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Pitty saiu de SP para conceber o conceito de seu novo álbum

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Por Fabian Chacur

Como forma de criar o conceito a partir do qual conceberá o seu novo álbum, o primeiro de inéditas em quatro anos, a cantora Pitty iniciará o mês de março fora de São Paulo. Durante alguns dias, a cantora, compositora e musicista baiana vai se dedicar ao arredondamento dos rumos que seguirá, e quando isso estiver concluído, iniciará as gravações do CD, que a gravadora Deck deve lançar em agosto.

Por enquanto, não temos nenhuma pista do que virá. Setevidas (2014), seu mais recente trabalho de estúdio, foi seguido por uma turnê e mais dois DVDS, um gravado ao vivo e outro em estúdio. Depois, a artista se dedicou a duas outras atividades, a maternidade e a TV, esta última como apresentadora. Em 2017, lançou o single Na Pele, no qual teve a participação mais do que especial da lendária Elza Soares.

Na Pele (clipe)- Pitty e Elza Soares:

Vanguart lança divertido clipe para divulgar Todas as Cores

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Por Fabian Chacur

O mais recente álbum do Vanguart, intitulado Beijo Estranho, já saiu há quase um ano, mas a banda continua divulgando-o. A mais nova ação nesse sentido é o lançamento de um videoclipe da música Todas as Cores, pop-rock energético que é um dos principais destaques deste CD do grupo criado em 2002 em Cuiabá, Mato Grosso. A dupla Couple Of Things, formada por Diana Boccara e Leo Longo, incumbiu-se do roteiro, direção e pós-produção do vídeo.

O ritmo ágil e contagiante da música é ressaltado por uma produção bastante divertida, que brinca com as imagens dos quatro atuais integrantes do Vanguart, que entram, saem e/ou se multiplicam durante o desenrolar da canção. A faixa é de autoria de Reginaldo Lincoln (baixo e vocal), que integra o time ao lado de Hélio Flanders (violão e vocal), Fernanda Kotschak (violino) e David Dafré (guitarra e vocal).

Todas as Cores surgiu um tempo atrás, pensando em maneiras de dizer coisas que remetam a coragem de fazer aquilo que a gente sonha. É uma canção que tenta entoar uma força interior e esse clipe busca trazer um pouco desse universo, para que o que a gente almeja possa acontecer”, analisa Reginaldo a sua própria criação.

Todas as Cores (videoclipe)- Vanguart:

Threesome mostra sua faceta atual com EP Keep On Naked

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Por Fabian Chacur

Em 2014, com apenas dois anos de estrada, a banda campineira Threesome lançou Get Naked, seu primeiro álbum. Com a saída do vocalista Bruno Baptista, substituído pela cantora Juh Leidl, o quinteto agora nos proporciona um novo lançamento. Trata-se do EP Keep On Naked, que traz três faixas nervosas, vibrantes e que mostram o time afiadíssimo em sua proposta.

A sonoridade defendida pelo grupo que traz Juh Leidl (vocal), Fred Leidl (guitarra, piano e vocal), Bruno Manfrinato (guitarra), Bob Rocha (baixo) e Henrique Matos (bateria) é um rock ardido, com riffs simples e agressivos que beiram o hard rock e denotam influências bacanas dos anos 1960 e 1970. Os músicos atuam de forma coesa, com solos convivendo pacificamente com as canções, sem exibicionismos. A simplicidade é a tônica aqui, mas sem cair no banal.

O nome Threesome (termo em inglês equivalente ao ménage a trois francês) dá uma dica sobre as letras (todas em inglês) das suas composições, que enfocam as relações sexuais e afetivas de forma aberta e sem muitas amarras. A entrada da carismática Juh e a boa voz de Fred abrem perspectivas vocais muito bacanas para a banda que podem se tornar um belo diferencial, se continuarem sendo desenvolvidas conforme o material deste novo EP nos indica.

Duas das faixas, Sweet Anger e ERW, são releituras de canções presentes no álbum de estreia, só que reestruturadas para a nova configuração do time, sendo My Eyes totalmente inédita. A gravação analógica e a captação, mixagem e masterização feitas em Campinas (SP) pelo experiente Maurício Cajueiro (que trabalho com nomes gigantes do porte de Stephen Stills, Steve Vai, Glenn Hughes, Gene Simmons e Linkin Park) proporcionaram ao material um impacto sonoro comparável ao das melhores formações gringas, em termos técnicos.

Keep On Naked e seu ótimo conteúdo equivalem a uma bela amostra do que a Threesome poderá nos proporcionar nos próximos anos, e certamente deixará os admiradores de um rock ardido e bem concatenado extremamente curiosos para acompanhar os próximos passos dessa trajetória musical. E tomara que eles saibam aproveitar com inteligência e sensibilidade as possibilidades que a combinação das vozes dos seus dois cantores poderão lhes proporcionar.

Sweet Anger (lyric video)- Threesome:

Rio Novo Rock inicia seu novo ciclo nesta quinta (22) no Rio

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Por Fabian Chacur

O quarto ano do Rio Novo Rock (RNR) terá início nesta quinta (22) às 20h. O projeto, que abriu espaços para 73 grupo em suas 36 edições, com um público presente em torno de 15 mil pessoas no total, já abrigou bandas da nova geração como Folks, Dônica, Far From Alaska e Selvagens à Procura de Lei. A programação 2018 começa com as bandas cariocas Circus Rock (foto) e Maieuttica. O local será o Imperator Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Méier- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 (meia) e R$ 20,00 (inteira).

Na ativa desde 2013, o Circus Rock traz em suas fileiras Bernardo Tavares (vocal), Felipe Aquino (baixo e vocais), Henrique Barreto (guitarra), Alex Heink (guitarra) e Dudu Moragas (bateria). Em julho de 2017, a banda carioca de punk/hardcore lançou seu primeiro álbum, Em Meio à Destruição, com 11 faixas, entre as quais a virulenta Sangue nos Olhos. Influências de grupos como Rage Against The Machine e The Offspring aparecem em suas canções.

Com letras que se valem de conceitos filosóficos, a Maieuticca conta com Allan Sampaio (vocal), Frank Lima (vocal), Tuninho Silva (guitarra), Tássio Luiz (guitarra), Bruno Pinho (baixo) e Rômulo Lima (bateria). Seu primeiro álbum, Por Árduos Caminhos Até as Estrelas, saiu em 2014, com boa repercussão. O mais recente é Hiatus: Ausência. Sua sonoridade é o metalcore, com elementos musicais de grupos como Sepultura, Pantera e Lamb Of God inspirando sua criação musical.

Hidra– Maieuttica:

Maroon 5 envolve os ouvintes com seu ótimo Red Pill Blues

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Por Fabian Chacur

Adam Levine é atualmente um dos nomes mais badalados do show business. Desde 2011, atua como coach (treinador) no reality show musical The Voice, que tem grandes índices de audiência. Além disso, trabalhou como ator em filmes e séries de TV e frequenta as colunas de celebridades com namoros aqui e ali. Felizmente ele não abriu mão de sua carreira como vocalista e líder do Maroon 5. Com o mais recente álbum da banda, Red Pill Blues, ele e sua turma provam que sua vocação para o pop dançante bem feito continua sendo bem explorada.

Na ativa desde 2001 como Maroon 5, após uma fase inicial com outra sonoridade e outro nome (Kara’s Flowers), esta banda americana traz como marca a sua vocação pop, mesmo tendo uma raiz rocker. Além de Levine no vocal e guitarra, o grupo traz dos tempos de Kara’s Flowers Jesse Carmichael (teclados e guitarra) e Mickey Madden (baixo). Completam o time James Valentine (guitarra desde 2011), Matt Flynn (bateria e percussão, desde 2006), PJ Morton (teclados, desde 2012) e Sam Farrar (guitarra, teclados e baixo, desde 2016).

Com seis álbuns e diversos singles de sucesso em seu currículo, o agora septeto adotou nesta década em seus álbuns um formato que sempre reúne diversos colaboradores, entre compositores, produtores, músicos de apoio e convidados especiais. O resultado é a potencialização máxima de seu DNA pop, com direito a faixas frequentemente dançantes e com eventuais espaços para momentos românticos. Tudo pontuado pela suave e carismática voz de Levine.

Red Pill Blues é altamente indicado para quem curte um trabalho alto astral e gosta de ter como trilha sonora algo que o motive, que o torne mais feliz e animado. Experimentalismo e busca por sonoridades inéditas não é a praia desses caras. Mas e daí? O importante é que, dentro dessa proposta assumidamente pop, eles capricham muito no conteúdo, oferendo aos fãs um trabalho que merece mesmo disputar a ponta das paradas de sucesso.

Lançado no exterior em novembro, o álbum atingiu o segundo lugar na parada americana, tem vários singles já estourados lá fora, e outros com potencial para realizar o mesmo rumo. What Lovers Do (com a participação da cantora revelação do r&b SZA), Best 4 U, Wait, Lips On You, Help Me Out (com a ótima Julia Michaels nos vocais, ela que abrirá os shows do grupo na atual turnê) e Whiskey (com ASAP Rocky) são bons exemplos dessa cara “hit instantâneo bacana”.

O ponto alto do álbum é a arrebatadora Closure, que dura 11m28 e conta com uma extensa parte instrumental com levada funky/jazz. Esse é o momento em que os músicos mostram todo o seu talento, sem abrir mão da batida dançante. Uma verdadeira aula de groove e balanço, daquelas que você nem nota que durou tanto tempo, quase quatro vezes o total habitual de um single pop. Eis uma ousadia bacaníssima.

A edição física de Red Pill Blues lançada no Brasil pela Universal Music traz quatro boas faixas-bônus e um CD adicional com seis músicas gravadas ao vivo, com quase meia hora de duração e hits como Moves Like Jagger, This Love e Animals.

O encarte colorido traz também um código de acesso que permite ao comprador curtir em um site exclusivo faixas-bônus e conteúdos exclusivos como vídeos, livreto digital, imagens etc. Ah se todo grupo/artista pop tivesse o capricho desta banda na hora de gravar…

Closure- Maroon 5:

Astro Venga e NDK são duas atrações do Rio Novo Rock

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Por Fabian Chacur

Com três anos de existência e ótima repercussão, o projeto Rio Novo Rock (RNR) prossegue nesta quinta-feira (9) às 20h no Rio, mais precisamente no Imperator Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- fone 0xx21- 2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 (meia) e R$ 20,00 (inteira). Na programação, as bandas Astro Venga e NDK, além da participação da DJ Priscila Dau e do VJ Miguel Bandeira.

O power trio carioca Astro Venga tem como marca registrada tocar nas ruas, o que o impulsionou a fazer uma média de mais de 150 shows por ano. Eles já lançaram dois discos com registros de suas performances ao vivo, repletas de um rock instrumental vibrante e repleto de boas influências. Os caras prometem para breve seu primeiro álbum de estúdio, com nove músicas autorais.

Oriundo de Jundiaí (SP) e há 12 anos na estrada, o grupo NDK (FOTO) faz uma mistura de rock, rap, reggae e pop. Integrado por Caio, Marcola, Rike e Mizão, contam em seu currículo com apresentações que abriram shows de Jota Quest, O Rappa, Forfun, Nando Reis, Fresno e Raimundos. Eles estão lançando um novo EP, Impermanência, cujo repertório estará no show no RNR.

Astro Venga ao vivo na Carioca:

Banda Versalle lança um clipe gravado na incrível Rondônia

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Por Fabian Chacur

Não são muitos os que podem afirmar que já foram a Rondônia, ou que conhecem alguma coisa daquele estado situado no norte do Brasil. Uma boa oportunidade para se conferir algumas belas cenas registradas por lá é o clipe de A Saudade é Algo Que Eu Não Quero, recém-lançado pela banda Versalle. A música foi lançada no álbum Distante Em Algum Lugar, lançado em 2015 pelo selo Slap, da Som Livre.

As locações não foram escolhidas por acaso. A banda Versalle foi criada em 2009 precisamente em Porto Velho, capital daquele estado. Fazem parte do quarteto Criston Lucas (vocal), Rômulo Pacifico (guitarra), Miguel Pacheco (baixo) e Igor Jodir (bateria).

“A música traz uma letra melancólica e nostálgica que fala sobre a partida de alguém em busca do sonho maior. O sentimento de saudade, apesar de ser algo não quisto, é real e deve ser vivido. É um pequeno poema musicado muito significativo para a banda”, explica Criston.

A Versalle se tornou conhecida nacionalmente ao ser uma das finalistas do reality show musical SuperStar, da Rede Globo. Desde então, participaram do Lollapalooza 2016 e lançaram, além do álbum Distante Em Algum Lugar, o EP Apenas (2016). Seu rock melódico traz bem assimiladas influências de The Smiths, Legião Urbana, Interpol, Artic Monkey e Mutantes, entre outras.

A Saudade é Algo Que Eu Não Quero (clipe)-Versalle:

Amsterdan e Stereophant são as atrações do Rio Novo Rock

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Por Fabian Chacur

O projeto Rio Novo Rock, que há três anos abre mensalmente no Rio de Janeiro espaço para as bandas do novo rock feito no Rio e em outros estados, marca presença este mês nesta quinta-feira (7), um belo feriado, por sinal. Estarão em cena as bandas Amsterdan (FOTO) e Stereophant, além da DJ Suirá e do VJ Miguel Bandeira. A festa roqueira rola a partir das 20h em seu palco habitual, o Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos de pista a R$ 10,00 (meia) e R$ 20,00 (inteira).

Nesta edição da mais consistente vitrine do novo rock nacional, teremos duas representantes locais. Com um ano de atividade, a banda Amsterdan conta com Rafael Reis (vocal), Adison Filho (guitarra), Fernando Fully (guitarra), Mateus Muniz (baixo e vocais), Caio Firmo (sintetizador) e Guga Peçanha (bateria). Seu primeiro álbum, 1766, traz faixas como Natural, Labirinto e Foi-se o Tempo, e conta histórias que todos nós vivemos diariamente, na definição de seus integrantes.

O Stereophant possui dois álbuns: Correndo de Encontro a Tudo (2013, relançado este ano em versão remixada e remasterizada) e o novo Mar de Espelhos. Integram o time Alexandre Rozemberg (vocal), Vinícius Tibuna (guitarra), Thiago Santos (guitarra), Fabrício Abramov (baixo) e Bernardo Leão (bateria). No mais recente trabalho, contam uma história dividida em três blocos de cinco canções cada.

Homem ao Mar (clipe)- Stereophant:

Morre Chester Bennington, o vocalista do grupo Linkin Park

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Por Fabian Chacur

Chester Bennington, o vocalista da banda de nu metal americana Linkin Park, foi encontrado morto nesta quinta-feira (20) em sua casa, nos EUA. As evidências apontam na direção de um suicídio como causa de sua morte prematura, aos 41 anos de idade. A notícia chocou seus colegas de grupo, pois nos próximos dias eles iriam iniciar uma nova turnê.

Outros elementos intrigantes cercam a passagem do astro americano. Ele nos deixou na mesma data em que Chris Cornell, ex-cantor dos grupos Soundgarden e Audioslave e seu grande amigo, iria completar 53 anos. Vale lembrar que Bennington cantou a musica Hallelujah, de Leonard Cohen, no funeral do amigo, e se mostrou extremamente abalado pelo fato. Cornell abriu shows do Linkin Park no final da década passada, e fazia dueto com o amigo em alguns deles.

O Linkin Park vivia um ótimo momento, pois seu mais recente álbum, One More Light, saiu em maio e rapidamente se tornou seu quinto trabalho a atingir o primeiro lugar nos EUA. Eles também lançaram há pouco um novo videoclipe, ou seja, nada parecia indicar um desfecho tão terrível. Só nos resta aguardar para saber mais informações, e também se a banda seguirá adiante ou não, agora sem seu cantor.

Criada em 1996 em Agoura Hill, Califórnia, a Linkin Park ganhou embalo exatamente com a entrada de Chester Bennington, vindo do Arizona, em 1999. O álbum Hybrid Theory (2000) apresentou uma banda promissora no então efervescente cenário do chamado Nu Metal, mistura de heavy metal e hip-hop. Foram mais de 11 milhões de cópias vendidas. O álbum seguinte, Meteora (2003), consolidou o grupo no meio roqueiro mundial, e foi o primeiro a atingir o topo da parada ianque, façanha que repetiriam por mais quatro vezes.

O grande charme do trabalho da banda é a mistura da voz potente e angustiada de Bennington com os raps espertos de Mike Shinoda. Apesar dos problemas com drogas e bebidas assumidos publicamente por seu cantor, o grupo conseguiu se manter na ativa com turnês e álbuns bem-sucedidos comercialmente. Eles também conquistaram fãs ilustres como Jay-Z, com quem lançaram em 2004 o álbum Collision Course (2004), que lhes valeu um Grammy.

Outro elemento meio sinistro na trajetória de Chester Bennington, se analisarmos o seu triste fim, é o fato de ele ter sido o vocalista do Stone Temple Pilots no EP High Rise. Vale lembrar que o cantor original dessa banda, Scott Weiland, também morreu de forma trágica, em 2015. O cantor, nascido em 20 de março de 1976, é mais um roqueiro que se vai de forma precoce, deixando no ar a sensação de o quanto a pressão do megaestrelato deve ser dura de ser suportada.

O Linkin Park se apresentou ao vivo no Brasil em diversas ocasiões, sendo a primeira em 2004 e a última em maio deste ano, como uma das atrações principais do Maximus Festival Brasil, no Autódromo de Interlagos, perante uma plateia composta por mais de 40 mil pessoas e ao lado das banda Slayer e Profets Of Rage.

Numb– Linkin Park:

Rio Novo Rock celebra 3 anos com um show muito especial

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Por Fabian Chacur

O projeto Rio Novo Rock completa três anos computando várias conquistas, incluindo um público fiel, a participação de bandas bacanas e a consolidação de uma plataforma que serve como vitrine para talentos emergentes. A comemoração dessa efeméride rola no Rio de Janeiro nesta quinta (13) às 20h, não por coincidência o Dia Internacional do Rock, com shows de três bandas bem expressivas da safra atual.

O local será a sede habitual dessa verdadeira celebração ao novo rock carioca e brasileiro, o badalado Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos a R$ 25,00 e R$ 50,00. Saiba mais aqui. Também participam a DJ Priscila Dau e o VJ Miguel Bandeira.

O elenco, como não poderia deixar de ser, foi escolhido a dedo. O grupo Medulla (FOTO), por exemplo, mescla paulistas e pernambucanos em sua escalação, tem dois álbuns em seu currículo, e procura explorar sonoridades extraídas do rock, jazz, hip hop, rap, hardcore e folk para criar uma marca registrada própria.

Carlos Posada e o Clã vem de Pernambuco, e conseguiram atrair a atenção do público indie com o seu álbum de estreia, lançado em 2013 e marcado por um estilo hipnótico e sutil. Quem curtiu esse trabalho deve estar ansioso para a chegada do próximo, que a banda promete para breve, provavelmente ainda para este ano.

Na ativa desde 2004 e oriundo da cidade de São Cristóvão (Sergipe), o The Baggios faz provavelmente o som mais pesado dessa trinca, com um blues rock visceral somado a elementos do rock da década de 70 e da MPB, oferecendo assim ao público um trabalho com bastante pique e repleto de riffs de guitarra, energia e virulência.

Posada e o Clã- 1º álbum em streaming:

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