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Adele é bicampeã de vendas nos EUA com 21

Por Fabian Chacur

Adele inclui mais um ítem importante em sua extensa relação de conquistas. Seu álbum 21 foi o mais vendido no competitivo mercado americano pelo segundo ano consecutivo, segundo dados divulgados pela revista americana Billboard, a bíblia do lado business da música mundial.

O álbum, que inclui hits massivos como Rolling In The Deep, Rumour Has It, Someone Like You e Set Fire To The Rain, vendeu em 2012 nos EUA 4,41 milhões de cópias. Em 2011, o mesmo trabalho teve comercializadas por lá 5.82 milhões de cópias.

A cantora e compositora britânica é a primeira a conseguir ter o mesmo álbum como o mais vendido na terra de Barack Obama por dois anos consecutivos desde que o sistema Nielsen Soundscan começou a medir as vendagens de discos por lá, a partir do ano de 1991.

O segundo posto ficou nas mãos da estrelinha country americana Taylor Swift, cujo Red vendeu durante o ano 3.11 milhões de cópias. A moça vem se mantendo de forma consistente entre os quatro mais vendidos do ano desde 2009.

A boy band britânica One Direction também tem muito o que comemorar, pois emplacou seus dois primeiros álbuns entre os cinco mais vendidos no mercado ianque em 2012, outra façanha inédita durante a Soundscan Era, a partir de 1991.

Up All Night, álbum de estreia do grupo que surgiu em um reality show britânico, ficou no terceiro lugar, com 1.62 milhão de cópias comercializadas, enquanto seu segundo lançamento, Take Me Home, cravou o quinto posto, vendendo em torno de 1.34 milhão.

O ótimo CD Babel, do grupo britânico Mumford & Sons, atingiu o quarto posto, com 1.46 milhão de cópias, e se tornou o único ítem gravado por uma banda de rock a entrar no top 10 americano dos mais vendidos durante 2012, dominado pelo country e pelo pop.

O badalado astro pop canadense Justin Bieber mostrou fôlego ao abocanhar o sexto posto com Believe, com praticamente a mesma marca de Take Me Home, do One Direction. Carrie Underwood, vencedora de uma das edições do American Idol, atingiu o sétimo lugar com Blown Away, que vendeu 1.20 milhão de cópias.

O jovem Luke Bryan viu 1.10 milhão de cópias de seu Tailgates & Tanlines serem vendidas em 2012, enquanto o veterano Lionel Richie viveu o melhor momento de sua carreira desde a década de 80 com o álbum de releituras de pegada country Tuskegee, com 1.07 milhão de exemplares comercializados. Jason Aldean fechou o top 10 com seu Night Train vendendo 1.02 milhão de cópias.

Os fãs dos discos de vinil adquiriram 34 mil exemplares do primeiro álbum solo de Jack White (ex-White Stripes), Blunderbuss, que foi o mais vendido nesse formato nos EUA, seguido por Abbey Road, dos Beatles, com 30 mil cópias comercializadas. Vale lembrar que o álbum dos Fab Four vendeu 41 mil cópias em 2011, tendo sido o disco de vinil mais vendido nos EUA naquele ano. Os clássicos do rock nunca perdem seu apelo comercial.

Ouça Skyfall, tema do filme homônimo, com Adele:

Trilha de Jogos Vorazes é nº1 nos EUA

Por Fabian Chacur

A trilha do filme de aventuras (digamos assim) The Hunger Games (no Brasil, Jogos Vorazes) conseguiu atingir o número da parada americana na última semana, segundo informações da revista Billboard, a bíbilia do mercado fonográfico.

O álbum, que inclui faixas inéditas de artistas como Maroon 5, Taylor Swift, Arcade Fire, Civil Wars e Miranda Lambert, vendeu 175 mil cópias na semana de seu lançamento, estreando, portanto, no topo.

O álbum impediu Adele de atingir sua 24º semana não consecutiva no topo dos charts americanos. A inglesinha, no entanto, permanece em segundo lugar, pois seu 21 teve significativas 130 mil cópias vendidas durante o mesmo período.

Port Of Morrow, do grupo The Shins, ficou bem atrás de Adele, atingindo o terceiro lugar com 75 mil cópias. O líder da semana anterior, Up All Night, da boy band britânica One Direction, caiu para o quarto posto, vendendo 55 mil cópias.

Em sua semana de lançamento, The OF Tape Vol.2, da banda Odd Future, vendeu 40 mil cópias, o que os posicionou no quinto posto, um a frente de Bruce Springsteen, cujo trabalho mais recente, Wrecking Ball, ficou nas 37 mil cópias comercializadas e no sexto posto.

Vale lembrar que a coletânea The Greatest Hits, da saudosa Whitney Houston, continua com bons índices de vendagem, mantendo a posição de número 9, com 28 mil cópias vendidas na última semana, belíssimo número para um ítem de catálogo lançado há mais de 10 anos.

Ouça Safe And Sound, com Taylor Swift e The Civil Wars, da trilha de The Hunger Games (Jogos Vorazes):

Os 10 CDs mais vendidos nos EUA em 2011

Por Fabian Chacur

O ano de 2011 pode ser considerado como a da consolidação de Adele como estrela da música pop. A cantora britânica conseguiu rara unanimidade de público e crítica, graças a seu segundo álbum, 21.

O trabalho também conseguiu ser o mais vendido nos Estados Unidos durante 2011, superando todos os concorrentes e mostrando que a intérprete deixou de ser apenas uma promessa.

O levantamento feito pela revista americana Billboard, a bíblia da indústria fonográfica mundial, não deixa margem a dúvidas. De quebra, 21 superou o recorde de Bad (1987), do Rei do Pop Michael Jackson, como CD com maior número de semanas consecutivas no top 5 americano.

A jovem cantora country Taylor Swift, com Speak Now, e o fenômeno Lady Gaga, com Born This Way, aparecem logo a seguir. Por sinal, 2011 foi um ano de forte predominância feminina nos charts americanos.

Dos 10 álbuns incluídos na lista, sete são de garotas, prova de que elas realmente estão dando as cartas em termos de música pop na atualidade. Será que os homens e os grupos de rock reagirão em 2012?

Os 10 álbuns mais vendidos em 2011 nos EUA:

1) 21 – Adele

2) Speak Now – Taylor Swift

3) Born This Way – Lady Gaga

4) My Kinda Party – Jason Aldean

5) The Gift – Susan Boyle

6) Tha Carter IV – Lil’ Wayne

7) Pink Friday – Nick Minaj

8)Sigh No More – Mumford & Sons

9) Loud – Rihanna

10) Teenage Dream – Katy Perry

Taylor Swift estoura com seu Speak Now

Por Fabian Chacur

Taylor Swift completou 21 anos nesta segunda (13). Novinha, a moça já pode ser considerada uma das grandes estrelas pop da nova geração.

Seu terceiro álbum Speak Now, que a Universal Music acaba de lançar por aqui em edição luxuosa, obtém até agora um desempenho comercial excepcional.

Em sua semana de lançamento, o álbum vendeu em torno de 1.1 milhão de cópias, entrando direto no primeiro posto da parada americana.

Para que vocês possam ter uma idéia do tamanho dessa façanha, nos últimos três anos alguns álbuns atingiram o topo da parada da Billboard, a bíblia da indústria fonográfica mundial, vendendo em torno de 100 mil cópias em sua semana inicial nas lojas.

Ou seja, a loirinha vendeu “apenas” onze vezes mais nesse período do que isso com o seu Speak Now.

Seria ela, então, mais um desses fenômenos pop malas do tipo Justin Bieber?

Não exatamente. Já começa pelo fato de a bela loirinha ser compositora das músicas que grava.

Boa autora, diga-se de passagem. Ela domina bem os cânones de sua área, que é o country com forte tempero pop rock.

Sua voz é boa de se ouvir, embora não tenha lá essa extensão toda e também não tenha timbre incomum ou coisa do gênero.

Mas ela sabe usá-la com inteligência e jogo de cintura, sempre apelando para refrãos pegajosos e bem construídos, com vocais de apoio precisos.

Speak Now abre com força total graças às excelentes e sacudidas Mine e Sparks Fly, no melhor estilo pop rock que consagrou o Fleetwood Mac.

O álbum apresenta uma alternância de canções mais vigorosas e outras melódicas e românticas, que no entanto não caem no brega mais escancarado.

A moça tem bom gosto e tem a preocupação de dosar apelo comercial ao desejo de inovar e colocar sua assinatura própria no que grava.

Mean, Speak Now, Better Than Revenge e Last Kiss são outros momentos bacanas de um disco muito bom de se ouvir.

Ela pode ser considerada uma irmãzinha do trio Lady Antebellum, sobre o qual já escrevi aqui em Mondo Pop e que também manda um country pop de primeiríssima linha. Outro bom destaque da nova geração pop.

Speak Now tem obviamente o auxílio luxuoso de clipes repletos de recursos visuais, shows superproduzidos e coisas do gênero para divulgá-lo.

Mas a música contida nele seria suficiente para tornar a mocinha uma estrela.

Como é bom ver que isso ainda existe na atual indústria fonográfica, quando tudo parece tão previsível, tão construído sob medida, tão falso…

Adoro Kanye West, mas ele foi um idiota ao praticamente agredir a moça em 2009 durante uma premiação da MTV, ao não se conformar que ela, e não sua amiguinha Beyoncé Knowles, faturasse um dos prêmios.

Quer saber? Taylor soa mais sincera e visceral do que a atual rainha da música negra americana. Pronto, escrevi!

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