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Rockfest reunirá em São Paulo bandas clássicas do rock pesado

scorpions

Por Fabian Chacur

Outubro é aquele mês normalmente associado às Oktoberfests, que se realizam por aí (especialmente em Blumenau-SC) e cuja ênfase fica em torno de bebidas e comidas tradicionais alemãs. Para os fãs do rock pesado, no entanto, esse mês trará este ano como objeto de desejo o Rockfest. O Festival ocorrerá em São Paulo no dia 21 de setembro (sábado) a partir das 16h na Allianz Parque (avenida Francisco Matarazzo, nº 1.705- Água Branca). No elenco, Scorpions (foto), Whitesnake, Megadeth, Europe e Armored Dawn. Mais informações aqui.

A escalação acabou virando uma espécie de Copa do Mundo do rock, pois conta com representantes de cinco países. O Brasil terá no elenco a banda Armored Dawn, sexteto na estrada desde 2014, com dois álbuns no currículo e shows ao lado de Megadeth, Rhapsody, Symphony X, além de participar do Motörboat, cruzeiro capitaneado pelo extinto grupo Motörhead que saiu de Miami em 2016.

Da Suécia, vem o Europe, um hard rock melódico com ecos de progressivo que conquistou os fãs nos anos 1980 com álbuns como The Final Countdown (1986), cuja faixa-título emplacou no Brasil como trilha de um comercial de cigarros.

O grupo americano Megadeth, liderado pelo cantor, compositor e guitarrista Dave Mustaine, também surgiu nos anos 1980, viveu seu auge comercial nos 1990 e vivencia uma nova fase positiva após a entrada no time do guitarrista brasileiro Kiko Loureiro (ex- Angra) e o lançamento do CD Dystopia (2016)

Capitaneado pelo carismático vocalista britânico David Coverdale, ex-integrante do Deep Purple, o Whitesnake é outro que estourou durante a década de 1980, graças a rocks como Guilty Of Love e Crying In The Rain e as baladas roqueiras Is This Love, Love Ain’t No Stranger e Here I Go Again, só para citar alguns hits.

Tal qual o Whitesnake, os alemães do Scorpions também tiveram grande destaque na primeira edição do Rock in Rio, em 1985. Tendo como líderes o guitarrista Rudolph Schenker e o vocalista Klaus Meine, o grupo conquistou fãs no mundo inteiro com sua bem azeitada fórmula de rocks pesados como Big City Nights e Rock You Like a Hurricane e baladas intensas como Still Loving You e Winds Of Change. A banda sempre atraiu inúmeros fãs em seus shows no Brasil.

Big City Nights (clipe)- Scorpions:

Aerosmith em SP: ingressos à venda a partir desta quarta (4)

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Por Fabian Chacur

Os ingressos para o show que o Aerosmith fará em São Paulo no dia 15 de outubro na Allianz Parque serão colocados à venda para o público em geral a partir da madrugada desta quarta-feira (4). Com preços que variam entre R$ 130,00 a R$ 680,00, os bilhetes poderão ser adquiridos nas bilheterias oficiais (sem taxa de venda), postos de venda e pela internet. Saiba mais detalhes em www.ingressorapido.com.br.

Em sua sexta passagem pelo Brasil (a primeira ocorreu em 1994, no Hollywood Rock Festival), o quinteto americano de hard rock também se apresentará no dia 11 de outubro no Anfiteatro Beira-Rio, em Porto Alegre, com ingressos de R$ 210,00 a R$ 580,00 (lote 1), e no dia 21 de outubro no Classic Hall, em Recife, com ingressos de R$ 250,00 a R$ 8.000,00 (camarote com dez lugares).

Na estrada desde o início dos anos 1970, o Aerosmith é integrado por Steven Tyler (vocal), Joe Perry (guitarra), Brad Whitford (guitarra), Tom Hamilton (baixo) e Joey Kramer (bateria). Sua primeira fase teve como marca álbuns como Toys In The Attic (1975) e Rocks (1976), repletos de hard rock vigoroso e personalizado. Problemas com drogas e trocas na formação levaram o grupo a uma decadência entre 1979 e 1984.

Com o retorno da escalação clássica, a banda voltou com força às paradas de sucesso com Permanent Vacation (1987). A partir daí, conseguiu se manter relevante e fazendo shows pelos quatro cantos do mundo. Problemas de relacionamento entre seus integrantes quase levaram o grupo a uma separação, mas o máximo que rolou foram pequenos intervalos. A atual turnê, denominada Rock N’ Roll Rumble-Aerosmith Style 2016, pode ser a última, pelo que se diz nos bastidores.

Toys In The Attic– Aerosmith:

Sweet Emotion– Aerosmith:

Janie’s Got a Gun– Aerosmith:

David Gilmour encanta os fãs em um belíssimo show em SP

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Por Fabian Chacur

A guitarra e a voz de David Gilmour sempre foram partes fundamentais do som do Pink Floyd. Após longas décadas de espera, finalmente o Brasil tem a oportunidade de ver ao vivo esse mito do rock. Em São Paulo, a passagem do mestre na Allianz Parque gerou duas noite de excelência musical. Mondo Pop presenciou a segunda, neste sábado (12). De arrepiar.

A estrutura do show em termos técnicos superou as expectativas. Qualidade de som impecável, com direito a um ótimo aproveitamento da bela acústica do estádio do Palmeiras. Em termos visuais, o telão gigante em formato circular se mostrou versátil, servindo para exibir clipes durante algumas músicas, mostrar Gilmour solando em tamanho gigante e reforçando efeitos de iluminação em alguns momentos.

A ousadia de incluir sete músicas de seu mais recente álbum, Rattle That Lock, no repertório, se mostrou bem-sucedida pelo fato de as canções serem ótimas, e também por terem sido incluídas em momentos estratégicos do show, ladeadas por duas de outro álbum solo (On An Island, de 2006) e 12 clássicos do Pink Floyd. O público encarou a estratégia numa boa, vibrando em todos os momentos.

O espetáculo abriu às 21h12 com três do novo CD, a instrumental 5Am, o rockão Rattle That Lock e a balada Faces Of Stone. Se a coisa já começou em alto estilo, pegou fogo logo a seguir, com o megaclássico Wish You Were Here. A Boat Lies Waiting (do disco novo) e The Blue (de On An Island) não deixaram a peteca ir ao chão.

Dois petardos extraídos do álbum The Dark Side Of The Moon, as icônicas Money e Us And Them, fizeram o estádio ir à loucura. In Any Tongue, de Rattle The Lock, serviu como boa ponte para High Hopes, do álbum The Division Bell (1994), do Pink Floyd, um bom encerramento para a primeira parte do espetáculo, que durou pouco mais de uma hora.

A abertura da segunda parte do show equivaleu a uma viagem a 1967, quando o Pink Floyd, ainda sem David Gilmour e liderado por seu amigo Syd Barret, lançava o incrível Piper At The Gates Of Dawn. A faixa de abertura desse CD, a lisérgica Astronomy Domine, veio acompanhada por uma avalanche de luzes, criando um clima de pura psicodelia. Shine On You Crazy Diamond, de Wish You Were Here, deu sequência à viagem.

Fat Old Sun, a bela balada folk de Atom Heart Mother (1970), soou cristalina e mostrando suas influências do estilo de Paul McCartney. A seguir, três faixas mais recentes vieram, a bela On An Island (do disco homônimo) e mais duas de Rattle That Lock, a jazz/blues The Girl In The Yellow Dress e a intensa Today. Sorrow, bom momento de A Momentary Lapse Of Reason (1987), primeiro do Floyd sem Roger Waters, veio a seguir. E para fechar, a vibrante Run Like Hell, um dos melhores momentos do álbum The Wall (1979).

Se o show já havia sido um verdadeiro arraso em termos gerais, seu bis veio para concluir os trabalhos de forma matadora. Time e Breathe (de The Dark Side Of The Moon) e a delirante Confortably Numb (de The Wall) proporcionaram mais 15 minutos de intensidade e prazer aos milhares de fãs presentes, que literalmente urraram.

Aos 68 anos, David Gilmour se mostrou em ótima forma. Cantou (bem) todas as músicas em seus tons originais. Seus célebres solos de notas espaçadas e bem exploradas continuam intensos, sempre mesclados com momentos mais agressivos, mas sem nunca sair de um estilo classudo e personalizado. Que me perdoe Roger Waters, mas Gilmour sempre foi a parte mais musical do Floyd, e isso ele provou neste belo show, um dos melhores no Brasil em 2015.

Rattle That Lock– David Gilmour:

Today– David Gilmour:

Faces Of Stone– David Gilmour:

David Gilmour está por perto! Saiba tudo sobre o show dele

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Por Fabian Chacur

O brasileiro infelizmente nunca teve a oportunidade de ver o Pink Floyd ao vivo. O consolo ficou por conta das visitas de seu baixista, cantor e compositor, Roger Waters. Agora, chega a vez de finalmente conferirmos ao vivo o outro grande pilar dessa banda lendária, o guitarrista, cantor e compositor David Gilmour. Está chegando a hora de ver esse mestre no show que divulga o seu novo álbum solo, Rattle That Lock.

O fã pode esfregar as mãos, pois o espetáculo só tem grandes atrativos. A banda que acompanhará o ex-integrante do Floyd traz nomes badalados, especialmente o guitarrista Phil Manzanera, que brilhou nos anos 70 e 80 com a seminal banda Roxy Music. Guy Pratt (baixo) e Jon Carin (teclados) já tocaram em turnês de Gilmour e do Pink Floyd.

Completam o time Stevie Distanislao (tambores e percussão), Kevin McAllea (teclados), Theo Travis (sax e clarinete), João Mello (sax), Bryan Chambers (vocais de apoio) e Louise Marshall (vocais de apoio). Se em termos musicais a coisa é de primeira, a parte de áudio e vídeo é digna de um outro mundo, com direito a dez contêineres de equipamentos cênicos para concretizar efeitos grandiosos de luz e de laser.

O repertório do show mescla músicas do novo CD solo de Gilmour com outras mais antigas e também clássicos floydianos, entre os quais Fat Old Sun, Confortably Numb, Money e Us And Them. O espetáculo terá duas partes, uma de aproximadamente 70 minutos e outra durando por volta de 80 minutos, com intervalo de 20 minutos. A equipe que viaja com o roqueiro inclui 150 pessoas, somadas às 150 contratadas por aqui.

Nascido em 6 de março de 1946, David Gilmour começou sua carreira musical tocando em pequenas bandas. Em 1968, sua vida mudou ao ser convidado a tocar no grupo de seu amigo Syd Barrett, o então ainda emergente Pink Floyd. Eles chegaram a fazer quatro ou cinco shows juntos, mas Barrett literalmente pirou, e a guitarra da banda ficou em mãos únicas a partir daí.

Com o tempo, o músico ganhou muita importância no grupo, graças a uma voz ótima e a um estilo de tocar guitarra original e muito bem desenvolvido, com direito a notas longas e incrível aproveitamento dos espaços vazios e silêncios. Em 1978, lançou David Gilmour, seu primeiro trabalho solo, que seria seguido em 1984 por About Face. Ele virou o líder do Floyd a partir da saída de Roger Waters.

Em 2006, voltou à carreira solo com o elogiado On An Island, seguido pelo ao vivo Live In Gdansky (2008) e o mais recente Rattle That Lock. Gilmour também trabalhou com artistas célebres como Eric Clapton, Paul McCartney, Kate Bush, Supertramp, The Dream Academy e Phil Manzanera, sendo que este último é o coprodutor de Rattle That Lock.

Os shows em São Paulo serão nos dias 11 e 12 de dezembro na Allianz Parque (avenida Francisco Matarazzo, 1.705- Água Branca), com ingressos custando de R$ 160,00 a R$ 1.200,00. Os outros espetáculos no Brasil rolam dia 14 de dezembro em Curitiba na Pedreira Paulo Leminski e dia 16 de dezembro na Arena do Grêmio. Mais informações sobre os shows aqui .

SET LIST SHOW 3.10.2015- Royal Albert Hall- Londres-Inglaterra:

Parte 1:

1. 5 A.M.

2. Rattle That Lock

3. Faces of Stone

4. Wish You Were Here

5. A Boat Lies Waiting

6. The Blue

7. Money

8. Us and Them

9. In Any Tongue

10.High Hopes

Parte 2:

11. Astronomy Domine

12. Shine On You Crazy Diamond (Parts I-V)

13. Fat Old Sun

14. On an Island

15. The Girl in the Yellow Dress

16. Today

17. Sorrow

18. Run Like Hell

BIS:

19. Time

20. Breathe (Reprise)

21. Comfortably Numb

Live In Gdansk- David Gimour:

The Girl In The Yellow Dress– David Gilmour:

Multishow só mostra metade do show de Paul McCartney

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Por Fabian Chacur (foto: Marcos Hermes-divulgação)

Paul McCartney fez o primeiro dos dois shows programados para São Paulo na noite desta terça-feira (25). Em torno de 45 mil pessoas estiveram presentes na Allianz Parque, a nova arena da Sociedade Esportiva Palmeiras, em noite chuvosa mas repleta de calor humano. O canal a cabo Multishow transmitiu parte do espetáculo, e não exatamente ao vivo, como se imaginava.

A transmissão teve início por volta das 21h20, portanto 25 minutos antes do início do espetáculo, que teve 45 minutos de atraso por causa das chuvas que tornavam difícil o acesso do público ao local. Durante mais de uma hora, a emissora apresentou clipes e entrevistas antigas do ex-Beatle como forma de preencher o tempo e segurar o expectador.

A razão pela qual a performance do Macca não foi transmitida ao vivo ocorreu devido a uma exigência da sua produção, segundo os apresentadores do Multishow. As músicas eram apresentadas com um “delay” (atraso) de pelo menos meia hora. Além disso, houve uma espécie de “resumo” do espetáculo. Das 39 músicas tocadas, apenas 21 delas, por volta da metade, foram ao ar.

A qualidade técnica da transmissão ao menos foi boa, e permitiu a quem não teve a oportunidade de ver o show in loco ter uma boa ideia do que rolou por lá. Solto e bem-humorado como de praxe, McCartney interagiu com a plateia, lendo textos em português referentes a algumas músicas e saudando “Sampa” o tempo todo.

Ele se divertiu quando o público, em determinados momentos entre uma música e outra, começou a cantar “she loves you, yeah yeah yeah”, e contou com o apoio entusiástico de todos em vários momentos, sendo que um dos mais entusiásticos ocorreu durante Ob-la Di Ob-la Da. O encerramento da transmissão ocorreu durante a música Live And Let Die, de forma abrupta e antes mesmo do fim desse clássico. Uma pena. Mas valeu assim mesmo.

Saiba quais músicas do show de Paul McCartney foram transmitidas pelo Multishow:

Eight Days a Week

Save Us

All My Loving

Let Me Roll It

My Valentine

The Long And Winding Road

Maybe I’m Amazed

And I Love Her

Blackbird

Here Today

New

Lady Madonna

All Together Now

Everybody Out There

Eleanor Ribgy

Something

Ob-la di Ob-la da

Band On The Run

Back In The USSR

Let It Be

Live And Let Die

Saiba o set list completo do show de Paul McCartney no dia 25.11.2014:

– Eight Days a Week

– Save Us

– All My Loving

– Listen To What The Man Said

– Let Me Roll It

– Paperback Writer

– My Valentine

– 1985

– The Long and Winding Road

– Maybe I´m Amazed

– I´ve Just Seen a Face

– We Can Work It Out

– Another Day

– And I Love Her

– Blackbird

– Here Today

– New

– Queenie Eye

– Lady Madonna

– All Together Now

– Lovely Rita

– Everybody Out There

– Eleanor Rigby

– Being For The Benefit Of Mr Kite

– Something

– Ob-la di Ob-la da

– Band on The Run

– Back in The USSR

– Let it Be

– Live and Let Die

– Hey Jude

Primeiro bis

– Day Tripper

– Hi Hi Hi

– I Saw Her Standing There

Segundo bis

– Yesterday

– Helter Skelter

– Golden Slumbers

– Carry That Weight

– The End

Começam preparativos para o show de Paul McCartney-SP

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Por Fabian Chacur

Estamos nos aproximando dos históricos shows que Paul McCartney realizará na Allianz Parque, a nova Arena da Sociedade Esportiva Palmeiras, previstos para os dias 25 e 26 de novembro. E os detalhes referentes aos preparativos para essas performances começam a ser divulgados à imprensa brasileira pela Midiorama Entertainment Media, que está por trás dos espetáculos.

De cara, impressiona e muito o fato de que 42 carretas serão utilizadas para transportar o material necessário para a montagem do show. Se levarmos em conta apenas a estrutura metálica, o peso gira em torno de 150 toneladas. Teremos aproximadamente 280 profissionais brasileiros trabalhando na montagem e na produção, sendo que na semana do show, mais 40 técnicos estrangeiros da equipe do ex-Beatle reforçaram o time para os ajustes finais.

Serão necessários em torno de 10 dias para que a montagem da parafernália referente ao show seja concretizada. O palco tem 70 metros de largura, sendo que seu ponto mais alto chega a 26 metros de altura. Em um momento específico do show, Macca e dois de seus músicos serão elevados a uma altura de 8 metros, podendo ser visualizados de qualquer parte da arena.

Serão montadas 150 caixas de som, com uma potência em torno de 200 mil watts, além de dois telões de alta definição em cada um dos lados do palco. O fim do show terá como atração oito canhões que jogarão no palco e na plateia uma infinidade de confetes, dando um clima provavelmente semelhante ao do fim do ano nas empresas paulistanas.

No quesito “exigências pessoais”, o autor de Yesterday solicitou para os camarins 6 vasos de plantas altas e com bastante folhagem, e outras seis mais baixas. Também teremos 80 gérberas de cores sortidas, distribuídas em 8 arranjos com 10 flores cada. De quebra, 240 toalhas precisarão estar por lá. São esperadas aproximadamente 48 mil pessoas em cada um dos shows, sendo que os ingressos para o primeiro deles se esgotaram em questão de horas.

Em termos de repertório, Paul McCartney e sua banda devem apresentar em torno de 39 músicas por noite, com ênfase em clássicos dos Beatles, dos Wings e da carreira solo deste grande gênio da música. Sua turnê americana tem sido aberta invariavelmente com uma de duas músicas: Eight Days a Week ou Magical Mystery Tour.

Como novidades, músicas de seu mais recente (e ótimo) álbum New, entre as quais Queenie Eye, Everybody Out There e Save Us, a também recente Valentine e uma releitura de Being For The Benefit Of Mr. Kite, dos Beatles, que curiosamente foi interpretada por John Lennon no álbum Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band (1967). E no bis, temos o revezamento entre Birthday, dos Beatles, e Hi Hi Hi, dos Wings.

O show tem sido encerrado sempre, após um segundo bis, com o maravilhoso medley do álbum Abbey Road (1969). Além dos shows em São Paulo, Paul McCartney se apresentará no Brasil no dia 10 de novembro no estádio Kleber Andrade, em Vitória (ES), no dia 12 de novembro na HSBC Arena no Rio e no dia 23 de novembro no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Queenie Eye– Paul McCartney:

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