Mondo Pop

O pop de ontem, hoje, e amanhã...

Cris Braun mostra músicas do novo álbum com show em SP

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Por Fabian Chacur

Ex-integrante do grupo carioca Sex Beatles, que lançou dois elogiados álbuns nos anos 1990, a cantora e compositora Cris Braun desenvolve há mais de 20 anos uma carreira-solo que em 2021 gerou seu 5º álbum. Trata-se de Quase Erótica (Lab 344). Ela chega a São Paulo para um show nesta quarta-feira (29) às 21h na Bona (rua Álvaro Anes, nº 43- Pinheiros), com ingressos a R$ 60,00 (saiba como comprar aqui).

Cris será acompanhada neste show por uma banda formada por Dinho Zampier (teclado), Reuel Albuquerque (guitarra) e Rodrigo Peixe (bateria). Teremos também a participação especial do cantor e compositor Bruno Berle, de quem ela se confessa fã. O repertório traz canções do novo álbum, como Tudo Que Você Queria Saber Sobre Si Mesmo, algumas dos álbuns anteriores e também releituras de canções dos Mutantes e dos Doors.

Tudo Que Você Queria Saber Sobre Si Mesmo (clipe)- Cris Braun:

Gabrielle Aplin, do hit Home, lança um novo e belo single

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Por Fabian Chacur

Das cantoras e compositoras surgidas na década passada, Gabrielle Aplin é certamente uma das mais promissoras. Ela estourou por aqui em 2016 graças à bela canção Home (ouça aqui). Incluída na trilha da novela Totalmente Demais, a faixa repercutiu tão bem que trouxe a artista britânica para uma participação especial na atração global. E ela está com uma canção linda saindo do forno neste exato momento.

Call Me, disponibilizada nas plataformas digitais, contou com a produção de Mike Spencer, conhecido por seus trabalhos com Years & Years, Ellie Goulding e Labrinth. Em press-release enviado à imprensa, a artista de 29 anos fala sobre essa belíssima canção:

“Nos vários lockdowns que tivemos aqui na Inglaterra, me peguei desejando ter feito coisas e não ter feito coisas quando tive a chance. Coisas grandes e pequenas. Queria ter ido naquela noite aleatória, queria não ter dito isso algo, gostaria de ter ligado para essa pessoa de volta, gostaria de ter sentado e aproveitado o sol. É como se eu pudesse voltar no tempo e experimentar coisas quando tive a chance. É tipo, se você mudar de ideia, Eu mudei de ideia também… então me ligue”.

Gabriele tem em seu currículo seis EPs e três álbuns, sendo o mais recente Dear Happy (2020). Vale ficar atento para seus próximos lançamentos. Ela é mais uma prova de que, se você procurar direitinho, certamente encontrará gente de talento nas novas gerações. Suas canções encantam e invadem nossos corações de forma fluida. My Mistake, por exemplo (ouça aqui).

Call Me– Gabrielle Aplin:

Patrick Adams e Paulo Diniz, duas grandes perdas na música

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Por Fabian Chacur

Dois grandes músicos nos deixaram nesta quarta-feira (22). Um foi o cantor, compositor e músico pernambucano Paulo Diniz, aos 82 anos. O outro, o produtor, compositor, músico e engenheiro de som norte-americano Patrick Adams, aos 72 anos. Ambos tinham em comum o grande talento e o fato de terem vivido seus períodos de maior sucesso comercial e artístico durante a década de 1970, cada um em sua respectiva área de atuação.

Nascido em 17 de março de 1950, Patrick Adams começou a carreira fazendo arranjos musicais para artistas como Astrud Gilberto. Sister Sledge e outros, além de ter sido manager do grupo Black Ivory. Em meados dos anos 1970, mergulhou no universo da produção e composição. Um de seus primeiros êxitos foi com o projeto de estúdio Universal Robot Band, que estourou em 1977, em pleno auge da disco music.

Este grupo de estúdio fez grande sucesso no Brasil com a música Dance and Shake Your Tambourine (1977- ouça aqui), incluída na trilha da novela global Loco-Motivas (1977). Essa música, assim como o outro ótimo hit deste projeto, Freak With Me (ouça aqui), eram de autoria de Adams, além de contarem com seus arranjos. Esse trabalho atraiu a atenção de Marvin Schlachter, da gravadora Prelude Records.

Schlachter perguntou a Patrick Adams quanto tempo ele levaria para gravar um álbum disco e perguntou o preço, que foi aceito logo de cara. Em apenas três semanas, Adams deu conta do recado, incluindo compor as músicas, fazer os arranjos, arregimentar os músicos e cantores (incluindo a diva Jocelyn Brown) e se incumbir da engenharia de som. Surgia o Musique.

O álbum Keep On Jumpin’ (1978) pode ser considerado um dos grandes clássicos da era disco. Sua fantástica faixa-título é outro hit de Adams no Brasil, pois integrou com destaque a trilha sonora da novela global Pecado Rasgado (1978). Nos EUA e exterior, o principal sucesso foi outra gravação certeira, In The Bush (ouça aqui), que logo virou um clássico das pistas.

Summer Love (ouça aqui) e Summer Love Theme (instrumental- ouça aqui), no mesmo alto nível, completam o álbum. Sim, apenas quatro músicas, mas todas em versões longas, muito criativas e extremamente adequadas às pistas de dança. Tudo nelas é perfeito: as levadas rítmicas, os timbres dos instrumentos, os vocais, os arranjos… Christine Wiltshire, uma das cantoras do álbum, teve uma filha com Adams.

Com a queda da popularidade da disco music, causada principalmente por pressões homofóbicas e racistas, Patrick Adams não deixou a peteca ir ao chão, e trabalhou com artistas de rap como Eric B & Rakim, KSR-One, Mas e Salt-N-Pepa. Suas músicas também foram sampleadas por outros artistas, entre os quais o consagrado Kanye West.

Quero Voltar Pra Bahia e outros hits

Paulo Diniz nasceu em 24 de janeiro de 1940. Em meados dos anos 1960, mudou-se para o Rio de Janeiro para tentar se inserir no meio musical. Com uma inspirada mistura de soul, ritmos brasileiros e pop, ele estourou nacionalmente em 1970 com Quero Voltar Pra Bahia, uma bela, velada e contagiante homenagem a Caetano Veloso, então exilado na Inglaterra.

Não demorou a emplacar outros sucessos marcantes nas paradas de sucesso da época, entre elas O Meu Amor Chorou (de Luiz Marçal Neto- ouça aqui), Um Chope Pra Distrair (ouça aqui) e Pingos de Amor (ouça aqui), esta última regravada em 2000 com muito sucesso pelo Kid Abelha. As três últimas são composições dele feitas em parceria com Odibar (1950-2010), seu parceiro mais constante nesses seus anos de ouro.

Outra marca de sua obra foi musicar poemas de nomes ilustres como Carlos Drummond de Andrade (José), Gregório de Matos (Definição de Amor), Manuel Bandeira (Vou Me Embora Pra Passárgada) e Augusto dos Anjos (Versos Íntimos). Ele também releu clássicos alheios como Felicidade (Lupicinio Rodrigues) e Asa Branca (Luiz Gonzaga-Humberto Teixeira).

Embora sem o mesmo sucesso em termos comerciais, Diniz se manteve na ativa até o início dos anos 2000, quando parou de fazer shows devido às complicações causadas pela esquistossomose, mas se mantinha compondo e apoiava projetos que envolviam suas composições.

Keep On Jumpin’– Musique:

Don Letts assina com a Cooking Vinyl e prepara seu 1º disco solo

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Por Fabian Chacur

Don Letts é um daqueles nomes seminais para a música britânica, e em várias frentes. Como músico, criou ao lado de Mick Jones (ex-The Clash) em 1984 o Big Audio Dynamite, um dos grupos mais criativos dos anos 1980. Ele dirigiu clipes para o The Clash (This is Radio Clash, Rock The Casbah, Should I Stay Or Should I Go) e Bob Marley (Waiting In Vain e One Love) e foi o diretor do icônico documentário The Punk Rock Movie (1978). Pois ele não tinha lançado ainda um álbum solo. Isso virá em 2023.

Para esse intuito, ele acaba de assinar contrato com o selo britânico Cooking Vinyl, e nesse momento está preparando sua estréia como artista solo. Em comunicado enviado à imprensa, ele dá uma prévia do que virá:

“Demorou um pouco de tempo para criar esta trilha sonora, mas com a ajuda de alguns amigos, algumas linhas de baixo pesado e uma boa gravadora, o bom gosto permanece firme”

Com 66 anos de idade, Don Letts é uma cara extremamente simpático, como tive a oportunidade de conferir ao vivo, tanto no show que o Big Audio Dynamite (também conhecido como B.A.D.) realizou em São Paulo em 1987 como em entrevista coletiva concedida à imprensa na sede da produtora que trouxe a banda para cá, a Poladian. Nunca vou me esquecer de ele apontando uma tarja (escrita New Rock Colletion) incluída na capa da versão brasileira do álbum de estreia do B.A.D. e me perguntando: “o que é isso?”.

Como diretor e roteirista, Letts também tem em seu currículo documentários sobre artistas importantes como Gil Scott-Heron, Sun Ra e George Clinton. Rebel Dread, documentário lançado no exterior há pouco e sobre ele próprio e sua trajetória, foi bastante elogiado em resenha no jornal britânico The Guardian e está disponível nas plataformas de streaming.

E=MC2 (clipe)- Big Audio Dynamite:

Make Music Day Festival tem eventos musicais em todo o país

Henrique Portugal - 400x Foto Divulgação

Por Fabian Chacur

Inaugurado na França em 1982 como Fête de La Musique, o Make Music Day Festival teve sua primeira edição no Brasil em 2019. Neste ano, o evento será realizado durante toda esta terça-feira (21), com previsão de mais de 3 mil atividades gratuitas (presenciais e virtuais) em mais de 200 cidades brasileiras. Um dos participantes é Henrique Portugal (foto), conhecido como tecladista do grupo Skank e artista solo, que participará em São Paulo de uma live sobre o mercado musical e também lançará um novo single e interagirá com outros músicos.

Aliás, o mote do Make Music Day Festival é incentivar o criador musical natural que existe em cada um de nós, apostando em atividades que permitam às pessoas exprimir seus talentos musicais com muita interação com outros profissionais da área. Daniel Neves, coordenador nacional do Make Music Brasil, fala sobre o espírito do festival:

“No Brasil, o Make Music Day celebra as cores da rica experiência cultural do país. Teremos cultura musical autenticamente brasileira e a mostra de como ela é importante para a cultura de forma geral. Todos os estilos e gêneros vão ter seu espaço, até mesmo músicos amadores que doam seu tempo para fazer o bem, levando música ao vivo em creches e asilos”.

Saiba mais e conheça toda a programação aqui.

Paixão (lyric video)- Henrique Portugal:

Paul McCartney, 80 anos, a façanha de se tornar eterno

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Por Fabian Chacur

Fazer sucesso não é fácil. Manter esse sucesso, mais difícil ainda. Tornar-se eterno, no entanto, é coisa para os muito fortes e muito talentosos. E é nesse panteão que se colocou um certo James Paul McCartney, que neste sábado (18) completa 80 anos mais ativo e relevante do que nunca. Tudo bem que o cidadão que está escrevendo este texto não é suspeito, é culpado, pois fala aqui sobre o seu maior ídolo. Mas tem horas que o melhor é mandar a isenção pra longe. Viva Paul McCartney!

Não faltam argumentos para sustentar a minha teoria, de que Paul McCartney é eterno. Logo de cara: quem conseguiria sobreviver ao fim da maior banda de todos os tempos e permanecer nas paradas de sucesso e lotando estádios, agora sozinho? Macca já começa goleando logo aqui. Coube a ele carregar o estandarte dos Beatles mundo afora sem seus companheiros, e essa missão está sendo cumprida com galhardia.

Lógico que este brilhante cantor, compositor e músico britânico continua cantando músicas de sua célebre ex-banda em seus shows, sempre arrancando aplausos, emoções e singalongs por parte dos milhões de fãs. Mas não custa lembrar que, nos anos 1970, ele tocava um número bem pequeno de hits dos Fab Four nos shows de sua banda de então, os Wings, e mesmo assim vendeu milhões de cópias de seus discos e atraiu multidões enormes nas turnês que fez então.

Eis uma frase polêmica que irei escrever, mas lá vai: mesmo se não tivesse sido um beatle, McCartney teria seu lugar garantido como megastar, levando-se em conta apenas a sua produção com os Wings nos anos 1970 e na carreira-solo posterior. Os hits desse período são vários e enormes: Another Day, My Love, Band on the Run, Silly Love Songs, Mull Of Kintyre, Ebony And Ivory, The World Tonight… A lista é longa e vai longe.

O talento deste Sir é imenso, e em várias frentes. Excelente cantor, baixista tido como um dos melhores do rock em todos os tempos, bom também com outros instrumentos musicais (guitarra, violão, teclados, bateria etc), compositor de mão cheia, absurdamente carismático nos shows… Teve um parceiro máximo nas composições, o saudoso John Lennon, mas soube se virar muito bem sozinho e também escrevendo com Elvis Costello, Eric Stewart, Denny Layne e sua também saudosa Linda, entre outros.

Durante muito tempo, alguns críticos ridículos rotulavam o Macca como um “baladeiro incorrigível”, como se ele só fizesse canções românticas. Faixas como Helen Wheels, Let Me Roll It, Old Siam Sir, Jet, Give Ireland Back To The Irish, Angry e Girls School são apenas algumas belas provas de o quanto tal teoria é ridícula. Paul rock and rolla como poucos!

Outro ponto nem sempre muito fácil para um artista é conseguir ir além da sua própria geração, e eis outra grande virtude do autor de Yesterday. Mr. McCartney tem fãs das mais diversas faixas etárias, desde gente com idade acima da sua até a molecada da era Tik Tok. Cada um curtindo facetas específicas, ou o todo de sua obra, mas todos felizes ao ouvir suas canções.

Tive a honra de ver quatro shows de meu ídolo. Dois em 1990, no Maracanã, quando de sua primeira visita ao Brasl. Um em 1993 no estádio do Pacaembu, em São Paulo (o meu favorito), e o quarto em 2010, no estádio do Morumbi. Todos maravilhosos. E participei de duas entrevistas coletivas, a de 1990 e a de 1993, sendo que nesta última tive a honra de fazer a última pergunta. Um dos momentos mais incríveis da minha vida, com o meu ídolo respondendo e olhando para mim! Sonhos podem se concretizar!

E o legal é que em momento algum de sua trajetória Paul McCartney se acomodou. Sempre se manteve atento às novidades, trocando figurinhas com outros artistas e lançando álbuns bacanas e muito relevantes, como os recentes e ótimos Egypt Station (2018) e McCartney III (2020). E o cidadão está em meio a mais uma turnê. Que Deus o abençoe e o mantenha entre nós por muitos e muitos anos mais.

E vale lembrar que, em 1967, quando tinha meros 25 anos de idade, ele imaginava como seria quando tivesse 64 anos (When I’m 64), em faixa do mitológico Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Mal sabia ele… Que chegue aos 100 com saúde e lúcido é o meu desejo!

Good Times Coming/ Feel The Sun– Paul McCartney:

Ben Harper aborda escravidão e preconceito em seu novo single

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Por Fabian Chacur

Tem single novo de Ben Harper nas plataformas digitais. Trata-se da poderosa We Need To Talk About It, canção funk-soul com poderosos vocais de apoio e na qual o cantor, compositor e músico norte-americano fala com propriedade sobre escravidão, racismo e preconceito. Um petardo! Trata-se da primeira amostra de Bloodline Maintenance, álbum que a gravadora Chrysalis promete lançar em vários formatos no dia 22 de julho.

Com três décadas na estrada e um trabalho que mescla soul, funk, rock, reggae e ritmos africanos, Ben Harper se firmou com uma voz poderosa e performances ao vivo sempre impactantes. Em comunicado à imprensa, ele nos dá impressões do que o inspirou para realizar este novo álbum:

“Era como se eu estivesse avançando e me aventurando em lugares onde nunca havia estado antes.Levando tudo o que aprendi de todos os outros álbuns e incendiar tudo isso e começar de novo. E eu sabia que os sons que estava ouvindo na minha cabeça eram tão pouco ortodoxos que eu mesmo tinha que fazer a maior parte”.

We Need To Talk About It (lyric video)- Ben Harper:

Viva o Metal é inaugurado com três shows nesta 6ª (17) em SP

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Por Fabian Chacur

Boas novas para os fãs do heavy metal brasileiro autoral. Terá início nesta sexta-feira (17) o projeto Viva o Metal, criado pela extremamente competente e atuante produtora Som do Darma. Estão escaladas para essa primeira etapa três bandas de primeira linha: The Giant Void, Jaeder Menossi Interstellar Experience e Wolfpire. Os shows serão realizados a partir das 20h em São Paulo no La Iglesia Borratxeria (rua João Moura, nº 515- Pinheiros), com ingressos a R$ 40,00 (mais informações aqui).

A escolha das bandas não poderia ter sido mais feliz. Embora recente, a The Giant Void conta com músicos experientes, e lançou recentemente o seu excelente álbum de estreia, Thought Insertion (leia a resenha aqui).

Por sua vez, o Jaeder Menossi Interstellar Experience tem como líder Jaeder Menossi, músico conhecido por seus trabalhos com bandas como Javali/Pop Javali, Cabala Mística e Mystical Warning. Esse novo projeto já gerou um álbum dos mais consistentes (leia a resenha aqui).

Completa o time o sexteto paulistano Wolfpire, que é integrado por Doug Muratore (vocal), Luiz Casadio e Furuken (guitarras), Hall Mayan (baixo), Markus Mioranzza (teclado) e Rod Selmo (bateria), e lançou recentemente seu álbum de estreia, Naughty and Hungry, com faixas bem bacanas como Alongside Me (veja o clipe aqui)

Space Pirates (clipe)- Jaeder Menossi Interstellar Experience:

Leila Maria mostra Ubuntu com um único show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Desde que lançou seu álbum de estreia (Da Cabeça aos Pés) em 1997, Leila Maria pavimentou uma trajetória impecável como uma cantora de voz poderosa e envolvente, transitando com desenvoltura entre a música brasileira e o jazz. Ela acaba de lançar um novo álbum pela gravadora Biscoito Fino, Ubuntu, totalmente dedicado a composições do grande Djavan. Aquele tipo de disco que já nasce clássico.

Ela apresentará o repertório desse novo trabalho com um show único em São Paulo neste sábado (18) às 22h na Casa Musical Natura (rua Artur de Azevedo, nº 2.134- Pinheiros), com ingressos custando de R$ 45,00 a R$ 120,00 (mais informações aqui).

A banda que a acompanhará no show é formada por Guilherme Kastrup (direção musical, bateria e percussão), François Muleka (violão e baixo), Zola Star (violões, guitarra e baixo) e Rodrigo Braga (teclados, violão e percussão), com direção e desenho de luz de Gilberto Gouma e roteiro a cargo de Caê Rodrigues e da própria Leila Maria.

O repertório inclui clássicos da obra de Djavan como Seca, cujo clipe acaba de ser lançado e conta com a participação especial de Maria Bethânia recitando versos no início e no final. Outras canções que marcarão presença são Oceano, Flor de Lis, Asa, Meu Bem Querer e Faltando um Pedaço.

Seca (clipe)- Leila Maria:

Simples Minds divulga Vision Thing e lançará um novo álbum

Simple Minds

Simple Minds

Por Fabian Chacur

Um novo álbum do Simple Minds acaba de ser anunciado. O trabalho, cujo título será Direction Of The Heart, começa a ser divulgado com um single matador. Trata-se de Vision Thing, um rock contagiante que traz as marcas registradas da banda: teclados à frente, guitarra recortando com muito estilo e um vocal dando formato a um refrão impecável. A nova obra da consagrada banda britânica sairá em vários formatos no dia 21 de outubro pela BMG.

Além de seus integrantes e fundadores, o vocalista Jim Kerr e o tecladista e guitarrista Charlie Burchill, a atuação formação do Simple Minds inclui Gordy Goudie (violão), Ged Grimes (baixo), Cherisse Osei (bateria), Berenice Scott (teclados) e Sarah Brown (vocais). Um time que se mostra muito bem entrosado neste novo single e nos shows que tem feito atualmente.

A pré-produção de Direction Of The Heart foi feita na Sicília (Itália) e as gravações na Alemanha, produzidas por Kerr e Burchill com o apoio dos experientes Andy Wright (que trabalhou com o Massive Attack e Echo & The Bunnymen) e Gavin Goldberg (de trabalhos com o Simply Red e a cantora KT Tunstall). Este disco será o sucessor de Walk Between Worlds (2018).

Com mais de 40 anos de estrada, o Simple Minds invadiu com força as paradas de sucesso de todo mundo em 1985, quando (Don’t You) Forget About Me, tema do filme O Clube dos Cinco (The Breakfast Club) tornou-se um dos hinos do pop-rock. A banda de Jim Kerr nos visitou pela primeira vez em janeiro de 1988, sendo uma das principais atrações do Hollywood Rock em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Vision Thing (video)- Simple Minds:

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