Mondo Pop

O pop de ontem, hoje, e amanhã...

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Arctic Monkeys mostra estética setentista em seu novo single

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Por Fabian Chacur

There’d Better Be a Mirrorball é uma bela e delicada balada swingada, com tempero levemente soul, cordas e um quê meio evocativo em seu clima. Com esta canção, o Arctic Monkey dá a primeira prévia de The Car, seu 7º álbum de estúdio e sucessor de Tranquility Base Hotel + Casino (2018). O álbum será lançado no dia 21 de outubro em LP de vinil, CD, fita-cassete e nas gloriosas plataformas digitais.

A canção é de autoria do vocalista Alex Turner, que também se incumbiu da direção do clipe, que parece extraído de um filme dos anos 1970, tanto na estética como nas imagens com clima artificialmente envelhecido e no visual dos integrantes do grupo. A sonoridade pode surpreender quem associa essa banda a uma pegada mais nervosa e sacudida, mas cria uma expectativa positiva em relação a esse novo trabalho.

There’d Better Be a Mirrorball (clipe)- Arctic Monkeys:

Joe Strummer tem uma música inédita divulgada; álbum vem aí

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Por Fabian Chacur

Duas datas redondas ligadas ao saudoso Joe Strummer serão celebradas em 2022. No último dia 21, o cantor, compositor e guitarrista do The Clash teria comemorado 70 anos de idade. No dia 22 de dezembro, completaremos 20 anos de sua morte precoce. Como forma de marcar essas efemérides, a Dark Horse Records, gravadora fundada por George Harrison e hoje liderada pelo seu filho Dhani, lançará no dia 16 de setembro o álbum Joe Strummer 002: The Mescaleros Years, com distribuição da Warner Music.

A 1ª faixa a ser divulgada é Fantastic, delicioso rock ardido no qual Joe soa um pouco como Bob Dylan. Muito bacana mesmo! O material incluído no álbum mapeia o período entre 1999 e 2022, durante o qual Joe Strummer liderou uma nova banda, The Mescaleros, com a qual lançou três álbuns e fez alguns shows no que seria o período final de sua vida.

Outra faixa do álbum divulgada previamente é The Road To Rock ‘N’ Roll (Demo) (ouça aqui), que por ser uma demo tape acústica soa ainda mais como Dylan do que Fantastic. E isso é um elogio! Bons registros de uma fase menos badalada da carreira de um grande nome do rock que nos deixou muito cedo, mas cuja marca continuará sempre presente.

Fantastic– Joe Strumer & The Mescaleros:

David Bowie e o filme Moonage Daydream: trilha sonora à vista

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Por Fabian Chacur

Será lançado em setembro nos cinemas Moonage Daydream, documentário dirigido por Brett Morgen (o mesmo de Kurt Cobain: Montage Of Heck, de 2015) que dá uma geral na carreira de David Bowie. Trata-se da primeira atração aprovada pelos herdeiros do genial e saudoso astro britânico. E, como seria de se esperar, o documentário será acompanhado por uma trilha sonora que certamente irá atrair as atenções de seus fãs.

A trilha chegará às plataformas digitais pelo selo Parlophone (distribuído atualmente pela Warner Music) no dia 16 de setembro, e no formato CD duplo em 18 de novembro. A seleção traz gravações de todas as fases da prolífica trajetória de Bowie, incluindo novas mixagens, raridades e pequenos trechos de áudio extraídas do filme entre algumas das faixas. Um dos pontos altos é o medley The Jean Genie/Love Me Do, gravado ao vivo em 1973 com a participação especial de Jeff Beck na guitarra.

O documentário é narrado pelo próprio David Bowie, narração essa montada a partir de trechos de entrevistas concedidas por ele em diversas ocasiões, e procura dar uma geral em uma das carreiras mais sólidas e surpreendentes da história do rock. Tem tudo para atrair as atenções das novas gerações a essa obra consistente e repleta de nuances.

Eis as faixas da trilha de MOONAGE DAYDREAM:

– “Time… one of the most complex expressions…”
– Ian Fish U.K. Heir (Moonage Daydream Mix 1)
– Hallo Spaceboy (Remix Moonage Daydream Edit)
– Medley: Wild Eyed Boy From Freecloud / All The Young Dudes / Oh! You Pretty Things (Live)
Life On Mars? (2016 Mix Moonage Daydream Edit)
– Moonage Daydream (Live)
– The Jean Genie / Love Me Do / The Jean Genie (Live) (featuring Jeff Beck)
– The Light (Excerpt)*
– Warszawa (Live Moonage Daydream Edit)
– Quicksand (Early Version 2021 Mix)
– Medley: Future Legend / Diamonds Dogs intro / Cracked Actor
– Rock ‘n’ Roll With Me (Live in Buffalo 8th November, 1974)
– Aladdin Sane (Moonage Daydream Edit)
– Subterraneans
– Space Oddity (Moonage Daydream Mix)
– V-2 Schneider
– Sound And Vision (Moonage Daydream Mix)
– A New Career In A New Town (Moonage Daydream Mix)
– Word On A Wing (Moonage Daydream Excerpt)
– “Heroes” (Live Moonage Daydream Edit)
– D.J. (Moonage Daydream Mix)
– Ashes To Ashes (Moonage Daydream Mix)
– Move On (Moonage Daydream acappella Mix Edit)
– Moss Garden (Moonage Daydream Edit)
– Cygnet Committee/Lazarus (Moonage Daydream Mix)
– Memory Of A Free Festival (Harmonium Edit)
– Modern Love (Moonage Daydream Mix)
– Let’s Dance (Live Moonage Daydream Edit)
– The Mysteries (Moonage Daydream Mix)
– Rock ‘n’ Roll Suicide (Live Moonage Daydream Edit)
– Ian Fish U.K. Heir (Moonage Daydream Mix 2)
– Word On A Wing (Moonage Daydream Mix)
– Hallo Spaceboy (live Moonage Daydream Mix)
– I Have Not Been To Oxford Town (Moonage Daydream acappella Mix Edit)
– “Heroes”: IV. Sons Of The Silent Age (Excerpt) *
– ★ (Moonage Daydream Mix Edit)
– Ian Fish U.K. Heir (Moonage Daydream Mix Excerpt)
– Memory Of A Free Festival (Moonage Daydream Mix Edit)
– Starman
– “You’re aware of a deeper existence…”
– Changes
– “Let me tell you one thing…”
– “Well, you know what this has been an incredible pleasure…”

* Interpretada pela Bournemouth Symphony Orchestra dirigida por Marin Alsop

Modern Love (Moonage Daydream mix)- David Bowie:

Circa Waves volta com um ótimo single, Hell on Earth

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Por Fabian Chacur

Criada em 2013, a banda britânica Circa Waves tem quatro álbuns em seu currículo, sendo o mais recente Sad Happy (2020). Depois de uma sumidinha básica provavelmente devido à pandemia, eles voltam à tona com um novo single. Trata-se de Hell on Earth, já disponível nas plataformas digitais e com um clipe bem básico e divertido.

A nova canção é um rock bem agitado e nervoso, e lembra um pouco as músicas do duo The Proclaimers, que fez sucesso nos anos 1980/1990 com a música I’m Gonna Be (500 Miles). Não se sabe se é um single solto ou se equivale à amostra de um novo álbum.

O vocalista e guitarrista Kieram Shudall, que é a cara do Marcelo Adnet e integra a banda ao lado de Sam Rourke (baixo), Colin Jones (bateria) e Joe Falconer (guitarra), fala sobre o seu novo single:

Hell On Earth é sobre o mundo se movendo tão rápido em torno de você que você está lutando para acompanhá-lo. Lojas de discos fechando, políticos mentindo mais do que nunca, ansiedade social em seu mais alto nível e aquele sentimento geral de que alguns dias tudo está indo mal”.

Hell on Earth (clipe)- Circa Waves:

Sylvia Patricia se apresenta certeira em Existe Amor em SP

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Por Fabian Chacur

Nesses 16 anos de existência de Mondo Pop, Sylvia Patricia é uma das artistas com maior número de posts por aqui. Nada mais merecido. Afinal de contas, essa excelente cantora, compositora e musicista baiana nos oferece um trabalho consistente, inspirado e de uma alma pop encantadora (leia mais sobre ela aqui). E a moça não deixa a peteca ir ao chão, como prova o seu novo EP, Existe Amor em SP, já disponível nas plataformas digitais.

A coisa já começa boa logo no título, uma brincadeira com o título de Não Existe Amor em SP, do Criolo. Só que, aqui, a sigla SP não se refere a São Paulo, a cidade, e sim a ela própria, Sylvia Patricia, valendo-se de um apelido carinhoso com que sua mãe e amigos mais próximo se referem a ela.

Temos aqui seis músicas excelentes. E o começo não poderia ser melhor. País, Que País? poderia ser definida como um forte tapa com luva de pelica na terrível situação pela qual passa o nosso país atualmente, no qual violência, indiferença e miséria predominam por todos os cantos.

Sylvia faz um protesto sem cores partidárias, e acerta na mosca, em uma canção contagiante, com força poética comparável à de Brasil (Cazuza/Nilo Romero/George Israel), por exemplo.

Solos de Jazz une a cantora baiana a um amigo de longa data, o cantor, compositor e tecladista Nico Rezende, que fez o arranjo musical para a primeira gravação dela, Lady Pank, lançada em 1985 na coletânea com vários artistas Rock In Brazil, lançada pela antiga gravadora RCA. Aqui, os dois esbanjam categoria, afinidades e entrosamento, em uma deliciosa balada r&b que esbanja sensualidade e classe.

Estrela Manhã (Sylvia Patricia/Paulinho Boca de Cantor/Jota Velloso/Carlô de Itapuã) foi gravada originalmente em 1981 por Paulinho Boca de Cantor em dueto com Baby Consuelo no álbum Valeu, mas por razões que não valem a pena serem resgatadas agora, não foi creditada a Sylvia, erro histórico enfim corrigido em versão que conta com a participação do próprio Paulinho nesta balada de clima latino.

Parceria de Sylvia com Monica Milllet, Beat Chic (Ilê Ifê) cativa pelo clima dançante, enquanto Vinho e Terroir (parceria com Danilo Pinheiro, músico brasileiro radicado na Espanha), faz uma envolvente mescla de folk com drum ‘n’ bass. A balada rock C’Est La Vie fecha o repertório com categoria.

Em um Brasil melhorzinho, Existe Amor em SP já estaria estourando nas paradas de sucessos com sua sonoridade pop classuda e suas canções bacanas, sendo que País, Que País? já teria se transformado em um verdadeiro hino contra esses tempos sombrios. Bem, ainda dá tempo. Faça a sua parte e ouça esse trabalho, você certamente irá me agradecer.

Ouça o EP na íntegra aqui.

País, Que País? (clipe)- Sylvia Patricia:

S.E.T.I. divulga Memorial de Vento e promete novo álbum

Por Fabian Chacur

O duo paulista S.E.T.I. é um dos mais interessantes na área do synth pop no Brasil atualmente (leia mais sobre eles aqui). Eles vão lançar em breve um novo álbum, Vivo, celebrando 10 anos de carreira. Uma amostra deste trabalho acaba de ser divulgada. Trata-se de Memorial de Vento, com lyric vídeo criado por Fernando Anastácio.

Envolvente, com forte apelo pop e ecos do tecnopop dos anos 1980, Memorial de Vento tem jeitão de hit classudo, graças a uma bela melodia e um arranjo certeiro. Bruno Romani (guitarra, baixo e programações), que integra o S.E.T.I. ao lado de Roberta Artiolli (voz e synths), fala sobre os sons que inspiraram essa nova canção:

“O direcionamento mais pop deixa claro onde queremos chegar com o novo disco: mostrar que estamos vivos, deixar um pouco de lado a melancolia. Em termos de influência, Memorial de Vento bebe claramente dos sons mais farofeiros de New Order, Duran Duran e A-ha. A proposta do disco, de maneira geral, é olhar essas fontes dos anos 1980”.

Memorial de Vento (lyric video)- S.E.T.I.:

Warpaint mostra bom humor e adorável clima etéreo em Hips

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Por Fabian Chacur

Após seis anos, a banda americana Warpaint voltou a lançar um álbum, o ótimo Radiate Like This (leia sobre este trabalho aqui). E a banda feminina de Los Angeles se mostra a mil por hora, em plena turnê de divulgação que passou pela Europa e agora está na América do Norte. De quebra, ainda lançaram um clipe para divulgar uma das faixas mais bacanas, Hips.

Em press-release, o diretor do clipe, Jim Hosking, explica suas escolhas e o local onde gravou as cenas para esse divertido componente visual ilustrativo desta envolvente e cativante canção:

Hips tem uma intensidade de movimento rápido. Parece que alguém está tentando desesperadamente encontrar algo. Ou pelo menos foi o que me pareceu. Ouvi-o repetidamente e continuei a ver mulheres desesperadamente procurando umas pelas outras em uma cidade à beira-mar. As idéias se apresentam e não se trata de lógica ou razão, trata-se de emoção. E aqui a emoção sugere que mulheres vestidas de forma idêntica se encontrassem em uma antiga cidade à beira-mar na Inglaterra chamada Southend On Sea. “

Hips (clipe)- Warpaint:

Billy Idol lança single como prévia de shows no Brasil

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Por Fabian Chacur

Em plena juventude de seus 66 anos de idade, Billy Idol se prepara para voltar ao Brasil. Ele é atração confirmada em setembro por aqui nos festivais Rock In Rio e Popload Gig, que serão realizados respectivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Como forma de mostrar que não vem aqui só para tocar os velhos e bons hits dos anos 1980, ele acaba de divulgar Cage, faixa de trabalho de um novo trabalho, The Cage EP, já disponível nas plataformas digitais.

Cage é um rockão contagiante com riffs e solos de guitarra a cargo de seu inseparável companheiro musical, o guitarrista Steve Stevens, que estrela o clipe ao seu lado é é o coautor dessa música, ao lado do próprio Idol, do produtor Tommy English e de Joe Janiak. A produção do The Cage EP ficou nas mãos de English em dobradinha com Zakk Cervini.

Cage (clipe)- Billy Idol:

Ricardo Bacelar mostra novas facetas no álbum Congênito

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Por Fabian Chacur

Ricardo Bacelar é presença frequente em Mondo Pop (leia mais sobre ele aqui). E não é por acaso. Esse ótimo músico que se tornou inicialmente conhecido como integrante da banda Hanoi Hanoi desenvolve há mais de 20 anos uma carreira solo sólida e repleta de qualidade artística. E continua disposto a nos surpreender, como prova Congênito, seu mais recente álbum, disponível nas plataformas digitais e também em belíssima versão em CD pelo seu selo, Jasmim Music.

Congênito traz três peculiaridades importantes se comparado com os trabalhos anteriores de Bacelar. Aqui, ele dá vasão ao seu lado cantor, investe em releituras de canções de grandes autores e de quebra se incumbe de todos os instrumentos, no melhor estilo “banda de um homem só”. Além de fazer o vocal principal e os de apoio, ele toca vários tipos de teclados, violão, guitarra, baixo, bateria, percussão, sopros e outros instrumentos.

A versatilidade do artista cearense se mostra impressionante, pois ele esbanja eficiência e criatividade em todas essas áreas. Sua performance como cantor é das mais elogiáveis, valendo-se de um timbre suave e delicado que poderia perfeitamente ter se tornado aquele famoso “afinado, mas chato”, mas que não caiu nessa armadilha graças à evidente alma que Bacelar imprimiu em cada interpretação realizada.

O bom gosto do músico trouxe roupagens extremamente belas para cada uma das 12 faixas, trazendo os teclados à frente, que domina com rara maestria, mas sempre muito bem coadjuvados pelos outros instrumentos, nos quais ele se virou com muita categoria. Os arranjos sempre jogam a favor de cada canção, fugindo de exibicionismos tolos ou mesmo de exageros esteticamente desagradáveis.

A escolha do repertório foi das mais felizes, pois pinça obras não tão óbvias de autores como Lenine-Lula Queiroga (O Último Por do Sol), Caetano Veloso (A Tua Presença Morena), Gilberto Gil (Estrela) e Luiz Melodia (Congênito). Mais conhecidas, Maracatu Atômico (Jorge Mautner/Nelson Jacobina), Mentiras (Adriana Calcanhoto) e Paralelas (Belchior) vieram com roupagens que lhes deram um novo frescor.

Outro grande acerto é a sequência das músicas no álbum e o verdadeiro diálogo entre elas, que trazem em comum elementos jazzísticos, latinos, do pop mais sofisticado e da nossa música popular. Isso deu margem a um álbum delicioso de se ouvir, e com uma qualidade técnica de nível internacional.

Vale registrar que Congênito foi gravado no próprio estúdio de Ricardo Bacelar, em Fortaleza (CE), que conta com recursos dos mais modernos e presentes nas melhores salas de gravação do exterior.

Com este novo álbum, Ricardo prova de uma vez por todas que é aquele tipo de artista que não só tem muito talento como também busca aperfeiçoar e ampliar os seus horizontes musicais, sempre em busca de sonoridades que consigam cativar o ouvinte médio e também aqueles que curtem obras mais sofisticadas. Não é de se estranhar que seus trabalhos estejam conseguindo ótima repercussão no exterior, especialmente nos EUA e no Japão.

A Tua Presença Morena (clipe)- Ricardo Bacelar:

Julian Lennon divulga Lucky Ones e lança CD em setembro

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Por Fabian Chacur

Tem álbum novo de Julian Lennon a caminho. A gravadora BMG promete para o dia 9 de setembro em vários formatos físicos e digitais o álbum Jude, cujo título é evidentemente inspirado no apelido que Paul McCartney deu a ele e que lhe inspirou a célebre Hey Jude, dos Beatles. Serão 11 faixas. Mais uma delas acaba de chegar às plataformas digitais. Trata-se da power ballad Lucky Ones, que traz uma boa curiosidade.

A canção traz um verdadeiro atacadão de autores, pois é assinada por Julian em parceria com Martijn Garritsen, John Martin, Michel Zitron, Gregory Darling, Gregg Alexander, Albin Nedler and Kristoffer Fogelmark (ufa!). Alexander é conhecido por ter liderado o grupo New Radicals. O resultado dessa união de tanta gente gerou uma rock ballad das melhores.

Lucky Ones segue a tendência de Julian em se inspirar em temas trilhados por seu pai (John Lennon) como paz, revolução e esperança, além de ecologia. Tipo da música que você ouve e gruda no ouvido logo a seguir, mas que se vale de elementos de muito bom gosto para atingir tal objetivo.

Lucky Ones– Julian Lennon:

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