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Rafa Castro lança Fronteira e faz um show em São Paulo

Rafa Castro - Foto Lorena Dini 2018 HZ (3)-400x

Por Fabian Chacur

Com menos de dez anos de carreira, o pianista, compositor e cantor mineiro Rafa Castro já possui um currículos bastante respeitável. Radicado em São Paulo há um ano, ele mostra o resultado dessa sua nova fase com o CD Fronteira. O lançamento do álbum será em sua atual cidade, com show nesta quinta (5) às 20h no Teatro Unibes (rua Oscar Freire, nº 2.500- fone 0xx11-3065-4333), com ingressos a R$ 20,00(meia) e R$ 40,00 (inteira).

No caso específico de Rafa e deste trabalho, a palavra fronteira significa uma junção que une o que está separado para tornar algo novo. “Fronteira é um momento de descobrimento, no qual trago a carga afetiva das minhas influências; consegui juntar dois pilares, a ‘música de Minas’ e meu trabalho de trilhas sonoras, num trabalho que faz sentido para mim”, define o artista. Marcam presença no CD artistas como Monica Salmaso, Teco Cardoso, Léa Freire e Neymar Dias, bons amigos dessa sua nova fase paulistana.

Nascido em São João Nepomuceno (MG), Rafa inicialmente descobriu o prazer de tocar um instrumento musical através do violão. O piano só entrou em sua vida aos 19 anos, mas com força suficiente para se tornar seu pilar criativo e profissional a partir daquele momento. Ele estudou na Universidade de Música Popular Bituca (Barbacena-MG), e depois mergulhou de vez na profissão com força total.

Rafa Castro é autor de trilhas sonoras para cinema (Cacos de Vitral-2015 e Modorra-2016) e teatro. Ele também gravou o DVD/CD Teias (2013) em parceria com o consagrado tecladista mineiro Túlio Mourão, conhecido por suas trilhas para o cinema e com Milton Nascimento. Túlio é só elogios para com ele. “Fiquei impressionado com a jovialidade e o destemor tanto harmônico como melódico dele”, comenta o músico.

Além de músicas de Fronteira, o show desta quinta-feira também trará releituras de músicas de Milton Nascimento (Vera Cruz), Caetano Veloso (O Quereres) e Lô Borges (Trem Azul), entre outros. Ele terá a seu lado uma banda composta por Vinícius Gomes (guitarra), Igor Pinheiro (baixo) e Gabriel Alterio (bateria).

Fronteira (clipe)- Rafa Castro:

Bixiga 70 toca Quebra Cabeça em 3 shows no Sesc Pompeia

Bixiga 70 - créditos Nicole Heiringer-400x

Por Fabian Chacur

A música instrumental brasileira continua efervescente, com artistas de várias gerações firmes, fortes e criativos mostrando seus incríveis talentos. Um dos grupos mais bacanas surgidos nesta década atende pelo nome de Bixiga 70. Oriundos do célebre bairro paulistano, eles lançarão seu 4º álbum, Quebra Cabeça, com shows de 19 a 21 de julho (quinta a sábado), sempre ás 21h30, no Sesc Pompeia (rua Clélia, nº 93- Pompeia- fone 0xx11-7700), com ingressos de R$ 9,00 a R$ 30,00.

Quebra Cabeça, na definição deles, baseia-se na própria história da banda, que já tocou nesses anos todos em inúmeros lugares bacanas no Brasil e no exterior e se desenvolveu enquanto time musical no Traquitana, estúdio que equivale a uma espécie de casa para os rapazes. O produtor Gustavo Lenza é seu parceiro na produção musical deste novo álbum, enquanto o trabalho gráfico da capa mais uma vez fica por conta do talentoso Maurício Zuffo Kuhlmann (MZK).

O Bixiga 70 é integrado por Décio 7 (bateria), Marcelo Dworecki (baixo), Cris Scabello (guitarra), Mauricio Fleury (teclado e guitarra), Rômulo Nardes e Gustávo Cék (percussão), Cuca Ferreira (sax barítono), Daniel Nogueira (sax tenor), Douglas Antunes (trombone) e Daniel Gralha (trompete). Sua sonoridade instrumental mescla a música brasileira em suas várias vertentes com música africana, jazz e o que mais pintar, com muito groove e pegada dançante contagiante.

Bixiga 70 (2013)- Bixiga 70 (ouça em streaming):

Paulinho Moska volta a tocar com banda em Sampa no Sesc

Moska - SESC PINHEIROS Credito Flora Negri (6)-400x

Por Fabian Chacur

Durante três anos, Paulinho Moska apresentou com sucesso o show totalmente solo Violoz- Moska, Violão e Voz. Desta vez, o cantor, compositor e músico carioca volta a ter músicos a seu lado em um novo espetáculo, Moska e Banda, que chega a São Paulo neste sábado (23) às 21h e domingo (24) às 18h no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, nº 195- Pinheiros- fone 0xx11-3095-9400), com ingressos de R$ 15,00 a R$ 50,00.

Com quatro músicos a seu lado, Moska investirá em um formato mais próximo do pop-rock. O repertório trará vários de seus maiores hits, entre os quais Pensando em Você, A Seta e o Alvo, A Idade do Céu, Somente Nela e Namora Comigo. Ele também apresentará canções inéditas que está preparando para um próximo lançamento, como Que Beleza a Beleza, O Jeito é Não Ficar Só e Bem Na Mira.

Moska comemora com esse novo show 25 anos de uma carreira-solo iniciada em 1993 com o álbum Vontade. Ele atualmente comemora a ótima repercussão que seu mais recente single, Minha Lágrima Salta, está conseguindo como um dos temas da novela global destinada ao público adolescente Malhação Vidas Brasileiras.

Com 50 anos de idade, Paulinho Moska iniciou sua carreira integrando os grupos Garganta Profunda e Inimigos do Rei, lançando entre 1986 e 1990 dois álbuns com cada um deles. Depois, partiu para a carreira-solo, lançando mais de dez álbuns e também um em dupla com o argentino Fito Paes (Locura Total, de 2015). Versátil, ele também apresenta desde 2006 o programa Zoombido no Canal Brasil e atua como ator.

Minha Lágrima Salta– Paulinho Moska:

Cibele Codonho lança seu 1º CD solo com um show em SP

cibele codonho by marco aurelio olimpio-400x

Por Fabian Chacur

Cibele Codonho estreou em disco em 1998 com Vocalise, integrando ao lado de Leni Requena e Solange Codonho o grupo vocal A Três. Em 2005, foi a vez de gravar em parceria com Filó Machado Tom Brasileiro, álbum no qual releram canções de Tom Jobim. Desta vez, esta talentosa cantora paulistana nos oferece o primeiro CD solo, Afinidade, que será lançado em São Paulo com show no dia 21 (quinta-feira) às 21h no Sesc Pompeia (rua Clélia, nº 93- Pompeia- fone 0xx11-3871-7700), com ingressos de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Afinidade é uma verdadeira aula de, digamos assim, “brazilian jazz”, pois traz um repertório de 12 músicas assinadas por grandes compositores brasileiros, como João Bosco, Aldyr Blanc, Milton Nascimento, Edu Lobo, Paulo Cesar Pinheiro, Johnny Alf e João Donato, vestidas em envolventes arranjos sofisticados e de inspirado tempero jazzístico. Cibele se vale dessa roupagem sonora para desfilar com sua bela e afinada voz aguda, em resultado impecável.

O álbum tem convidados especiais como o amigo Filó Machado, o cantor americano Mark Kibble (líder do célebre grupo vocal Take 6), o baterista americano Lewis Nash, o guitarrista Natan Marques, o saxofonista Roberto Sion, o pianista Michel Freidenson e o baixista Sizão Machado, além de uma afiada banda base comandada por Pichu Borrelli, que também se incumbiu com classe de teclados e arranjos.

O repertório traz maravilhas do naipe de Casa de Marimbondo, Coisas da Vida, A Paz, Mamãe Natureza, Vento Bravo, Love Dance/Lembrança e Amado. Além das canções do CD, também teremos no show Desafinado e Resposta ao Tempo. A banda será composta por Pichu Borrelli (direção musical, piano e arranjos), Sidiel Vieira (baixo), Fabio Canella (bateria) e Danilo Silva (guitarra), com participações especiais de Filó Machado (violão), Léa Freire (flauta) e Carlinhos Antunes (korah n’goni).

Love Dance/Lembrança-Cibele Codonho e Mark Kibble:

Banda Marrakesh mostra seu primeiro álbum em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Ao contrário do que alguns eternos apressadinhos adoram repetir mundo afora, o rock não só não morreu como continua por aí, firme e forte. Um bom exemplo brasileiro é a banda curitibana Marrakesh. Na ativa desde 2014, mostra um som melódico, ora etéreo, ora mais ardido, e com muita qualidade. Eles mostram seu primeiro álbum, Cold As Kitchen Floor, lançado pelo selo Balaclava Records, em show nesta terça (22) a partir das 19h no Void General Store SP (rua Martin Carrasco, nº 56- Pinheiros- fone 0xx11-3031-088), com entrada livre.

A atual formação do grupo de Curitiba (PR) traz Bruno Tubino Czarnobay (guitarra e vocal), Lucas Cavallin (guitarra e vocal), Matheus Castella (bateria), Nicholas Novak (baixo) e Thomas Volobodo Berti (synths e beats). Seu primeiro lançamento ocorreu em 2016, o EP Vassiliki, do qual se destaca a faixa Sheer Night. Eles também releram de forma surpreendente Canto de Ossanha, clássico de Baden Powell e Vinícius de Moraes e rara incursão deles por uma música em português.

Cold As Kitchen Floor traz 12 faixas e já está disponível nos serviços de streaming. A faixa Moonhealing está sendo divulgada por um clipe muito interessante dirigido por Fernando Moreira. Também estão na programação desta terça (22) da Void General Store SP o duo português Ermo e o DJ S4v4n4. A banda Marrakesh, que tocou em 2017 em Barcelona, Espanha, voltará a se apresentar em São Paulo neste sábado (26) no festival XXXBórnival, que será realizado na casa de shows Áudio.

Moonhealing (clipe)- Mahakesh:

Caetano e filhos lançam o seu CD/DVD Ofertório em Sampa

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Por Fabian Chacur

Ofertório é o título de uma canção de Caetano Veloso lançada originalmente em 1997 que foi escolhida como o título do DVD/CD que o genial cantor, compositor e músico baiano gravou ao vivo com os filhos Moreno, Zeca e Tom. Esse trabalho será lançado nacionalmente em shows em São Paulo nos dias 25 e 26 de maio (sexta e sábado) às 22h30 no Espaço das Américas (rua Tagipuru, nº 795-Barra Funda- fone 0xx11-2027-0777), com ingressos de R$ 70,00 a R$ 380,00.

O show dá prosseguimento à turnê intitulada Caetano Moreno Zeca Tom Veloso, iniciada no Rio em outubro de 2017 e que deu origem a Ofertório. No palco, temos apenas o autor de Sampa e seus três filhos, sendo que o patriarca toca violão e canta, enquanto o resto da prole também canta e investe em violões e outros instrumentos.

O repertório traz clássicos de Caetano, como O Seu Amor, O Leãozinho, A Tua Presença Morena e Reconvexo, canções conhecidas de autoria de Moreno como Um Passo à Frente e How Beautiful Could a Being Be e também músicas de autoria de Zeca e Tom, com direito a algumas inéditas escritas pelos quatro autores.

Em texto promocional, Caetano justifica o projeto: “Há muito tempo tenho vontade de fazer música junto a meus filhos publicamente. Desde a infância de cada um deles gosto de ficar perto. Cada um é um. Sempre cantei para eles dormirem. Moreno e Zeca gostavam. Tom me pedia para parar de cantar. Indo por caminhos diferentes, todos se aproximaram da música a partir de um momento da vida. Quero cantar com eles pelo que isso representa de celebração e alegria, sem dar importância ao sentido social da herança”.

O Seu Amor (ao vivo)- Caetano, Moreno, Zeca e Tom:

Jane Duboc interpreta hits em show no Sesc Pompeia (SP)

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Por Fabian Chacur

A carreira de Jane Duboc equivale a uma belíssima viagem pelo mundo da música. Esta incrível cantora paraense está há mais de 40 anos na estrada, período durante o qual se consolidou como uma artista do mais alto gabarito. Menos reconhecida do que deveria pela mídia brasileira, ela dá uma geral em seus hits e momentos mais estelares no show Uma Vida Para a Música, que será apresentado em São Paulo nesta sexta (20) às 21h no Sesc Pompeia (rua Clélia, nª 93- Pompeia- fone 0xx11-3871-7700), com ingressos custando de R$ 9,00 a R$ 30,00 (mais detalhes aqui).

No repertório dessa apresentação, teremos canções que estiveram nas paradas de sucesso nos anos 1980 e 1990. Entre elas, estão escaladas Chama da Paixão, Sonhos, Manuel o Aldaz, Besame, Só nós Dois, Todo Azul do Mar e Partituras. São músicas que frequentaram programas de TV e trilhas de novelas, em uma época que material de qualidade também conseguia essa façanha, hoje não tão simples.

Nascida em Belém (PA) em 16 de novembro de 1950, Jane Duboc morou por seis anos nos EUA quando ainda era adolescente. Nesse período, estudou orquestração, canto lírico, flauta e arte dramática na Faculdade de Música da Universidade da Georgia. Por lá, casou com o músico Jay Anthony Vaquer, que tocaria com Raul Seixas. Juntos, tiveram o filho Jay Vaquer, hoje um dos nomes mais promissores da nova geração.

Ao voltar ao Brasil em 1977, depois de trabalhar como cantora, musicista e professora nos EUA, ela participou de shows de Egberto Gismonti, integrou pequenos grupos musicais e gravou jingles, entre outras ocupações. Em 1980, lançou Languidez, seu primeiro álbum solo, que contou com participações especiais de Toninho Horta, Djavan e Sivuca, além de divulgação com clipe no Fantástico. Em 1982, obteve como intérprete o terceiro lugar no MPB Shell, promovido pela Rede Globo, com a canção Doce Mistério (Tentação).

Versátil, ela participou em 1983 do hoje clássico álbum O Grande Circo Místico, de Chico Buarque e Edu Lobo, cantando Valsa dos Clowns, e como vocalista do álbum Depois do Fim, do grupo de rock progressivo carioca Bacamarte. Bastante conhecida e respeitada entre os colegas, ela ainda não havia obtido um grande sucesso comercial. Isso viria logo a seguir, e de forma bastante significativa.

Em 1987, Jane lançou seu primeiro álbum pela gravadora Continental, e nele incluiu as duas canções que invadiram as paradas de sucesso de todo o país logo a seguir: as românticas Chama da Paixão e Sonhos, que a levaram a participar de programas populares de TV. A partir daí, até meados dos anos 1990, teve presença constante em trilhas de novelas.

Mesmo sem tanta divulgação na grande mídia, a carreira de Jane nos últimos 25 anos é repleta de momentos importantes. Em 1992, por exemplo, lançou o belo Movie Melodies, com releituras personalizadas de grandes temas de filmes. Em 1994, gravou em parceria com o consagrado músico de jazz americano Gerry Mulligan o álbum Paraíso, lançado no exterior pelo prestigiado selo Telarc Jazz Records.

Em alguns momentos, ela dedicou álbuns inteiros a repertório de compositores que admira. Ela fez isso com as obras de Flávio Venturini (Partituras, 1995), Egberto Gismonti (Canção da Espera, 2008) e o filho Jay Vaquer (Sweet Face Of Music, 2010). De 2000 a 2011, foi sócia da gravadora Jam Music, que durante sua existência lançou álbuns dela e de artistas como Angela Ro Ro, Beth Carvalho, Alaíde Costa, Oswaldo Montenegro, Celso Viáfora e Cristina Buarque, entre outros.

Seu mais recente trabalho é o CD Duetos, no qual conta com as participações especiais de Bianca e Egberto Gismonti, Oswaldo Montenegro, Celso Fonseca, Fábio Jr., Toquinho, Roupa Nova e Roberto Menescal. Ah, quer mais uma, e das boas, para finalizar? Jane participou em 6 de outubro de 1993, no Olympia, em São Paulo, de um show do astro do rock Peter Gabriel, cantando com ele Blood Of Eden. E acreditem: faltou muita coisa feita por ela nesse post. Muita mesmo!

Besame– Jane Duboc:

Brian McKnight faz show em SP c/ Cesar Camargo Mariano

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Por Fabian Chacur

Um belo encontro de dois badalados nomes da música. Este é o roteiro da nova edição do projeto beneficente Música Pela Cura, promovido pela Tucca (Associação Para Crianças e Adolescentes com Câncer). A apresentação reunirá o cantor, compositor e músico americano Brian McKnight e o pianista, compositor e arranjador brasileiro Cesar Camargo Mariano. O show será realizado no dia 18 (quarta-feira) às 21h na Sala São Paulo (Praça Júlio Mesquita, nº 16- Campos Elísios- fone 0xx11-2344-1051), com ingressos de R$ 120,00 a R$ 320,00.

Criada há 20 anos, a Tucca é uma organização não governamental que oferece tratamento multidisciplinar de excelência a crianças e adolescentes carentes com câncer, sem cobrar nada de paciente e familiares. Já foram atendidos por essa ONG mais de três mil pessoas, com taxas de cura próxims a 80%, em parceria com o Hospital Santa Marcelina. A renda obtida com este show será doada aos seus projetos.

Além de McKnight nos vocais e Cesar no piano, o show terá em cena Danilo Santana (teclados), Marcelo Mariano (baixo), Peter Farrell (guitarra e violão), Marcelo Martins (sax e flauta), Jessé Sadoc (trompete) e Cuca Teixeira (bateria). O repertório trará grandes hits do astro do r&b americano como Back At One, Crazy e One Last Cry e também clássicos da nossa música arranjados pelo consagrado músico brasileiro especialmente para esta ocasião.

Com 48 anos de idade, Brian McKnight é cantor, compositor e multi-instrumentista. Ele é irmão mais novo de Claude McKnight III, integrante do bem-sucedido grupo vocal Take 6, e lançou seu primeiro álbum, autointitulado, em 1992. Investindo em um r&b romântico e melódico, ele emplacou quatro de seus álbuns entre os 10 mais da parada americana, entre os quais Back At One (1999), cuja faixa-título se manteve durante oito semanas em 2º lugar entre os singles mais vendidos, superada apenas por Smooth, de Carlos Santana.

McKnight gravou duetos de sucesso com artistas do porte de Mariah Carey, Vanessa Williams, Boys II Men e Earth, Wind & Fire, entre outros. No Brasil, gravou em 2002 uma nova versão de Back To One ao lado de Ivete Sangalo, e em 2013, Easier (Mais Fácil), com o grupo Sorriso Maroto. Seus trabalhos mais recentes são o CD/DVD/Blu-ray gravado ao vivo An Evening With Brian McKnight (2016-incluindo um dueto com o astro canadense Gino Vanelli) e Genesis (2017).

Na estrada desde a década de 1960, Cesar Camargo Mariano integrou os grupos Sambalanço Trio e Som Três no início de sua carreira. Depois, ficou famoso como arranjador e produtor de Wilson Simonal e Elis Regina, entre outros. Ele desenvolveu uma carreira própria que traz mais de trinta lançamentos, incluindo parcerias com Nana Caymmi, Hélio Delmiro, Romero Lubambo, Leny Andrade, Wagner Tiso e o filho Pedro Mariano. Cesar é cultuado mundialmente graças a um trabalho que mescla o culto às tradições com belos mergulhos na modernidade.

Saiba mais sobre o Tucca e o projeto Música Pela Cura aqui.

Back At One (videoclipe)- Brian McKnight:

Mauricio Einhorn comemora em Sampa 80 anos de carreira

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Por Fabian Chacur

Com o show 80 Anos de Gaita, o gaitista e compositor carioca Mauricio Einhorn celebra oito décadas de uma carreira brilhante e repleta de pontos altos. Ele mostra em São Paulo esse novo espetáculo de sexta (13) a domingo (15), sempre às 19h15, com entrada gratuita, na Caixa Cultural São Paulo (Praça da Sé, nº 111- Centro- fone 0xx11-3321-4400). No sábado (14), também será exibido às 18h o documentário sobre sua trajetória musical, Estamos Aí, de 2013 e dirigido por Rodolfo Novaes.

Mauricio Einhorn e sua gaita terão a seu lado nos shows em São Paulo Alberto Chimelli (teclados), Luis Alberto (contrabaixo) e João Côrtez (bateria). O repertório, essencialmente de composições de sua autoria, será uma viagem por esses anos todos de estrada, com direito a clássicos do alto calibre de Estamos Aí, Já Era, Valsa Para Marina, Tema de Amor, Tristeza de Nós Dois e Conexão Leme, entre várias outras.

Descendente de poloneses, o músico carioca iniciou sua carreira ainda criança, e na década de 1940 já se apresentava em programas de rádio. A partir da década de 1950, firmou-se no setor dos shows em casas noturnas, além de iniciar a trajetória como compositor, sendo parceiro de gente do porte de Eumir Deodato, Johnny Alf, Durval Ferreira e Sebastião Tapajós. Ele tocou com Nina Simone, Sarah Vaughan, Herbie Mann e Toots Thielemans, entre outros astros internacionais.

O músico teve participação importante em movimentos musicais do Brasil como a Bossa Nova e a MPB, e viu suas composições gravadas por Tom Jobim, Leny Andrade, Paquito D’Rivera e Cannonball Adderley, além de gravar, como músico, com Chico Buarque, Gilberto Gil e Claudette Soares. Dono de um estilo próprio de tocar, Einhorn também manteve paralelamente uma carreira solo dedicada à música instrumental, e se tornou inspiração para diversos outros gaitistas.

Batida Diferente– Mauricio Einhorn:

Danilo Caymmi revisita hits e releituras com show em SP

Danilo Caymmi. Foto - Ana Carvalho (3)-400x

Por Fabian Chacur

Há 50 anos, Danilo Caymmi viu pela primeira vez uma música de sua autoria, Andança (parceria dele com Paulinho Tapajós e Edmundo Souto Neto), fazer sucesso. A canção atingiu o 3º posto no Festival Internacional da Canção, interpretada por Beth Carvalho e Golden Boys. Desde então, o filho de Dorival Caymmi ampliou e muito seus horizontes profissionais. Ele se apresenta neste sábado (24) às 21h30 em São Paulo no Tupi or Not Tupi (rua Fidalga, nº 360- Vila Madalena- fone 0xx11-3813-7404), com ingressos a R$ 80,00.

Nascido no Rio de Janeiro, Danilo Candido Tostes Caymmi completou 70 anos de idade no último dia sete. Apesar de filho de um dos grandes nomes da história da nossa música, ele não pensava inicialmente em seguir a profissão do autor de Só Louco. Uma participação no álbum Caymmi Visita Tom (1964), que reuniu Tom Jobim e Dorival Caymmi, marcou sua estreia em disco, com apenas 16 anos. A carreira como compositor, músico e intérprete ganhou força nos anos 1970.

Na década de 1980, integrou a célebre Banda Nova, que acompanhou em discos e shows pelo mundo Tom Jobim. E foi nela que ele passou a desenvolver mais o seu talento como cantor, incentivado pelo Maestro Soberano. Desde então, consolidou uma carreira solo brilhante, na qual conciliou composições próprias com releituras de canções alheias, sempre com classe e a rara capacidade de conciliar sofisticação com um apelo popular em suas gravações.

Leia entrevista de Mondo Pop com Danilo Caymmi aqui.

Seu mais recente trabalho, Danilo Caymmi Canta Tom Jobim, traz 11 releituras de clássicos de Tom, com direito á participação especial da cantora Stacey Kent em Estrada do Sol. Dá para se esperar alguma coisa deste CD no show deste sábado (24), além de clássicos como Andança, Casaco Marrom e algumas do papai famoso. Além dele nos vocais e flauta, teremos no palco o experiente pianista, arranjador, compositor e maestro paulistano Marinho Boffa. Um show minimalista e certamente com os deliciosos “causos” que Danilo narra tão bem.

Casaco Marrom– Danilo Caymmi:

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