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Tuia e Ricardo Vignini fazem show no Teatro J. Safra (SP)

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Por Fabian Chacur

Dois grandes amigos e dois grandes divulgadores do chamado rock rural. São eles Tuia Lencioni e Ricardo Vignini, colegas de geração que há mais de 20 anos investem em carreiras musicais ricas e repletas de bons momentos. Após participarem recentemente do excelente CD Nós do Rock Rural- Encontro de Gerações (leia a resenha aqui) ao lado de Zé Geraldo, Guarabyra e Tavito, eles fazem um show em dupla em São Paulo neste domingo (5) às 11h30 no Teatro J. Safra (rua Josef Kryss, nº 318- Barra Funda- fone 0xx11-3611-3042), com ingressos a R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira).

Além de Tuia (voz e violão) e Vignini (viola e violão), o show, intitulado 2 do Rock Rural, trará também os músicos Felipe Rosa (violão, bandolim e vocais) e Wanderley Jr. (teclados e violão). O repertório inclui composições próprias como Flor, Encontro e Colisão e Capuxeto e clássicos do rock rural como Senhorita (Zé Geraldo) e Espanhola (Sá & Guarabyra), só para citar dois deles. Um show para curtir, cantar junto e sair com a alma lavada.

Cantor qualificado e compositor inspirado, além de ótimo violonista, Tuia integrou o grupo Dotô Jeka e há um bom tempo investe em frutífera carreira solo (leia mais sobre ele aqui). Por sua vez, Ricardo Vignini é um ás das violas. Sim, no plural, pois ele toca várias versões desse instrumento musical, sempre com destreza e habilidade. Além da carreira solo, também integra o duo Moda de Rock e o grupo Matuto Moderno (leia mais sobre ele aqui).

Encontro e Colisão (ao vivo)- Tuia e Ricardo Vignini:

Rafa Castro mostra Fronteira em show único no Sesc Vila Mariana

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Por Fabian Chacur

Mineiro radicado em São Paulo desde 2017, o cantor, compositor e tecladista Rafa Castro está lançando o seu terceiro CD. Intitulado Fronteira, o álbum conta com direção musical de Luiz Ribeiro e participações especiais de Mônica Salmaso, Teco Cardoso, Léa Freire e Neymar Dias. Ele mostra o repertório desse disco com um show neste feriadão de 1º de maio (quarta-feira) às 18h no Sesc Vila Mariana (rua Pelotas, nª 141- Vila Mariana- fone 0xx11-5080-3000), com ingressos de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Além do próprio Rafa Castro (piano e voz), teremos em cena Igor Pimenta (contrabaixo), Gabriel Altério (bateria) e André Bordignhon (guitarra), além da participação especial da talentosa cantora Tatiana Parra. Entre outras do novo trabalho, estarão no set list músicas autorais como Casulo, Teimosa, Menino Dançante e Cacos de Vitral, além de clássicos dos repertórios de Caetano Veloso (O Quereres), Milton Nascimento (Vera Cruz) e Lô Borges (Trem Azul).

Calcado na melhor MPB e também com elementos eruditos e jazzísticos, o trabalho de Rafa Castro é repleto de delicadeza, sensibilidade e introspecção. Um belíssimo marco de sua trajetória ocorreu em 2014, quando lançou em CD e DVD Teias, trabalho feito em parceria com ninguém menos do que Túlio Mourão, tecladista brilhante que integrou os Mutantes em sua fase progressiva e tocou com gênios do porte de Milton Nascimento, Chico Buarque, Mercedes Sosa, Jon Anderson e outros, além de ter composto a belíssima trilha sonora do filme Jorge Um Brasileiro (1988), que lhe valeu um prêmio da APCA.

Fronteira, disponível em bela versão digipack com direito a encarte especial, equivale a uma viagem musical e sensorial pelos caminhos da emoção, doçura e beleza. Em tempos nos quais só se pensam em terríveis distopias apavorantes, Rafa nos oferece uma verdadeira utopia sonora, que nos cativa e até faz acreditar que um mundo melhor e mais encantador pode ser possível. Soa como possível em um trabalho desse gabarito. E isso é ainda só o começo. Esse cara promete mais, muito mais, e certamente fará. É apenas uma questão de tempo. Todos nós veremos, e ouviremos, e com muito deleite!

Ouça Fronteira na íntegra, em streaming:

Griswolds toca em São Paulo pela primeira vez: será nesta sexta-26

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Por Fabian Chacur

Com oito anos de estrada, o grupo Griswolds conseguiu cativar um público fiel em sua cidade natal, Jaú (SP). Eles também já fizeram diversos shows em cidades do estado de São Paulo e lançaram alguns CDs, sendo Punkidz (2018) o mais recente. A fórmula própria de tocar músicas de filmes de sucesso com novos e energéticos arranjos roqueiros continua lhes proporcionando bons frutos, e o mais recente será seu primeiro show em São Paulo. Vai ser nesta sexta (26) às 19h na Praça Coberta do Sesc Santo Amaro (rua Amador Bueno, nª 505- Santo Amaro- fone 0xx11-5541-4000), com entrada gratuita.

Os irmãos Fernando (guitarra e vocal) e Alexandre Lazzari (bateria) e o cunhado Eduardo “Naka” Nakagawa (baixo) irão apresentar ao público paulistano seu show Griswolds na Sessão da Tarde. Trata-se de uma reunião de temas clássicos de filmes costumeiramente exibidos naquela tradicional programação de filmes da Rede Globo, entre os quais De volta Pro Futuro, Top Gun, Clube dos Cinco, Footloose, O Rei Leão, La Bamba e Os Saltimbancos Trapalhões.

Durante a execução das músicas, o trio tem ao fundo vídeos especialmente produzidos por eles com cenas dos filmes, como forma de dar um clima ainda mais quente à exibição. A pegada do trio jauense guarda semelhança com o de bandas punk dos anos 1990 como o Green Day, e seus arranjos para algumas canções são surpreendentes. Leia mais sobre o Griswolds, cujo nome foi tirado da família que protagoniza o filme Férias Frustradas, aqui.

Take My Breath Away (clipe)- Griswolds:

Paulo Miklos mostra as suas canções em show voz e violão

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Por Fabian Chacur

Durante 34 anos, Paulo Miklos foi um dos Titãs. Nesse período, aproveitou uma ou outra brecha para se dedicar a uma esparsa carreira solo. No entanto, o tempo tornou essa atividade paralela, assim como outras do tipo atuar como ator, apresentador etc, mais atraentes do que ficar no consagrado grupo. Atualmente, ele segue longe dos antigos colegas, e nenhum tipo de show seria melhor para mostrar essa nova fase do que um do tipo voz e violão. É o que vai rolar em São Paulo no dia 29 (segunda-feira) às 19h30 no Sesc Carmo (rua do Carmo, nª 147- Sé- fone 0xx11-3111-7000), com ingressos custando de R$ 6,00 a R$ 20,00.

O título do novo espetáculo do cantor, compositor, músico, ator etc é o mesmo de seu terceiro e mais recente álbum solo, A Gente Mora no Agora, lançado em 2017. O repertório terá músicas desse CD, mas também incluirá uma viagem pelo repertório dos Titãs, com pérolas do porte de Pra Dizer Adeus, Flores, Comida, É Preciso Saber Viver e Sonífera Ilha, esta última o hit que colocou o grupo paulistano pela primeira vez nas paradas de sucesso.

Com ótima voz e presença de palco elogiável, Paulo Miklos sempre se destacou nos Titãs. Ele completou 60 anos em janeiro, e seu primeiro trabalho solo, autointitulado, saiu em 1994. O segundo, Vou Ser Feliz e Já Volto, veio em 2001. Seu trabalho como ator já lhe rendeu muitos elogios e ótima repercussão perante o público, especialmente nos filmes O Invasor (2001, sua estreia no cinema), Boleiros 2- Vencidos e Vencedores (2006) e É Proibido Fumar (2009).

Vou Te Encontrar (clipe)- Paulo Miklos:

Pedro Luís faz show em Sampa com músicas de Luis Melodia

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Por Fabian Chacur

Com quase 40 anos de carreira, Pedro Luís se firmou, com o grupo A Parede ou em carreira solo, como um dos artistas mais instigantes da música brasileira. Como todo criador, ele teve suas influências, e uma das mais fortes é a de Luiz Melodia, seja pela origem carioca, seja pela mistura swingada de samba com outros ritmos e também pelas letras caprichadas. Como forma de celebrar a obra do saudoso autor de Juventude Transviada e tantos outros clássicos, Pedro lançou o álbum Vale Quanto Pesa- Pérolas de Luiz Melodia (Deck), cujo repertório ele mostra ao vivo em São Paulo nesta sexta (12) às 22h na Casa de Francisca (rua Quintino Bocaiúva, nª 22- Sé- fone 0xx11-3052-0547), com ingressos a R$ 53,00.

O repertório do álbum, lançado no finalzinho de 2018, traz 14 músicas extraídas do set list do maravilhoso artista carioca, sendo oito oriundas do álbum Pérola Negra (1973), duas de Maravilhas Contemporâneas (1976), duas de Mico de Circo (1978), uma de Nós (1980) e uma de Pintando o Sete (1991). São clássicos do porte de Juventude Transviada, Pérola Negra, Estácio Holly Estácio, Congênito, Vale Quanto Pesa e A Voz do Morro, esta última de autoria do lendário Zé Keti e tão bem relida por Melodia que há quem pense ser essa canção de sua autoria.

Pedro Luís explica a intenção que teve ao abordar repertório tão rico:

“Quis fazer reverência e referência aos detalhes dos arranjos originais tão marcantes, mas sem que isso soasse como cover; por isso, convoquei uma banda com formação eficiente, criativa, mas diferente das que foram usadas nas versões originais”, diz. E deu super certo! O álbum é muito bom, com o intérprete fugindo da roubada que seria tentar imitar o inimitável Melodia e imprimindo sua personalidade a essas canções tão legais e eternas.

Ouça Vale Quanto Pesa- Pérolas de Luiz Melodia em streaming:

Tom Zé canta em São Paulo para celebrar relançamento do 1º LP

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Por Fabian Chacur

Tom Zé deve se lembrar com uma certa afetividade do ano de 1968. Apesar do conturbado clima político pelo qual o Brasil passava naquele período, o cantor, compositor e músico baiano venceu o IV Festival de Música Popular Brasileira da TV Record com a música São São Paulo, além de participar do histórico álbum Tropicália Ou Panis Et Circensis. De quebra, ainda lançou o seu primeiro e muito elogiado álbum solo, Grande Liquidação, que a Polysom acaba de relançar no formato vinil de 180 gramas, como parte de sua série Clássicos em Vinil.

E é para celebrar essa reedição que o artista se apresenta nesta quinta-feira (4) às 21h em São Paulo no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, nº 1.000- Paraíso- fone 0xx11-3397-4002), com ingressos ao preço único de R$ 25,00.

Grande Liquidação conta com produção de João Araújo, pai de Cazuza e posteriormente diretor da gravadora Som Livre, arranjos dos brilhantes Damiano Cozella e Sandino Hohagen e participação das bandas Os Brazões e Os Versáteis. Com 12 composições de Tom Zé, o disco tem como destaque São São Paulo, que por sinal integra a trilha sonora da novela que a Globo estréia nesta terça (2), Órfãos da Terra. Outras faixas marcantes são Parque Industrial, Glória, Namorinho de Portão e Sabor de Burrice.

Ouça Grande Liquidação em streaming:

Ivan Lins e Brasilidade Geral dão prévia de novo álbum em Sampa

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Por Fabian Chacur

Ivan Lins é um artista sempre aberto a parcerias com outros artistas, desde que talentosos, obviamente. Desta vez, o cantor, compositor e pianista carioca une forças ao grupo capixaba Brasilidade Geral para o lançamento de um CD, Meu Pais, que deve sair em abril. Como forma de dar uma prévia desse lançamento, eles se apresentam em São Paulo no próximo dia 11 de abril (quinta-feira) às 22h no Bourbon Street (rua dos Chanés, nª 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com ingressos custando de R$ 95,00 a R$ 190,00.

O repertório trará clássicos do repertório de Ivan Lins com novos arranjos, entre as quais Vitoriosa, Meu País, Lembra de Mim, Dinorah Dinorah, Depois dos Temporais e Madalena. A parceria entre o astro da MPB e o grupo teve início em 2015, e deu tão certo que agora terá um registro discográfico para eternizá-la. Os metais dão um tempero novo e especial para essas canções conhecidas mundialmente.

Criado em 2010 no Espírito Santo, o grupo Brasilidade Geral é integrado por Bruno Santos (trompete e flugelhorn), Roger Rocha (saxofones soprano, alto e tenor), Marcelo Martins (saxofone tenor), Daniel Freire (saxofone barítono), Rafael Rocha e Joabe Reis (trombone), Hugo Maciel (baixo elétrico) e Renato Rocha (bateria). Eles lançaram em 2011 o primeiro CD, autointitulado, e logo marcaram presença em casas noturnas e festivais em seu estado natal e também no Rio e em São Paulo. Em 2016, saiu o elogiado Destino Rosa dos Ventos.

A qualidade artística de seu trabalho os levou a parcerias bem bacanas, que geraram seus dois DVDs, Brasilidade Geral e Bob Mintzer Ao Vivo (2015), no qual tocam com o saxofonista, compositor, arranjador e educador americano Bob Mintzer, do célebre grupo de jazz fusion Yellowjackets, e Bossa de Alma Nova: Roberto Menescal e Brasilidade Geral (2013), com o icônico violonista, compositor e produtor carioca Roberto Menescal. Eles também fizeram shows com Hamilton de Holanda, Rosa Passos e Chico Pinheiro, entre outros.

Vitoriosa (ao vivo)- Ivan Lins e Brasilidade Geral:

Raquel Martins faz show nesta sexta (29) na Casa Gramo (SP)

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Por Fabian Chacur

Raquel Martins é daquelas pessoas que não vieram ao mundo a passeio. Ela é cantora, compositora, violonista, produtora musical e doutoranda em música pela Unicamp. Sempre a mil por hora, ela apresenta nesta sexta (29) a partir das 21h em São Paulo o show Música Para (R) Existir. O local será a Casa Gramo (rua Bento de Abreu, nº 223- Vila Romana- fone 0xx11-3864-4186), e estarão a seu lado no palco Gê Ruiz (baixo) e Si Sa Medeiros (percussão).

O trabalho autoral de Raquel teve seu primeiro registro discográfico em 2007, com o álbum No Vai e Vem do Metrô. Desde então, além de inúmeros shows, também nos proporcionou os CDs Homem Sem Rosto (2015), O Mar e Outras Águas (2016-com Olivia Gênesi) e Percepções Sonoro-Poéticas (2017).

No show desta sexta, ela mostrará músicas autorais e também cânticos populares de matrizes afro-brasileiros. Raquel nasceu no estado do Rio de Janeiro e está radicada em São Paulo desde 2001. Leia mais sobre ela aqui e ouça mais canções de seu repertório aqui.

Menina Moleque– Raquel Martins:

Zé Guilherme apresenta o seu Alumia com show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Ao conceber em termos artísticos o seu quarto álbum em 20 anos de trajetória artística, o cearense radicado em São Paulo Zé Guilherme resolveu dar vasão ao seu lado compositor. Eis a semente que gerou o ótimo Alumia, álbum disponibilizado em CD e nas plataformas digitais. Ele mostrará o repertório desse trabalho com um show em São Paulo que será realizado nesta sexta (29) às 21h no Teatro do Sesc Belenzinho (Rua Padre Adelino, nº 1.000- fone 0xx11-2076-9700, com ingressos custando de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Das 13 faixas incluídas em Alumia (lançamento independente em CD com distribuição da Tratore), oito levam a assinatura de Zé Guilherme, sendo três sozinho e cinco com parceiros como Marcelo Quintanilha, Cezinha Oliveira, Cris Aflalo e Luis Felipe Gama. Os arranjos, direção e produção musical ficaram a cargo de Cezinha Oliveira, que também se incumbiu de violões, guitarra e vocais.

Com uma voz de timbre bastante agradável, Zé Guilherme também se mostra um ótimo letrista. Sua musicalidade investiga com categoria várias vertentes da nossa música, com um tempero jazzístico no meio e elementos de bossa nova, samba, ritmos nordestinos etc. O resultado: canções bem construídas por ele e bem selecionadas (no caso das de outros autores). São vários os momentos a serem destacadas, entre os quais a bela faixa-titulo, A Voz do Rio, Paixão Elétrica, Teus Passos, Ave Solitária e Cesta Básica.

A carreira discográfica de Zé Guilherme teve início em 2000 com o lançamento de Recipiente. Em 2006, tivemos Tempo ao Tempo. Em 2015, ele homenageou um de seus grandes ídolos com o álbum-tributo Abre a Janela- Zé Guilherme Canta Orlando Silva, com produção do mesmo Cezinha Oliveira de Alumia e relendo clássicos do repertório do inesquecível intérprete.

Alumia– Zé Guilherme:

Bianca Gismonti Trio lança o CD Desvelando Mares no Blue Note

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Por Fabian Chacur

Bianca Gismonti desenvolve um trabalho musical dos mais significativos. Um dos veículos através do qual a pianista e compositora dá vasão a esse compromentimento com a música é o Bianca Gismonti Trio, que está lançando, pelo selo húngaro Hunnia Records, o ótimo CD Desvelando Mares. E é para mostrar o repertório desse trabalho para o público carioca que o grupo se apresenta nesta sexta (29) às 20h no Blue Note Rio (avenida Borges de Medeiros, nº 1.424- Lagoa- no Complexo Lagoon- fone 0xx21-3799-2500), com ingressos custando R$ 45,00 (meia) e R$ 90,00 (inteira).

Como o sobrenome dá a entender, Bianca é parente do mitológico Egberto Gismonti. Filha, para ser mais preciso. E foi com ele que a moça começou a sua carreira, aos 15 anos de idade, acompanhando-o em shows pelos quatro cantos do planeta. Com o tempo, sentiu-se segura para voos próprios, e em 2005 criou ao lado da também pianista Claudia Castelo Branco o Duo Gisbranco, com o qual lançou três discos e um DVD, com um segundo a caminho.

Em 2013, veio com Sonhos de Nascimento, primeiro trabalho solo (com participação de Naná Vasconcelos), e depois criou o Bianca Gismonti Trio, que traz junto com ela seu marido, o baterista Julio Falavigna, e também o baixista Antonio Porto. O primeiro CD do trio, Primeiro Céu, saiu em 2016, com direito a turnê para divulgá-lo que passou por países da Europa, Ásia e África.

Desvelando Mares foi gravado em Budapeste, Hungria, e contou com as participações especiais (registradas em vários países) de músicos como José Izquierdo (percussão), Bebe Kramer (acordeon), Maria João (vocal) e Preetha Narayanan (violino). São nove faixas autorais e instrumentais (com vocais em duas delas), em uma mistura de sonoridades de vários cantos do mundo, buscando com muita felicidade e talento o que Bianca definiu como “unidade na diversidade”, inspirando-se na miscigenação que está no cerne da cultura brasileira e da nossa nação como um todo.

No show, além das faixas de Desvelando Mares, o trio também mostrará temas de seus trabalhos anteriores, três composições inéditas e também uma amostra do seu quarto CD, Gismonti 70, previsto para sair futuramente e dedicado ao repertório do genial papai de Bianca. O espetáculo trará a participação especial do percussionista Frank Colón, porto-riquenho que morou nos EUA e tocou com Aretha Franklin, Wayne Shorter, Herbie Hancock e Tânia Maria, entre outros.

Feitiço– Bianca Gismonti Trio:

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