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Patrícia Coelho relê hits de Rita Lee com um show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Em sua icônica composição Sampa, Caetano Veloso definia Rita Lee, em relação à cidade, como “a tua mais completa tradução”. Portanto, nada mais simbólico do que, no próximo dia 25 (quarta-feira), aniversário dessa cidade tão maravilhosa, o Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100) apresentar o show Rita Hits Por Patrícia Coelho, às 20h30 e com couvert artístico a R$ 85,00.

Como o título já dá a entender, o show traz no seu set list aqueles sucessos que não podem faltar em uma homenagem à nossa maior roqueira pop de todos os tempos. Entre outras, teremos maravilhas do calibre de Mania de Você, Caso Sério, Doce Vampiro, Baila Comigo, Chega Mais e Lança Perfume, para uma verdadeira celebração à vida e ao amor.

Ex-integrante do trio Sect, com o qual estourou nas paradas de sucesso com o hit Follow You (Crazy For You), Patrícia investe em uma carreira solo na qual mescla bem-sucedidas releituras de hits alheios como O Meu Sangue Ferve Por Você e Eu Te Amo Você com canções autorais, sendo que esta última faceta teve recentemente o lançamento do álbum Pat Lapin.

Rita Hits por Patrícia Coelho (vídeo):

Egberto Gismonti dá prévia de álbum em show solo em Sampa

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Por Fabian Chacur

No último dia 5, Egberto Gismonti completou 75 anos de idade. O público paulistano poderá felicitá-lo neste domingo (18), quando o brilhante músico e compositor fará um show a partir das 19h30 no Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com ingresso a R$ 225,00 (3º lote). Será a oportunidade de se conferir uma prévia de um álbum duplo que ele gravará e lançará em 2023, em estúdios nos EUA e na Europa. No palco, apenas ele e seu piano, em um show apropriadamente intitulado Piano Solo.

O repertório do novo álbum do artista nascido em Carmo, Rio de Janeiro, será composto de clássicos da música brasileira do século XX escolhidos a dedo por ele e arranjados por Egberto com a liberdade criativa e maestria que o consagrou nos quatro cantos do mundo.

Entre outras, estão no repertório Pelo Telefone (de Donga, considerada o primeiro samba gravado), Maracangalha (do genial Dorival Caymmi), Carinhoso (clássico de Pixinguinha) e Sinal Fechado (a mais complexa composição do grande Paulinho da Viola).

Na ativa há cinco décadas e com mais de 60 álbuns gravados, Egberto Gismonti é aquele caso de artista brasileiro muito mais respeitado e cultuado no exterior do que em sua própria terra natal, fazendo shows e lançando discos em todo o planeta. Atualmente, ele prepara as trilhas dos filmes Raoni 2 e Darci Ribeiro, este último dirigido por Zelito Viana.

Infância (ao vivo)- Egberto Gismonti:

João Bosco, voz e violão, em show no Bourbon Street (SP)

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Por Fabian Chacur

Um dos melhores shows que vi na minha vida (e olha que eu vi centenas, quem sabe milhares deles!) foi no Centro Cultural São Paulo, lá pelos idos de 1984. No palco, João Bosco, no melhor estilo voz e violão. Em casa mais do que lotada, o cara deu simplesmente uma aula de música. E é exatamente neste formato, no qual ele se dá muito bem, que esse grande cantor, compositor e exímio violonista mineiro se apresentará neste domingo (11) às 19h30 em São Paulo.

O local será o Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 213- Moema- fone 0xx11 5095-6100), com ingressos a R$ 165,00. Com direção de produção a cargo do grande Zé Luiz Toledo, Bosco se incumbirá de dar uma geral em algumas das músicas mais legais de seu vasto repertório, construído em cinco décadas de uma carreira impecável que lhe deu fama sólida no Brasil e também no exterior, onde faz turnês constantes e bem-sucedidas.

Aos 76 anos de idade, o autor de O Bêbado e a Equilibrista, A Nível de…, Bala Com Bala, Linha de Passe e tantos outros clássicos da nossa música (muitos deles em parceria com o saudoso Aldyr Blanc), João Bosco continua esbanjando energia e categoria, naquela mescla de samba, bossa nova, bolero, latinidades, brasilidades e “jazzistidades” mil. Tipo do show do qual você sai com a alma lavada e vontade de ver e ouvir mais.

A Nível de…(ao vivo)- João Bosco:

Serial Funkers mostra seu ótimo funk raiz com show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Como você se sentiria se tirassem o seu nome e o dessem a outra pessoa? Pois foi exatamente isso o que aconteceu com o funk. O ritmo surgido nos EUA no finalzinho dos anos 1960 e que reinou nas décadas de 1970 e 1980 na cena da black music viu o seu nome surrupiado por um outro estilo musical surgido no Brasil em meados da década de 1980. Resultado: hoje, somos obrigados a usar o termo “funk raiz” quando nos referimos a artistas que investem na sonoridade original. Como é o caso da excelente banda Serial Funkers, que se apresenta nesta sexta (25) às 21h no Bourbon Street (rua dos Chanés, nº127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com ingressos a R$ 85,00 (antecipado) e R$ 95,00 (na porta).

Com mais de 15 anos de estrada, a banda paulista integrada por Regis Paulino (vocal), Luciano Ribeiro (baixo), Luguta (bateria e vocais) e Herbert Medeiros (teclados) ficou conhecida nacionalmente ao participar do programa global Super Star em 2015. Desde então, marcaram presença em diversas outras atrações televisivas, gravaram o ótimo álbum Porque Funk é Coisa Séria (2015) e fizeram inúmeros shows, sempre com ótimas plateias.

Nesta apresentação no Bourbon Street, eles nos mostrarão músicas de seu repertório autoral como A Batida do Coração (ouça aqui), Quero Falar de Amor (ouça aqui) e Dance (ouça aqui), além de clássicos de Earth, Wind & Fire, Michael Jackson, Stevie Wonder e George Benson. Muito groove, alto astral e qualidade musical, honrando o funk raiz, ou funk de verdade.

Definitivamente (lyric video)- Serial Funkers:

Toninho Horta celebra Grammy Latino com show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

O Clube da Esquina de Milton Nascimento ajudou a tornar conhecidos nacional e mundialmente artistas do mais alto quilate. Entre eles, figura o brilhante cantor, compositor e guitarrista Toninho Horta, que além de ter acompanhado nomes como o Bituca, Gal Costa e Elis Regina e tocado com craques do porte de Pat Metheny, George Benson, Herbie Hancock e Eliane Elias, também desenvolve uma sólida carreira-solo. Ele se apresenta neste domingo (6) às 20h30 em São Paulo no Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 127- Moema, fone 0xx11-5095-6100), com couvert artístico a R$ 25,00 e R$ 50,00.

Aos 72 anos, que completou nesta quarta (2), Toninho vive uma fase das mais prolíficas. Ele há pouco faturou pela primeira vez o Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de MPB, com seu disco duplo Belo Horizonte (2019). Na primeira parte do show no Bourbon Street, ele mostrará algumas faixas desse trabalho, no melhor estilo voz e guitarra ou violão.

Na segunda metade do espetáculo, Toninho terá a seu lado o cantor e sanfoneiro Cosme Vieira, músico que já tocou com Ivete Sangalo, Zeca Baleiro e Mariana Aydar e que desenvolve uma respeitável carreira individual.

O repertório trará músicas inéditas, faixas do premiado Belo Horizonte (sua cidade natal, por sinal) e também alguns dos diversos clássicos do repertório deste grande artista, entre as quais as célebres Beijo Partido, Manuel o Audaz, Diana e Pedra da Lua, só para citar algumas delas.

Beijo Partido- Toninho Horta:

Bruno Gouveia faz show em dupla com a sua esposa, Izabella Brant

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Por Fabian Chacur

Bruno Gouveia é conhecido nacionalmente como vocalista do Biquini Cavadão, grupo que integra com sucesso há mais de 30 anos. Nesse tempo todo, ele fez participações especiais em trabalhos alheios, mas nunca um trabalho-solo. Aproveitando uma brecha na agenda da sua banda, ele fará no próximo dia 29 (quarta-feira) às 22h em São Paulo um show no qual dividirá o palco com sua esposa, a cantora Izabella Brant. O local será o Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com ingressos a R$ 60,00.

Intitulado Cheek To Cheek, o espetáculo trará um repertório totalmente diferente do habitualmente encarado por Bruno e também por Izabella, que integrou a banda mineira Menina do Céu.

Sem nenhuma canção de seus repertórios anteriores, eles investirão em standards da música americana, canções de desenhos animados e também clássicos dos Beatles e do Queen. Tudo em inglês. Eles explicam o projeto:

“Sempre sonhamos em cantar juntos. Ela já havia feito isso comigo, no palco e em discos do Biquini. Eu também fiz o mesmo em sua antiga banda. Uma certa noite em casa, ouvindo Ella Fitzgerald e outros cantores, ficamos nos perguntando o que aconteceria se fizéssemos um show com estas músicas. Decidimos arriscar”, explica Bruno sobre o conceito em torno do espetáculo.

“Queríamos algo que não brigasse com os estilos que já dominávamos, que fosse um desafio e que nos desse, acima de tudo, muito prazer em cantar juntos”,diz Izabella, dando a sua versão para o show.

Vento Ventania (clipe)- Menina do Céu e Bruno Gouveia:

Zeca Baleiro traz seu baile descolado para São Paulo

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Por Fabian Chacur

Há 15 anos, quando já estava no primeiro escalão da música brasileira, o cantor, compositor e músico maranhense Zeca Baleiro criou o Baile do Baleiro. Trata-se de um show descontraído e para cima, no qual ele dá uma geral em canções de várias épocas que ele curte e que de uma forma ou de outra o influenciaram. O sucesso foi tanto que ele continua fazendo apresentações após esses anos todos. Mais uma delas rolará nesta quinta (1º/8) às 22h30 em São Paulo no Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com ingressos a R$ 70,00 (pista) e R$ 140,00 (mesa).

Zeca Baleiro (voz e guitarra), Tuco Marcondes (guitarra), Fernando Nunes (baixo), Adriano Magoo (teclados, acordeon e programações), Kuki Stolarski (bateria e percussão) e Hugo Hori (sax e flauta) é a escalação que estará em cena, um time afiado composto por músicos experientes e versáteis que encaram todos os rumos sonoros propostos por seu chefe.

O projeto deu tão certo que virou até um programa de TV com o mesmo título em 2016, exibido no Canal Brasil. Foram seis episódios, nos quais o autor de Samba do Approach interagiu com Hyldon, Blubell, Odair José, Edy Star, Guilherme Arantes e Zizi Possi, entre outros.

O repertório varia de show para show, e traz hits como A Noite Vai Chegar (Lady Zu), Fogo e Paixão (Wando), Mesmo Que Seja Eu (Erasmo Carlos), Nem Ouro Nem Prata (Ruy Maurity), Mulher Brasileira (Benito di Paula) e Fio Maravilha (Jorge Ben Jor). Ele também encaixa algumas autorais, entre as quais possivelmente Heavy Metal do Senhor e Babylon. Pra dançar e pular a noite inteira.

A Noite Vai Chegar (ao vivo)- Zeca Baleiro:

Ivan Lins e Brasilidade Geral dão prévia de novo álbum em Sampa

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Por Fabian Chacur

Ivan Lins é um artista sempre aberto a parcerias com outros artistas, desde que talentosos, obviamente. Desta vez, o cantor, compositor e pianista carioca une forças ao grupo capixaba Brasilidade Geral para o lançamento de um CD, Meu Pais, que deve sair em abril. Como forma de dar uma prévia desse lançamento, eles se apresentam em São Paulo no próximo dia 11 de abril (quinta-feira) às 22h no Bourbon Street (rua dos Chanés, nª 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com ingressos custando de R$ 95,00 a R$ 190,00.

O repertório trará clássicos do repertório de Ivan Lins com novos arranjos, entre as quais Vitoriosa, Meu País, Lembra de Mim, Dinorah Dinorah, Depois dos Temporais e Madalena. A parceria entre o astro da MPB e o grupo teve início em 2015, e deu tão certo que agora terá um registro discográfico para eternizá-la. Os metais dão um tempero novo e especial para essas canções conhecidas mundialmente.

Criado em 2010 no Espírito Santo, o grupo Brasilidade Geral é integrado por Bruno Santos (trompete e flugelhorn), Roger Rocha (saxofones soprano, alto e tenor), Marcelo Martins (saxofone tenor), Daniel Freire (saxofone barítono), Rafael Rocha e Joabe Reis (trombone), Hugo Maciel (baixo elétrico) e Renato Rocha (bateria). Eles lançaram em 2011 o primeiro CD, autointitulado, e logo marcaram presença em casas noturnas e festivais em seu estado natal e também no Rio e em São Paulo. Em 2016, saiu o elogiado Destino Rosa dos Ventos.

A qualidade artística de seu trabalho os levou a parcerias bem bacanas, que geraram seus dois DVDs, Brasilidade Geral e Bob Mintzer Ao Vivo (2015), no qual tocam com o saxofonista, compositor, arranjador e educador americano Bob Mintzer, do célebre grupo de jazz fusion Yellowjackets, e Bossa de Alma Nova: Roberto Menescal e Brasilidade Geral (2013), com o icônico violonista, compositor e produtor carioca Roberto Menescal. Eles também fizeram shows com Hamilton de Holanda, Rosa Passos e Chico Pinheiro, entre outros.

Vitoriosa (ao vivo)- Ivan Lins e Brasilidade Geral:

Taryn Donath mostra o swing do beatnik blues em Sampa

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Por Fabian Chacur

Em 1998, Taryn Donath lançou o seu álbum de estreia, Have Piano Will Travel, com o qual surpreendeu os fãs de r&b, jazz, soul e swing, mesmo tendo apenas 17 anos de idade. Desde então, essa talentosa cantora e pianista californiana ampliou seus horizontes e se consolidou como uma artista de rara consistência musical. Ela se apresenta em São Paulo pela primeira vez nesta quarta (5) às 21h30 no Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com couvert artístico a R$ 50,00.

Com 37 anos de idade, Taryn tocou com bandas, mas tornou-se conhecida por se dedicar a um formato não tão comum em seu estilo musical, no qual se acompanha ao piano e tem a seu lado apenas um baterista, um tipo inusitado de duo. Dessa forma, conquistou fãs em seu pais com o que ela apelidou de beatnik blues, mescla de swing, rhythm and blues, soul e jazz no qual se destacam sua voz bem colocada e um balanço contagiante no piano inspirado nos grandes mestres.

No show do Bourbon Street, Taryn terá a seu lado dois músicos brasileiros, o baterista Jaderson Cardoso e o gaitista Marcelo Naves. O repertório deve trazer músicas de CDs como o de estreia e também de Gardenia (2012) e Memories Of Ruth, este último uma homenagem à saudosa e brilhante cantora de rhythm de blues Ruth Brown (1928-2006). Músicas como I’ll Wait For You e The Mess Around, hits respectivamente de Ruth Brown e Ray Charles, são destaques.

I’ll Wait For You– Taryn Donath:

Feras do rock brasileiro serão a atração de show em Sampa

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Por Fabian Chacur

O formato é atrativo e costuma dar sempre certo. Reúna nomes bacanas de um estilo musical, monte uma banda e invista em um repertório com alguns dos grandes hits dos artistas envolvidos. É esse o mote de Rock Connection Rio-Sampa, show que será realizado em São Paulo nesta quinta (7) às 22h30 no Bourbon Street (rua dos Chanés, nº 127- Moema- fone 0xx11-5095-6100), com couvert artístico a R$ 75,00. O time reunido é bem bacana.

Arnaldo Brandão (baixo e vocal) tocou na banda de Caetano Veloso nos anos 1970 e 1980 e teve grande destaque nos grupos Brylho e Hanói Hanói. George Israel (vocal e sax) integrou o Kid Abelha, enquanto Guto Goffi (bateria) continua pilotando as baquetas do Barão Vermelho. Os cariocas trazem consigo o talentoso guitarrista Guilherme Schwab para incrementar essa parceria bem bacana.

De São Paulo, estão escalados Kiko Zambianchi (guitarra e vocal), dono de uma respeitável carreira solo, e o lendário Luis Sérgio Carlini (guitarra e vocal), parceiro de Rita Lee na banda Tutti Frutti e também conhecido por seus trabalhos ao lado de gente do porte de Erasmo Carlos e Guilherme Arantes, só para citar alguns nomes.

O show, que poderá ter convidados surpresa em seu desenrolar, terá no seu set list clássicos do rock brasileiro como Rádio Blá (Hanói Hanói e Lobão), Eu Tive Um Sonho (Kid Abelha), A Noite do Prazer (Brylho), Puro Êxtase (Barão Vermelho), Primeiros Erros (Kiko Zambianchi e Capital Inicial) e Rolam as Pedras (Kiko Zambianchi). Citando os versos de uma dessas músicas citadas, “a noite vai ser boa, de tudo vai rolar”…

Rádio Blá– Hanoi Hanoi:

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