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Bruno Gouveia lança EP solo com releituras de hits alheios

bruno gouveia capa EP 400x

Por Fabian Chacur

Bruno Gouveia nunca pensou em fazer um trabalho solo, por achar que sua atuação dentro do seu grupo, o Biquini Cavadão, supria todas as suas necessidades artísticas. No entanto, os mais de dois anos de pandemia o afastaram de seus colegas por um tempo, e por sua vez o aproximaram de forma virtual de outros músicos. Várias releituras de hits alheios surgiram em lives e quetais. E eis que surge Minhas Férias na Grécia #SQN, EP individual de Bruno já disponível nas plataformas digitais.

As gravações ocorreram em ocasiões diferentes, e contaram inclusive com a cantora Izabella Brant (esposa de Bruno) e Carlos Coelho (guitarrista do Biquini Cavadão). O cantor, em texto enviado à imprensa, explica um pouco sobre o conceito em torno deste EP:

“É um EP despretensioso, a ponto de dividir todas as faixas com meus parceiros: meus amigos de banda, minha mulher, amigos músicos, gente que já havia trabalhado comigo, e até gente que eu sequer conhecia pessoalmente. Às vezes eu era o convidado do projeto deles, outras vezes era eu que os convidava. Mas o que seria uma série de singles perdidos, todos cantados em inglês, passaram a definir meu playground musical, onde eu fui o ponto de ligação entre todas estas experiências.”

Eis as faixas de Minhas Férias Na Grécia #SQN:

1 –Both Sides Now (Joni Mitchell)- Bruno Gouveia & Cazandé (hit com Joni Mitchell)

2-Dancing Days (Jimmy Page, Robert Plant)- Marcelo Magal + Ícaro Scagliusi + Rafa Bisogno + Bruno Gouveia (hit com o Led Zeppelin)- veja o clipe aqui.

3-Super Massive Black Hole (Matthew Bellamy)- Diogo Macedo + Marcelo Magal + Figurótico + Izabella Brant + Bruno Gouveia (hit com o Muse) ouça aqui .

4-Senses Working Overtime (Andy Partridge)- Philippe Seabra & Bruno Gouveia (hit com o XTC) ouça aqui.

5-Halo (Martin Gore)- Guilla + Patrick Laplan + Gabriel Ventura +Bruno Gouveia (hit com o Depeche Mode) Veja o clipe aqui.

6-What a Wonderful World (Bob Thiele, George David Weiss)- Bruno Gouveia & Carlos Coelho (hit com Louis Armstrong) Ouça aqui .

7- Dreamer’s Ball (Brian May) – Bruno Gouveia & Carlos Coelho (hit com o Queen) Ouça aqui.

Ouça Both Sides Now, com Bruno Gouveia:

Cris Braun mostra músicas do novo álbum com show em SP

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Por Fabian Chacur

Ex-integrante do grupo carioca Sex Beatles, que lançou dois elogiados álbuns nos anos 1990, a cantora e compositora Cris Braun desenvolve há mais de 20 anos uma carreira-solo que em 2021 gerou seu 5º álbum. Trata-se de Quase Erótica (Lab 344). Ela chega a São Paulo para um show nesta quarta-feira (29) às 21h na Bona (rua Álvaro Anes, nº 43- Pinheiros), com ingressos a R$ 60,00 (saiba como comprar aqui).

Cris será acompanhada neste show por uma banda formada por Dinho Zampier (teclado), Reuel Albuquerque (guitarra) e Rodrigo Peixe (bateria). Teremos também a participação especial do cantor e compositor Bruno Berle, de quem ela se confessa fã. O repertório traz canções do novo álbum, como Tudo Que Você Queria Saber Sobre Si Mesmo, algumas dos álbuns anteriores e também releituras de canções dos Mutantes e dos Doors.

Tudo Que Você Queria Saber Sobre Si Mesmo (clipe)- Cris Braun:

Jorge Du Peixe lança álbum homenageando Luiz Gonzaga

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Por Fabian Chacur

Paralelamente a seu trabalho com o grupo que o consagrou, a Nação Zumbi, o cantor Jorge Du Peixe nos mostra uma outra faceta da sua personalidade musical com o álbum solo Baião Granfino, lançado pelo selo Babel. O artista pernambucano fez releituras das músicas do repertório de um dos mestres máximos da nossa música, Luiz Gonzaga. Ele apresenta o repertório desse álbum em show neste domingo (5) às 18h no Teatro Paulo Autran do Sesc Pinheiros (rua Paes Leme, nº 195- Pinheiros- fone 0xx113095-9400), com ingressos de R$ 12,00 a R$ 40,00.

Como seria de se esperar de um artista criativo que ajudou a fundar o mangue beat pernambucano, Du Peixe fez uma incursão criativa em torno do repertório do grande Gonzagão, mesclando canções mais conhecidas como Assum Preto a outras escolhidas a dedo de seu vasto repertório, como Baião Granfino e Cacimba Nova. Os arranjos são diferenciados, e a voz grave do intérprete dá o tom a um trabalho dos mais interessantes.

No show, Jorge Du Peixe será acompanhado por Bruno Buarque (bateria), Lello Bezerra (guitarra), Sthe Araújo (percussão e voz), Victória dos Santos (percussão e voz), Fábio Pinczowski (baixo) e Nanda Guedes (sanfona). Além das músicas do álbum, também entraram no set list outras do mesmo universo musical, como as icônicas Festa e Erva Rasteira, ambas de Gonzaguinha e gravadas pelo seu pai com maestria.

Assum Preto– Jorge Du Peixe:

Pitty e Nando Reis anunciam uma turnê conjunta pelo Brasil

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Por Fabian Chacur

Há um ano, Pitty e Nando Reis divulgaram um clipe com os dois relendo uma composição do ex-integrante dos Titãs, Tiro no Coração. Era o início de uma parceria entre os dois cujo novo fruto acaba de ser divulgado. Trata-se de As Suas As Minhas e as Nossas, turnê conjunta que terá início em agosto e com datas previstas para todo o país. A pré-estreia ocorrerá no dia 11 de junho no tradicional festival João Rock, em Ribeirão Preto (SP), com ingressos já esgotados.

A dobradinha teve início quando Nando viu Pitty interpretando um de seus maiores hits, Relicário, no programa do canal a cabo GNT Saia Justa. O cantor e compositor mandou uma mensagem a ela fazendo elogios, e a roqueira sugeriu que iniciassem uma parceria. E foi o que aconteceu na gravação de Tiro no Coração, que mostrou o potencial do duo.

Como o título da tour entrega logo de cara, o set list das apresentações, que incluirá mais de 20 canções, trará coisas do repertório solo dos dois e também algumas canções inéditas. Em comunicado à imprensa, Pitty falou sobre suas expectativas em torno da turnê:

“Só de imaginar estar com Nando no palco num show conjunto e partilhar da genialidade, energia e originalidade de um dos maiores criadores da música brasileira é algo que me emociona desde já. Que deleite juntar esses universos musicais! Que mundo vamos criar com a junção das nossas canções? Me sinto diante de um verdadeiro Big Bang; a sensação iminente da explosão de vida que vem pela frente e compartilhando com o público esse momento único e exclusivo”.

Tiro no Coração (clipe)- Nando Reis e Pitty:

Nasi & Os Spoilers lançam clipe para divulgar o segundo single

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Por Fabian Chacur

Após lançar seu primeiro single em novembro (saiba mais e ouça aqui), o novo grupo do cantor do Ira!, Nasi & The Spoilers volta com mais um petardo. Trata-se da faixa Spoilers, um rock vibrante que mostra o ótimo entrosamento e o pique da banda integrada por Nasi (voz), Daniel Tessler (guitarra e voz), Gustavo X (guitarra) e Johnny Zanei (baixo). A bateria ficou a cargo do convidado Eduardo Schuler.

Daniel Tessler, o autor dessa faixa, explica um pouco sobre o que o inspirou a escrever esse belo petardo roqueiro: “Essa música é o retrato de uma angústia e uma raiva procurando vazão pra explodir. Como fã dos movimentos mod e punk, a música carrega isso: é uma bomba atômica e vai explodir no próximo suspiro, tirando tudo e todos do lugar”.

Spoilers (clipe)- Nasi & Os Spoilers:

Estranhos Românticos saem de cena com brilhante Último Sol

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Por Fabian Chacur

Foram sete anos de existência. Nesse período, Marcos Muller (vocal e guitarra), Mauk (baixo), Luciano Cian (teclados) e Pedro Serra (bateria) lançaram três álbuns e também fizeram duas releituras de outros grupos (Pato Fu e Autoramas) para tributos. Esse projeto, que tinha o peculiar nome Estranhos Românticos, chega ao fim com um último projeto, Último Sol, já disponível nas plataformas digitais. Belíssima despedida. Seria um fim ou um recomeço?

Poucos nomes poderiam ser mais adequados para este quarteto carioca do que o escolhido por eles. Sim, eles são românticos, arrebatadoramente românticos, mas bem longe do tradicional e do careta nessa área tão explorada na música. Estranhos, mas aquela estranheza que cativa e mostra um rumo diferente para exaltar as paixões que funcionam como combustível para nos proporcionarem momentos de puro prazer sensorial.

Para embalar suas letras simples e diretas, o grupo se vale de uma sonoridade cuja origem mais remota remete ao pop rock do período entre 1964 e 1967. Base rítmica ágil, baixo volta e meia anguloso, bateria adoravelmente dançante, teclados dando o tom psicodélico e vocais desencanados e bem articulados. Ecos de jovem guarda, merseybeat, pós punk, tropicalismo e psicodelia podem ser observados, mas o mote são sempre alucinadas canções de amor.

Último Sol traz 10 faixas, sendo 9 inéditas e o remix de Mergulho no Saara (Latexxx Remixxx), cuja versão original está no segundo álbum deles, (2021). A festa começa com os momentos mais jovem guarda, Boa Noite Copacabana e Me Beija (com participação de Nervoso). Luxo envolve e tem a participação especial precisa, cirúrgica, matadora do saxofonista Marcello Magdaleno.

Mim revela influências da new wave dos anos 1980, um rockão bacana. Espécie de balada entortada para os interesses do quarteto, a deliciosa Sol nos oferece os doces vocais da cantora argentina Cony Piekarz, que tira de letra o dueto com Marcos Muller. Bacana demais.

A soma de um riff poderoso a um refrão simples e eficiente dão cor à ótima Ridículo. Carnaval vem a seguir com seu tempero sessentista, enquanto Fim do Mundo aposta em uma base rítmica mais compassada. A parte de inéditas se encerra com a psicodelia oitentista de 42°, que de certa forma capta o espírito de bandas da época como Love And Rockets de uma forma própria. O remix de Mergulho no Saara fecha a tampa com espírito dançante e outra viagem nos porões mais bacanas dos anos 1980.

E aqui cabe discorrer sobre a dúvida entre fim ou recomeço abordada no início desse texto. Se for apenas isso, o encerramento de um trabalho bacana que quatro caras fizeram durante sete anos, meu Deus, que despedida encantadora! Mas será que, após autoavaliarem a qualidade de Último Sol, de o quanto eles soam coesos, criativos e ao mesmo tempo acessíveis ao ouvido médio, não pintará a tentação de “que tal um encore?” em um futuro (tomara) não muito distante? São questões que só esses agora ex-Estranhos Românticos poderão nos responder. obs.: capa antológica, heim?

Ouça Último Sol, dos Estranhos Românticos, em streaming, aqui .

Overdrive Saravá relê um clássico de 1979 do grande Gonzaguinha

overdrive sarava 400x - Greg Gomes

Por Fabian Chacur

João do Amor Divino é a faixa de abertura de um dos melhores álbuns da carreira do saudoso Gonzaguinha, o brilhante Gonzaguinha da Vida (1979). Sua letra permanece infelizmente mais atual do que nunca, e faz todo sentido do mundo termos uma regravação deste clássico neste tempo doido em que vivemos na atualidade. Quem se incumbiu da tarefa foi o grupo Overdrive Saravá, com participação especial do cantor e compositor André Prando. Trata-se do 1º single do novo álbum da banda de Niterói (RJ), previsto para sair ainda este ano.

O quarteto fluminense está na estrada desde 2012, e traz em suas fileiras Gregory Combat (vocal e percussão), Thiago Henud (guitarra), Matheus Freire (baixo) e Caio Dalmacio (bateria). Seu arranjo para a canção de Gonzaguinha preserva o esqueleto da gravação original, mas enfatiza elementos que tem a ver com o rock psicodélico dos anos 1960 de bandas como Jefferson Airplane, por exemplo. O resultado ficou intenso e bastante elogiável.

A inspiração para essa música é no mínimo curiosa. O tecladista paulista Jota Moraes tinha acabado de entrar na banda de Gonzaguinha. Quando seu novo músico se apresentou como Jota, o autor de Explode Coração quis saber qual era seu nome de batismo, e ficou surpreso com a resposta: João do Amor Divino! Foi a partir desse nome que ele imaginou o roteiro do que viria a ser essa canção icônica da vertente social de sua obra.

Eis a letra de João do Amor Divino (Gonzaguinha):

39 anos de batalha

Sem descanso

Na vida

19 anos

Trapos juntos

Com a mesma rapariga

9 bocas de criança para encher de comida

Mais de mil pingentes na família para dar

Guarida

Muita noite sem dormir na fila do INPS

Muita xepa sobre a mesa

Coisa que já não estarrece

Todo dia um palhaço dizendo que Deus dos pobres nunca esquece

E um bilhete mal escrito

Que causou um certo interesse

É que meu nome é

João

Do Amor Divino de Santana e Jesus

Já carreguei

Num guento mais

O peso dessa minha cruz

Sentado lá no alto do edifício

Ele lembrou do seu menor

Chorou

E mesmo assim achou

Que o suicídio ainda era o melhor

E o povo lá embaixo olhando o seu relógio

Exigia e cobrava a sua decisão

Saltou sem se benzer por entre aplausos e emoção

Desceu os 7 andares num silêncio de quem já morreu

Bateu no calçadão e de repente

Ele se mexeu

Sorriu e o aplauso em volta muito mais cresceu

João se levantou e recolheu a grana que a platéia deu

Agora ri da multidão executiva quando grita:

“Pula e morre, seu otário”

Pois como tantos outros brasileiros

É profissional de suicídio

E defende muito bem o seu salário!

João do Amor Divino– Overdrive Saravá:

Pitty investe no pop eletrônico em seu single dançante Na Tela

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Por Fabian Chacur

Pitty é uma artista inquieta e criativa. Em seu novo single, ela mais uma vez explora novos caminhos musicais, com um resultado que certamente surpreenderá muitos fãs. Na Tela, a nova canção, tem um beat bem dançante e fortes elementos eletrônicos, e certamente trará comparações com o trabalho de Anitta, embora tenha a assinatura própria da estrela baiana.

Composta logo na fase inicial da quarentena gerada pelo novo coronavírus, ela se inspirou nas relações virtuais exigidas pelo afastamento social, e na curiosidade que isso traz. “Fiquei imaginando um roteiro inspirado nisso. Primeiro veio o groove do refrão, uma coisa rítmica e percussiva, gosto de brincar com ritmo nas palavras”, explicou a cantora em comunicado à imprensa.

Com a música esboçada, ela procurou o músico e produtor Daniel Weksler, que se incumbiu de criar uma batida adequada ao que se imaginava realizar. É o primeiro trabalho conjunto deles. Como forma de manter um tempero rock presente, o guitarrista da banda da artista, Martin, foi convocado para cumprir essa missão, que realizou com a categoria de sempre.

A direção do ótimo clipe ficou a cargo de Fernando Mencocini, com quem Pitty já havia trabalhado anteriormente em Ninguém É De Ninguém. “Ele apresentou um roteiro bastante sensorial, uma viagem para esse olhar para dentro que o distanciamento traz”, explica a cantora.

Na Tela (clipe)- Pitty:

Pitty relembra CD Anacrônico com edição especial e uma live

Pitty auto-retrato 400x

Por Fabian Chacur

Após lançar o bem-sucedido álbum de estreia Admirável Chip Novo (2003), Pitty teve de enfrentar o chamado “desafio do segundo álbum”, que assombra todo artista que consegue iniciar a carreira com um trabalho estourado logo de cara. E ela deu conta do recado. Como forma de celebrar os 15 anos do lançamento deste disco, Anacrônico, a badalada roqueira baiana lança uma Deluxe Edition do CD e fará uma live gratuita nesta sexta (21) às 22h (o link está aqui).

Intitulada Luau Anacrônico, a live, que será realizada no melhor estilo voz, violão e percussão, trará em seu repertório todas as músicas do álbum, entre elas os hits certeiros Na Sua Estante e Memórias, além das três faixas-bônus acrescidas à Deluxe Edition de Anacrônico, que está sendo lançada nas plataformas digitais neste mesmo dia pela gravadora Deck.

As três faixas incluídas como bônus na nova versão do álbum são bem interessantes. Déja Vu, por exemplo, é uma versão demo gravada por Pitty ainda com seu primeiro guitarrista, Peu Sousa. Por sua vez, O Muro é o primeiro registro com Martin Mendonça, até hoje incumbido da guitarra na banda da artista. Seu Mestre Mandou completa a trinca de novidades. Fica no ar a possibilidade de versões físicas deste lançamento.

Ainda dentro dessa celebração dos 15 anos do álbum, Pitty também nos ofereceu uma nova versão da faixa Anacrônico, divulgada por um belo lyric video, que ela interpreta em parceria com uma das mais expressivas representantes da nova geração da música brasileira, a também baiana Josyara.

Anacrônico (clipe)- Pitty e Josyara:

Pitty lança clipe de Submersa com cenas gravadas por ela

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Por Fabian Chacur

Em plena quarentena originada pelo combate ao novo coronavírus, Pitty se mantém ativa. Ela acaba de lançar um clipe para divulgar Submersa, faixa de seu mais recente álbum, Matriz, lançado em 2019 pela gravadora Deck. As cenas foram registradas por ela própria e a flagram em uma banheira (ou jacuzzi, sei lá…) mergulhando e na superfície, seguindo um roteiro também auto-criado. A direção e edição ficaram a cargo do experiente Otavio Sousa.

Curiosamente, a letra de Submersa dialoga de forma interessante com o que vivemos nesse momento tão bizarro e incomum, com uma mensagem positiva e de busca pela liberdade. No final, a cantora sussurra um “vai passar” que se tornou uma espécie de bordão atualmente. A música é um pop rock melódico de primeira, um momento impactante de Matriz, que está disponível democraticamente em CD, LP de vinil, fita-cassete e nas plataformas digitais

Submersa (clipe)- Pitty:

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