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Badi Assad faz um show com a participação de Liniker em SP

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Por Fabian Chacur

Badi Assad está comemorando 25 anos de carreira mantendo uma de suas marcas registradas, a busca por novas parcerias e novos rumos musicais. A prova fica por conta do show que fará nesta sexta-feira (28) ás 21h em São Paulo no Sesc Vila Mariana (rua Pelotas, nº 141-Vila Mariana- fone 0xx11-5080-3000), com ingressos de R$ 7,50 a R$ 25,00. Ela terá como convidada especial a cantora Liniker, uma das figuras mais badaladas da nova geração do pop brasileiro.

Em seu mais recente álbum, Singular (lançado no exterior com o título Hatched), Badi releu à sua moda composições de nomes importantes da atual cena alternativa internacional como Alt-J, Mumford & Sons, Lorde, Hozier e Skrillex. O resultado saiu tão substancial que ela pretende repetir a experiência, só que dessa vez enfocando artistas brasileiros da cena equivalente à internacional.

O encontro com Liniker equivale ao início desse novo projeto, previsto para ser concretizado em 2018. O repertório do show trará músicas extraídas de sua carreira até o momento com outras de Liniker e seu grupo Caramelows. Badi (voz e violão) terá a acompanha-la Rui Barossi (baixo) e Decio 7 (baterista). Com sólida carreira internacional, ela tem vários trabalhos lançados lá fora, e ótimos álbuns no currículo como Wonderland (2006) e Amor e Outras Manias (2012).

obs.: crédito da foto de Liniker e Badi Assad: João Markun- Divulgação

Royals– Badi Assad:

Leandro Lehart recebe Cleber Augusto no show em Sampa

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Por Fabian Chacur

Um encontro de duas gerações do samba irá se concretizar neste sábado (22) às 21h em São Paulo. O cantor, compositor e músico Leandro Lehart fará uma apresentação no melhor estilo voz e violão na qual mostrará as músicas de seu mais recente álbum, Violão é No Fundo de Quintal (Deck), que contém clássicos do seminal Grupo Fundo de Quintal. E ele terá a participação especial de Cleber Augusto, violonista e ex-integrante do grupo. O local é o Teatro APCD (rua Voluntários da Pátria, nº 547- Santana- fone 0xx11-2223-2424), com ingressos de R$ 20,00 a R$ 50,00.

Criado no Rio de Janeiro na segunda metade dos anos 1970 e ainda na ativa, o Grupo Fundo de Quintal ajudou a renovar o samba, com a introdução de instrumentos que não eram até então utilizados neste gênero musical, como banjo, repique de mão e tumbadora, por exemplo. Além disso, seu repertório sempre foi matador, comandado pelos geniais Bira Presidente e Ubirany, ainda presentes no time e comandando as coisas com a categoria habitual.

Violão é No Fundo de Quintal traz 21 músicas do repertório do Fundo escolhidas a dedo por Leandro Lehart, fã e confessadamente inspirado na obra deles para seus trabalhos com o consagrado grupo de pop-pagode Art Popular e também na carreira-solo. Cleber Augusto foi “fundista” entre 1983 e 2003, e é um violonista de raro talento e habilidade. Saiba mais sobre o CD de Leandro Lehart aqui.

Lucidez (ao vivo)- Leandro Lehart:

Matuto Moderno apresenta a sua fusão em show em Osasco

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Por Fabian Chacur

Se há algo que o músico brasileiro sabe fazer com maestria é misturar ritmos diferentes e encontrar belas soluções sonoras. Se encaixa feito luva nesse caso o grupo Matuto Moderno, que há 18 anos investe em uma fusão de várias tendências da música rural brazuca com o rock universal. Eles se apresentam nesta sexta-feira (7) às 20h no Sesc Osasco-Tenda (avenida Sport Club Corinthians Paulista, nº 1.700- Jardim das Flores- Osasco- fone 0xx11-3184-0900), com ingressos custando de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Integrado atualmente por Ricardo Vignini (viola capira), Zé Helder (viola caipira e voz), Edson Fontes (voz e catira), André Rass (percussão) e Marcelo Berzotti (baixo e voz), o Matuto Moderno apresenta a sua releitura de ritmos marcantes da cultura rural brasileira como a catira, o pagode caipira e o rastapé com fortes elementos de rock no tempero, criando assim uma sonoridade que contém bastante modernidade, sem no entanto fugir demais das raízes desses estilos.

Com cinco CDs no currículo, sendo o mais recente Matuto Moderno 5 (2013), o grupo paulista já fez inúmeros shows, incluindo a Virada Cultural 2015 e até mesmo um no Canadian Music Week, além de parcerias com músicos como Andreas Kisser, do Sepultura e muito mais. Ricardo Vignini e Zé Helder também possuem o projeto Moda de Rock, com clássicos do rock transpostos para viola caipira, enquanto Edson Fontes integra o grupo Os Favoritos da Catira.

Viola Cósmica– Matuto Moderno:

Sick Jacken, do Psycho Realm, é atração de show em Sampa

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Por Fabian Chacur

O rapper Sick Jacken, que ficou conhecido como integrante do grupo Psycho Realm, bem badalado na cena do hip hop dos anos 1990, será a principal atração de um evento criado pela produtora Positive Foundation que será realizado neste domingo (9) a partir das 18h no Clash Club (rua Barra Funda, nº 969-Santa Cecília-SP- fone 0xx11-3661-1500), com ingressos de R$ 60,00 a R$ 180,00.

Jack Gonzalez, o Sick Jacken, iniciou sua carreira em 1989 ao criar o grupo Psycho Realm em Los Angeles com o irmão Big Duke (Jack Gonzalez). Sua primeira gravação, a música Scandalous, integrou a trilha sonora do filme Mi Vida Loca (1994). Logo a seguir, o badalado rapper B Real, integrante do grupo de hip hop latino Cypress Hill, viu um show deles e curtiu tanto que pensou até mesmo em entrar no duo.

Em 1997, saiu o primeiro CD do grupo, lançado pela Sony Music, gravadora na qual, no entanto, a banda ficou por pouco tempo. Em 1999, quando preparavam o segundo álbum, que sairia por seu próprio selo, o Silk Symphonies, o grupo passa por uma tragédia: Big Duke sofre um disparo de arma de fogo e fica com o corpo paralisado do pescoço para baixo. A partir daí, a banda passa a lançar trabalhos eventuais apenas como Psycho Realm Presents, pois Jacken se recusa a usar o nome do grupo sem que o irmão possa contribuir.

Além de trabalhar com outra banda de hip hop, a Street Platoon, Sick Jacken também passa a investir em uma carreira solo, que rendeu seu mais recente trabalho em 2016, o álbum Psychodelic. Ele já esteve duas vezes no Brasil. Antes de sua performance, estarão no palco os brasileiros Nego Jam, Lobão SKT, Crespo, Flow MC, Denis De Sampa, Afro X e o DJ Dagoma SP.

Psychodelic- Sick Jacken (álbum em streaming):

Banda Maneva lança um novo DVD com show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Após 10 anos de carreira como banda independente, a Maneva inicia uma parceria com a Universal Music. O primeiro fruto é o DVD/CD Ao Vivo em São Paulo, gravado no Espaço das Américas perante 6.800 fãs entusiásticos. O trabalho inclui seus sucessos e também oito canções inéditas. O lançamento em São Paulo ocorrerá nesta sexta (31) a partir das 22h com um show na Audio (avenida Francisco Matarazzo, nº 694- Água Branca- fone 0xx11-3862-8279), com ingressos custando R$ 30,00 (pista) e R$ 65,00 (mezanino).

Maneva é uma palavra de origem africana cujo significado é prazer. O time teve início em 2005 com Tales de Polli (vocal e guitarra) e Diego Andrade (percussão). Entraram posteriormente Felipe Sousa (guitarra), Fernando Gato (baixo) e Fabinho Araújo (bateria). Eles lançaram por conta própria os trabalhos Maneva (2006-CD), Tempo de Paz (2009-CD), Teu Chão (2012-CD), Maneva- 8 Anos ao Vivo (2013- DVD e CD), 5 Cabeças (2014-EP) e Somos Maneva (2015-CD).

“Um empresário nos mostrou que poderíamos ir ainda mais longe na carreira se tivéssemos um apoio maior, com uma estrutura mais forte, e a Universal é uma ótima parceria nesse sentido, pois tem um lugar de destaque em excelentes vitrines”, explica Tales sobre a decisão da banda de iniciar sua parceria com a Universal.

Desde o seu início, o objetivo da Maneva foi criar uma obra autoral personalizada e de qualidade artística e técnica. Tanto que, segundo Tales, o grupo investiu tudo o que ganhou até 2012 no próprio trabalho, como forma de consolidar o seu crescimento. Como filosofia, uma sonoridade ao mesmo tempo melódica, pop e próxima do reggae de raiz. “Sempre pregamos o amor ao próximo, e nunca buscamos o sucesso como nosso objetivo final, ele veio de forma natural”.

Ao Vivo Em São Paulo conta com diversas participações especiais. “O Armandinho, a Tatti Portella (do grupo Chimarruts) e o Zeider Pires (do grupo Planta & Raiz) são grandes influências, ouvimos muito os seus trabalhos, e eles foram muito atenciosos conosco. O Haikaiss e Oriente nos trouxeram a energia do rap, enquanto o Deko é um dos caras mais consistentes da nova geração do reggae”.

E já que o tema é o reggae brasileiro, Tales afirma que vê belas perspectivas para esse gênero musical no Brasil. “Acredito em uma nova explosão do reggae por aqui depois daquela fase boa de 2000 a 2005. Todos os grandes nomes estão vindo com novos trabalhos muito bons, e isso certamente ajudará nesse sentido”.

Uma das novidades do DVD/CD ao vivo é a presença de metais e cordas dando apoio à banda original, o que Tales pretende levar para os shows da turnê de divulgação. “Esse trabalho é uma celebração da boa música, dos bons sentimentos, e nosso projeto é ter a banda completa nos shows, com metais, teclados e tudo”

Saudades do Tempo (ao vivo)- Maneva:

Crikka Amorim/Manu Santos com o Samba das 4 no Rio

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Por Fabian Chacur

Uma espécie de roda de samba na qual as várias facetas do mais brasileiro dos ritmos possam ser mostradas, desde os clássicos até canções novas. Esse é o roteiro de Samba das 4, comandado por Crikka Amorim (direção musical, vocal e violão) e Manu Santos (vocal), cuja apresentação rola no Rio de Janeiro nesta sexta (31) às 19h no Olho da Rua (rua Bambina, nº 6- Botafogo- fone 0xx21-3278-6601), com ingressos a R$ 25,00.

Samba das 4 já teve participações especiais de gente como Áurea Martins, Nilze Carvalho, Edu Krieger, Dorina, Ana Costa, Andrea Dutra, Nego Álvaro, Lucina e Tomáz Miranda. A edição desta sexta trará Bia Rabello, fiha de Paulinho da Viola, que está lançando o CD Bloco do Amor. Também estará em cena a banda JBrasil, composta por Julio de Oliveira (cavaquinho), Jadna Zimmerman (percussão), Junior de Oliveira (percussão) e Jahl de Oliveira (percussão).

Inquieta e versátil por natureza, Crikka Amorim foi integrante do grupo vocal carioca Garganta Profunda. Ela tocou e cantou na França, Bélgica, Alemanha e Áustria. No currículo, os CDs No Ponto (2004), Pirataria- Rita Lee Por Crikka Amorim (2008) e o recente EP Corações Plugados, lançado em 2016 (leia mais sobre este lançamento aqui ). Ela é cantora, compositora, multi-instrumentista, arranjadora e diretora musical.

Por sua vez, a cantora Manu Santos participou de dois espetáculos musicais de Oswaldo Montenegro, fez inúmeros shows e mostrou o seu talento com o lançamento do CD Nossa Alegria. A parceria dela com Crikka flui de forma alegre, descontraída e centrada no que de melhor o samba pode nos proporcionar em termos artísticos e espirituais.

Corações Plugados– Crikka Amorim:

Duran Duran foi brilhante em seu show no Lollapalooza-BR

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Por Fabian Chacur

O problema de grandes festivais é que, por razões de tempo, nem sempre as melhores atrações recebem o tempo que mereceriam ter para desfilar sua categoria. Eis o que ocorreu no Lollapalooza 2017 na tarde deste domingo (26) em relação à incrível apresentação do Duran Duran, no Autódromo de Interlagos. Foram apenas 63 minutos. O bom é que ficou aquele enorme gosto de quero mais, presente em todos os grandes espetáculos.

Devidamente acomodado em minha cama, vi, exatamente às 16h38 deste domingo, o grupo britânico que caminha para 40 anos de estrada em plena forma entrar em cena. Pela TV, no canal Multishow. A abertura veio com Wild Boys, e serviu como uma boa prévia do que teríamos durante toda a apresentação. Hungry Like The Wolf e A View To a Kill pintaram logo a seguir, conquistando o público que estava lá tomando um sol daqueles, mas feliz da vida.

A atual encarnação do grupo britânico traz quatro de seus integrantes originais. Roger Taylor continua aquele baterista discreto, enquanto o tecladista Nick Rhodes, com suas roupas sempre coloridas e extravagantes, se incumbe dos teclados e das programações eletrônicas usadas pela banda com categoria. O baixista John Taylor permanece com sua ótima performance de palco, da qual nosso Paulo RPM Ricardo tirou várias lições.

E temos Simon Le Bon, que aos 58 anos continua em ótima forma e com um desempenho vocal extremamente competente, na qual uma ou outra nota na trave tem como compensação muito pique, carisma e energia. Além do quarteto original, quatro outros músicos estavam em cena, entre eles as ótimas backing vocalistas Ana Ross e Erin Stevenson e o vibrante guitarrista Dominic Brown.

Com esse time extremamente entrosado, o Duran Duran mostrou o porque, em pleno 2017, ainda continua sendo uma banda relevante e capaz de atrair não só os fãs dos anos 1980, mas também a molecada da era dos smartphones. Eles souberam se renovar com o decorrer dos anos, e mesmo as músicas mais antigas são tocadas com novos elementos e sem soarem como um mero ode ao passado.

O repertório de 13 músicas é uma prova disso, pois trouxe desde músicas de seu primeiro álbum, como Girls On Film (Duran Duran, de 1981), até duas de seu excelente álbum mais recente, Last Night In The City e Pressure Off (ambas de Paper Gods, lançado em 2015). No meio, faixas dos anos 1980, 1990 e 2000, como Notorious, Come Undone e (Reach Up For The) Sunrise.

Tivemos duas surpresas bacanas. Uma, o pot-pourry que reuniu as canções (Reach Up For The) Sunrise e New Moon On Monday (interpolada nesta primeira). A segunda ficou por conta da ótima participação especial da brasileira Céu, que, belíssima em um modelito preto, esbanjou talento e categoria em dueto com Le Bon na balada Ordinary World. O show acabou com Rio, que teve a coroá-la uma chuva de papel picado digna de fim de ano nos escritórios.

O momento “vergonha alheia” teve como protagonista a “repórter” Didi Wagner, do Multishow. Logo após do show, ela abordou o baixista John Taylor, chamando-o de Roger (o baterista). Como estava ainda na adrenalina pós-show, o músico a atendeu de forma simpática, embora ele confundisse a primeira vez que tocou em São Paulo (foi em 1988, e não em 1986). Após se despedir do músico, Wagner insistiu em dizer que havia falado com Roger…

Sei que errar é humano, mas fica difícil admitir uma falha deste tamanho de uma profissional que trabalhou durante “500 anos” na MTV, onde o Duran Duran aparecia toda a hora. Isso, além de seus comentários sempre superficiais e sem o menor conteúdo. Sei que serei grosseiro, mas irrita saber que esse tipo de “profissional” parece sempre ter emprego garantido nos melhores locais de trabalho, enquanto outros, muito mais talentosos…. De chorar!

Set list do show do Duran Duran:

Wild Boys
Hungry Like The Wolf
A View To a Kill
Last Night In The City
Come Undone
Notorious
Pressure Off
Ordinary World
(Reach Up For The)Sunrise + New Moon On Monday
White Lines
Girls On Film
Rio

A View To a Kill (live 2017)- Duran Duran:

O trio Stereo Bago Team (SP) realizará o seu 1º show no Rio

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Por Fabian Chacur

Nós Vamos Invadir a Sua Praia, dizia a célebre música do Ultraje a Rigor nos anos 1980. Agora, é a vez de um outro grupo paulistano realizar o mesmo projeto, que na prática significa começar a divulgar o seu trabalho na Cidade Maravilhosa. Trata-se do Stereo Bago Team, que toca no Rio no dia 26 (domingo), a partir das 17h, no Bar Caiçara (rua Dr. Sebastião de Aquino, nº 170- Ilha da Gigóia- Barra da Tijuca- Rio de Janeiro- fone 0xx21-2484-7983), com ingressos a R$ 20,00.

Com sete anos de estrada, o Stereo Bago Team conta com Yanick Melo (vocal e composições), Luciano Rocha (percussionista) e Fabinho Teixeira (guitarra). Eles lançaram no dia 10 de fevereiro pela via digital seu primeiro álbum, intitulado Aí Tem. A faixa-título conta com a participação especial do consagrado rapper Rappin Hood, e é a releitura de uma gravação feita há 30 anos pela banda paulistana Placa Luminosa.

O resgate faz todo o sentido se levarmos em conta que Yanick é filho do baixista daquela banda, Ari Nascimento, e também sobrinho do guitarrista deles, Ribah Nascimento. Para quem não se lembra, esse grupo fez muito sucesso nos anos 1980 com seu soul pop que gerou hits como Mais Uma Vez (Just To See Her) e Nosso Amor é Lindo, além de acompanhar em uma turnê o cantor Ney Matogrosso. Os dois músicos volta e meia participam dos shows do Stereo Bag Team.

Outro destaque do trabalho de estreia do trio paulista é a faixa Biotipo, que traz como convidado o vocalista Zeider Pires, da banda Planta & Raiz, uma das mais bem-sucedidas do reggae nacional. Vale lembrar que o Stereo Bago Team faz uma mistura de reggae, rock, dub, hip hop e maracatu, com elementos pop aqui e ali. Uma fórmula musical que tem tudo para conquistar um bom espaço na praia musical do Rio, que costuma curtir e muito esse tipo de som.

Biotipo– Stereo Bago Team e Zeider:

Biquini Cavadão faz um show em SP para lançar novo álbum

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Por Fabian Chacur

Com seu novo álbum, As Voltas Que o Mundo Dá, o Biquini Cavadão realiza um antigo sonho, que era ser produzido por Liminha, um dos grandes nomes do rock e do pop brasileiro de todos os tempos. A banda carioca traz a turnê de lançamento deste trabalho a São Paulo para um único show no dia 23 de março (quinta-feira) às 21h no Teatro Bradesco (rua Palestra Itália, nº 500- 3º andar- loja 263- Pompéia-SP- call center 4003-1212), com ingressos custando de R$ 40,00 a R$ 200,00.

Integrado por Bruno Gouveia (vocal), Carlos Coelho (guitarra e violão), Miguel Flores da Cunha (teclados) e Álvaro Birita (bateria), o Biquini Cavadão só tem palavras elogiosas para definir sua parceria com Liminha, que já trabalhou com Paralamas do Sucesso, Titãs, Gilberto Gil e uma infinidade de outros nomes importantes da nossa música. “Liminha foi um intensivão que fizemos, uma aula de rock nacional e uma injeção ânimo e ideias”, diz Miguel.

As Voltas que o Mundo Dá traz 12 faixas inéditas, com direito a parcerias com os americanos Eric Silver (Um Minuto Com Você) e Beth Hart (A Saudade é o Museu do Amor) e o neozelandês Simon Spire (Para Sempre Seu Maior Amor). Além de produzir, Liminha também toca baixo, guitarra, violão, bandolim e loops no álbum, cuja turnê de divulgação chegará ao Rio de Janeiro no dia 8 de abril, na Fundição Progresso.

Um Rio Sempre Beija o Mar– Biquini Cavadão:

Duo Sofi Tukker se apresenta em São Paulo no mês de abril

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Por Fabian Chacur

Sabe aquela música eletrônica deliciosa, com guitarra a la anos 1960 e letra cantada em um português macarrônico que tomou as pistas de dança nos últimos meses? Pois o duo Sofi Tukker, que interpreta essa delícia sacudida intitulada Drinkee virá a São Paulo para uma única apresentação. Será no dia 8 de abril (sábado) na Áudio (avenida Francisco Matarazzo, nº 694- Água Branca- fone 0xx11-3862-8279), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 140,00.

A dupla sediada em Nova York é integrada pela alemã Sophie Hawley-Weld e pelo americano e ex-jogador de basquete Tucker Halpern. Seu primeiro lançamento foi o EP Soft Animals (2016), que traz cinco faixas e inclui como destaque a contagiante Drinkee, cuja letra foi adaptada a partir de um poema do brasileiro Chacal.

Drinkee repercutiu tão bem que permitiu ao Sofi Tukker concorrer ao Grammy este ano, na categoria melhor gravação dance. Perderam, mas não desanimaram. Tanto que no dia 8 deste mês vieram com novo single, Johny, dançante e com vibe psicodélica e misturando versos em português e inglês. O lado B é a música Greed. As canções do EP e do single serão a base do único show que a dupla fará no Brasil.

Drinkee– Sofi Tukker:

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