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Zélia Duncan lança clipe de Medusa usando tecnologia 3D

zelia duncan 2021

Por Fabian Chacur

Lançado em 2019, o álbum Tudo É Um (leia a resenha de Mondo Pop aqui) flagra Zélia Duncan mergulhando de novo na sonoridade folk que a consagrou, e com muita inspiração . O clipe para a canção Medusa, que era para ter sido gravado de forma presencial, tomou outros rumos devido à pandemia do novo coronavírus, mas enfim está sendo disponibilizado. E valeu a espera.

A canção, parceria da cantora, compositora e musicista com Zeca Baleiro, tem um clima meio percussivo, meio eletrônico, e é um dos destaques do álbum. O clipe foi dirigido por Clarissa Ribeiro e Lorre Mota e se vale do trabalho em 3D da artista gráfica Bárbara Kani. Zélia fala um pouco sobre o processo todo:

“O roteiro do clipe sugere uma espécie de heroína, que passa por uma saga, por caminhos, portas e saídas que precisa inventar, sem se deixar paralisar. Descobri durante esses meses que a medusa da letra mora dentro de mim, tanto quanto a heroína. Só quem nos paralisa somos nós mesmos, não podemos delegar a ninguém o poder que é só nosso, de seguir adiante, sendo quem somos. A comunidade LGBT sabe muito bem o que é esse caminho que dói, mas liberta. Este clipe tem a ver com nossa luta, antes de mais nada. E com todas as lutas que enfrentamos dentro e fora de nós”.

Medusa (clipe)- Zélia Duncan:

Paradise Lost lançará o novo CD, Medusa, em setembro

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Por Fabian Chacur

Uma das vertentes mais interessantes do heavy metal é aquela na qual esse estilo musical é misturado com o rock gótico, numa fusão que equivale à soma do som de bandas como Black Sabbath, The Sisters Of Mercy e The Mission. Uma de suas principais seguidoras, a britânica Paradise Lost, lançará seu novo álbum no exterior no dia 1º de setembro. No Brasil, o CD, Medusa, será lançado pela Shinigami Records em parceria com a Nuclear Blast.

As duas primeiras amostras do repertório de Medusa são excelentes. The Longest Winter tem um clima mais lento e denso (veja o lyric vídeo aqui), enquanto Blood And Chaos tem como marca riffs mais agressivos, sem fugir no entanto do clima opressivo que marca a sonoridade da banda. A produção é de Jaime Gomez Arellano, que também trabalhou com o grupo em seu álbum anterior, The Plague Within (2015).

Criada em 1988, a banda Paradise Lost mantém desde o seu início Nick Holmes (vocal), Greg Mackintosh (guitarra), Aaron Aedy (guitarra) e Steve Edmonson (baixo). Desde 2015 no time, Valtteri Vayrynen estreia em disco ao lado dos veteranos colegas com Medusa, ele que é o sétimo piloto de baquetas a fazer parte do quinteto britânico.

Seu álbum mais conhecido é o incrível Draconian Times (1995), que em sua edição americana trazia como faixa bônus uma releitura de How Soon Is Now?, dos Smiths, e nas edições brasileira e japonesa um cover incrível de Walk Away, do Sisters Of Mercy. Vale lembrar que o grupo britânico Trapeze, do qual fazia parte o lendário Glenn Hughes, lançou em 1970 um elogiadíssimo álbum com esse mesmo título, Medusa.

Blood and Chaos (clipe)- Paradise Lost:

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