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Pitty e Nando Reis anunciam uma turnê conjunta pelo Brasil

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Por Fabian Chacur

Há um ano, Pitty e Nando Reis divulgaram um clipe com os dois relendo uma composição do ex-integrante dos Titãs, Tiro no Coração. Era o início de uma parceria entre os dois cujo novo fruto acaba de ser divulgado. Trata-se de As Suas As Minhas e as Nossas, turnê conjunta que terá início em agosto e com datas previstas para todo o país. A pré-estreia ocorrerá no dia 11 de junho no tradicional festival João Rock, em Ribeirão Preto (SP), com ingressos já esgotados.

A dobradinha teve início quando Nando viu Pitty interpretando um de seus maiores hits, Relicário, no programa do canal a cabo GNT Saia Justa. O cantor e compositor mandou uma mensagem a ela fazendo elogios, e a roqueira sugeriu que iniciassem uma parceria. E foi o que aconteceu na gravação de Tiro no Coração, que mostrou o potencial do duo.

Como o título da tour entrega logo de cara, o set list das apresentações, que incluirá mais de 20 canções, trará coisas do repertório solo dos dois e também algumas canções inéditas. Em comunicado à imprensa, Pitty falou sobre suas expectativas em torno da turnê:

“Só de imaginar estar com Nando no palco num show conjunto e partilhar da genialidade, energia e originalidade de um dos maiores criadores da música brasileira é algo que me emociona desde já. Que deleite juntar esses universos musicais! Que mundo vamos criar com a junção das nossas canções? Me sinto diante de um verdadeiro Big Bang; a sensação iminente da explosão de vida que vem pela frente e compartilhando com o público esse momento único e exclusivo”.

Tiro no Coração (clipe)- Nando Reis e Pitty:

Nasi & Os Spoilers lançam clipe para divulgar o segundo single

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Por Fabian Chacur

Após lançar seu primeiro single em novembro (saiba mais e ouça aqui), o novo grupo do cantor do Ira!, Nasi & The Spoilers volta com mais um petardo. Trata-se da faixa Spoilers, um rock vibrante que mostra o ótimo entrosamento e o pique da banda integrada por Nasi (voz), Daniel Tessler (guitarra e voz), Gustavo X (guitarra) e Johnny Zanei (baixo). A bateria ficou a cargo do convidado Eduardo Schuler.

Daniel Tessler, o autor dessa faixa, explica um pouco sobre o que o inspirou a escrever esse belo petardo roqueiro: “Essa música é o retrato de uma angústia e uma raiva procurando vazão pra explodir. Como fã dos movimentos mod e punk, a música carrega isso: é uma bomba atômica e vai explodir no próximo suspiro, tirando tudo e todos do lugar”.

Spoilers (clipe)- Nasi & Os Spoilers:

Estranhos Românticos saem de cena com brilhante Último Sol

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Por Fabian Chacur

Foram sete anos de existência. Nesse período, Marcos Muller (vocal e guitarra), Mauk (baixo), Luciano Cian (teclados) e Pedro Serra (bateria) lançaram três álbuns e também fizeram duas releituras de outros grupos (Pato Fu e Autoramas) para tributos. Esse projeto, que tinha o peculiar nome Estranhos Românticos, chega ao fim com um último projeto, Último Sol, já disponível nas plataformas digitais. Belíssima despedida. Seria um fim ou um recomeço?

Poucos nomes poderiam ser mais adequados para este quarteto carioca do que o escolhido por eles. Sim, eles são românticos, arrebatadoramente românticos, mas bem longe do tradicional e do careta nessa área tão explorada na música. Estranhos, mas aquela estranheza que cativa e mostra um rumo diferente para exaltar as paixões que funcionam como combustível para nos proporcionarem momentos de puro prazer sensorial.

Para embalar suas letras simples e diretas, o grupo se vale de uma sonoridade cuja origem mais remota remete ao pop rock do período entre 1964 e 1967. Base rítmica ágil, baixo volta e meia anguloso, bateria adoravelmente dançante, teclados dando o tom psicodélico e vocais desencanados e bem articulados. Ecos de jovem guarda, merseybeat, pós punk, tropicalismo e psicodelia podem ser observados, mas o mote são sempre alucinadas canções de amor.

Último Sol traz 10 faixas, sendo 9 inéditas e o remix de Mergulho no Saara (Latexxx Remixxx), cuja versão original está no segundo álbum deles, (2021). A festa começa com os momentos mais jovem guarda, Boa Noite Copacabana e Me Beija (com participação de Nervoso). Luxo envolve e tem a participação especial precisa, cirúrgica, matadora do saxofonista Marcello Magdaleno.

Mim revela influências da new wave dos anos 1980, um rockão bacana. Espécie de balada entortada para os interesses do quarteto, a deliciosa Sol nos oferece os doces vocais da cantora argentina Cony Piekarz, que tira de letra o dueto com Marcos Muller. Bacana demais.

A soma de um riff poderoso a um refrão simples e eficiente dão cor à ótima Ridículo. Carnaval vem a seguir com seu tempero sessentista, enquanto Fim do Mundo aposta em uma base rítmica mais compassada. A parte de inéditas se encerra com a psicodelia oitentista de 42°, que de certa forma capta o espírito de bandas da época como Love And Rockets de uma forma própria. O remix de Mergulho no Saara fecha a tampa com espírito dançante e outra viagem nos porões mais bacanas dos anos 1980.

E aqui cabe discorrer sobre a dúvida entre fim ou recomeço abordada no início desse texto. Se for apenas isso, o encerramento de um trabalho bacana que quatro caras fizeram durante sete anos, meu Deus, que despedida encantadora! Mas será que, após autoavaliarem a qualidade de Último Sol, de o quanto eles soam coesos, criativos e ao mesmo tempo acessíveis ao ouvido médio, não pintará a tentação de “que tal um encore?” em um futuro (tomara) não muito distante? São questões que só esses agora ex-Estranhos Românticos poderão nos responder. obs.: capa antológica, heim?

Ouça Último Sol, dos Estranhos Românticos, em streaming, aqui .

Overdrive Saravá relê um clássico de 1979 do grande Gonzaguinha

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Por Fabian Chacur

João do Amor Divino é a faixa de abertura de um dos melhores álbuns da carreira do saudoso Gonzaguinha, o brilhante Gonzaguinha da Vida (1979). Sua letra permanece infelizmente mais atual do que nunca, e faz todo sentido do mundo termos uma regravação deste clássico neste tempo doido em que vivemos na atualidade. Quem se incumbiu da tarefa foi o grupo Overdrive Saravá, com participação especial do cantor e compositor André Prando. Trata-se do 1º single do novo álbum da banda de Niterói (RJ), previsto para sair ainda este ano.

O quarteto fluminense está na estrada desde 2012, e traz em suas fileiras Gregory Combat (vocal e percussão), Thiago Henud (guitarra), Matheus Freire (baixo) e Caio Dalmacio (bateria). Seu arranjo para a canção de Gonzaguinha preserva o esqueleto da gravação original, mas enfatiza elementos que tem a ver com o rock psicodélico dos anos 1960 de bandas como Jefferson Airplane, por exemplo. O resultado ficou intenso e bastante elogiável.

A inspiração para essa música é no mínimo curiosa. O tecladista paulista Jota Moraes tinha acabado de entrar na banda de Gonzaguinha. Quando seu novo músico se apresentou como Jota, o autor de Explode Coração quis saber qual era seu nome de batismo, e ficou surpreso com a resposta: João do Amor Divino! Foi a partir desse nome que ele imaginou o roteiro do que viria a ser essa canção icônica da vertente social de sua obra.

Eis a letra de João do Amor Divino (Gonzaguinha):

39 anos de batalha

Sem descanso

Na vida

19 anos

Trapos juntos

Com a mesma rapariga

9 bocas de criança para encher de comida

Mais de mil pingentes na família para dar

Guarida

Muita noite sem dormir na fila do INPS

Muita xepa sobre a mesa

Coisa que já não estarrece

Todo dia um palhaço dizendo que Deus dos pobres nunca esquece

E um bilhete mal escrito

Que causou um certo interesse

É que meu nome é

João

Do Amor Divino de Santana e Jesus

Já carreguei

Num guento mais

O peso dessa minha cruz

Sentado lá no alto do edifício

Ele lembrou do seu menor

Chorou

E mesmo assim achou

Que o suicídio ainda era o melhor

E o povo lá embaixo olhando o seu relógio

Exigia e cobrava a sua decisão

Saltou sem se benzer por entre aplausos e emoção

Desceu os 7 andares num silêncio de quem já morreu

Bateu no calçadão e de repente

Ele se mexeu

Sorriu e o aplauso em volta muito mais cresceu

João se levantou e recolheu a grana que a platéia deu

Agora ri da multidão executiva quando grita:

“Pula e morre, seu otário”

Pois como tantos outros brasileiros

É profissional de suicídio

E defende muito bem o seu salário!

João do Amor Divino– Overdrive Saravá:

Pitty investe no pop eletrônico em seu single dançante Na Tela

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Por Fabian Chacur

Pitty é uma artista inquieta e criativa. Em seu novo single, ela mais uma vez explora novos caminhos musicais, com um resultado que certamente surpreenderá muitos fãs. Na Tela, a nova canção, tem um beat bem dançante e fortes elementos eletrônicos, e certamente trará comparações com o trabalho de Anitta, embora tenha a assinatura própria da estrela baiana.

Composta logo na fase inicial da quarentena gerada pelo novo coronavírus, ela se inspirou nas relações virtuais exigidas pelo afastamento social, e na curiosidade que isso traz. “Fiquei imaginando um roteiro inspirado nisso. Primeiro veio o groove do refrão, uma coisa rítmica e percussiva, gosto de brincar com ritmo nas palavras”, explicou a cantora em comunicado à imprensa.

Com a música esboçada, ela procurou o músico e produtor Daniel Weksler, que se incumbiu de criar uma batida adequada ao que se imaginava realizar. É o primeiro trabalho conjunto deles. Como forma de manter um tempero rock presente, o guitarrista da banda da artista, Martin, foi convocado para cumprir essa missão, que realizou com a categoria de sempre.

A direção do ótimo clipe ficou a cargo de Fernando Mencocini, com quem Pitty já havia trabalhado anteriormente em Ninguém É De Ninguém. “Ele apresentou um roteiro bastante sensorial, uma viagem para esse olhar para dentro que o distanciamento traz”, explica a cantora.

Na Tela (clipe)- Pitty:

Pitty relembra CD Anacrônico com edição especial e uma live

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Por Fabian Chacur

Após lançar o bem-sucedido álbum de estreia Admirável Chip Novo (2003), Pitty teve de enfrentar o chamado “desafio do segundo álbum”, que assombra todo artista que consegue iniciar a carreira com um trabalho estourado logo de cara. E ela deu conta do recado. Como forma de celebrar os 15 anos do lançamento deste disco, Anacrônico, a badalada roqueira baiana lança uma Deluxe Edition do CD e fará uma live gratuita nesta sexta (21) às 22h (o link está aqui).

Intitulada Luau Anacrônico, a live, que será realizada no melhor estilo voz, violão e percussão, trará em seu repertório todas as músicas do álbum, entre elas os hits certeiros Na Sua Estante e Memórias, além das três faixas-bônus acrescidas à Deluxe Edition de Anacrônico, que está sendo lançada nas plataformas digitais neste mesmo dia pela gravadora Deck.

As três faixas incluídas como bônus na nova versão do álbum são bem interessantes. Déja Vu, por exemplo, é uma versão demo gravada por Pitty ainda com seu primeiro guitarrista, Peu Sousa. Por sua vez, O Muro é o primeiro registro com Martin Mendonça, até hoje incumbido da guitarra na banda da artista. Seu Mestre Mandou completa a trinca de novidades. Fica no ar a possibilidade de versões físicas deste lançamento.

Ainda dentro dessa celebração dos 15 anos do álbum, Pitty também nos ofereceu uma nova versão da faixa Anacrônico, divulgada por um belo lyric video, que ela interpreta em parceria com uma das mais expressivas representantes da nova geração da música brasileira, a também baiana Josyara.

Anacrônico (clipe)- Pitty e Josyara:

Pitty lança clipe de Submersa com cenas gravadas por ela

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Por Fabian Chacur

Em plena quarentena originada pelo combate ao novo coronavírus, Pitty se mantém ativa. Ela acaba de lançar um clipe para divulgar Submersa, faixa de seu mais recente álbum, Matriz, lançado em 2019 pela gravadora Deck. As cenas foram registradas por ela própria e a flagram em uma banheira (ou jacuzzi, sei lá…) mergulhando e na superfície, seguindo um roteiro também auto-criado. A direção e edição ficaram a cargo do experiente Otavio Sousa.

Curiosamente, a letra de Submersa dialoga de forma interessante com o que vivemos nesse momento tão bizarro e incomum, com uma mensagem positiva e de busca pela liberdade. No final, a cantora sussurra um “vai passar” que se tornou uma espécie de bordão atualmente. A música é um pop rock melódico de primeira, um momento impactante de Matriz, que está disponível democraticamente em CD, LP de vinil, fita-cassete e nas plataformas digitais

Submersa (clipe)- Pitty:

Skank e Roberta Campos lançam Simplesmente, single em parceria

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Por Fabian Chacur

Em novembro de 2019, foi anunciado o fim do grupo Skank, o que ocorreria após uma turnê celebrando os 30 anos de carreira da banda mineira. A ideia era também lançar uma coletânea com seus grandes hits e uma música inédita. Os shows estão no freezer, digamos assim, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas, ao menos, a nova canção acaba de ser disponibilizada nas plataformas digitais. E não se trata de qualquer musiquinha.

Simplesmente reativa a parceria entre Samuel Rosa, cantor e guitarrista da banda, com o saxofonista e letrista mineiro Chico Amaral, uma dobradinha afinada que rendeu ao Skank hits massivos e marcantes como Te Ver, Garota Nacional, Vou Deixar, Tão Seu e Pacato Cidadão, entre muitos outros.

Esta bela e inspirada balada folk traz como cereja do bolo a participação mais do que especial da cantora e compositora Roberta Campos, cuja bela voz se encaixou feito luva na melodia de Simplesmente. Tipo da música que, se de fato se tornar a última dessa fase do Skank, será equivalente a uma despedida das mais dignas de uma banda que marcou a história do pop-rock brasileiro.

Simplesmente (clipe)- Skank e Roberta Campos:

Vanguart mostra novas músicas e seus hits com show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Lá pelos idos de 2003, surgiu em Cuiabá, Mato Grosso, o embrião do que viria a ser o Vanguart. Desde então, muita água passou por debaixo das pontes do Brasil e do mundo, mas o grupo de folk-rock permanece firme e forte. Lógico que com muitas idas e vindas, nesses anos todos. Com duas músicas novas, eles farão um show em São Paulo no dia 15 (domingo) às 19h na Casa Natura Musical (rua Artur de Azevedo, nº 2.134- Pinheiros- fone 0xx11-3031-4143), com ingressos de R$ 30,00 a R$ 120,00.

O Vanguart atualmente é um trio, que traz o seu fundador, Helio Flanders (voz, piano e trompete), seu fiel escudeiro desde o início Reginaldo Lincoln (baixo e vocal) e Fernanda Kostchak (violino), que se incorporou ao time feito uma luva a partir de 2011. No show deste domingo, complementarão a escalação Kezo Nogueira (bateria), Pedro Pelotas (teclados) e Fabricio Ganbogi (guitarra).

O repertório traz como principais atrativos duas canções inéditas em álbuns da banda. Uma é a deliciosa e singela Sente, disponibilizada na internet em dezembro de 2019 e com um clipe muito legal gravado na rua 25 de Março, em São Paulo, agitado centro do comércio popular na cidade. A outra, O Amor é Assim, só entrará nas plataformas digitais no próximo dia 20, sendo assim apresentada ao público deste show em primeira mão.

Lógico que músicas do mais recente álbum de estúdio de inéditas da banda, Beijo Estranho (2017), e de seu projeto especial Vanguart Sings Bob Dylan (2019), dedicado aos clássicos do astro americano que tanto os influenciou, também estarão no repertório do espetáculo, assim como outros hits bacanas.

Sente (videoclipe)- Vanguart:

Leela é atração do Festival LAB ROCK em fevereiro em Sampa

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Por Fabian Chacur

Um novo festival dedicado ao rock independente brasileiro está a caminho. Trata-se do LAB ROCK, que será realizado no dia 9 de fevereiro (domingo) das 14 às 18h30 em São Paulo. O evento acontecerá no Mercado Mundo Criativo, espaço criado pelo produtor cultural Beto Lago com o objetivo de ser um polo de empreendedorismo criativo, cultura, diversidade e inclusão. O local será o Complexo #9 (rua Santo Antonio, nº 800- Bela Vista- fone 0xx11-4075-1589), e a entrada é gratuita.

“A cena do rock apresenta uma evolução constante, e hoje vemos que agrega o público tradicional do segmento em um momento onde os jovens estão novamente revigorados através de novos projetos autorais, experimentações musicais, e caras novas que se sobressaem graças a plataformas digitais e formatos de distribuição que somam na formação de um novo público ao lado do já existente”, explica a cantora, produtora e atriz Madame Mim.

Com três álbuns lançados, Madame Mim é a idealizadora do festival, e participará do mesmo integrando seu novo projeto musical, o Vir Go, banda de punk que canta em português e espanhol. Lau e Eu, por sua vez, é o projeto do cantor, compositor e músico Lauckson Melo, de Aracaju (SE).

O cearense Daniel Peixoto já abriu shows para nomes importantes do rock internacional como The Prodigy, Bjork e The Cardigans e teve música em trilha de novela global. O seu álbum de estreia, Mastigando Humanos (2012), venceu o Prêmio Dynamite, e um novo, Iracema Som Sistema, sai em breve. E o grupo YMA vem no embalo do lançamento de seu álbum de estreia, Par de Olhos.

A grande atração é a banda Leela (FOTO), há duas décadas na estrada com três álbuns e muito prestígio e sucesso na cena indie nacional, com sua bem dosada mistura de rock com música eletrônica. A banda liderada por Bianca Jhordão (vocal e guitarra) e Rodrigo O’Reilly Brandão (guitarra, sintetizadores e vocais) está lançando desde 2018 singles divulgados com clipes instigantes. Essas faixas, em um total de 11, integrarão o quarto álbum da banda, que mergulha no universo das redes sociais e da internet. Leia mais sobre o Leela aqui.

Line Up do LAB ROCK:

14h/14h30 – Daniel Peixoto

15h/15h30 – Leela

16h/16h30 – YMA

17h/17h30 – Vir GO

18h/18h30 – Lau e Eu

obs.: o Mercado Mundo Criativo ficará aberto das 11 às 20h

Fome de Viver (Fuga Pelo Tweeter) (clipe)- Leela:

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