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Prêmio Grão de Música terá sua 6ª edição com cerimônia em SP

CD Prêmio Grão de Música 2019 - Capa-400x

Por Fabian Chacur

Em tempos nos quais a cultura está sendo colocada em terceiro plano no Brasil, é mais do que importante valorizar premiações criadas exatamente para celebrar e divulgar a nossa maravilhosa diversidade cultural. Criado em novembro de 2014, o relevante Prêmio Grão de Música celebra a sua 6ª edição felizmente com sua força habitual. A cerimônia de entrega dos 15 troféus deste ano será realizada em São Paulo neste sábado (19) a partir das 19h na Sala Olido (Centro Cultural Olido- avenida São João, nº 473- Centro- fone 0xx11-2899-7370), com entrada gratuita.

Idealizado pela cantora e compositora paraibana Socorro Lira e com realização da Liraprocult, Metanoia-Propósito Nos Negócios e Editora Palavra Acesa, o Prêmio Grão de Música não investe em uma mostra competitiva, e a seleção de seus homenageados é feita de forma atemporal, incluindo desde artistas consagrados até novos nomes. Revelar ou destacar obras e trajetórias artística relevantes, escolhidos por uma curadoria com representantes pelo Brasil afora.

Os vencedores recebem uma estatueta em bronze criada pelo consagrado Elifas Andreato, que também se incumbe de toda a identidade visual da premiação. Os vencedores são representados com uma música de cada em uma coletânea lançada em luxuosa versão em CD digipack distribuída gratuitamente e também disponível no site da premiação (acesse aqui).

A cerimônia de premiação terá o próprio Elifas Andreato como mestre de cerimônias, entregando os troféus ao lado da adorável e competente radialista Claudinha Alexandre. O evento também trará apresentações musicais de três dos vencedores de 2019, Geovana (MG), Márcia Tauil (MG) e Mateus Sartori (SP). Temos vencedores de onze estados brasileiros, entre os quais mestres como Rolando Boldrin e Marlui Miranda.

Eis a relação e as músicas dos vencedores do 6º Prêmio Grão de Música:

01. Boi Brasil – Wilson Dias (MG) (de Wilson Dias e João Evangelista Rodrigues)
02. A Voz do Brasil – Eliakin Rufino (Roraima) (de Eliakin Rufino)
03. Atabaque das Antilhas – Geovana (RJ) (de Geovana)
04. Rota de Colisão – Josyara (BA) (de Josyara)
05. A Demão – Mateus Sartori (SP) (de Meyson)
06. Rio Araguaia – Marlui Miranda (CE) (de Marlui Miranda e Ana Miranda)
07. Eu, a Viola e Deus – Rolando Boldrin (SP) (de Rolando Boldrin)
08. Valsa da Saudade – Sabah Moraes (PA) (de Ney Couteiro e Carlos Brandão)
09. Bagunça no Balaio – Márcia Tauil (MG) (de Márcia Tauil e Melissa Mundim)
10. Barrar do Dia – Filpo Ribeiro (SP) (de Filpo Ribeiro e Vlad)
11. Boa Hora – Alessandra Leão (PE) (de Alessandra Leão e Juliano Holanda)
12. Alegoria de Saudade – Gildomar Marinho (CE) (de Gildomar Marinho)
13. Choro do Céu – Bia Bedran (RJ) (de Bia Bedran)
14. Yurupixuna – Lucilene Castro (AM) (Domínio Público)
15. Maré Rasa (Canção de Partida) – John Mueller (SC) (de John Mueller e Gregory Haertel)
* Entre parênteses estão incluídos os autores de cada composição.

Maré Rasa (Canção de Partida) (clipe)- John Mueller e Ana Paula da Silva:

Yellow Submarine será exibido em Sampa com entrada gratuita

yellow submarine-400x

Por Fabian Chacur

Se você é beatlemaníaco ou fã de cultura pop (ou as duas coisas) e mora em São Paulo, uma ótima notícia. Neste sábado (8), às 17h, será exibido o filme Yellow Submarine (1968), de George Dunning e estrelado por aquele célebre grupo de Liverpool. Detalhe: com resolução digital 4K e trilha remixada em surround 5.1 stereo. E melhor: com entrada gratuita. O local será o Cine Olido (avenida São João, nª 473- República- fone 0xx11-2899-7370).

Lançado em plena era psicodélica, esta animação em longa-metragem tem como cenário Pepperland, uma cidade repleta de cores, música e muito amor. Até que são invadidos pelos abomináveis blue meanies. Como salvar a pátria? Simples: chamando John, Paul, George e Ringo, que, viajando em um adorável submarino amarelo, incumbem-se de vencer os inimigos e restaurar a felicidade antes reinante. Detalhe: com muita música boa na trilha sonora, tipo All Together Now, It’s Only a Northern Song, It’s All Too Much e Yellow Submarine, entre outras. Diversão garantida em 90 viajantes minutos.

Na abertura, será exibido o curta-metragem Make It Soul (2018), ambientado em Chicago em 1965, no Teatro Regal, tendo como mestres de cerimônia e apresentadores ninguém menos do que James Brown e Solomon Burke, dois mestres da black music. São apenas 15 minutos, mas certamente muita coisa boa vai rolar, especialmente em termos musicais.

Essa adorável e bem-vinda exibição gratuita será promovida pelo Animage- Festival Internacional de Animação de Pernambuco, cuja mais recente edição, a 9ª de sua existência, foi realizada em Recife no último mês de outubro, e no qual essa edição incrementada em termos técnicos de Yellow Submarine foi exibida.

Veja o trailer de Yellow Submarine:

5º Prêmio Grão de Música vai ser entregue em São Paulo

premio grao de musica 2018-400x

Por Fabian Chacur

Apesar de crises financeiras e sobressaltos políticos, o Brasil felizmente segue firme e forte em termos culturais. Superando dificuldades, premiações bacanas continuam resistindo e celebrando o melhor da nossa música. Um bom exemplo é o Prêmio Grão de Música, cuja 5ª edição terá sua cerimônia de entrega de troféus no próximo sábado (20) às 19h no Centro Cultural Olido-Sala Olido (avenida São João, nº 473- Centro- fone 0xx11-3331-8399), com entrada gratuita.

Esta edição do projeto criado em 2014 pela cantora e compositora paraibana Socorro Lira premiará artistas oriundos de 12 estados brasileiros, sempre buscando uma abrangência nacional e homenageando artistas escolhidos pela curadoria levando-se em conta o conjunto de suas obras e a trajetória artística dos mesmos. Na cerimônia, teremos apresentações de três desses vencedores: Arraial do Pavulagem (Pará), Celia e Celma (MG) e Maria Juliana (PB).

“O Grão é um espaço dedicado a destacar e revelar obras e trajetórias artísticas relevantes para o país e para a humanidade como um todo; sendo que boa parte não tem divulgação e nem sempre é vista pela crítica especializada, em muitos casos estão ainda fora dos circuitos culturais mais influentes. Penso que o Grão pode ajudar a dar luz a isto e dizer a estes e estas artistas: sua música pode ser para o país inteiro, para o mundo”, explica Socorro Lira.

Se não bastassem as ótimas intenções envolvidas, o troféu é uma estátua de bronze com design feito pelo genial Elifas Andreato, responsável por capa de discos de ícones da nossa música como Chico Buarque, Elis Regina, Martinho da Vila e Clementina de Jesus, entre outros. Ele também criou toda a a identidade visual da premiação.

Além dos troféus, os artistas tem, uma música cada, incluída em uma coletânea promovida pelo Prêmio Grão de Música e disponível em luxuosa versão em CD no formato digipack (com direito a encarte informativo) e também digital (ouça a atual e as anteriores aqui)

Eis os vencedores do 5º Prêmio Grão de Música:

Arraial do Pavulagem (PA)
Caio Padilha (RN)
Carlos Badia (RS)
Carlos Zens (RN)
Celia e Celma (MG)
Chico Aafa (GO)
Clarisse Grova (RJ)
Karynna Spinelli (PE)
Lysia Condé (MG)
Maria Juliana (PB)
Oneide Bastos (AP)
Patricia Polayne (SE)
Sérgio Pererê (MG)
Solange Leal (PI)
Verônica Ferriani (SP)

Patrocínio: Metanoia e Palavra Acesa Editora
Apoio Cultural: Sala Olido, Prefeitura de São Paulo e Ritmiza Produções
Realização: Liraprocult

Dança a Menina– Verônica Ferriani:

Tony Babalu toca com o swing roqueiro na Sala Olido-Sampa

Tony Babalu - Foto Marcos Kishi-400x

Por Fabian Chacur

Em 2017, Tony Babalu lançou um dos melhores discos de qualquer estilo musical no Brasil naquele ano, o envolvente e criativo Live Sessions II (leia a resenha de Mondo Pop aqui). Além de boas críticas, ele recebeu o troféu Catavento, idealizado pelo histórico produtor musical Solano Ribeiro em parceria com a Rádio Cultura. Ele fará show em São Paulo nesta sexta-feira (3) às 19h na Sala Olido (avenida São João, nº 473- Centro- fone 0xx11-3331-8399), com entrada gratuita.

Na ativa desde a década de 1970, o guitarrista, compositor e produtor conseguiu nesses anos todos se consolidar como um dos melhores músicos de rock do Brasil. Além de ter tocado com a banda Made In Brazil e produzir trabalhos de diversos artistas, ele desenvolveu uma carreira solo dedicada ao rock instrumental, conseguindo a proeza de cativar os fãs de ousadia técnica com uma sonoridade capaz de agradar qualquer pessoa que curta rock, sem complicações.

Em seu show na Sala Olido, localizada no Centro Cultural Olido, Babalu mostrará músicas do mais recente álbum, do anterior, o também excelente Live Sessions At Mosh (2014- leia a resenha de Mondo Pop aqui) e também material inédito. Tocarão com ele Adriano Augusto (teclados), Leandro Gusmão (baixo) e Percio Sapia (bateria).

In Black (ao vivo)- Tony Babalu:

Prêmio Grão de Música 2017 faz evento para vencedores

premio grao de musica 2017-400x

Por Fabian Chacur

Mesmo com o advento da internet, ainda são difíceis os espaços para compositores e intérpretes de talento reconhecido. A grande mídia com muita frequência prefere dar oportunidades a apenas um pequeno elenco, enquanto inúmeros artistas de qualidade ficam à margem. Por isso, iniciativas como o Prêmio Grão de Música merecem todo o apoio. Sua 4ª edição será celebrada com a entrega de troféus aos 15 vencedores, com shows de três deles. Rola neste sábado (25) em São Paulo a partir das 19h na Sala Olido (Avenida São João, nº 473- Centro- fone 0xx11-3331-8399), com ingressos gratuitos.

A premiação teve idealização e realização a cargo da cantora e compositora paraibana Socorro Lira, que se vale de recursos e esforços próprios para viabilizar seu projeto. A ideia é destacar anualmente artistas, iniciantes ou veteranos, pelo conjunto de suas obras, e abrange compositores, compositoras e intérpretes oriundos do país inteiro.

Nesta edição, por exemplo, os 15 vencedores são oriundos de 12 estados diferentes. A identidade visual da premiação como um todo fica a cargo do genial designer gráfico e ilustrador Elifas Andreato, que assinou capas de discos de nomes do porte de Elis Regina, Paulinho da Viola e Martinho da Vila, entre muitos outros.

Os shows na Sala Olido ficarão a cargo de Estela Ceregatti, Calé Alencar e Áurea Martins. Cada artista recebe um troféu confeccionado com bronze e a inclusão de uma faixa em uma coletânea com canções dos vencedores, disponível gratuitamente pela via virtual e também no formato CD. Saiba mais sobre essa importante premiação aqui.

Eis os vencedores do Prêmio Grão de Música 2017, e as faixas que cada um interpretou na coletânea produzida pelo evento, com capa assinada por Elifas Andreato que ilustra este post:

01. Flor de Romã (Bartholomeu Mendonça) com Wilma Araújo (Maceió-AL)
02. Não Nasci para o Amor (Juliano Holanda e Thiago Emanoel Martins) com Almério (Caruaru-PE)
03. Vasta Ilha (Ian Faquini e Mauro Aguiar) com Paula Santoro (Belo Horizonte-MG)
04. Viola Quebrada (Mário de Andrade) com Cida Moreira (São Paulo-SP)
05. Cartão Postal (Joésia Ramos e Maria Cristina Gama) com Joésia Ramos(Aracaju-SE)
06. Bola no Bola (Vidal Assis e Hermínio Belo de Carvalho) com Áurea Martins (Rio de Janeiro-RJ)
07. Pé de Crioula (Ana Paula da Silva e Sérgio Almeida) com Ana Paula da Silva
08. Negra (Calé Alencar) com Calé Alencar (Fortaleza-CE)
09. Cunhantã (Zeca Torres, Aníbal Beça e Thiago de Mello) com Márcia Siqueira (Manaus-AM)
10. Milonga Flor (Érlon Péricles) com João Triska (Curitiba-PR)
11. Corpo (Déa Trancoso) com Déa Trancoso (Almenara-MG)
12. Açoite da Brisa Monte (Jânio Arapiranga) com Jânio Arapiranga (Arapiranga-Rio de Contas-BA)
13. Os Desejos da Mulher (Mocinha de Passira) com Mocinha de Passira e Luzivan Matias (Passira-PE)
14. Noite de São João (Fred Martins e Alberto Caieiro) com Fred Martins (Niterói-RJ)
15. Segundo Quarto (Estela Ceregatti) com Estela Ceregatti (Cuiabá-MT)

Viola Quebrada (ao vivo)- Cida Moreira:

Zé Brasil mostra seu primeiro disco solo com show em SP

Ze Brasil (cantor e compositor) - Foto Marcos Trojan 2017 PB (3)-400x

Por Fabian Chacur

Em sua canção Orra Meu, Rita Lee disse que “roqueiro brasileiro sempre teve cara de bandido”. Na verdade, eles tem é cara de heróis. Pelo menos, aqueles pioneiros, oriundos das décadas de 50, 60 e 70. Tipo o cantor, compositor e músico Zé Brasil. Na estrada há mais de 40 anos, o cara continua aí, firme e forte. Ele é a atração em São Paulo neste sábado (12) às 19h na Sala Olido (avenida São João, nº 473- Centro- fone 0xx11-3331-8399), com ingressos a módicos R$ 10,00 (meia) e R$ 20,00 (inteira).

Nesse show, Zé Brasil mostrará o repertório de seu 1º disco solo, autointitulado. O disco traz uma profissão de fé em rock consistente, ora energético, ora viajante, com direito a vocais na melhor linha Bob Dylan e letras que vão direto ao assunto em termos de amor, paz, rebeldia do bem e esperança em um futuro melhor. Ao seu lado, Julio Manaf (guitarra), Mário Baraçal (baixo), Jimmy Pappon (teclados) e Silvia Helena (voz e percussão), esta última esposa e talentosa parceira.

O álbum conta com participações especialíssimas de, entre outros, Edgard Scandurra (Ira!), Rolando Castello Junior (Patrulha do Espaço), Adriano Grineberg, Akira S e Billy Forghieri (Blitz). e traz 11 faixas bem bacanas, entre as quais Segredo da Vida, Borocoxô, Big Brother, Passarinho Rock And Roll, Victor e Louco de Rock, todas inéditas, além da releitura de Novo Eden, dueto do Zé com Silvia que é a faixa mais conhecida do artista em termos discográficos.

Embora só tenha lançado um álbum solo agora, Zé Brasil é figura conhecidíssima no cenário rocker brasileiro desde os anos 1970, tendo integrado bandas como Apokalypsis, Space Patrol (Patrulha do Espaço) e UHF. Ele também capitaneia o belo projeto 70 de Novo, que procura resgatar os elementos que tornaram o rock daquela era tão especial. E, além de tudo isso, é uma figuraça, um daqueles caras com quem você é capaz de conversar durante horas, sem sentir.

Zé Brasil-Zé Brasil (CD na íntegram em streaming):

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