Mondo Pop

O pop de ontem, hoje, e amanhã...

Tag: rock anos 1990 (page 1 of 2)

Green Day lança em dezembro álbum com gravações na BBC

green day bbc album 400x

Por Fabian Chacur

Enquanto se encontra em plena turnê pelos EUA, o Green Day anuncia que lançará no dia 10 de dezembro, via Warner Music, um álbum com gravações inéditas. Trata-se de Live At BBC, que flagra Billy Joe Armstrong (vocal e guitarra), Mike Dirnt (baixo) e Tré Cool (bateria) em registros ao vivo nos estúdios Midas Vale, da BBC de Londres, realizadas nos anos de 1994, 1996, 1998 e 2001.

O repertório traz várias músicas emblemáticas do repertório do trio punk norte-americano, entre as quais When I Come Around, 2000 Light Years Away, Basket Case e Minority, tocadas da forma energética que caracteriza os seus shows.

As versões físicas que sairão no exterior trarão como atrativo textos sobre cada uma das 16 faixas escritos pelo DJ da BBC Steve “Lammo” Lamacq, que teve a sorte de presenciar todas essas gravações. Fica a torcida para que a Warner Brasil também nos proporcione ao menos a versão em CD desse álbum.

Eis as faixas de Live at BBC, do Green Day:

1. She (Live at the BBC June 8 1994)
2. When I Come Around (Live at the BBC June 8 1994)
3. Basket Case (Live at the BBC June 8 1994)
4. 2000 Light Years Away (Live at the BBC June 8 1994)
5. Geek Stink Breath (Live at the BBC November 3 1996)
6. Brain Stew/Jaded (Live at the BBC November 3 1996)
7. Walking Contradiction (Live at the BBC November 3 1996)
8. Stuck With Me (Live at the BBC November 3 1996)
9. Hitchin’ A Ride (Live at the BBC February 12 1998)
10. Nice Guys Finish Last (Live at the BBC February 12 1998)
11. Prosthetic Head (Live at the BBC February 12 1998)
12. Redundant (Live at the BBC February 12 1998)
13. Castaway (Live at the BBC August 28 2001)
14. Church On Sunday (Live at the BBC August 28 2001)
15. Minority (Live at the BBC August 28 2001)
16. Waiting (Live at the BBC August 28 2001)

2000 Light Years Away (live at BBC)- Green Day:

Bryan Adams apresenta a faixa-título de álbum que sairá em 2022

Bryan Adams por Bryan Adams

Por Fabian Chacur

Na mesma semana em que Daryl Hall completou 75 anos de idade, outro astro do rock que a cri-crítica especializada não dá muito valor traz boas notícias para seus milhões de fãs mundo afora. Trata-se de Bryan Adams. O grande roqueiro canadense acaba de divulgar o clipe de So Happy It Hurts, rockão no seu melhor estilo alto astral composto por ele com a cantora e compositora conterrânea Gretchen Peter, com quem ele escreve desde os anos 1990. É a faixa-título do álbum que ele promete para 11 de março de 2022, pela gravadora BMG.

Será o primeiro álbum de inéditas de Adams desde Shine a Light (2019). Em comentário enviado à imprensa, ele explica sobre essa faixa e também sobre o espírito de seu novo álbum:

“A pandemia e o lockdown nos fizeram pensar que de um momento para outro o que temos como rotineiro e confortável pode mudar. De uma hora pra outra, ninguém conseguia pular no carro e ir embora por aí. A música título, So Happy It Hurts, é sobre liberdade, autonomia, espontaneidade e a emoção da estrada aberta novamente. O álbum aborda muitas das coisas efêmeras da vida que são realmente o segredo da felicidade, o mais importante, a conexão humana”.

So Happy It Hurts (clipe)- Bryan Adams:

Santana retoma parceria com Rob Thomas após 22 anos

Santana – Move-400x

Por Fabian Chacur

Há 22 anos, Carlos Santana voltou com força total às paradas de sucesso graças a Smooth, parceria dele com o cantor e compositor Rob Thomas (Matchbox 20) que impulsionou o álbum Supernatural (1999) a se tornar o mais bem-sucedido em termos comerciais de sua brilhante carreira. Pois a parceria Santana-Thomas volta após esse tempo todo. Eles colaboraram na faixa Move, já disponível nas plataformas digitais e com cara de novo hit.

Em press-release enviado à imprensa, o genial músico mexicano explica como surgiu essa nova colaboração entre ele e o líder do Matchbox 20: “Move surgiu de maneira muito parecida com a forma como Smooth aconteceu. Foi como se surgisse uma intervenção divina e eu sabia que tinha que gravar com Rob. A música é sobre o despertar de tudo em seu ser. Acenda e ative a si mesmo – você sabe… se mova. Quando Rob e eu trabalhamos juntos, temos um som incrível”.

Move, que traz elementos latinos mas apresenta uma pegada um pouco mais roqueira do que Smooth, também conta com os vocais de apoio do grupo de rock alternativo American Authors. A faixa integrará o novo álbum de Santana, Blessings And Miracles, que a gravadora BMG promete lançar mundialmente no dia 15 de outubro. Outras participações ilustres no disco serão as de Chick Corea, Chris Stapleton, G-Eazy, Diane Warren, Steve Winwood, Rick Rubin, Corey Glover (Living Colour) e Kirk Hammett (Metallica), entre outros.

Move– Santana, Rob Thomas e American Authors:

Crowded House lançará um novo álbum após onze longos anos

crowded house 2021

Por Fabian Chacur

No dia 4 de junho, chegará às plataformas digitais e em formatos físicos (esses, apenas no exterior) o álbum Dreamers Are Waiting. Trata-se do 7º álbum do grupo radicado na Austrália Crowded House, e o primeiro após onze longos anos. Intriguer, o anterior, saiu em 2010. Ou seja, eles ficaram durante toda a década passada fora de cena. E essa não é a única novidade dos caras.

A banda, cujo autointitulado CD de estreia saiu em 1986 com o hit Don’t Dream It’s Over, mantém de sua formação original Nick Seymour (baixo) e Neil Finn (vocal e guitarra). O time traz novidades interessante na sua nova escalação. Uma é o tecladista Mitchell Froom, que produziu os três primeiros álbuns do Crowded House e é conhecido pela produção de trabalhos de Suzanne Vega (com quem foi casado), Sheryl Crow e muitos outros.

As outras duas adições tornam o CH uma ação em família. Liam (guitarra, teclados e vocais) e Elroy Flin (bateria e guitarra) são filhos de Neil. Vale aqui uma rápida recordação: Neil iniciou sua carreira no cenário musical entrando na banda Split Enz, liderada por seu irmão mais velho, o talentoso cantor e guitarrista Tim. Nos anos 1990, Tim marcou presença durante algum tempo no CH. Eles também chegaram a gravar como dupla.

A 1ª amostra dessa nova fase do Crowded House veio à tona em outubro de 2020, com o lançamento do single Whatever You Want (veja o clipe aqui). Depois, em fevereiro deste ano, veio To The Island (veja o clipe aqui).

Agora, chega a vez de Playing With Fire, última prévia antes do álbum completo. As três canções são excelentes, por sinal Em press release enviado à imprensa, Neil Finn comentou sobre Playing With Fire:

“Esta música foi formada a partir de uma jam do grupo, ao vivo no estúdio, mas depois desenvolveu durante a quarentena seu caráter por meio de muitas reviravoltas. Playing With Fire é carregada com um ar alegre, instrumentos de sopro crescentes e um canto que é quase um swing. Dentro disso, está a contradição que muitas vezes sinto em ocasiões alegres, a presença de esperança junto com uma sensação iminente de destruição”.

Em seus 35 anos na ativa, o Crowded House traz como marca canções deliciosas fortemente influenciadas pelas fases psicodélicas dos Beatles e Beach Boys, sempre com ótimas melodias e arranjos envolventes. Vale lembrar que em 2018 Neil Finn também passou a ser integrante da atual formação do Fleetwood Mac.

Playing With Fire (clipe)- Crowded House:

Pearl Jam lança música inédita em single e álbum beneficente

pearl jam get it back 400x

Por Fabian Chacur

Sete meses após lançar Gigaton, seu primeiro álbum de inéditas em sete anos, o Pearl Jam se mostra com a inquietude habitual e nos oferece uma nova canção. Trata-se de Get It Back, um rock dos mais competentes, como é a praxe da banda americana liderada por Eddie Vedder. A música já está disponível nas plataformas digitais em geral, e sua origem é das mais nobres.

A faixa foi incluída na coletânea Good Music To Avert The Collapse Of American Democracy Volume 2, lançada no dia 2 de outubro, disponível por apenas 24 horas e com o objetivo de arrecadar fundos para o projeto Voting Rights Lab, cujo objetivo é garantir o direito de voto a todos os cidadãos dos EUA. O álbum também incluiu faixas inéditas de David Byrne, Mark Ronson, Feist, Arcade Fire e Yoko Ono Plastic Ono Band.

Get It Back– Pearl Jam:

Paul McCartney relançará álbum Flaming Pie em diversos formatos

Collector's Edition 1-400x

Por Fabian Chacur

Se há um artista sempre disposto a oferecer material inédito aos fãs mais endinheirados, ele atende pelo nome de Paul McCartney. Ele já fazia isso desde o início de sua carreira-solo, com o lançamento de singles com faixas não incluídas em álbuns, mas radicalizou esse procedimento a partir de Flowers In The Dirt (1989), que virou um álbum duplo em sua edição japonesa, algo que também ocorreu com Off The Ground (1993). De lá para cá, a coisa só se expandiu, especialmente com a série Archive Collection.

O novo álbum a ser incluído nesse projeto, para ser mais preciso o 13º a receber tal tratamento, é Flaming Pie (1997). A versão mais luxuosa, intitulada Collection’s Edition e limitada a 3 mil cópias numeradas, traz 5 CDs, 4 LPs de vinil e 2 DVDs, além de um livro com 128 páginas, seis fotos em tamanho grande, reprodução das letras escritas a mão pelo ex-beatle e outros atrativos, acomodados em uma caixa. Veja vídeo apresentando essa edição luxuosa aqui.

Além dessa, temos também a Deluxe Edition, trazendo 5 CDs e 2 DVDs, e outras com 3 LPs de vinil, 2 LPs de vinil e 2 CDs. O álbum original aparece em versão remasterizada, e as faixas-bônus se dividem entre lados B de singles lançados na época, demo-tapes das músicas incluídas no álbum, versões alternativas e as seis partes do programa de rádio Oobu Joobu gravado pelo artista naquela época.

Nem é preciso dizer que os preços não são exatamente acessíveis, o que torna hoje praticamente impossível para um colecionador com renda média se meter a completar o seu acervo. Saiba mais sobre as novas versões de Flaming Pie aqui, com direito a comentários de fãs bravos com os “precinhos camaradas”.

Flaming Pie foi o primeiro álbum-solo lançado por Paul após o projeto Anthology, dos Beatles, e de certa forma pegou uma bela carona no mega-sucesso deste fantástico documentário sobre a carreira dos Beatles. O CD atingiu o 2º lugar nas paradas dos EUA e Reino Unido, algo que o astro do rock não conseguia desde a década de 1980 em sua trajetória individual.

O trabalho foi coproduzido por Jeff Lynne e George Martin e traz participações especiais de Ringo Starr, Steve Miller, Lynne e também da esposa Linda e do filho James. No entanto, ele se incumbiu da maior parte dos instrumentos e vocais. As faixas mais legais são Young Boy, The World Toninght e Calico Skies.

Young Boy (clipe dirigido por Alistair Donald):

Young Boy (clipe dirigido por Geoff Wondor)- veja aqui.

David Bowie em disco ao vivo digital da sua turnê de 1997

bowie album ao vivo capa-400x

Por Fabian Chacur

Mais um álbum ao vivo de David Bowie está disponível nas plataformas digitais via Warner Music, dando prosseguimento a uma série de lançamentos nesse formato com material registrado em diversas fases da carreira do saudoso artista britânico. LIVEANDWELL.COM saiu originalmente em tiragem limitada em 2000 e disponibilizado apenas aos assinantes da Bowienet. São 12 faixas gravadas ao vivo em Nova York, Rio de Janeiro, Amsterdam e Reino Unido em 1997 durante a turnê de lançamento do álbum Earthling (1997).

Os registros flagram o autor de Space Oddity no auge de sua fase eletrônica, incluindo cinco músicas do álbum Earthling e cinco do trabalho anterior, Outside (1995). Duas faixas saíram antes em um maxi-single de 12 polegadas e creditadas ao The Tao Jones Index, nome com o qual Bowie e sua banda se apresentaram de surpresa em tendas dedicadas à dance music em festivais. São elas Pallas Athena (do álbum Black Tie White Noise, de 1993) e V-2 Schneider (do álbum Heroes, de 1977, única música não lançada nos anos 1990).

Aqui está a escalação do timaço que interpreta com vigor e categoria (e com excelente qualidade de áudio) as 12 faixas deste excelente álbum ao vivo: David Bowie (vocais, guitarra, saxofone), Zachary Alford (bateria), Gail Ann Dorsey (baixo, vocais, teclados), Reeves Gabrels (guitarras, sintetizadores, vocais) e Mike Garson (piano, teclados, sintetizadores).

Eis as faixas de LIVEANDWELL.Com :

1 – I’m Afraid Of Americans (Radio City Music Hall New York, 15th October, 1997) *
2 – The Hearts Filthy Lesson (Long Marston, Phoenix Festival, 18th July, 1997) x
3 – I’m Deranged (Amsterdam, Paradiso, 10th June, 1997) x
4 – Hallo Spaceboy (Rio de Janeiro, Metropolitan, 2nd November, 1997) x
5 – Telling Lies (Amsterdam, Paradiso, 10th June, 1997) *
6 – The Motel (Amsterdam, Paradiso, 10th June, 1997) x
7 – The Voyeur Of Utter Destruction (As Beauty) (Rio de Janeiro, Metropolitan, 2nd November, 1997) x
8 – Battle for Britain (The Letter) (Radio City Music Hall New York, 15th October, 1997) *
9 – Seven Years In Tibet (Radio City Music Hall New York, 15th October, 1997) *
10 – Little Wonder (Radio City Music Hall New York, 15th October, 1997) *
11 – Pallas Athena (Amsterdam, Paradiso, 10th June, 1997) y
12 – V-2 Schneider (Amsterdam, Paradiso, 10th June, 1997) z

* versões de estúdio são do álbum Earthling (1997)
x versões de estúdio são do álbum Outside (1995)
y versão de estúdio é do álbum Black Tie White Noise (1993)
z versão de estúdio é do álbum Heroes (1977)

Hallo Spaceboy (Live from Rio de Janeiro, Metropolitan, 2nd November, 1997)

Roxette lança versão acústica de Help! gravada em Abbey Road

roxette single 400x

Por Fabian Chacur

Marie Fredriksson infelizmente nos deixou aos 61 anos no dia 9 de dezembro de 2019. Seu trabalho musical, especialmente o realizado ao lado de Per Gessle no grupo sueco Roxette, felizmente permanecerá sempre vivo na memória de seus inúmeros fãs. E são eles que irão vibrar com uma boa notícia. Em breve, teremos o lançamento de Bag Of Trix- Music From The Roxette Vaults. Será uma série de álbuns que sairão em breve através da gravadora Warner Music, contendo material inédito oriundo de gravações nunca antes lançadas.

A primeira amostra foi disponibilizada nesta sexta-feira (8). Trata-se de uma releitura acústica, com Marie no vocal e Per no violão, de um grande clássico dos Beatles. Trata-se de Help!, música lançada originalmente em 1965 que intitulou seu segundo filme e também a trilha sonora do mesmo. A gravação ocorreu em novembro de 1995, e teve como local nada menos do que o Abbey Road Studios, onde os Beatles fizeram quase todas as suas lendárias gravações.

Help!– Roxette:

Changesnowbowie é o novo lançamento digital do Bowie

changesnowbowie 400x

Por Fabian Chacur

No dia 8 de janeiro de 1997, como forma de celebrar os 50 anos completados naquela data por David Bowie, a BBC de Londres transmitiu um programa especial. Nesta atração, o astro do rock foi entrevistado por Mary Anne Hobbs, e também tivemos mensagens celebrando a data e questões formuladas por Scott Walker, Damon Albarn, Bono e Robert Smith. O conteúdo musical dessa atração agora está disponível, via Warner Music, nas plataformas digitais, com o título Changesowbowie, sem versão física prevista por enquanto.

As nove faixas tocadas naquela atração da BBC foram gravadas e mixadas previamente, em novembro de 1996, em Nova York, mais precisamente no Looking Glass Studio. Nelas, Bowie é acompanhado por Gail Ann Dorsey (baixo e vocais), Reeves Gabrels (guitarra e voz) e Mark Plati (teclados e programações). Esta seria a banda, acrescida de outros músicos, que o acompanharia em 1997 em bem-sucedida turnê que passou pelo Brasil.

O repertório investe em clássicos de seu repertório como Aladdin Sane e The Man Who Sold The World, o célebre cover de White Light / White Heat (do Velvet Underground) incluído em seus shows desde os anos 1970, e duas surpresas. São elas Shopping For Girls, do álbum Tin Machine II (1991), da banda alternativa de Bowie, a Tin Machine, e Repetition (do álbum Lodger, de 1979), que ganhou uma nova versão e um novo clipe em 1997.

Eis as faixas de Changesnowbowie:

-The Man Who Sold The World
-Aladdin Sane
-White Light / White Heat
-Shopping For Girls
-Lady Stardust
-The Supermen
-Repetition
-Andy Warhol
-Quicksand

Repetition ’97 (clipe)- David Bowie:

Michael Stipe lança versão demo de uma nova e belíssima canção

michael stipe 2020-400x

Por Fabian Chacur

Neste domingo (29), Michael Stipe colocou no ar uma versão demo de uma nova canção. E que canção! No Time For Love Like Now é daquelas faixas que, mesmo assim, aparentemente inacabada, já soa como clássica logo em seus primeiros acordes. Gravada com uma câmera caseira no que parece ser um cômodo de sua residência, o ex-cantor do R.E.M. nos emociona com uma balada linda cuja letra registra tudo o que precisamos nesses tempos cinzentos.

No Time For Love Like Now foi composta em parceria com o cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista americano Aaron Dessner, conhecido por integrar as bandas The National e Big Red Machine.

Essa maravilha é a terceira faixa que o astro nos proporciona desde outubro de 2019. Após o anunciado fim do R.E.M. em 2011, as expectativas em torno de como a carreira de Stipe seguiria adiante eram enormes.

Foram anos e anos de expectativa. A primeira amostra conpleta foi a deliciosa Your Capricious Soul (ouça aqui), disponibilizada no dia 5 de outubro de 2019 e com os direitos doados ao grupo de ativistas ambientais Extinction Rebellion.

Como forma de celebrar seus 60 anos de idade, ele lançou no dia 4 de janeiro um segundo single, Drive To The Ocean (ouça aqui), uma canção envolvente de clima árabe e com belos vocais de apoio. Seus direitos foram doados pelo prazo de 365 dias para a Pathway To Paris, organização sem fins lucrativos que apoia iniciativas inovadoras relativas ao meio ambiente.

Em entrevista concedida em 2019, Stipe afirmou ter 18 canções prontas, mas não deu detalhes de como serão lançadas, se em um álbum em formato convencional ou apenas em singles.

Para mim, a lógica deve ser o lançamento de um ou outro single a seguir e, depois, um álbum completo. Seja como for, é ótimo ver um artista do seu calibre novamente na ativa, e com três músicas tão boas. Que venham logo as outras!

No Time For Love Like Now (demo)- Michael Stipe:

Older posts

© 2022 Mondo Pop

Theme by Anders NorenUp ↑