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Venus Café faz uma maratona de quatro shows em Sampa

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Por Fabian Chacur

A banda carioca Venus Café nunca se apresentou em São Paulo. Até agora. Neste fim de semana, eles não só quebrarão esse ineditismo como também serão protagonistas de uma verdadeira maratona. Serão quatro apresentações em um prazo de aproximadamente 24 horas, que englobarão três shows em São Paulo propriamente dita e um último em Santo André, situado na Grande São Paulo. Haja fôlego para o quarteto dar conta do recado!

Tudo começa nesta sexta (23) às 19h no Golden Line Tattoo, um estúdio de tatuagem situado no bairro da Penha em cuja garagem são realizados shows de rock. No sábado (24), serão três performances, uma às 15h no evento Voz do Underground, em Pinheiros, outro às 19h no Ocupa Ouvidor 63, no centro, e finalizando a blitzkrieg roqueira a partir das 23 no Jailhouse Rock Pub, situado na cidade de Santo André.

Na estrada há seis anos e com influências de Thin Lizzy, Queen, AC/DC, Beatles, The Darkness e John Fogerty, entre outros, o grupo conta com Dangerous Dan (vocal), Captain Love (baixo), Frankie Goes (guitarra) e Jules Brasa (bateria). Eles definem seu som assim: “Rock classudo, palhaçadas ultrajantes, trejeitos afetados: pra quê ter um bolo sem cobertura se ele pode vir cheio de glacê, cerejas e enfeites?”

Eles tem no repertório músicas autorais como a vibrante Rock ‘N’ Roll Tupiniquim, e conseguiram há pouco ser um dos vencedores da etapa carioca do concurso Original’s Studio, promovido pela grife de jeans Levi’s. Eles também participaram do álbum-tributo indie O Mundo Ainda Não Está Pronto, homenagem ao Pato Fu, no qual releram Me Explica, com direito a elogios dos integrantes da banda mineira.

Serviço:

Golden Line Tattoo

Bandas: Venus Café + outras atrações

Data: 23 de junho (6a)

Horário: 19h

Endereço: Av. Amador Bueno da Veiga nº 725 – Penha, São Paulo

Telefone: (11) 2307-1276

Entrada Franca

Voz do Underground

Bandas: Venus Café, Demorock PRS, Cronos N.T, Garçom Flamejante, Guerrilha

Data: 24 de junho (sáb)

Horário: 14 às 20h

Endereço: Praça Eugene Boudin – Pinheiros, São Paulo – próx Av. Eusébio Matoso x Nações Unidas

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/125933411316029/

Entrada Franca

Centro Cultural Ouvidor 63

Bandas: Venus Café + outras atrações

Data: 24 de junho (sáb)

Horário: 18:00-0:00

Endereço: Rua do Ouvidor, 63 – Sé, São Paulo

Página no Facebook: https://www.facebook.com/ocupaouvidor63revitalizacao/

Entrada Franca

Jailhouse Rock Pub

Bandas: Venus Café, Sentimento Carpete e Livro Ata

Data: 24 de junho (sáb)

Horário: Das 22h às 3h

Endereço: Rua das Monções 684, Santo André

Telefone: (11) 2786-3281

Página no Facebook: https://www.facebook.com/jailhousepub2/

Couvert: R$4,00

Rock ‘N’ Roll Tupiniquim– Venus Café:

Biquini Cavadão mostra o seu novo e ótimo CD em SP e RJ

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Por Fabian Chacur

Para quem anda meio cético em relação à qualidade da música lançada nos últimos tempos, uma boa notícia. O grupo Biquini Cavadão acaba de lançar As Voltas Que o Mundo Dá, um desses discos que já chegam ao mercado com a aura de clássico, tal a qualidade de seu conteúdo.

Eles mostram esse trabalho com shows nesta quinta-feira (15) às 20h no Rio no Teatro Imperator-Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meyer- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos de R$30,00 a R$ 60,00, e na próxima terça-feira (20) às 21h30 em São Paulo no Teatro Bradesco (rua Palestra Itália, nº 500- Perdizes- fone 0xx11-3670-4100), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 160,00.

Após a turnê que comemorou seus 30 anos de carreira, o quarteto carioca se mostrou disposto a novas experiências. A primeira equivaleu a convidar o consagrado Liminha para ser o produtor do álbum. Ele não só aceitou a incumbência como também se incumbiu de tocar baixo e fazer gravações adicionais de guitarra, violão, bandolim e loops. A parceria não poderia ter dado mais certo, especialmente pela experiência dele com diversas sonoridades.

Bruno Gouveia (vocal), Carlos Coelho (guitarra, violão, dobro e bandolim), Miguel Flores da Cunha (piano, synth e órgão) e Álvaro ‘Birita’ (bateria e pandeiro) mergulham de cabeça em um pop rock delicioso, repleto de texturas sonoras, belas melodias, letras profundas e uma capacidade de unir sonoridades assimiláveis pelo público médio a uma sofisticação admirável, inspirados em grupos craques nessa praia como Prefab Sprout, Deacon Blue e até os Beatles.

Se possui grande apuro técnico e de arranjos, o que se sobressai no álbum são as canções, diversificadas e bastante inspiradas. O pop puro de Um Rio Sempre Beija o Mar e Como Eu Te Conheci, o clima etéreo de Arco-Íris, o rock mais agitado de Coragem e A Saudade é o Museu do Amor, o apelo de Você Marcou, é uma boa surpresa atrás da outra.

Nas letras, temas bem desenvolvidos, como as idas e vidas do amor, as incertezas de nossos rumos e a esperança em momentos mais iluminados. Nos shows, não devem faltar hits como Tédio, Vento Ventania e Timidez, certamente entremeadas com várias dessa nova e inspirada leva de canções. O Biquini Cavadão chega à maturidade artística proporcionando aos fãs um trabalho consistente, profundo, honesto e, acima de tudo, delicioso de se ouvir.

Um Rio Sempre Beija o Mar– Biquini Cavadão:

Braza lança o segundo álbum enfatizando o formato digital

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Por Fabian Chacur

Com dois anos de existência, o grupo carioca Braza já está lançando o seu 2º álbum. Tijolo Por Tijolo está sendo disponibilizado nos formatos CD e digital, e possivelmente (no futuro) em vinil. No entanto, a ideia do trio é ter como foco o digital. “Esse formato deu uma melhorada nos últimos tempos, ficou mais organizado e é muito mais abrangente; tem muito para melhorar, o que é bom, pois incentiva a evolução; não dá para viver disso, mas você também não fica ganhando migalhas”.

Quem deu a explicação acima, em entrevista via fone a Mondo Pop, foi Vitor Isensee (teclados e vocal), que integra o Braza ao lado de Danilo Cutrim (guitarra e voz) e Nicolas Christ (bateria). Ele explica a importância da parceria com a gravadora Deck nessa aposta no digital. “Essa nossa parceria com a Deck é antiga, e envolve também a edição das nossas músicas; eles tem bons contatos nessa área, sabem como trabalhar nesse setor”, elogia.

Para quem nunca ouviu falar desse trio carioca mas acha os nomes de seus integrantes familiares, uma explicação. Na verdade, eles fizeram parte da bem-sucedida banda For Fun, que entre 2001 e 2015 lançou quatro CDs de estúdio e um ao CD/DVD ao vivo, fazendo história na cena rock brasileira dos anos 2000. O grupo acabou em 2015.

“A vontade de encerrar o For Fun é pretérita em relação a fazer outras coisas. Não tínhamos mais as mesmas sintonias artísticas com o Rodrigo Costa (n.da r.: baixista e vocalista do extinto grupo), que tem essa veia mais para o rock, enquanto nós três queríamos fazer algo mais para o reggae. Mas continuamos amigos dele, sem problemas pessoais”.

Mesmo incluindo 3 dos 4 integrantes da formação clássica do For Fun, o Braza é uma banda bastante distinta, na opinião de Vitor. “Por mais que sejamos 3/4 do For Fun, somos uma nova banda, propondo coisas novas sem renegar o que fizemos antes, até por que existem em nosso trabalho anterior sementes do que fazemos atualmente”.

A vontade de trabalhar era tanta que o primeiro álbum, autointitulado, saiu em 2016, e o segundo, agora, algo comum no cenário musical até os anos 1980 mas que ultimamente se tornou raro. O enfoque dos rapazes também teve correções de rota. “O For Fun era mais espontâneo; agora, a gente procura desenvolver o conceito de tudo o que estamos fazendo para chegar a uma identidade própria”.

Para atingir esse objetivo, o trio possui colaboradores que, juntos, formam quase um coletivo, na visão de Vitor. “O Pedro Lobo, por exemplo, tocou baixo e coproduziu os dois álbuns; o Pedro Garcia, que é baterista do Planet Hemp, gravou e mixou os dois discos para nós; e isso também ocorre na parte visual, no clipe etc”.

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Com dez faixas, Tijolo Por Tijolo teve como primeira faixa a ser divulgada a envolvente Ande, com direito a clipe elaborado. “Essa foi a primeira música composta para este disco. Sintetiza bem a sonoridade que a gente está procurando fazer, é uma boa apresentação”.

Tijolo Por Tijolo também traz uma participação ilustre, na faixa Exército Sem Farda. Trata-se da cantora e DJ jamaicana Sister Nancy, uma das precursoras da vertente dancehall do reggae. “Quem fez o nosso contato com ela foi o Bruno Negreiros, que tem forte ligação com o cenário Sound System no Rio; fizemos a gravação via internet, os jamaicanos curtem muito fazer isso, foi uma experiência muito boa”.

O Braza não parou sua agenda de shows para gravar o CD, e continua na estrada, com vários shows já marcados. “O For Fun tinha um público grande, e acho que conseguimos atrair uma parte dele, mas é um recomeço; estamos andando bem mais de van do que nos últimos tempos do For Fun”, avalia Vitor, de forma bem-humorada.

Se há uma preocupação com o lado comercial (“as contas precisam ser pagas”, diz, rindo), Vitor enfatiza o lado artístico. “Com arte, você não pode ficar tempo demais na zona de conforto, é sempre importante ter novos desafios. Estamos com muita vontade de lançar novos trabalhos, tanto que lançamos este pouco tempo após o primeiro, algo que nunca fizemos nos tempos de For Fun”, reflete.

Ouça Tijolo Por Tijolo em streaming aqui .

Ande (clipe)- Braza:

Biquini Cavadão faz um show em SP para lançar novo álbum

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Por Fabian Chacur

Com seu novo álbum, As Voltas Que o Mundo Dá, o Biquini Cavadão realiza um antigo sonho, que era ser produzido por Liminha, um dos grandes nomes do rock e do pop brasileiro de todos os tempos. A banda carioca traz a turnê de lançamento deste trabalho a São Paulo para um único show no dia 23 de março (quinta-feira) às 21h no Teatro Bradesco (rua Palestra Itália, nº 500- 3º andar- loja 263- Pompéia-SP- call center 4003-1212), com ingressos custando de R$ 40,00 a R$ 200,00.

Integrado por Bruno Gouveia (vocal), Carlos Coelho (guitarra e violão), Miguel Flores da Cunha (teclados) e Álvaro Birita (bateria), o Biquini Cavadão só tem palavras elogiosas para definir sua parceria com Liminha, que já trabalhou com Paralamas do Sucesso, Titãs, Gilberto Gil e uma infinidade de outros nomes importantes da nossa música. “Liminha foi um intensivão que fizemos, uma aula de rock nacional e uma injeção ânimo e ideias”, diz Miguel.

As Voltas que o Mundo Dá traz 12 faixas inéditas, com direito a parcerias com os americanos Eric Silver (Um Minuto Com Você) e Beth Hart (A Saudade é o Museu do Amor) e o neozelandês Simon Spire (Para Sempre Seu Maior Amor). Além de produzir, Liminha também toca baixo, guitarra, violão, bandolim e loops no álbum, cuja turnê de divulgação chegará ao Rio de Janeiro no dia 8 de abril, na Fundição Progresso.

Um Rio Sempre Beija o Mar– Biquini Cavadão:

Alaska e Two Places At Once são as atrações do RNR(RJ)

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Por Fabian Chacur

Com quatro anos de existência, o Rio Novo Rock (RNR) tornou-se um dos projetos mais bem-sucedidos entre os dedicados ao novo rock brasileiro. Já estiveram por lá bandas como Dônica, Medulla, Hover e Far From Alaska. Nesta quinta (16) a partir das 20h, no Rio de Janeiro, será a vez de Alaska e Two Places At Once. O local é o Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier-RJ- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 (meia) e R$ 20,00 (inteira).

Oriundo de São Paulo, o grupo Alaska tem seis anos de estrada e é integrado por André Ribeiro (voz e guitarra), Nicolas Csiky (bateria), André Raeder (guitarra), Vitor Dechem (teclados, guitarra e vocais) e Wallace Schmidit (baixo). Sua carreira ganhou força ao gravarem a música Vista no projeto Converse Rubber Tracks. Em 2015, sai o seu álbum de estreia, Onda, no qual mostram um rock melódico e energético, com influências de Rancore, Circa Survive e Thrice.

Os cariocas do Two Places At Once estrearam em 2013, e em 2014 vieram com o EP Differente Selves. O primeiro CD saiu em 2016, Birdtraps. Fazem parte do time Renan Rocha (voz e guitarra), Rodrigo Soares (guitarra), Juan Salinas (baixo) e Victor Barbosa (bateria). Algumas de suas faixas foram usadas em trilhas de programas do canal a cabo Off. Também participam do evento a DJ Suirá e o VJ Miguel Bandeira, garantindo qualidade musical na abertura e nos intervalos.

Alto Mar– Alaska:

O Rio Novo Rock inicia shows em 2017 nesta quinta-feira

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Por Fabian Chacur

Entrando em seu quarto ano de existência, o projeto Rio Novo Rock inicia sua programação de 2017 com shows de duas bandas emergentes do cenário rocker brasileiro. Já passaram pelo evento Dônica, Medulla, Far From Alaska, Selvagens à Procura de Lei e Vespas Mandarinas, entre outros. Desta vez, teremos Overdrive Saravá (FOTO) e Ego Kill Talento. As apresentações rolam nesta quinta(12) a partir das 20h no Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- fone 0xx21- 2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 e R$ 20,00.

Na estrada desde 2012 e oriunda de Niterói (RJ), a banda Overdrive Saravá é integrada por Gregory Combat (vocal), Lucas Botti (guitarra), Thiago Henud (guitarra), Matheus Freire (baixo) e Renan Carriço (bateria). Seu trabalho parte de várias tendências da música brasileira, mescladas de forma criativa e original a elementos do rock internacional. Influências distintas como Raul Seixas, Led Zeppelin, Teatro Mágico, Raimundos e Cartola norteiam sua musicalidade.

Em seu primeiro álbum, Overdrive Saravá, lançado em 2016, o quinteto nos traz oito faixas, entre as quais Mandacaru, Guerreiro do Serrado e 666 Noite. Por sua vez, o Ego Kill Talent surgiu em dezembro de 2014, e lançou até o momento três EPs, com direito a abrir shows para bandas internacionais como Marilyn Manson e Rammstein. O evento também terá as participações da DJ Suirá e do VJ Chico Abreu.

Overdrive Saravá- ouça o CD em streaming:

Drenna lança seu segundo CD com show no Rio de Janeiro

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Por Fabian Chacur

Drenna é uma banda ou uma artista-solo? De certa forma, os dois. Sua líder é a cantor e guitarrista Drenna, que dá nome ao time e é o seu principal destaque. Ao seu lado, temos Junior Macedo (guitarra), Bruno Moraes (baixo) e Milton Carlos (bateria). Eles tocam nesta quinta-feira (24) às 21h30 no Teatro Rival Petrobrás (rua Álvaro Alvim, nº33/37- Centro- Rio de Janeiro- fone 0xx21- 2240-4469), com ingressos a R$ 15,00 e R$ 30,00.

O show marca o lançamento de seu segundo CD, Desconectar, que traz onze faixas vigorosas e nas quais se discutem temas do cotidiano moderno, entre os quais o vício na internet e as complicadas relações pessoais. Entre as músicas, temos a faixa-título, Alívio e Anônimo. O álbum foi produzido por Felipe Rodarte e gravado no estúdio Toca do Bandido, com supervisão artística de Constança Scofield.

Com uma impressionante média de 100 shows por ano, a Drenna lançou seu primeiro trabalho em 2010, e já tocou em vários estados do Brasil. Em seu currículo, parcerias com Fernando Magalhães (Barão Vermelho), Gabriel Thomaz (Autoramas) e Arnaldo Brandão (Hanói Hanói). Além das músicas do novo disco, o grupo promete alguns covers, entre os quais Respect, clássico do repertório de Aretha Franklin.

Desconectar– Drenna:

Blitz e Zeca Pagodinho juntos em nova música; ouça agora!

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Por Fabian Chacur

Dos artistas atualmente em atividade no cenário musical brasileiro, poucos personificam tão bem o Rio de Janeiro como Zeca Pagodinho e Blitz, cada qual no seu estilo próprio. Pois esses dois ícones do jeito carioca de ser resolveram “nadar na mesma praia” desta vez. Eles gravaram juntos Fominha, um dos destaques do novo álbum do grupo, Aventuras II, que sairá no dia 18 no formato digital e até o fim do mês em CD.

A música, uma espécie de reggae pop que é a cara da Blitz, demonstra um bom entrosamento da parceria, que rolou de forma bastante rápida, segundo Evandro Mesquita, cantor e líder da banda. “Zeca é um mestre e amigo reverenciado por nós e foi uma honra ter esse diálogo musical carioca na Blitz. Entre papos sobre Moreira da Silva fiz o convite e ele disse: Não precisa nem mandar a música já topei!”.

Gravado durante os últimos dois anos no estúdio do grupo, o Toca da Onça, no Rio, Aventuras II tenta captar o mesmo clima direto e divertido de As Aventuras da Blitz (1982), primeiro álbum do grupo, que mantém de sua formação clássica Evandro (vocal), Billy Forghieri (teclados) e Juba (bateria). O time atual, que já está há dez anos junto, é completado por Rogério Meanda (guitarra), Cláudia Niemeyer (baixo), Andréa Coutinho (backing vocal) e Nicole Cyrne (backing vocal).

Fominha– Blitz e Zeca Pagodinho:

Bandas 161 e Baroni tocam na nova edição de Rio Novo Rock

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Por Fabian Chacur

Com mais de dois anos de existência, o projeto Rio Novo Rock (RNR) continua a todo vapor, tendo aberto espaços para 57 bandas e 28 DJs, com um público total superando as 12 mil pessoas. A ótima vitrine para o novo rock carioca e brasileiro prossegue nesta quinta (3/11) às 20h no Rio com shows dos grupos 161 e Baroni. O local é o Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meyer- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 e R$ 20,00.

Integrada por Paulo Cesar Baroni (vocal), Dinho Moura Baroni (guitarra), Rodrigo Relva (baixo) e Caio Delgado (bateria), a banda Baroni (FOTO) está na estrada desde 2012, e acaba de lançar o seu primeiro álbum, Quem Somos Nós?, lançado pela via independente. Oriundos da Zona Norte carioca,a banda tem forte histórico militante e acredita no poder transformador da música na existência do indivíduo.

Uma mistura de rock, rap da periferia e reggae praiano é o que nos oferece a banda 161, que tem em sua escalação Gabriel GB Bastos (vocal), Daniel Cardoso (baixo e vocais), Leticia Santos (bateria), Márcio Marques (guitarra) e Victor Fonseca (guitarra). Com pouco mais de dois anos de existência, eles lançaram recentemente Um Troféu Para Todo Fel, e já tocaram na Expomusic (SP), Moto Fest (Niterói-SP), Festival Sostício do Som (Petrópolis-RJ) e Tattoo Week (Rio de Janeiro-RJ), além de participação no programa global Superstar.

Também marcam presença no evento o experiente DJ Roberto Cruz e o igualmente rodado VJ Miguel Bandeira. O RNR costuma ter edições mensais, sempre na primeira quinta-feira de cada mês.

Candeia– Banda Baroni:

Selvagens à Procura de Lei e o Posada e o Clã tocam no RNR

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Por Fabian Chacur

O projeto Rio Novo Rock, que existe há quase dois anos e já teve 28 edições, com direito a 55 bandas e 27 DJs, terá nesta quinta-feira (6) uma das melhores bandas da nova geração do rock Brasil. Trata-se da Selvagens à Procura de Lei (foto), que estará na programação junto com os cariocas da Posada e o Clã. O show será realizado no Rio de Janeiro às 20h no Imperator- Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- RJ- fone 0xx21-2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 e R$ 20,00.

Criada em Fortaleza (CE) e na ativa desde 2009, a banda Selvagens à Procura de Lei é integrada por Gabriel Aragão (vocal, guitarra, piano e violão), Rafael Martins (vocal e guitarra), Caio Evangelista (aixo e vocal) e Nicholas Magalhães (bateria e vocal). Em seu currículo, os álbuns Aprendendo a Mentir (2011), Selvagens à Procura de Lei (2013) e Praieiro (2016). Seu som é uma efervescente mistura de rock com elementos da música brasileira, com resultado contagiante. Leia entrevista com eles aqui .

Representando o Rio de Janeiro nesta edição do RNR, Posada e o Clã tem em sua escalação Carlos Posada (vocal), Bruno Giorgi (guitarra), Gabriel Ventura (guitarra), Hugo Noguchi (baixo) e Gabriel Barbosa (bateria). Com seis anos de estrada, eles lançaram em 2013 o elogiado CD Posada, e atualmente finalizam um novo trabalho, Posada e o Clã 2016, a ser lançado em breve. Completam a programação do evento roqueiro o DJ Pantoja e o VJ Miguel Bandeira.

Tarde Livre– Selvagens a Procura de Lei:

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