Mondo Pop

O pop de ontem, hoje, e amanhã...

Tag: são paulo (page 1 of 20)

Tony Babalu fará dois shows gratuitos na Sala Olido (SP)

tony-babalu-400x

Por Fabian Chacur

Quem curte rock instrumental de primeiríssima linha terá duas boas oportunidades de conferir ao vivo um dos craques dessa praia no Brasil. O guitarrista, compositor e produtor Tony Babalu fará duas apresentações gratuitas em São Paulo no Centro Cultural Olido- Sala Olido (avenida São João, nª 473- Centro- fone 0xx11-2899-7370). Os shows serão nas duas próximas sextas-feiras, respectivamente dias 15 e 22, sempre às 19h. Um baita de um programa para os fãs de boa música, ainda mais por esse preço…

Babalu terá a seu lado os afiadíssimos Adriano Augusto (teclados) e Leandro Gusman (baixo) e uma novidade na banda que o tem acompanhado nos últimos tempos, o experiente Claudio Tchernev (bateria), com um currículo respeitável e repleto de trabalhos ao lado dos Mutantes, Cláudio Zoli, Chico Cesar, Elba Ramalho e muitos outros, além de ser professor de música.

No repertório, teremos basicamente músicas dos ótimos e mais recentes CDs do artista, Live Sessions At Mosh (2014) e Live Sessions II (2017), trabalhos gravados ao vivo no lendário estúdio Mosh, em São Paulo, nos quais o músico mostra sua fusão de rock, blues, black music e jazz. Babalu é um estilista da guitarra, tocando de forma classuda e inspirada. Leia mais sobre ele e seus impecáveis trabalhos em mais de 40 anos de carreira aqui.

Veia Latina (ao vivo)- Tony Babalu:

Choro Pra Cinco fará os seus primeiros shows em São Paulo

choro pra cinco-400x

Por Fabian Chacur

O choro, ou chorinho, é um dos gêneros mais belos e nobres da música brasileira. Centenário, nunca some totalmente de cena, para felicidade de quem tem bom gosto e sabe escolher boas opções sonoras para curtir. Uma das formações mais bacanas da atualidade nessa praia é o Choro Pra Cinco, de Brasília, que enfim fará suas primeiras apresentações ao vivo em São Paulo, ambas com entrada gratuita. A primeira nesta quinta (14) às 19h no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, nª 1.000- Paraíso- fone 0xx11-3397-4002) e a segunda nesta sexta (15) às 19h na Galeria Olido (Avenida São João, nª 473- Centro- fone 0xx11-3331-8399).

Criado em 2012 na capital brasileira, o Choro Pra Cinco é integrado por Thanise Silva (flauta), George Costa (violão), Vinícius Magalhães (violão 7 cordas), Pedro Molusco (cavaquinho) e Gabriel Carneiro (pandeiro). Eles tem como principal mérito, além da perfeita coesão instrumental, o fato de mesclarem com inteligência nos shows clássicos do chorinho e da MPB com várias composições próprias, o que dá um sotaque próprio ao seu trabalho.

Essa habilidade está plenamente presente em seu álbum Caminho dos Ventos, disponível em CD e também nas principais plataformas digitais. Este trabalho altamente recomendável traz dez faixas, entre elas as deliciosas Pela Sombra (Thanise Silva), Âncora (George Costa), Antes Que Eu Me Esqueça (George Costa e Vinícius Magalhães), Pergunta Pra Rafa (Vinícius Magalhães), Sutil (Hamilton Costa e Sebastião Tapajós) e É Nessa Que Eu Vou (Rafael dos Anjos).

Nesses sete anos de estrada, o quinteto brasiliense fez vários shows em sua cidade natal e também em Araxá (MG), Curitiba, Recife e, agora, São Paulo. Eles já realizaram duas consistentes turnês internacionais, com direito a shows em locais fechados e ao ar livre e workshops na Alemanha, França, Suíça e Bélgica (veja um registro em vídeo da segunda tour aqui).

Pela Sombra (clipe)- Choro Pra Cinco:

Ritchie relê seus vários hits com requinte em show em São Paulo

Ritchie-e-Blacktie-Foto-Paulo-Rapoport-400x

Por Fabian Chacur

A essa altura dos acontecimentos, pode-se se dizer, sem medo de errar, que Richard David Court é bem mais brasileiro do que inglês. Afinal de contas, o cantor, compositor e músico britânico de 66 anos viveu 46 deles na Terra Brasilis, incorporando à sua personalidade a simpatia e informalidade típicas dos nascidos aqui. Mas ele conserva marcas britânicas como a educação e o refinamento. É dessa forma chique e popular que ele se apresentará nesta sexta (21) às 21h30 em São Paulo no Tupi Or Not Tupi (rua Fidalga, nª 360- Vila Madalena- fone 0xx11-3813-7404), com ingressos a R$ 120,00.

A sofisticação começa não só pelas roupas elegantes vestidas pelo comandante da festa e seus parceiros, mas especialmente pela alta categoria desses músicos que integram a banda de apoio de Ritchie, batizada não por acaso de Black Tie. Integram o timaço os incríveis Mário Manga (cello e guitarra), Fernando Nunes (baixo), Tuco Marcondes (violão de aço), Fabio Tagliaferri (viola de arco) e Kuki Stolarski (bateria), músicos com currículos equivalentes a listas telefônicas.

O repertório fará um verdadeiro voo de coração pelos diversos hits de Ritchie nos anos 1980, sua época de maior popularidade, durante a qual era presença garantida em programas de TV populares. Com versões mais acústicas e requintadas, hits como Menina Veneno, Voo de Coração, Casanova, Pelo Interfone e Transas estão garantidos. Tomara que rolem também algumas das faixas do recente álbum Old Friends- The Songs Of Paul Simon (2016), no qual o cantor releu ao lado da Black Tie clássicos do grande Paul Simon com muita categoria.

Old Friends- Songs Of Paul Simon (ouça em streaming):

Cris Narchi interpreta canções natalinas neste sábado (15) em SP

cris narchi 1-400x

Por Fabian Chacur

Dezembro é um mês cuja data máxima é sem sombra de dúvidas o natal. Em torno dele, giram o comércio, as emoções, o carinho e a oportunidade da reunião da família em torno de uma mesa farta e bem arrumada. Também temos o predomínio das canções feitas especialmente para a ocasião, e shows temáticos. E é exatamente um deles que a cantora Cris Narchi irá proporcionar ao público neste sábado (15) às 11h em São Paulo, na Praça Pereira Coutinho, Vila Nova Conceição, com entrada gratuita.

Com produção a cargo dos consagrados Luiz Carlos Maluly e Marcos Caixote Pontes, Cris irá interpretar um repertório de canções natalinas para encantar os corações das mais diversas gerações, com direito a All I Want For Christmas Is You e Jingle Bells. A intérprete atualmente prepara o lançamento de um novo single, e investe em uma sonoridade que mescla soul, pop, MPB e muito mais, sempre com direito a muita emoção e qualidade artística (leia mais sobre ela aqui).

The Greatest Love Of All (ao vivo)– Cris Narchi:

Luiz Ayrão revisita seus hits e clássicos alheios em São Paulo

luiz ayrao-400x

Por Fabian Chacur

Luiz Ayrão é um artista cujo currículo é dos mais responsáveis. Começou a ser conhecido no cenário musical como compositor, e nos anos 1970 tornou-se um dos grandes nomes da nossa música popular. Ele será a atração nesta sexta-feira (14) às 21h30 em São Paulo no Sesc Belenzinho- Comedoria (rua Padre Adelino, nª 1.000- Belenzinho- fone 0xx11-2076-9700), com ingressos de R$ 6,00 a R$ 20,00. Ele será acompanhado pela banda Catedral do Samba, composta por seis músicos.

Nascido no Rio de Janeiro em 19 de janeiro de 1942, este cantor, compositor e músico tirou a sorte grande ao ter músicas como Nossa Canção e Ciúme de Você gravadas por ninguém menos do que Roberto Carlos, quando o Rei vivia o seu auge na era da Jovem Guarda, na segunda metade dos anos 1960. Tendo como marca o romantismo, ele passou a fazer sucesso com sua própria (e ótima, por sinal) voz nos anos 1970, graças a hits marcantes como Porta Aberta, Bola Dividida, Lencinho e Os Amantes, canções que provam ser ele um legítimo precursor do pagode romântico dos anos 1990.

No show em São Paulo, Ayrão dará uma geral em seus principais sucessos, e também abrirá espaços para composições alheias de nomes acima de quaisquer suspeitas em termos de qualidade, entre os quais Tim Maia, Ataulfo Alves, Noel Rosa e Dorival Caymmi. Entre uma canção e outra, ele, com sua simpatia e carisma, relembrará de passagens de sua extensa carreira envolvendo grandes nomes da MPB, episódios que descreveu em seu livro Meus Ídolos e Eu.

Bola Dividida– Luiz Ayrão:

Yellow Submarine será exibido em Sampa com entrada gratuita

yellow submarine-400x

Por Fabian Chacur

Se você é beatlemaníaco ou fã de cultura pop (ou as duas coisas) e mora em São Paulo, uma ótima notícia. Neste sábado (8), às 17h, será exibido o filme Yellow Submarine (1968), de George Dunning e estrelado por aquele célebre grupo de Liverpool. Detalhe: com resolução digital 4K e trilha remixada em surround 5.1 stereo. E melhor: com entrada gratuita. O local será o Cine Olido (avenida São João, nª 473- República- fone 0xx11-2899-7370).

Lançado em plena era psicodélica, esta animação em longa-metragem tem como cenário Pepperland, uma cidade repleta de cores, música e muito amor. Até que são invadidos pelos abomináveis blue meanies. Como salvar a pátria? Simples: chamando John, Paul, George e Ringo, que, viajando em um adorável submarino amarelo, incumbem-se de vencer os inimigos e restaurar a felicidade antes reinante. Detalhe: com muita música boa na trilha sonora, tipo All Together Now, It’s Only a Northern Song, It’s All Too Much e Yellow Submarine, entre outras. Diversão garantida em 90 viajantes minutos.

Na abertura, será exibido o curta-metragem Make It Soul (2018), ambientado em Chicago em 1965, no Teatro Regal, tendo como mestres de cerimônia e apresentadores ninguém menos do que James Brown e Solomon Burke, dois mestres da black music. São apenas 15 minutos, mas certamente muita coisa boa vai rolar, especialmente em termos musicais.

Essa adorável e bem-vinda exibição gratuita será promovida pelo Animage- Festival Internacional de Animação de Pernambuco, cuja mais recente edição, a 9ª de sua existência, foi realizada em Recife no último mês de outubro, e no qual essa edição incrementada em termos técnicos de Yellow Submarine foi exibida.

Veja o trailer de Yellow Submarine:

Boca Livre mostra hits e algumas novidades ao vivo em São Paulo

boca livre 2018-400x

Por Fabian Chacur

Há exatos 40 anos na estrada, o Boca Livre construiu uma trajetória impecável, consolidando-se como um dos grandes grupos vocais da história da nossa música. Para celebrar essas quatro décadas de estradas, o quarteto prepara um novo álbum de estúdio. Enquanto isso não ocorre, o público paulistano poderá conferir em primeira mão algumas das músicas que estarão nesse disco, assim como aqueles hits maravilhosos habituais. Será nesta sexta (30) e sábado (1º-12) às 21h30 no Tupi Or Not Tupi (Rua Fidalga, nº 360- Vila Madalena- fone 0xx11-3813-7404), com ingressos a R$ 140,00.

O primeiro álbum do Boca Livre, autointitulado, saiu em 1979 pela via independente, e logo tornou-se um fenômeno de vendagens, conseguindo tocar em rádios e os levar a apresentações em emissoras de TV. Isso, fazendo uma sonoridade própria, uma mistura de folk, country, MPB em suas várias tendências e muito mais, com direito a vocalizações simplesmente sublimes. Quem Tem a Viola, Toada, Mistérios, as músicas desse álbum tomaram rapidamente conta das paradas de sucesso. No peito e na raça.

Nesses anos todos, o quarteto se manteve sempre ativo. A atual formação é a sua mais constante, trazendo os fundadores Mauricio Maestro (baixo e vocal), Zé Renato (violão e vocal) e David Tygel (viola de dez cordas e vocal), e Lourenço Baeta (vocal), que entrou no time logo em 1980, substituindo Cláudio Nucci. Fernando Gama também esteve no grupo durante as décadas de 1990 e 2000, sendo que a atual escalação se mantém estável desde 2006.

Além dos hits, os citados e possivelmente Panis Et Circenses e Bicicleta, o Boca Livre também fará uma prévia de algumas faixas do próximo trabalho, que deverá ser intitulado Viola de Bem Querer, nome de uma das faixas que o integrarão. Também estarão no trabalho Vida da Minha Vida e Amor de Índio, esta última um clássico do repertório de Beto Guedes. Será o sucessor de seu mais recente CD, o elogiado Amizade (2013).

Quem Tem a Viola- Boca Livre:

Baby do Brasil traz o seu show Música Extravagante para SP

baby do brasil foto 1-400x

Por Fabian Chacur

Com o lançamento em 2015 do DVD/CD Baby Sucessos- A Menina Ainda Dança, gravado ao vivo, Baby Consuelo voltou ao mundo da chamada “música secular” após muitos anos nos quais se dedicou apenas à música evangélica. Um retorno triunfal, com ótima repercussão perante público e crítica. A cantora volta a São Paulo nesta sexta-feira (23) às 22h30 com um novo show, Música Extravagante, no Espaço das Américas (rua Tagipuru, nº 795- Barra Funda- fone 0xx11-3829-4899), com ingressos custando de R$ 60,00 a R$ 240,00.

Para acompanhar a cantora oriunda de Niterói (RJ), teremos uma banda composta só por craques. A escalação: Frank Solari (guitarra), Schwab (guitarra), Rafael Garrido (guitarra), André Gomes (baixo), Jorginho Gomes (bateria), Luciano Lopes (teclados), Dudu Trentim (teclados) e Marcos Suzano (percussão), todos músicos com altíssimo pedigree artístico. No repertório, sucessos e três músicas inéditas.

Nascida em 18 de julho de 1952, Baby iniciou sua carreira aos 17 anos, ao se mudar, sem lenço nem documento, para Salvador. Lá, acabou entrando em um grupo que iniciava a sua trajetória, Os Novos Baianos, e que se tornaria um dos mais bem-sucedidos e influentes da história da nossa música. Seu estilo único incorpora desde o choro de Ademilde Fonseca até o rock/blues de Janis Joplin, tudo com uma voz deliciosa, potente e repleta de carisma.

Em 1978, iniciou, com o álbum O Que Vier Eu Traço, uma carreira solo que atingiria seu auge durante a década de 1980. Também fez parcerias com o guitarrista do grupo, um certo Pepeu Gomes, com quem viveu entre 1970 e 1988, em casamento que também rendeu seis filhos, vários deles também músicos. Baby se divide entre a trajetória individual e eventuais reuniões do grupo que a revelou, sempre encantando fãs que vão aumentando e se renovando a cada ano que passa.

A Menina Dança (ao vivo)- Baby do Brasil:

Angela Ro Ro faz um show de clima intimista em São Paulo

angela ro ro-400x

Por Fabian Chacur

Cantora, compositora e pianista de sucesso, Angela Ro Ro estará em São Paulo neste sábado (10) para um show às 21h30 no Tupi Or Not Tupi (rua Fidalga, nº 100- Vila Madalena- fone 0xx11-3813-7404), com ingressos a R$ 100,00. Além dela, teremos no palco o pianista Ricardo MacCord, seu parceiro em músicas como Compasso (faixa-título do CD lançado pela artista em 2006). Clima intimista e promessa de uma noite bem bacana para quem for.

Atualmente vivendo uma fase bem mais tranquila do que aqueles anos turbulentos no qual era frequente manchete de jornais e publicações sensacionalistas por causa de abusos alcoólicos e relações românticas mal resolvidas, ela nos mostrará clássicos de seu repertório, entre os quais Amor Meu Grande Amor, Tola Foi Você, Só Nos Resta Viver, Balada da Arrasada e Compasso, além de uma releitura de Summertime, clássico na voz de Janis Joplin, cantora que certamente a influenciou.

Angela Ro Ro gravou seu primeiro álbum quando já tinha 30 anos, em 1979. Mas valeu a espera, com o estouro de faixas como Amor Meu Grande Amor, Tola Foi Você e A Mim e a Mais Ninguém. Sua mistura de rock, blues e MPB deu muita liga, e ela se mostrou ótima compositora e também capaz de interpretar com garra e originalidade canções de Caetano Veloso (Escândalo) e João Donato (Simples Carinho), entre outros. Com sua voz rouca e cativante, continua relevante na MPB.

Amor Meu Grande Amor– Angela Ro Ro:

Zé Geraldo e Francis Rosa vão tocar no Sesc Belenzinho (SP)

Zé Geraldo e Francis Rosa -foto de Guilhermina Pinacolada-400x

Por Fabian Chacur

Zé Geraldo e Francis Rosa se conheceram há aproximadamente quatro anos. A amizade gerou bons frutos, como composições, shows e o DVD Cantos e Versos. E é exatamente este último o gancho para apresentações em São Paulo nesta sexta (9) e sábado (10) às 21h30 na Comedoria do Sesc Belenzinho (rua Padre Adelino, nº 1.000- Belenzinho- fone 0xx11-2076-9700), com ingressos de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Oriundo de Joanópolis (SP), Francis Rosa é um violeiro com sete CDs em seu currículo. A combinação do seu instrumento com o som rock-folk-rural de Zé Geraldo dá o tempero para o DV Cantos & Versos, que foi gravado ao vivo no Teatro Municipal de Vinhedo (SP). No repertório, Cidadão, Galho Seco, Como Diria Dylan, Hey Zé e Lírios, entre outras.

Os dois shows terão em cena Zé Geraldo (voz, gaita e violão), Francis Rosa (voz e violas), Jean Trad (guitarra, ex-Aguilar e a Banda Performática), Carlito Rodrigues (baixo), Carneiro Sândalo (bateria, fiel escudeiro de Zé Geraldo) e Juninho Serafranny (violão).

A carreira do cantor, compositor e músico mineiro Zé Geraldo ultrapassa os 40 anos de atividades. No final dos anos 1970 e início dos 1980, emplacou hits como Milho aos Pombos, Cidadão e Como Diria Dylan, mostrando uma personalizada mistura de rock, folk, country e som rural brasileiro. Mesmo sem tanto apoio da mídia, conseguiu cativa um público fiel, que costuma lotar todos os seus shows.

Além de ótimos trabalhos solo repletos de músicas bacanas (entre as quais o ácido rock Como Diria Raulzito), ele fez algumas parcerias marcantes com o Duofel (o álbum Acústico, de 1996) e Renato Teixeira (o CD O Novo Amanhecer, de 2000). Aos 73 anos, continua firme, forte e ativo na cena musical brasileira.

O Jeito Desse Meu Lugar– Francis Rosa e Zé Geraldo:

Older posts

© 2019 Mondo Pop

Theme by Anders NorenUp ↑