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Banda PAD lança um primeiro single pela Universal Music

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Por Fabian Chacur

Tem banda nova no cenário rock brasileiro. E com um bom pedigree. Trata-se da PAD. Criada em novembro de 2016, ela acaba de lançar seu primeiro single pela Universal Music, no formato digital e com direito a um lyric vídeo. Not So Vain tem título em inglês, mas a letra é em português, mesmo. Trata-se de uma amostra do primeiro álbum do sexteto, que está previsto para chegar ao mercado musical brasileiro ainda em 2017.

Not So Vain é um hard rock com levada swingada, e funciona como um interessante cartão de visitas para o time, que é composto por músicos bem experientes: Fábio Noogh (vocal, da banda cover The Soundtrackers), Marcos Kleine (guitarra, do Ultraje a Rigor), Thiago Biasoli (baterista, do Carranca Trio), Willian Bill de Oliveira (baixo- produtor do Dr. Sin e integrante do Trinta E3), Leandro Pit (guitarra- Os Travessos, Sensação e Intuição) e Rodrigo Simão (teclados).

A banda fez sua primeira apresentação em fevereiro deste ano, na Campus Party Brasil, em São Paulo. O seu nome surgiu de forma bem-humorada como uma espécie de trocadilho com “pé de galinha”, citação do nome Chickenfoot, superbanda americana liderada pelo vocalista e guitarrista Sammy Haggar, ex-Van Halen. Eles definem a letra do seu single de estreia como “Viver o momento intensamente e deixar o passado para trás. Não se apegar ao futuro”.

Not So Vain- PAD:

Venus Café faz uma maratona de quatro shows em Sampa

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Por Fabian Chacur

A banda carioca Venus Café nunca se apresentou em São Paulo. Até agora. Neste fim de semana, eles não só quebrarão esse ineditismo como também serão protagonistas de uma verdadeira maratona. Serão quatro apresentações em um prazo de aproximadamente 24 horas, que englobarão três shows em São Paulo propriamente dita e um último em Santo André, situado na Grande São Paulo. Haja fôlego para o quarteto dar conta do recado!

Tudo começa nesta sexta (23) às 19h no Golden Line Tattoo, um estúdio de tatuagem situado no bairro da Penha em cuja garagem são realizados shows de rock. No sábado (24), serão três performances, uma às 15h no evento Voz do Underground, em Pinheiros, outro às 19h no Ocupa Ouvidor 63, no centro, e finalizando a blitzkrieg roqueira a partir das 23 no Jailhouse Rock Pub, situado na cidade de Santo André.

Na estrada há seis anos e com influências de Thin Lizzy, Queen, AC/DC, Beatles, The Darkness e John Fogerty, entre outros, o grupo conta com Dangerous Dan (vocal), Captain Love (baixo), Frankie Goes (guitarra) e Jules Brasa (bateria). Eles definem seu som assim: “Rock classudo, palhaçadas ultrajantes, trejeitos afetados: pra quê ter um bolo sem cobertura se ele pode vir cheio de glacê, cerejas e enfeites?”

Eles tem no repertório músicas autorais como a vibrante Rock ‘N’ Roll Tupiniquim, e conseguiram há pouco ser um dos vencedores da etapa carioca do concurso Original’s Studio, promovido pela grife de jeans Levi’s. Eles também participaram do álbum-tributo indie O Mundo Ainda Não Está Pronto, homenagem ao Pato Fu, no qual releram Me Explica, com direito a elogios dos integrantes da banda mineira.

Serviço:

Golden Line Tattoo

Bandas: Venus Café + outras atrações

Data: 23 de junho (6a)

Horário: 19h

Endereço: Av. Amador Bueno da Veiga nº 725 – Penha, São Paulo

Telefone: (11) 2307-1276

Entrada Franca

Voz do Underground

Bandas: Venus Café, Demorock PRS, Cronos N.T, Garçom Flamejante, Guerrilha

Data: 24 de junho (sáb)

Horário: 14 às 20h

Endereço: Praça Eugene Boudin – Pinheiros, São Paulo – próx Av. Eusébio Matoso x Nações Unidas

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/125933411316029/

Entrada Franca

Centro Cultural Ouvidor 63

Bandas: Venus Café + outras atrações

Data: 24 de junho (sáb)

Horário: 18:00-0:00

Endereço: Rua do Ouvidor, 63 – Sé, São Paulo

Página no Facebook: https://www.facebook.com/ocupaouvidor63revitalizacao/

Entrada Franca

Jailhouse Rock Pub

Bandas: Venus Café, Sentimento Carpete e Livro Ata

Data: 24 de junho (sáb)

Horário: Das 22h às 3h

Endereço: Rua das Monções 684, Santo André

Telefone: (11) 2786-3281

Página no Facebook: https://www.facebook.com/jailhousepub2/

Couvert: R$4,00

Rock ‘N’ Roll Tupiniquim– Venus Café:

Belchior nos deixa fina poesia, brilho e belíssimas canções

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Por Fabian Chacur

Há mais de dez anos, Belchior estranhamente sumiu do cenário artístico, deixando seus fãs órfãos e só aparecendo nas manchetes devido a notícias sensacionalistas e bizarras. Pois ele infelizmente ocupa de novo os holofotes por uma razão triste. Aliás, a mais triste de todas. Ele foi encontrado morto na noite deste sábado (29) na casa onde morava há um ano, na cidade de Santa Cruz do Sul (RS). Ele tinha 70 anos, e seu corpo deve encontrar sua moradia final em Sobral (CE), onde nasceu em 26 de outubro de 1946.

Muito triste essa saída de cena. Cenas de um próximo capítulo nada desejado por seus inúmeros fãs. Minha ligação com Belchior é muito forte desde sempre. Vi dois shows dele ao vivo, um em 1980, em um colégio na região da Avenida Paulista, e outro em 1984, no Tuca, ambos muito legais. Fui conhece-lo pessoalmente lá pelos idos de 1985, por uma razão corriqueira: trabalhava na agência da Receita Federal da Vila Mariana, em São Paulo, e entreguei a ele uma restituição de imposto de renda que ele não havia recebido na sua devida época.

Não muito tempo depois, iria reencontrá-lo, só que desta vez como jornalista e crítico musical, por volta de 1987. Entre esse ano e o final dos anos 1990, foram vários papos, sempre deliciosos, nos quais criei um vínculo de amizade não só com ele, mas também com um de seus produtores, o Paulo Roberto Magrão, uma das figuras mais atenciosas e gente fina que já tive a chance de conhecer em minha trajetória como jornalista especializado em música.

Bel (como o chamávamos) vai fazer muita falta, independente de estar há muito tempo sem lançar novos trabalhos. Com uma obra consistente, ele nos deixa como legado canções maravilhosas, repletas de idealismo, poesia, inteligência e ironia, com aquela inspiração contida apenas em gênios. E ele era um deles. Não consigo escrever mais nada, perdoem-me. Leiam a homenagem que fiz quando ele completou 70 anos em outubro de 2016 aqui , e a resenha da caixa Três Tons de Belchior, seu mais recente lançamento, aqui . Descanse em paz, amigo. Apenas um rapaz latino americano? O cacete!

Alucinação– Belchior (ouça o álbum em streaming):

O Violeta de Outono faz show em SP com formação original

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Por Fabian Chacur

O Violeta de Outono, um dos grupos mais relevantes da cena paulistana da segunda metade dos anos 1980 e ainda hoje na ativa, dará um belo presente aos seus fãs. No dia 27 de maio, às 21h30, no Sesc Pompeia (rua Clélia, nº 93- Pompeia- fone 0xx11- 3871-7700), o grupo fará um show único no qual sua formação original se reunirá após mais de dez anos. A apresentação marca o relançamento de seu primeiro álbum, de 1987, agora em versão remasterizada.

A banda paulistana surgiu lá pelos idos de 1985, quando Fábio Golfetti (vocal e guitarra) e Cláudio Souza (bateria) saíram da banda Zero e resolveram partir para um novo projeto. Com a adição do baixista Angelo Pastorello, eles fizeram seu primeiro show em dezembro de 1985, no mitológico Teatro Lira Paulistana. Em março de 1986, fariam a primeira de uma série de apresentações no Sesc Pompeia. Naquele mesmo ano, lançaram o seu primeiro EP, pelo selo Wop Bop, cuja repercussão foi tão boa que os levou rumo a uma grande gravadora.

Eles receberam o convite do Plug, selo exclusivo de rock criado pela gravadora BMG-Ariola, e estrearam por lá com Violeta de Outono (1987). O álbum conseguiu ótima repercussão perante o público roqueiro, com um rock psicodélico e autoral com influências progressivas e músicas como Outono e Dia Eterno, e também uma incrível releitura para Tomorrow Never Knows, dos Beatles.

O trio lançou em 1989 Em Toda Parte, e logo a seguir saíram do selo Plug. A partir dos anos 1990, o grupo passou por várias trocas em sua formação, com Fábio sendo o único a se manter de forma constante. Vale lembrar que Angelo Pastorello se tornou um dos fotógrafos mais bem-sucedidos no Brasil na área de moda.

O mais recente álbum de inéditas do Violeta de Outono, intitulado Spaces, saiu em outubro de 2016, e nele Mr. Golfetti tem a seu lado Gabriel Costa (baixo), Fernando Cardoso (teclados) e José Luiz Dinóia (bateria). Os ingressos para o show da formação clássica do grupo no Sesc Pompeia custarão de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Outono– Violeta de Outono:

Agridoce de Pitty lança single virtual contendo La Javanaise

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Por Fabian Chacur

O projeto Agridoce, que reuniu Pitty e Martin e rendeu dois frutos discográficos, o CD Agridoce (2011) e o DVD Multishow Registro Agridoce 20 Passos (2012) volta à cena, mesmo que de forma virtual e com um resgate. No DVD, o duo registrou as músicas de seu único álbum e também alguns covers. Um deles, a canção La Javanaise, acaba de ser disponibilizada em todas as plataformas digitais, com direito a capa bacana e tudo.

Antes apenas incluída no DVD, agora esse belo registro do Agridoce está disponível inclusive no Youtube. A releitura ficou bem bacana. La Javanaise é uma canção de autoria do genial cantor e compositor francês Serge Gainsbourg (1928-1991), autor clássicos como Je T’aime Moi Non Plus e La Décadanse. Essa música foi gravada originalmente pelo autor e pela cantora Juliette Grecco em 1963, e desde então foi relida por nomes como Iggy Pop e Madeleine Peyroux, entre outros.

Pitty, que voltou à carreira-solo após o fim do Agridoce, explica sua decisão de regravar esse clássico da música pop francesa e, por tabela, da mundial. “Fizemos essa versão, porque somos fãs do trabalho de Gainsbourg, e escutamos demais o disco dele com a Brigitte Bardot durante as gravações do disco na Cantareira”.

La Javanaise– Agridoce:

Matuto Moderno apresenta a sua fusão em show em Osasco

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Por Fabian Chacur

Se há algo que o músico brasileiro sabe fazer com maestria é misturar ritmos diferentes e encontrar belas soluções sonoras. Se encaixa feito luva nesse caso o grupo Matuto Moderno, que há 18 anos investe em uma fusão de várias tendências da música rural brazuca com o rock universal. Eles se apresentam nesta sexta-feira (7) às 20h no Sesc Osasco-Tenda (avenida Sport Club Corinthians Paulista, nº 1.700- Jardim das Flores- Osasco- fone 0xx11-3184-0900), com ingressos custando de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Integrado atualmente por Ricardo Vignini (viola capira), Zé Helder (viola caipira e voz), Edson Fontes (voz e catira), André Rass (percussão) e Marcelo Berzotti (baixo e voz), o Matuto Moderno apresenta a sua releitura de ritmos marcantes da cultura rural brasileira como a catira, o pagode caipira e o rastapé com fortes elementos de rock no tempero, criando assim uma sonoridade que contém bastante modernidade, sem no entanto fugir demais das raízes desses estilos.

Com cinco CDs no currículo, sendo o mais recente Matuto Moderno 5 (2013), o grupo paulista já fez inúmeros shows, incluindo a Virada Cultural 2015 e até mesmo um no Canadian Music Week, além de parcerias com músicos como Andreas Kisser, do Sepultura e muito mais. Ricardo Vignini e Zé Helder também possuem o projeto Moda de Rock, com clássicos do rock transpostos para viola caipira, enquanto Edson Fontes integra o grupo Os Favoritos da Catira.

Viola Cósmica– Matuto Moderno:

O Rio Novo Rock inicia shows em 2017 nesta quinta-feira

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Por Fabian Chacur

Entrando em seu quarto ano de existência, o projeto Rio Novo Rock inicia sua programação de 2017 com shows de duas bandas emergentes do cenário rocker brasileiro. Já passaram pelo evento Dônica, Medulla, Far From Alaska, Selvagens à Procura de Lei e Vespas Mandarinas, entre outros. Desta vez, teremos Overdrive Saravá (FOTO) e Ego Kill Talento. As apresentações rolam nesta quinta(12) a partir das 20h no Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- fone 0xx21- 2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 e R$ 20,00.

Na estrada desde 2012 e oriunda de Niterói (RJ), a banda Overdrive Saravá é integrada por Gregory Combat (vocal), Lucas Botti (guitarra), Thiago Henud (guitarra), Matheus Freire (baixo) e Renan Carriço (bateria). Seu trabalho parte de várias tendências da música brasileira, mescladas de forma criativa e original a elementos do rock internacional. Influências distintas como Raul Seixas, Led Zeppelin, Teatro Mágico, Raimundos e Cartola norteiam sua musicalidade.

Em seu primeiro álbum, Overdrive Saravá, lançado em 2016, o quinteto nos traz oito faixas, entre as quais Mandacaru, Guerreiro do Serrado e 666 Noite. Por sua vez, o Ego Kill Talent surgiu em dezembro de 2014, e lançou até o momento três EPs, com direito a abrir shows para bandas internacionais como Marilyn Manson e Rammstein. O evento também terá as participações da DJ Suirá e do VJ Chico Abreu.

Overdrive Saravá- ouça o CD em streaming:

Agridoce lança clipe com uma releitura da bonita Hallelujah

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Por Fabian Chacur

Em 2011, a cantora, guitarrista e compositora Pitty e o guitarrista e compositor Martin surpreenderam a todos ao lançar um CD e fazer shows sob a alcunha Agridoce. Era um projeto paralelo à carreira-solo da roqueira baiana, com ênfase no folk, e que fez muito sucesso. Agora, o duo proporciona aos fãs um videoclipe com uma releitura inspirada de Hallelujah, composição de Leonard Cohen, o genial compositor canadense que nos deixou em novembro.

A faixa foi gravada durante as sessões que geraram o até agora único álbum do Agridoce, mas acabou ficando de fora. Pitty explica o porque do resgate dessa joia perdida em seus arquivos neste exato momento:

“Tinha muita jam entre as sessões de gravação, tocávamos várias músicas de outros artistas, essa foi uma delas, uma sobra de estúdio que lembramos agora que existia. Não só por causa de Cohen, mas por todo o ano de 2016, que parece ter tido uma aura mais densa, com tanta coisa acontecendo, decidimos compartilhar. Vi muita gente comentando sobre esse ano ter sido tenso. Que todas as perdas sejam curadas e que venha o ano novo. Que esse vídeo sirva para fechar a tampa de 2016, levando embora as coisas pesadas, e abrir os caminhos para 2017”.

Hallelujah– Agridoce:

Drenna lança seu segundo CD com show no Rio de Janeiro

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Por Fabian Chacur

Drenna é uma banda ou uma artista-solo? De certa forma, os dois. Sua líder é a cantor e guitarrista Drenna, que dá nome ao time e é o seu principal destaque. Ao seu lado, temos Junior Macedo (guitarra), Bruno Moraes (baixo) e Milton Carlos (bateria). Eles tocam nesta quinta-feira (24) às 21h30 no Teatro Rival Petrobrás (rua Álvaro Alvim, nº33/37- Centro- Rio de Janeiro- fone 0xx21- 2240-4469), com ingressos a R$ 15,00 e R$ 30,00.

O show marca o lançamento de seu segundo CD, Desconectar, que traz onze faixas vigorosas e nas quais se discutem temas do cotidiano moderno, entre os quais o vício na internet e as complicadas relações pessoais. Entre as músicas, temos a faixa-título, Alívio e Anônimo. O álbum foi produzido por Felipe Rodarte e gravado no estúdio Toca do Bandido, com supervisão artística de Constança Scofield.

Com uma impressionante média de 100 shows por ano, a Drenna lançou seu primeiro trabalho em 2010, e já tocou em vários estados do Brasil. Em seu currículo, parcerias com Fernando Magalhães (Barão Vermelho), Gabriel Thomaz (Autoramas) e Arnaldo Brandão (Hanói Hanói). Além das músicas do novo disco, o grupo promete alguns covers, entre os quais Respect, clássico do repertório de Aretha Franklin.

Desconectar– Drenna:

Selvagens à Procura de Lei e o Posada e o Clã tocam no RNR

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Por Fabian Chacur

O projeto Rio Novo Rock, que existe há quase dois anos e já teve 28 edições, com direito a 55 bandas e 27 DJs, terá nesta quinta-feira (6) uma das melhores bandas da nova geração do rock Brasil. Trata-se da Selvagens à Procura de Lei (foto), que estará na programação junto com os cariocas da Posada e o Clã. O show será realizado no Rio de Janeiro às 20h no Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- RJ- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 e R$ 20,00.

Criada em Fortaleza (CE) e na ativa desde 2009, a banda Selvagens à Procura de Lei é integrada por Gabriel Aragão (vocal, guitarra, piano e violão), Rafael Martins (vocal e guitarra), Caio Evangelista (aixo e vocal) e Nicholas Magalhães (bateria e vocal). Em seu currículo, os álbuns Aprendendo a Mentir (2011), Selvagens à Procura de Lei (2013) e Praieiro (2016). Seu som é uma efervescente mistura de rock com elementos da música brasileira, com resultado contagiante. Leia entrevista com eles aqui .

Representando o Rio de Janeiro nesta edição do RNR, Posada e o Clã tem em sua escalação Carlos Posada (vocal), Bruno Giorgi (guitarra), Gabriel Ventura (guitarra), Hugo Noguchi (baixo) e Gabriel Barbosa (bateria). Com seis anos de estrada, eles lançaram em 2013 o elogiado CD Posada, e atualmente finalizam um novo trabalho, Posada e o Clã 2016, a ser lançado em breve. Completam a programação do evento roqueiro o DJ Pantoja e o VJ Miguel Bandeira.

Tarde Livre– Selvagens a Procura de Lei:

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