Mondo Pop

O pop de ontem, hoje, e amanhã...

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Wagner Felipe canta músicas de Amor Para Todos em SP

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Por Fabian Chacur

O cantor, compositor e músico Wagner Felipe lançou recentemente seu primeiro CD solo, Amor Para Todos. Trata-se de um trabalho dos mais consistentes, nos quais ele se vale de um tema básico, todas as formas de amor, com uma sonoridade que abrange várias tendências da nossa música popular. Ele mostra esse repertório em São Paulo com um show nesta quarta-feira (3) às 20h no CEU Navegantes- Prof. José Everardo Rodrigues Cosme (rua Maria Moassab Barbour, s/nº- Cantinho do Céu- fones 0xx11-5976-5527 e 5976-5531), com entrada gratuita.

Wagner será acompanhado pela Banda A, formada por Mauricio Dias (cavaco e violão), João Cruz (baixo e teclados), Rubens Candido (guitarra, vocais e gaita) e Luiz Roma (bateria). Teremos várias participações especiais: MC Lauro Pirata, o baterista Naná Aragão, os cantores Tiago Ferreira e Samuel de Abreu e o grafiteiro e poeta Jerry Batista. O repertório trará músicas do CD Amor Para todos e também canções alheias com a mesma temática das do disco. Saiba mais sobre Wagner Felipe e Amor Para Todos aqui.

Corrente do Bem– Wagner Felipe:

Eric Clapton nos traz mistério e belas canções em I Still Do

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Por Fabian Chacur

Logo de cara, I Still Do, novo álbum de Eric Clapton, propõe um desafio aos fãs. Nos créditos de músicos que participaram do trabalho, está listado como violonista e vocalista na faixa I Will Be There um certo Angelo Mysterioso. Os fanáticos por Beatles sabem que um pseudônimo quase idêntico (L’Angelo Mysterioso) foi usado em 1968 por George Harrison em sua participação especial na faixa Badge, do grupo Cream, do qual Eric Clapton era um dos integrantes.

Nem é preciso dizer que isso criou um frisson em torno da mídia especializada. Seria I Will Be There uma faixa gravada antes da morte do ex-Beatle (em 2001) e somente resgatada agora por Clapton, um grande amigo do autor de Something? A verdade é que o astro britânico se recusa a revelar quem é o artista que se valeu desse pseudônimo. E surgiram novos candidatos. Um é Dhani Harrison, filho de George.

Outro candidato é o astro pop Ed Sheeran, que por sinal participou do show de Clapton no dia 13 de abril no Budokan Hall, no Japão, interpretando exatamente essa música. E aí? Bem, a voz não parece a de Dhani, estando mais próxima do timbre de Sheeran. Seja como for, a assessoria de Clapton garante que ele não irá revelar quem é o tal “anjo misterioso”. E quer saber? O importante é que I Will Be There, uma espécie de folk-ska-reggae-balada, é linda!

Essa canção serve como bom chamariz para I Still Do, que atingiu o sexto lugar nas paradas dos EUA e do Reino Unido em sua semana de lançamento, algo habitual na carreira deste genial cantor, compositor e guitarrista britânico. Trata-se de um trabalho “Clapton per se”, ou seja, sem novidades ou influências diferenciadas do que estamos habituados. Temos várias variações de blues, tempero rock e folk, um pouco de pop, e por aí vai. E vai bem. O tal do bife com fritas bem feito.

O mais legal é a sutileza da coisa. A voz de Clapton está cada vez mais apurada e deliciosa, sem toda essa potência mas repleta de paixão. Cercado por músicos que o acompanham há muitos anos, como Andy Fairweather Low, Simon Climie, Chris Stainton e Henry Spinetti, o cara desliza sua guitarra com a categoria de quem sabe todos os atalhos para chegar ao ponto G dos seus ouvintes. São 12 faixas deliciosas.

O repertório traz apenas duas canções assinadas por Clapton, a quase pop Catch The Blues e a ótima Spiral. Entre os autores, alguns dos favoritos do ex-integrante do Blind Faith e Derek And The Dominoes, como Bob Dylan, JJ Cale e Robert Johnson. O clima vai do blues ardido em Alabama Woman Blues, que abre o álbum, à quase jazzística e delicada I’ll Be Seeing You, que pôe fim à festa. Tipo do álbum muito bom de se ouvir, descomplicado e simples.

Em entrevista recente, o músico afirmou que está sofrendo de neuropatia periférica, que lhe provoca dormência e dores nas mãos e nos pés, dificultando, portanto, o seu trabalho. Como ele já está com 71 anos, nos resta torcer para que Eric Clapton possa domar essas dificuldades físicas e continue em cena, fazendo shows pelo mundo e gravando discos deliciosos como este I Still Do. Se isso é “apenas mais do mesmo”, eu amo esse “mais do mesmo”!

I Will Be There– Eric Clapton e “Angelo Mysterioso”:

Catch The Blues– Eric Clapton:

Can’t Let You Do It– Eric Clapton:

Stones In My Passway– Eric Clapton:

Nuno Mindelis faz show grátis em evento na Granja Vianna

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Por Fabian Chacur

Uma bela pedida neste fim de semana para quem é de São Paulo é ver o show gratuito que o cantor, compositor e guitarrista Nuno Mindelis fará neste domingo (31) às 15h no palco Praça das Árvores do The Square Open Mall (situado no quilômetro 22 da Raposo Tavares- fone 0xx11-2898-9595). A apresentação faz parte da programação do 5º Festival de Inverno Granja Vianna, em local arborizado e com direito a parquinho para crianças.

O músico angolano radicado no Brasil há 40 anos iniciou sua carreira discográfica em 1990 com o lançamento do LP Blues & Derivados. A partir daquele momento, rapidamente se consolidou como um dos grandes nomes do blues no Brasil, com direito a shows concorridos e a parcerias históricas, como a que o uniu ao duo Double Trouble (que acompanhou o lendário Stevie Ray Vaughan) nos ótimos CDs Texas Bound (1996) e Blues On The Outside (1999).

Em seu mais recente álbum, Angels & Clowns, Mindelis faz parceria com outro nome importante do blues americano, o cantor e guitarrista Duke Robillard, com quem inclusive fez shows em várias ocasiões. Além de tocar guitarra com maestria, o bluesman também canta com desenvoltura e compõe bem, além de selecionar com categoria as músicas alheias que relê. Em 2005, lançou o CD Outros Nunos, no qual explorou sonoridades diferentes das que habitualmente se vale.

Iniciado no dia 24 de junho e programado para se estender até o dia 21 de agosto, sempre de sexta a domingo, o 5º Festival de Inverno Granja Vianna oferece ao público shows grátis de blues, rock, pop, soul e jazz.

Nesta sexta (29), por exemplo, teremos por lá os ótimos cantores Ivan Marcio (blues) e Sel Lins (jazz, blues e soul). No sábado (30), será a vez da banda tributo Kiss Destroyer. Saiba mais sobre as próximas atrações do evento aqui. Para quem quiser ir de ônibus, há linhas que saem do terminal Butantã do metrô que passam em frente ao local.

Funky Mama – Nuno Mindelis(ao vivo):

Ouça o CD Texas Bound em streaming:

Ouça o CD Blues On The Outside em streaming:

Show gratuito e com estrelas celebra a nossa música no Rio

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Por Fabian Chacur

Uma bela homenagem à música brasileira, com elenco estrelado e repertório escolhido a dedo. Este é um possível resumo de MPB- A Alma do Brasil, espetáculo que será realizado no Rio de Janeiro nos dias 1 e 2 de agosto (segunda e terça) às 19h no Espaço Cultural BNDES (avenida República do Chile, nº 100- Rio de Janeiro- fone 0800-7026337), com ingressos gratuitos que devem ser retirados uma hora antes das apresentações.

Com idealização e direção geral a cargo do badalado Ricardo Cravo Alvin, o espetáculo procura contar a história da MPB valendo-se de algumas de suas musicas mais emblemáticas como trilha sonora, de autores como Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Donga, Pixinguinha, Lamartine Babo, Noel Rosa, Gonzaguinha, Gilberto Gil, Chico Buarque e João Bosco, entre outros. A narração fica por conta do próprio Cravo Albin e da diva Fernanda Montenegro.

O time escalado para os dois shows é composto por nomes do porte de Fagner, Mart’nália, Claudette Soares, Zélia Duncan, Doris Monteiro, Lenny Andrade e João Bosco. Os dois shows terão músicas e elenco distintos, sendo que a primeira noite se encerra com Asa Branca, na voz de Fagner, e a segunda com O Que É O Que É, com Zélia Duncan.

Um momento que deve ser muito especial será o que mostrará Imyra, filha de Taiguara, interpretando duas músicas de seu saudoso pai, Universo do Teu Corpo e Cavaleiro da Esperança. O show é uma realização do Instituto Cravo Albin, com apoio do BNDES e do Ministério da Cultura. Quem quiser poderá doar alimentos não perecíveis que serão enviados ao Retiro dos Artistas.

Veja repertório completo do show aqui.

Elenco:

Dia 1º/8 (segunda-feira):

Banda Alma Carioca

Marcio Gomes

Zeze Motta

Joao Carlos Assis Brasil

Marcos Sacramento

Mart’nalia

Doris Monteiro

Ellen de Lima

Luciene Franco

Danilo Caymmi

Ataulpho Alves Jr.

Fagner

Dia 2/8 (terça-feira):

Claudete Soares

Simone Mazzer

Leny Andrade

Marcos Sacramento

Marcio Gomes

Alfredo Del-Penho

João Bosco

Imyra Taiguara

Zélia Duncan

Crédito da foto publicada neste post: Elias Nogueira

Sem Compromisso (ao vivo)- Mart’nália e Chico Buarque:

Outra Cena (ao vivo)- Imyra Taiguara:

Asa Branca– Fagner e Gonzagão:

Zé Guilherme homenageia um lendário Orlando Silva em CD

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Por Fabian Chacur

O cantor Orlando Silva (1915-1978) foi provavelmente o primeiro grande ídolo popular da nossa música. Não por acaso, recebeu o apelido de O Cantor das Multidões, graças ao sucesso que suas interpretações intensas ganharam por parte do público. O cearense radicado em São Paulo Zé Guilherme resolveu homenageá-lo com um CD cujo repertório será apresentado nesta sexta-feira (29) em São Paulo no Bistrô Esmeralda (rua Esmeralda, nº 29- Aclimação- fone 0xx11-95850-0040), com ingressos a R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

Com distribuição da Tratore, o CD Abre a Janela- Zé Guilherme Canta Orlando Silva traz canções importantes do repertório do saudoso intérprete relidas de forma personalizada e com arranjos caprichados. “Resgatar e reler a obra desse artista que foi, desde a minha infância, o combustível para meu desejo de ser cantor, faz desse um momento ímpar na minha carreira. Minha principal diversão era ouvir no rádio a voz majestosa e brejeira do cantor, considerado a maior voz masculina do Brasil”, afirma o artista ao justificar seu belo projeto.

Em seu show, Zé Guilherme interpretará clássicos do porte de A Jardineira, Dama do Cabaré, Aos Pés da Cruz, Lábios Que Beijei, Preconceito, O Homem Sem Mulher Não Vale Nada e Alegria, entre outros. A seu lado, estarão os músicos Cezinha Oliveira (violão e direção musical), Adriano Busko (percussão) e Pratinha Saraiva (flauta).

Alegria– Zé Guilherme:

Preconceito– Zé Guilherme:

Pela Primeira Vez– Zé Guilherme:

Pure McCartney: bela viagem pela obra de um gênio musical

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Por Fabian Chacur

Coletâneas costumam ser encaradas de forma não muito positiva por críticos e fãs mais radicais de música. O argumento é sempre o mesmo: seria uma forma de apresentar uma obra de forma fatiada, com escolhas nem sempre justificáveis e frequentemente mostrando um retrato nada fiel do artista enfocado. Questão de opinião. Para mim, coletâneas são, quando bem feitas e bem planejadas, belas obras de entrada para obras musicais. Eis a função que Pure McCartney, álbum duplo que acaba de sair no Brasil, pode cumprir em relação ao trabalho de Paul McCartney.

Pure McCartney pode ser encontrado no exterior em três formatos: o mesmo CD duplo com 39 faixas, uma caixa com 4 CDs (contendo 67 faixas) e vinil quádruplo com 41 faixas. Todas essas alternativas seguem o mesmo conceito, conforme explica texto escrito pelo próprio Macca no encarte que acompanha os lançamentos: “uma coleção de minhas gravações tendo em mente nada além de ser algo divertido para se ouvir, ou talvez para ser ouvida em uma longa viagem de carro, ou em um evento em casa ou ainda uma festa com amigos”. Simples assim.

Dessa forma, fica fácil entender o porque vários sucessos marcantes ficaram de fora, preteridos em alguns casos por músicas não tão conhecidas. O repertório cobre toda a carreira solo do ex-beatle, indo desde 1970 até 2014. Para aquele fã que tem tudo do artista, só cinco itens mais interessantes: os remixes de Ebony And Ivory, Say Say Say, Here Today e Wanderlust, e a belíssima Hope For The Future, lançada em 2014 para a trilha do vídeo game Destiny e disponível anteriormente apenas no exterior em um single de 12 polegadas de vinil.

O repertório não foi ordenado de forma cronológica, o que nos proporciona saborosas idas e vidas por fases bem distintas do trabalho do artista. A curiosidade fica por conta de a primeira e a última faixa em todos os formatos serem as mesmas e oriundas do primeiro álbum solo do astro britânico, McCartney (1970), respectivamente Maybe I’m Amazed e Junk. Isso não deve ser obra do acaso…

As músicas contidas nesta compilação reforçam um sonho que muitos fãs do autor de Yesterday gostariam de realizar: ter a chance de ver um de seus shows só com material da carreira-solo, sem canções dos Beatles. Nada contra o repertório maravilhoso dos Fab Four, mas é que McCartney tem tantas músicas boas de 1970 para cá que seria bem bacana poder ouvir ao vivo uma Heart Of The Country, por exemplo, ao invés da milésima interpretação de Hey Jude.

Ouvir Pure McCartney é uma bela oportunidade de se curtir a incrível versatilidade de um grande talento. Power ballad em Maybe I’m Amazed, disco music em Coming Up, soul-jazz em Arrow Through Me, folk puro em Junk, pop delicioso em Listen To What The Man Said, rock na veia em Jet, rock eletrônico em Save Us, lirismo puro em Here Today

A variedade de estilos é incrível, sempre com grande qualidade técnica e artística. E acredite: com o material que sobrou, mesmo se levarmos em conta a caixa com quatro CDs, ainda restou material bom o suficiente para justificar pelo menos umas quatro compilações do mesmo gênero, sem repetir faixas e com a mesma força.

O único problema para o neófito que se meter a ouvir Pure McCartney é acabar se viciando no som do cara, e por tabela sair atrás de toda a sua obra. É disco pra burro!!! Mas pode ter certeza de que vale a pena colecionar. Tipo do vício sem contraindicações. E reforço o ponto: ótimo para desancar quem acha que o trabalho solo de Paul McCartney não está a altura do que ele fez nos Beatles. Não? Pense outra vez!

Arrow Through Me– Wings:

Dear Boy– Paul McCartney:

Hope For The Future– Paul McCartney:

Evento Pocket! no Rio vai ter um show da cantora Gottsha

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Por Fabian Chacur

Surge uma nova opção para quem quer curtir uma happy hour em um horário um pouco mais tardio (a partir das 20h), com direito a trilha sonora de lounge music ao fundo na altura ideal para se conversar, cardápio descolado de comidas e drinks especiais e, para coroar a noite, um pocket show. É o Pockett!, que estreia no Rio de Janeiro nesta terça-feira (26) no Galeria Café (rua Teixeira de Melo, nº 31- Ipanema-RJ- fone 0xx21-2523-8250), com entrada a R$ 60,00. O evento será realizado de forma quinzenal, e terá na estreia para o público show com Gottsha.

O criador de Pockett! é o advogado e roteirista Homero Mendes, que se uniu ao ator mineiro Davi de Carvalho, conhecido por atuação em atrações globais, e o roteirista carioca Fausto Galvão, que também começa a despontar na área (os três estão na foto que ilustra este post), para viabilizar o projeto. O DJ escalado é o experiente Andrei Yurievitch. De quebra, também teremos a exibição em vídeo da obra de um artista plástico, a pocket obra, que nesta edição será Efrain Almeida.

A cantora Gottsha se tornou conhecida do grande público a partir de 1994, com o estouro da música No One To Answer. Desde então, firmou-se como diva das pistas de dança, e não demorou a ampliar seus horizontes, atuando como atriz em atrações globais como Celebridade e Senhora do Destino, musicais teatrais como Beatles Num Céu Com Diamantes e Xanadu e dublando diversos desenhos animados. Sua presença no palco é marcante e pra cima.

No One To Answer– Gottsha:

Break Out– Gottsha:

Álbum ao vivo dos Beatles vai enfim sair em CD, com bônus

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Por Fabian Chacur

Live At The Hollywood Bowl, disco lançado originalmente em vinil em 1977 e um dos únicos álbuns oficiais dos Beatles nunca relançados, enfim ganhará sua versão em CD. A informação é do site americano da Billboard. O álbum chegará às lojas no dia 9 de setembro, em versão com 17 faixas, quatro a mais do que a edição original, além de um inédito e luxuoso livreto com 24 páginas e trazendo fotos inéditas e texto do premiado jornalista americano David Fricke.

Esse disco, cuja capa original ilustra este post, é histórico. Trata-se do primeiro lançamento oficial de gravações ao vivo dos Fab Four, feitas em agosto de 1964 e agosto de 1965 em shows realizados no Hollywood Bowl, em Los Angeles, Califórnia (EUA). Os registros foram feitos com apenas três pistas de gravação, e trazem como marca registrada a incrível gritaria dos fãs americanos durante toda a apresentação.

Gilles Martin, filho do lendário e saudoso produtor dos Beatles, George Martin, e Sam Okell foram incumbidos de, a partir das fitas originais, melhorar a qualidade sonora, e afirmam terem conseguido cumprir a missão no resultado final. Quatro músicas foram adicionadas à nova versão de Hollywood Bowl: You Can’t Do That, Baby’s In Black, I Want To Hold Your Hand e Everybody’s Trying To Be My Baby. Além de versões em CD e digital, lançadas simultaneamente, o álbum também sairá em vinil de 180 gramas no dia 18 de novembro.

O lançamento ocorrerá uma semana antes do que o filme Eight Days a Week: The Touring Years, de Ron Howard, que é um documentário sobre a fase 1962-1966 dos Beatles, concentrada nos shows realizados pela banda naquela fase, apelidada de Beatlemania. A foto da capa do novo LP e do cartaz do filme foi feita pelo tour manager da turnê americana Bob Bonis. O lançamento original atingiu o segundo lugar nos EUA e o primeiro no Reino Unido, na época.

Lista das músicas da nova versão de Live At The Hollywood Bowl:

1. Twist and Shout [30 August, 1965]

2. She’s A Woman [30 August, 1965]

3. Dizzy Miss Lizzy [30 August, 1965 / 29 August, 1965 – one edit]

4. Ticket To Ride [29 August, 1965]

5. Can’t Buy Me Love [30 August, 1965]

6. Things We Said Today [23 August, 1964]

7. Roll Over Beethoven [23 August, 1964]

8. Boys [23 August, 1964]

9. A Hard Day’s Night [30 August, 1965]

10. Help! [29 August, 1965]

11. All My Loving [23 August, 1964]

12. She Loves You [23 August, 1964]

13. Long Tall Sally [23 August, 1964]

14. You Can’t Do That [23 August, 1964 – nunca antes lançada]

15. I Want To Hold Your Hand [23 August, 1964 – nunca antes lançada]

16. Everybody’s Trying To Be My Baby [30 August, 1965 -nunca antes lançada ]

17. Baby’s In Black [30 August, 1965 – nunca antes lançada]

The Beatles Live At The Hollywood Bowl:

The Beatles Live At The Hollywood Bowl (versão não oficial):

Pitty lança registro de turnê e inova com formato de vídeo

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Por Fabian Chacur

Pitty inova com seu novo lançamento. O vídeo Turnê Sete Vidas Ao Vivo já está disponível desde o último dia 13 no formato digital. O arquivo está sendo oferecido no formato Full HD, em resolução superior à da versão física, que chegará às lojas no próximo dia 25 (segunda-feira). A plataforma criada pela gravadora Deck e pela Loja Comunicação possibilita que o vídeo adquirido pela via virtual possa ser visto em computadores, smartphones e tablets.

Quem quiser adquirir o vídeo digital pode fazê-lo aqui. O show custa R$ 19,90, sendo que quem desejar adquirir também o making of pagará R$24,90 pela dobradinha. O DVD físico, cuja pré-venda já está sendo feita no mesmo link mostrado acima, tem o preço sugerido de R$34,90.

Em termos de conteúdo, são duas partes distintas. A primeira traz um show na íntegra, gravado na Áudio Club em São Paulo e com 86 minutos de duração. O repertório inclui músicas do mais recente trabalho de estúdio da roqueira baiana, Sete Vidas, entre as quais Serpente, a faixa título e Um Leão, e hits de seus mais de dez anos de carreira, como Máscara, Me Adora e Equalize, em performances vibrantes.

A segunda parte é Dê Um Rolê, documentário dirigido por Otávio Souza com 54 minutos de duração que traz registros da turnê de Sete Vidas Brasil afora. Contém cenas dos shows, bastidores, entrevistas com os músicos e público, flagrantes bacanas etc. O destaque fica por conta da música Dê Um Rolê, releitura do clássico dos Novos Baianos e faixa de trabalho do novo lançamento. Curiosidade: só foi tocada uma vez na tour, justamente no show do Áudio Club.

Dê um Rolê (ao vivo)- Pitty:

Veja o trailer do DVD:

Polysom relança o compacto de vinil do obscuro Vímana

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Por Fabian Chacur

O nome Vímana pode não ter registro para muitas pessoas que gostam e acompanham o cenário musical brasileiro. Os mais atentos, no entanto, já devem ter ouvido falar desse quinteto carioca, que existiu entre 1974 e 1978. O único registro fonográfico oficial dos rapazes, o compacto simples de vinil com as músicas Zebra e Masquerade, está sendo relançado neste mês pela Polydisc, em edição limitada. Um interessante resgate.

A banda é daquele tipo que se tornou muito mais conhecida depois de sua separação, em função da fama que seus ex-integrantes ganharam posteriormente. Ritchie (vocal e flauta), inglês radicado no Rio, era um deles, assim como os outros astros do pop-rock dos anos 1980 Lulu Santos (guitarra e vocal) e Lobão (bateria). De quebra, completavam o time Fernando Gama (baixo), que integrou de 1992 a 2005 o grupo Boca Livre, e o tecladista Luiz Paulo Simas.

Fortemente influenciado pelo rock progressivo, especialmente o feito pelo grupo Yes, o Vímana participou de festivais como o Hollywood Rock em 1975 e fez shows em locais como o MAM, no Rio, além de tocar com Fagner, Marília Pera, Walter Franco e Sérgio Dias, dos Mutantes. O compacto simples foi lançado originalmente pela gravadora global Som Livre em 1977. Zebra, em português, é uma mistura de rock, disco music e percussão brasileira, enquanto Masquerade (em inglês) tem o típico tempero do progressivo setentista, embora bem mais curta.

Após sair, curiosamente, do Yes, o tecladista suíço Patrick Moraz veio ao Brasil e quis transformar o Vímana em sua banda de apoio. Uma briga com ele tirou Lulu Santos do grupo, que em seguida encerrou suas atividades. A Som Livre preferiu não lançar o LP que gravou com eles, e hoje só são encontrados raros piratas de outras de suas músicas. Mas vamos ser sinceros: o trabalho posterior de seus músicos é bem melhor.

Zebra– Vímana:

Masquerade– Vímana:

On The Rocks (pirata)- Vímana:

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