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Rolling Stones lançam registro de show de 1997 em vários formatos

bridges to bremen the rolling stones capa

Por Fabian Chacur

E prossegue a série de lançamentos de registros de shows dos Rolling Stones durante sua extensa e bem-sucedida carreira com quase 60 anos de estrada. Desta vez, teremos Bridges To Bremen, que a Universal Music, em parceria com a Eagle Music, promete colocar no mercado mundial de áudio e vídeo no próximo dia 21 de junho. No Brasil, o produto será disponibilizado apenas em DVD e digital (áudio e vídeo), mas no exterior teremos também Blu-ray, DVD+2 CDs, Blu-ray+2 CDs e vinil triplo.

Bridges To Bremen flagra a banda de Mick Jagger e Keith Richards em Bremen, na Alemanha, em show da turnê durante a qual o grupo britânico divulgava o seu então mais recente álbum, Bridges To Babylon (1997). Foi a primeira turnê deles a incluir o recurso de um pequeno palco no meio da plateia, no qual, durante uma pequena parte do espetáculo, os músicos apresentavam algumas músicas em clima mais intimista (obviamente para quem estivesse lá perto, pois os shows eram sempre realizados em estádios e ginásios). Por volta de 40 mil pessoas estavam naquele show, em particular.

Entre 1997 e 1998, os Stones fizeram 97 shows em quatro continentes, atraindo mais de 4.5 milhões de fãs. No repertório, seus grandes clássicos e também algumas faixas de Bridges To Babylon, como Flip The Switch, Anybody Seen My Baby? e Thief In The Night. Em cada apresentação, era feita uma consulta prévia via internet para que o público escolhesse uma faixa exclusiva a ser adicionada no show. Memory Motel venceu, no caso de Bremen. Nos bônus de DVD e Blu-ray, foram incluídas quatro performances de um show em Chicago (EUA).

O conteúdo de vídeo e áudio de Bridges To Bremen foi restaurado, remixado e remasterizado. Antes desse lançamento, a Universal Music promete para o dia 19 deste mês Honk, nova coletânea com 36 faixas lançadas originalmente entre 1971 e 2010, e uma Deluxe Edition do CD Blue & Lonesome, trazendo como bônus 10 faixas gravadas ao vivo em estádios ao redor do planeta.

CONTEÚDO De BRIDGES TO BREMEN

DVD e Blu Ray

(I Can’t Get No) Satisfaction
Let’s Spend The Night Together
Flip The Switch
Gimme Shelter
Anybody Seen My Baby?
Paint It Black
Saint Of Me
Out Of Control
Memory Motel
Miss You
Thief In The Night
Wanna Hold You
It’s Only Rock ‘n’ Roll (But I Like It)
You Got Me Rocking
Like A Rolling Stone
Sympathy For The Devil
Tumbling Dice
Honky Tonk Women
Start Me Up
Jumpin’ Jack Flash
You Can’t Always Get What You Want
Brown Sugar

BRIDGES TO CHICAGO

BONUS PERFORMANCES

Rock And A Hard Place
Under My Thumb
All About You
Let It Bleed

CD DUPLO E LP DE VINIL TRIPLO

(I Can’t Get No) Satisfaction

Let’s Spend The Night Together

Flip The Switch

Gimme Shelter

Anybody Seen My Baby?

Paint It Black

Saint Of Me

Out Of Control

Memory Motel

Miss You

Thief In The Night

Wanna Hold You

It’s Only Rock ‘n’ Roll (But I Like It)

You Got Me Rocking

Like A Rolling Stone

Sympathy For The Devil

Tumbling Dice

Honky Tonk Women

Start Me Up

Jumpin’ Jack Flash

You Can’t Always Get What You Want

Brown Sugar

Veja o trailer de Bridges To Bremen:

David Bowie terá caixa de singles em vinil com 9 gravações raras

david bowie box set-400x

Por Fabian Chacur

As redes sociais dedicadas a divulgar o trabalho do saudoso David Bowie anunciaram uma bela novidade para seus fãs, especialmente para os colecionadores mais ávidos por raridades. Será lançada em breve, infelizmente só no exterior, Spying Through a Keyhole-Demos And Unreleased Songs. Trata-se de uma caixa contendo singles de 7 polegadas, os antigos compactos simples de vinil, contendo nove gravações inéditas em formato físico registradas pelo genial cantor, compositor e músico britânico nos idos de 1967 e 1968.

Lançada pelo selo Parlophone (hoje distribuído pela Warner Music), a caixa traz canções inéditas como Love All Around (de onde foram extraídos os versos que deram nome ao trabalho) e versões demo de In The Heat Of The Morning, por exemplo, ótima canção da fase inicial do astro britânico que possui trechos que posteriormente inspirariam um hit massivo dele, Ziggy Stardust.

O principal gancho para este projeto foram os 50 anos do lançamento de Space Oddity, que aparece em duas versões diferentes, uma demo que parecer ser a primeira gravação feita deste clássico, e outra na qual Bowie a interpreta junto com John Hutch Hutchinson, que integrou o trio Feathers ao lado do astro inglês e também tocou com ele nos anos 1970. A qualidade técnica das gravações, segundo informes da própria gravadora, não é perfeita, mas vale pela raridade.

Eis o repertório completo: Mother Gray, In The Heat Of The Morning, Goodbye 3D (Threepennny Joe), Love All Around, London Bye, Ta-Ta, Angel, Angel Grubby Face- Version 1, Angel, Angel Grubby Face- Version 2, Space Oddity- demo excerpt e Space Oddity-demo+alternative lyric (com John Hutch Hutchinson).

Essas canções foram disponibilizadas por um curto período de tempo em dezembro de 2018 nas plataformas digitais. A gravadora afirma que essas canções serão lançadas futuramente em outros formatos, mas não especificou quais e quando esses lançamentos ocorrerão.

In The Heat Of The Morning (BBC Sessions)- David Bowie:

Luiz Melodia tem LP clássico e genial reeditado em vinil 180g

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Por Fabian Chacur

Mais um item bem bacana é adicionado ao catálogo da série Clássicos em Vinil, editada pela Polysom. Trata-se de Maravilhas Contemporâneas, do completamente genial cantor, compositor e músico carioca Luiz Melodia, que infelizmente saiu de cena em 2017 aos 66 anos, deixando como inestimável legado trabalhos desse altíssimo gabarito.

Maravilhas Contemporâneas saiu originalmente em 1976, lançado pela gravadora Som Livre. Trata-se do segundo álbum de Melodia, e certamente aquele que o encaminhou rumo ao estrelato. A faixa que impulsionou a divulgação e a vendagem desse trabalho é a seminal Juventude Transviada, parte integrante da trilha sonora da novela global Pecado Capital e tocada com destaque naquela atração televisiva.

Outra faixa de bastante destaque é Congênito, daquelas que nunca saía do repertório de seus shows, com ritmo gostoso e letra filosófica e profunda, além de direta. O álbum, com 11 faixas, também inclui pérolas do porte de Baby Rose, Memórias Modestas, Paquistão e Quando o Carnaval Chegou, todas com aquela mistura de rock, soul, samba, jazz, reggae e o que mais pintasse de bom. Genialidade em estado puro.

Maravilhas Contemporâneas- ouça o álbum em streaming:

Polysom relança em vinil dois LPs incríveis do genial Cartola

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Por Fabian Chacur

Não me condenem por usar dois adjetivos tão escancaradamente positivos no título desse post. Aliás, imagino que vocês não irão mesmo fazer isso. Afinal, estou me referindo a Angenor de Oliveira, o Cartola (1908-1980), um dos maiores gênios da história da nossa riquíssima música popular brasileira. E a razão é das mais simples. Seus dois primeiros álbuns estão sendo relançados em vinil de 180 gramas pela Polysom, como parte integrante da série Clássicos em Vinil. São trabalhos que ultrapassam o conceito de discoteca básica. São obrigatórios.

Cartola já tinha 66 anos de idade quando finalmente conseguiu lançar o seu primeiro LP. Provavelmente, nem esperava mais ter a possibilidade de gravar um disco como esse. Mas, felizmente, e graças ao apoio da gravadora Marcus Pereira e do produtor J.C. Botezelli, o Pelão, ele conseguiu realizar esse sonho, no ano de 1974, com direito a 12 músicas de sua autoria, sozinho ou com vários parceiros.

Em 1976, veio o segundo, também pela Marcus Pereira, mas desta vez com produção de Juarez Barrozo, incluindo 10 de suas obras e duas de outros autores. Os dois discos são maravilhosos, e neles Cartola mostra que sua voz pequena e bem colocada era perfeita para interpretar tais canções. Vale lembrar que esses dois trabalhos foram incluídos na caixa Todo Tempo Que Eu Viver, lançada em 2016 pela Universal Music no formato CD (leia a resenha de Mondo Pop aqui).

Cartola (1976)- ouça em streaming:

Polysom e Warner relançam 2 LPs do grupo Novos Baianos

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Por Fabian Chacur

Boa notícia para os fãs dos Novos Baianos, que andam em estado de êxtase com os shows de retorno da mítica banda. A Polysom, em parceria com a Warner, está relançando no formato vinil de 180 gramas, pela série Clássicos em Vinil, dois álbuns seminais da discografia dos caras. São eles Novos Baianos F.C. e Novos Baianos, que fazem parte da fase áurea dessa formação inesquecível e criativa do nosso rock/MPB.

Novos Baianos F.C. (1973) teve a difícil missão de suceder o mitológico Acabou Chorare (1972, também relançado na série Clássicos em Vinil), e deu conta do recado. Gravado no sítio no qual a banda morava, em Jacarepaguá (RJ), o álbum traz maravilhas como Só Se Não For Brasileiro Nessa Hora, Sorrir e Cantar Como Bahia, as instrumentais Dagmar e Alimente e também Samba da Minha Terra (de Dorival Caymmi).

Lançado em 1974, Novos Baianos foi ensaiado e gravado no sítio de um dirigente da gravadora Continental, que lançou esses dois álbuns e cujo acervo hoje pertence à Warner. O trabalho marca a saída de Moraes Moreira do time, e inclui em seu repertório Isabel (Bebel), rara composição de João Gilberto, um grande amigo da banda, e também Linguagem do Alunte, Reis da Bola e Ao Poeta, entre outras.

Ouça Novos Baianos FC em streaming:

Polysom relança em vinil fase progressiva dos Mutantes

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Por Fabian Chacur

Após ter lançado uma caixa com seis LPs da fase dos Mutantes com Rita Lee, a Polysom agora completa a discografia anos 60/70 da banda paulistana no formato bolachão colocando nas lojas versões em vinil de 180 gramas com prensagem premium e remasterizadas dos álbuns Tudo Foi Feito Pelo Sol (1974) e Ao Vivo (1976), discos que na época saíram com o selo da Som Livre, a gravadora global. São trabalhos muito interessantes.

Tudo Foi Feito Pelo Sol marca o início de uma nova era do grupo, que mantinha de sua escalação clássica apenas Sergio Dias (guitarras, violão, sitar e voz), agora acompanhado por Túlio Mourão (piano, órgão Hammond, Minimoog e voz), Antonio Pedro de Medeiros (baixo e voz) e Rui Mota (bateria, percussão e voz). Com sete faixas, o álbum marca a adesão dos músicos ao rock progressivo na melhor tradição de Yes, Emerson Lake & Palmer e outros, e vendeu na época 30 mil cópias, a melhor marca da história desses roqueiros.

Ao vivo trouxe mais novidades, com as saídas de Antônio Pedro e Tulio Mourão. O quarteto agora era integrado por Sergio Dias (guitarras, violão, sitar e voz), Paul de Castro (guitarra e violino), Luciano Alves (teclados) e Rui Mota (bateria, percussão e voz). Ao contrário do que se poderia esperar, o disco gravado ao vivo no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro trouxe 12 faixas inéditas, sem canções antigas.

Tudo Foi Feito Pelo Sol- Os Mutantes (LP em streaming):

Mutantes Ao Vivo- Os Mutantes (LP em streaming):

Polysom relança o compacto de vinil do obscuro Vímana

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Por Fabian Chacur

O nome Vímana pode não ter registro para muitas pessoas que gostam e acompanham o cenário musical brasileiro. Os mais atentos, no entanto, já devem ter ouvido falar desse quinteto carioca, que existiu entre 1974 e 1978. O único registro fonográfico oficial dos rapazes, o compacto simples de vinil com as músicas Zebra e Masquerade, está sendo relançado neste mês pela Polydisc, em edição limitada. Um interessante resgate.

A banda é daquele tipo que se tornou muito mais conhecida depois de sua separação, em função da fama que seus ex-integrantes ganharam posteriormente. Ritchie (vocal e flauta), inglês radicado no Rio, era um deles, assim como os outros astros do pop-rock dos anos 1980 Lulu Santos (guitarra e vocal) e Lobão (bateria). De quebra, completavam o time Fernando Gama (baixo), que integrou de 1992 a 2005 o grupo Boca Livre, e o tecladista Luiz Paulo Simas.

Fortemente influenciado pelo rock progressivo, especialmente o feito pelo grupo Yes, o Vímana participou de festivais como o Hollywood Rock em 1975 e fez shows em locais como o MAM, no Rio, além de tocar com Fagner, Marília Pera, Walter Franco e Sérgio Dias, dos Mutantes. O compacto simples foi lançado originalmente pela gravadora global Som Livre em 1977. Zebra, em português, é uma mistura de rock, disco music e percussão brasileira, enquanto Masquerade (em inglês) tem o típico tempero do progressivo setentista, embora bem mais curta.

Após sair, curiosamente, do Yes, o tecladista suíço Patrick Moraz veio ao Brasil e quis transformar o Vímana em sua banda de apoio. Uma briga com ele tirou Lulu Santos do grupo, que em seguida encerrou suas atividades. A Som Livre preferiu não lançar o LP que gravou com eles, e hoje só são encontrados raros piratas de outras de suas músicas. Mas vamos ser sinceros: o trabalho posterior de seus músicos é bem melhor.

Zebra– Vímana:

Masquerade– Vímana:

On The Rocks (pirata)- Vímana:

Polysom relança em vinil raro compacto dos Novos Baianos

Novos Baianos capa-400x

Por Fabian Chacur

A Polysom lança mais um item bacana em vinil para os colecionadores de trabalhos raros e importantes da MPB, parte integrante de sua ótima série Clássicos Em Vinil. Desta vez, trata-se de um compacto duplo dos Novos Baianos, raridade lançada nos anos 1970 e cobiçado pelos colecionadores do trabalho do grupo, um dos campeões da mistura de rock e MPB.

O compacto duplo traz as faixas Psiu, 29 Beijos, Globo da Morte e Mini Planeta Íris, e foi lançado entre os álbuns É Ferro Na Boneca (1970) e Acabou Chorare (1972). Na época, era comum esse tipo de lançamento, trazendo músicas que não seriam posteriormente incluídas nos LPs, tornando-se, assim, exclusivas desse formato.

O som dos Novos Baianos, na época, era bem mais roqueiro do que o desenvolvido a partir do álbum Acabou Chorare, no qual a influência de João Gilberto, fã confesso da banda, se mostrou de forma mais clara.

Globo da Morte– Os Novos Baianos:

29 Beijos– Os Novos Baianos:

Psiu– Os Novos Baianos:

Mini Planeta Iris– Os Novos Baianos:

Ouça o compacto duplo dos Novos Baianos, na íntegra:

Banda Gamp estreia com um CD coeso e de puro pop rock

gamp grupo de rock brasileiro 2-400x

Por Fabian Chacur

O rock brasileiro continua mostrando as suas garras, independente de modismos. Mais uma prova acaba de chegar de Belo Horizonte (MG). Trata-se de Keep Rockin’, álbum de estreia da banda Gamp. Lançado pela Som Livre, o trabalho aposta em um rock básico e sem firulas ou frescuras, indo direto ao ponto, mas com categoria e capricho suficientes para impressionar bem o ouvinte.

Integram o time Bernardo Viana (vocal), Matheus Ribeiro (guitarra e violão), Eduardo Dequech (guitarra e violão), Euclydes Bomfim (baixo e vocais) e Lucas Bastos (bateria). No álbum, temos participações especiais de um naipe de metais formado por Altair Martins (trompete), Marlon Sette (trombone) e Bidu Cordeiro (trombone baixo) e do tecladista Maycon Ananias, que ajudam a encorpar com bom gosto a sonoridade em algumas faixas.

As influências mais nítidas notadas no som do Gamp remetem ao rock brasileiro dos anos 80, especialmente de Barão Vermelho, Cazuza e Capital Inicial, e dos clássicos Raul Seixas, Rolling Stones, Bob Dylan e Rita Lee, além de um quê do CPM 22, especialmente no vocal de Bernardo, cujo estilo e timbre de certa forma combinam o de Dinho Ouro Preto com o de Badaui, da banda paulista.

Os grandes méritos de Keep Rockin’ são a coesão instrumental e vocal apresentadas pelo quinteto e a ótima seleção de repertório, que é bem equilibrada e mescla composições dos integrantes da banda com canções escritas por feras como Leoni, Paulinho Moska e a jovem Roberta Campos. A produção de Rodrigo Vidal é bem sóbria e eficiente.

São várias as faixas legais desse disco de estreia da banda Gamp, sempre com letras inteligentes e que fogem dos lugares comuns do gênero. Vinil, por exemplo, é bem sacada e bem humorada. Hora de Pular do Trem contagia logo nos primeiros momentos, enquanto Recomeçar, Te Redesenhar e Vermelho e Preto equivalem a boas variações de pop rock.

No fim das contas, Keep Rockin’ equivale a uma respeitável estreia dessa banda mineira que soa totalmente universal e cuja coesão vocal e instrumental dão a impressão de que se trata de um quinteto que veio para ficar. Sem apostas em redundâncias e fugindo do óbvio, merecem ser conhecidos pelo público roqueiro brasileiro.

Hora de Pular do Trem– Gamp:

Te Redesenhar– Gamp:

Vinil– Gamp:

Polysom relançará clássicos de Gal Costa no formato vinil

gal capa lp relancamento-400x

Por Fabian Chacur

A Polysom, que nos últimos anos tem relançado no formato vinil de luxo álbuns importantes da história da música brasileira, promete mais dois títulos para breve, ambos de Gal Costa. Os dois discos foram lançados originalmente em 1969, e são cotados entre os melhores já lançados pela seminal cantora baiana, eterna musa da Tropicália.

O primeiro a chegar às lojas, ainda este mês, será Gal, considerado pela crítica como provavelmente o trabalho mais psicodélico da carreira da intérprete. Entre outras faixas, destacam-se a icônica Meu Nome é Gal (de Roberto e Erasmo Carlos), Cinema Olímpia, Pulsar e Quasars, Com Medo Com Pedro e País Tropical. Um banho de ousadia e criatividade de uma artista talentosíssima.

Gal Costa, cuja reedição está prevista para sair em janeiro de 2015, traz diversas canções fundamentais no repertório de Gal, entre elas Baby, Namorinho de Portão, Se Você Pensa, Divino Maravilhoso e Que Pena (Ela Já Não Gosta Mais de Mim). A produção deste e do outro LP é de Manuel Barembeim, nome importante na era tropicalista da MPB.

A única notícia não tão boa fica por conta do preço médio de cada título, R$ 79,90 , justificado pelo fato de se tratar de edições especiais e limitadas. A coleção da Polysom conta com títulos importantes de nomes como Jorge Ben, Caetano Veloso, Azymuth, Chico Science & Nação Zumbi, Banda Black Rio e títulos da gravadora Elenco.

Ouça Meu Nome é Gal, com Gal Costa:

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