 22 (quarta), às 21h, no Teatro Bradesco (rua Palestra Itália, nº 500- 3º piso). Os ingressos para ambos custam de R$ 80,00 a R$ 280,00, e o fone para informações- call center é o mesmo, 4003-1212.

O grupo carioca surgiu em 1959, fundado pelos irmãos Renato, Ed Wilson e Paulo Cesar Barros. Da fase áurea dos anos 1960, ficaram o guitarrista e cantor Renato Barros e o cantor e “mestre de cerimônias” Cid Chaves. Completam a escalação atual Darci Velasco (teclados, no time há 23 anos), Amadeu Signorelli (baixo, há 21 anos com eles) e Gelsinho Morais (bateria, o mais novo integrante do grupo).

Antes de estourar, a banda gravou um álbum no qual tinha como vocalista o então ainda desconhecido Erasmo Carlos, e também atuou como banda de apoio de Roberto Carlos na gravadora CBS. A coisa pegou no breu para eles ao participar do programa Jovem Guarda, comandado pelo Rei, Erasmo e Wanderlea, e ao gravar de forma impecável e original versões bem bacanas de músicas do grupo mais bem-sucedido daquele momento, os Beatles.

Entre outras, eles fizeram muito sucesso com Menina Linda (I Should Have Known Better), Até o Fim (You Won’t See Me), Meu Primeiro Amor (You’re Gonna Lose That Girl) e Tudo o Que Eu Sonhei (If I Fell), e também com composições próprias de Renato. Sua sonoridade na melhor linha folk rock também lhes rendeu muitos fãs no exterior, incluindo matérias em revistas estrangeiras especializadas em rock.

Seus shows são sempre um verdadeiro convite à dança, com set lists repleto de músicas dançantes e conhecidas e a simpatia e o carisma de Renato, como músico, e de Cid, que além de ótimo cantor também sabe como animar uma plateia, contando histórias e cativando com sua simpatia. Vale lembrar que outro nome conhecido integrou por algum tempo a banda nos anos 1970, o cantor e compositor Michael Sullivan, que depois estouraria com seu trabalho com Paulo Massadas.

Renato e seus Blue Caps ao vivo em 2016:

A banda Geminis Bee Gees faz shows no Rio e em São Paulo

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Por Fabian Chacur

O Brasil nunca viu um show dos Bee Gees, e infelizmente nunca verá, devido à morte de Maurice e Robin. O máximo que tivemos foram shows solo de Robin Gibb em 2005 e do irmão mais novo deles, Andy Gibb, em 1983. Mas existe um consolo para os fãs dessa banda lendária. Trata-se da banda argentina Geminis Bee Gees, que reverencia desde 1999 a obra dos lendários irmãos britânicos com rara categoria.

Eles se apresentam nesta terça-feira (22) às 21h no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3.900- loja 160 do Shopping VillageMall- Barra da Tijuca- RJ- fone 0xx21- 3431-0100), com ingressos de R$ 50,00 a R$ 160,00, e na quarta-feira (23) no Teatro Bradesco de São Paulo (rua Palestra Itália, nº 500- 3º piso- Bourbon Shopping São Paulo- fone 4003-1212), com ingressos custando de R$ 40,00 a R$ 150,00.

Seria injusto rotular a Geminis como apenas mais uma banda cover. O requinte apresentado por Ismael Espiño (Barry Gibb), Alejandro Niz (Robin Gibb) e Daniel Liberchuk (Maurice Gibb) é impressionante, com direito a vocalizações, arranjos, figurinos e até mesmo instrumentos musicais similares aos utilizados pelo grupo original. Sua afinação vocal e instrumental, presença de palco e versatilidade ao encarar uma obra tão consistente é no mínimo elogiável.

Eles são de Buenos Aires e se apresentam no Brasil desde 2011, tendo feito por aqui em torno de 100 shows por nove estados. O novo espetáculo é intitulado Number Ones, e traz no repertório músicas dessa célebre coletânea de hits. Não faltarão maravilhas do porte de To Love Somebody, Massachusetts, Night Fever, Stayin’ Alive, How Deep Is Your Love, Too Much Heaven e Tragedy, só para citar algumas dessas músicas que nunca saem de moda, pois música boa é para sempre.

Trechos do Geminis Bee Gees ao vivo:

Fagner canta os seus grandes sucessos em show único no RJ

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Por Fabian Chacur

Em um meio conhecido por devorar nomes e mais nomes, comemorar mais de 40 anos de estrada não é para qualquer um. Ainda mais se o artista em questão consegue se manter relevante e capaz de atrair grandes plateias a suas apresentações. Esse é o caso de Raimundo Fagner, que dá uma geral em seus hits em show único no Rio nesta sexta-feira (18) às 21h no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3.900- loja 160 Shopping VillageMall- Barra da Tijuca- fone 0xx21-3431-0100), com ingressos de R$ 50,00 a R$ 200,00.

Este talentoso cantor, compositor e músico cearense tornou-se conhecido do grande público a partir da década de 1970. Com um vozeirão de timbre peculiar, ele aos poucos foi cativando um fã-clube fiel graças a uma mistura potente de rock, folk e música nordestina com direito a muita paixão e poesia. A partir do estouro de Revelação, lá pelos idos de 1979, abriu de vez as portas para a grande mídia, tornando-se figura fácil em trilhas de novela.

Nos anos 1980 e 1990, consolidou-se de vez como artista popular, conseguindo conciliar um repertório assumidamente romântico com qualidade estética. Dessa forma, tornou-se um dos artistas mais populares do país, sempre presente nas programações de rádio.

Franco e direto, Fagner sempre chamou a atenção pela personalidade forte, dotado de uma inteligência rara. Em seu novo show, ele viaja nessas décadas de carreira, incluindo maravilhas do porte de Mucuripe, Revelação, Borbulhas de Amor e Fanatismo, só para citar algumas.

Revelação (ao vivo)- Fagner:

Isabella Taviani mergulha nos seus sucessos em show no Rio

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Por Fabian Chacur

Após bem-sucedida turnê para divulgar seu ótimo álbum Carpenters Avenue, no qual releu de forma personalizada canções dos Carpenters, Isabella Taviani oferecerá aos fãs cariocas a chance de ouvir seus próprios sucessos. O show será nesta sexta (11) às 21h no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3.900- loja 160- Shopping VillageMall- Barra da Tijuca- Rio-fone 0xx21-3431-0100), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 150,00.

Acompanhada por Marco Brito (teclados) e Felipe Melanio (violão e guitarra), a cantora e compositora, há quase 20 anos na estrada, mostrará versões concisas de sucessos como Luxúria, Sentido Contrário, De Qualquer Maneira, Digitais, Último Grão, A Canção Que Faltava e Diga Sim Pra Mim, entre outras. A ideia é atender os fãs da melhor forma possível, tentando não deixar de fora nenhuma das canções favoritas de seus admiradores, que sempre lotam seus shows.

Aliás, Isabella costuma ser extremamente carinhosa com o seu público, e explica esse carinho todo de forma muito direta e clara: “Nunca fui nenhuma queridinha da imprensa, nem tenho minha cara estampada em jornais ou TVs todos os dias. Portanto, quem divulga e sustenta minha carreira são estes fãs fiéis que tenho tanto orgulho de preservar”, revela. O show chegará a São Paulo nos dias 28 e 29, no Teatro Net SP.

Diga Sim Pra Mim– Isabella Taviani:

Far From Alaska é atração de show do Dia do Rock no Rio

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Por Fabian Chacur

13 de julho foi nomeado o Dia do Rock por causa da realização naquela data, em 1985, do Live Aid, um dos maiores shows beneficentes da história. Como forma de celebrar essa efeméride, será realizado nesta quarta (13) às 19h no Rio um show com as bandas Far From Alaska, Stereophant e Hover. O local é o Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- RJ- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos a R$ 30,00 (meia) e R$ 60,00 (inteira).

Formada em 2012 por Emmily Barreto (vocal), Rafael Brasil (guitarra), Cris Botanelli (teclados), Edu Figueira (baixo) e Lauro Kirsch (bateria) na cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, a Far From Alaska rapidamente se tornou conhecida nacionalmente, graças a um rock multifacetado, pesado e difícil de ser rotulado. Eles participaram dos festivais Planeta Terra (2012) e Lollapalooza (2015), e ganharam em 2016 o prêmio de artista revelação no Midem, principal feira da indústria musical, realizada em Cannes, na França.

Seu álbum de estreia, ModeHuman, saiu em 2014 pela gravadora DeckDisc, e lhes rendeu muitos elogios e repercussão das melhores entre o público roqueiro. Faixas como Dino Vs Dino, Thievery e About Knifes são boas provas de seu som potente e personalizado. Destaca-se o carisma da vocalista Emmily Barreto.

Natural da cidade de Mendes (RJ) e atualmente radicado na Cidade Maravilhosa, o grupo Stereophant teve sua música O Tempo entre as mais tocadas na rádio Cidade. Toda Glória da Derrota é outra faixa bem conhecida. Por sua vez, a banda Hover é de Petrópolis (RJ), e lançou seu álbum de estreia, Never Trust The Weather, lançado em maio.

O evento também terá a exibição do documentário em curta-metragem Dois Leões e Outros Bichos, de Luciano Cian, que mostra a trajetória dos irmãos bateristas Lucas e Zózimo Leão, que tocam nas ruas. Completam as atrações a DJ Priscila Dau e o VJ Miguel Bandeira, sendo que também teremos uma feira rock com produtos relacionados ao gênero musical sendo vendidos a preços convidativos.

Dino Vs Dino– Far From Alaska:

Thievery– Far From Alaska:

Toda Glória da Derrota– Stereophant:

Never Trust The Weather (CD em streaming)- Hover:

A Cor do Som toca no Rio com sua ótima formação original

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Por Fabian Chacur

A Cor do Som, um dos grupos mais bacanas surgidos na segunda metade dos anos 1970, volta com sua ótima formação original à ativa. Mú (teclados), Dadi (baixo), Ary Dias (percussão), Armandinho (guitarra) e Gustavo Schroeter (bateria) estão preparando material para um álbum de inéditas, e enquanto isso, tocam no Rio nesta quinta-feira (7) às 21h no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3.900- Loja 160 do Shopping VillageMall- Barra da Tijuca-RJ- call center 4003-1212), com ingressos custando de R$ 45,00 a R$ 160,00.

A célula-mãe do A Cor do Som surgiu dentro dos Novos Baianos. Portanto, não é de se estranhar a participação especial, neste show, de quem os ajudou nessa fase inicial, o lendário cantor e guitarrista Pepeu Gomes, que terá a seu lado no palco os irmãos Jorge (bateria) e Didi (bateria) e o enteado Filipe Pascual (guitarra). Também marcará presença o cantor, compositor e músico Paulinho Moska, talento multifacetado capaz de encarar qualquer ritmo musical.

O início efetivo da carreira do grupo ocorreu em 1977, e nos primeiros tempos, a ideia era investir mais em música instrumental. Com o tempo, eles passaram a mesclar músicas com vocais, e graças a esse artifício, conseguiram conciliar grande qualidade musical e presença constante nas paradas de sucessos, graças a hits como Abri a Porta, Menino Deus, Zanzibar, Beleza Pura e Semente do Amor.

Sua original mistura de música brasileira, rock, jazz e pop lhes rendeu bons momentos em termos artísticos e musicais até meados dos anos 1980. Sem a banda, Dadi tocou com Deus e o mundo, incluindo Legião Urbana e Tribalistas, enquanto Armandinho tocou e gravou com o trio elétrico de Dodô e Osmar e Mú tornou-se diretor musical na Globo.

Beleza Pura– A Cor do Som:

Ao Vivo Em Montreux- A Cor do Som (CD em streaming):

Abri a Porta– A Cor do Som:

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