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Barry Manilow surpreende ao lançar CD inusitado de duetos

my dream duets cover barry manylow-400x

Por Fabian Chacur

Após assinar contrato com o selo Verve Music, Barry Manilow ouviu dos diretores da gravadora a sugestão de lançar um álbum de duetos. Ele imediatamente se questionou de como poderia fazer um álbum desse tipo diferente dos milhares já feitos. Sua escolha de elenco para as gravações era ótimo, mas tinha um “pequeno” problema: todos os intérpretes já não se encontram entre nós. Um sonho impossível, pensou ele.

Quando ele expôs esse conceito à gravadora, ficou surpreso ao ver que a ideia não só não foi rejeitada como não pareceu absurda aos produtores e executivos. “Eles me falaram dos recursos tecnológicos atuais, que permitem coisas com as quais a gente nem imaginaria que fossem possíveis. Aí, resolvemos arriscar”, relembra o cantor americano em entrevista para promover seu novo trabalho.

O resultado é My Dream Duets, CD que estreou recentemente na parada americana direto no quarto lugar, uma performance simplesmente fantástica para um cantor de música romântica na estrada há mais de quatro décadas. Mais surpreendente: gravando músicas com Marilyn Monroe, Andy Williams, Whitney Houston, John Denver, Louis Armstrong, Mama Cass e outros saudosos ícones da música.

Valendo-se dos mais atualizados procedimentos técnicos atuais, as vozes dos onze “convidados” foram extraídas de gravações anteriores feitas por eles. Aí, foram acrescentados novos arranjos e os vocais de Manilow. O resultado é impressionante, pois a impressão é que o astro pop gravou as canções ao lado de seus convidados, tal a qualidade técnica e o calor das interpretações. Como diria o glorioso apresentador de TV Ratinho, “coisa de louco”.

What a Wonderful World/ What a Wonderful Life (com Louis Armstrong), I Believe In You And Me (com Whitney Houston), Moon River (com Andy Williams), The Look Of Love (com Dusty Springfield), I Wanna Be Loved By You (com Marilyn Monroe) e Dream a Little Dream Of Me (com Mama Cass) são algumas das faixas deste álbum inusitado e capaz de obter as mais diversas reações, desde admiração até horror por um possível teor oportunista. A escolha é sua.

What a Wonderful World/ What a Wonderful Life- Barry Manilow & Louis Armstrong:

I Believe In You And Me- Barry Manilow & Whitney Houston:

Barry Manilow fala sobre como surgiu My Dream Duets:

Adele mantém a liderança na parada dos EUA

Por Fabian Chacur

O fenômeno Adele parece longe de terminar no mercado discográfico americano. O álbum 21, segundo trabalho da cantora britânica, conseguiu emplacar sua 23ª semana não consecutiva no topo da parada ianque, segundo informações do site da revista americana Billboard.

21 vendeu 247 mil cópias na semana encerrada no dia 4 de março, quase o dobro do álbum que conseguiu o segundo lugar, a coletânea Whitney The Greatest Hits, de Whitney Houston, cujas vendas no mesmo período totalizaram 112 mil exemplares comercializados.

O mais recente álbum de Adele já bateu a marca dos sete milhões de exemplares vendidos nos EUA, sendo que 2.07 milhões são referentes a vendas feitas em 2012. A título de comparação, a coletânea de Whitney também está em segundo lugar no ano, e vendeu 527 mil cópias.

Se continua no topo na próxima semana, Adele vai igualar a maior permanência no primeiro lugar desde a trilha de Purple Rain, de Prince, que em 1984/85 ficou durante 24 semanas liderando o chart da Billboard.

E vale lembrar mais um fato importante da parada da Billboard desta semana. Whitney Houston tem nove de seus álbuns entre os 100 mais vendidos, sendo três deles entre os 10 mais. O que a morte trágica e inesperada de uma estrela não é capaz de fazer em relação às vendas de seus produtos, heim?

Whitney Houston tem 3 CDs entre os 10 mais

Por Fabian Chacur

Após sua inesperada e trágica morte há quase duas semanas, Whitney Houston voltou com força total às paradas de sucesso. O interesse por seu trabalho cresceu tanto que gerou um fato único.

Antes desta última semana, nunca uma cantora havia conseguido emplacar três albuns ao mesmo tempo entre os 10 mais vendidos na parada americana, segundo a revista Billboard. Pois Whitney conseguiu quebrar essa escrita.

Durante a semana encerrada no dia 26 de fevereiro, a intérprete americana vendeu mais de 320 mil cópias de seus álbuns. Três deles ficaram entre os 10 mais vendidos.

São eles a coletânea dupla Whitney: The Greatest Hits (2000), no segundo posto com 174 mil exemplares vendidos, a trilha sonora The Bodyguard (1993), no sexto lugar com 47 mil cópias vendidas, e seu trabalho de estreia, Whitney Houston (1985), no nono posto com 30 mil cópias vendidas.

A última vez que um artista conseguiu essa façanha ocorreu no longínquo mês de julho de 1968, quando a dupla Simon & Garfunkel emplacou Bookends, a trilha do filme The Graduate e o álbum Parsley Sage Rosemary And Time entre os dez mais.

Os Beatles, o trio Peter Paul And Mary e o grupo Herb Alpert & Tijuhana Brass foram os outros a conseguir tal façanha, sendo que este último é o recordista, tendo emplacado quatro álbuns ao mesmo tempo entre os 10 mais vendidos.

Veja o clipe de How Will I Know, de Whitney Houston:

Saiba qual o melhor CD de Whitney Houston

Por Fabian Chacur

Praticamente ninguém discute que Whitney Houston (1963-2012) tinha uma das mais belas e bem treinadas vozes da história da música pop. Não é de se estranhar que tenha feito tanto sucesso.

No entanto, o jornalista Thales de Menezes, em matéria feita para a Folha de S.Paulo, levantou uma lebre bastante pertinente: a discografia da cantora americana não é das melhores.

Planejada desde o início de sua carreira solo para ser uma campeã de vendagens, Whitney não tinha muita liberdade para escolher o material que gravava. Resultado: seus álbuns de carreira são, sem exceção, bastante irregulares, sempre graças à presença de várias canções excessivamente formatadas para o sucesso.

Dessa forma, o melhor veículo para se apreciar sua voz maravilhosa são mesmo as coletâneas. Para ser mais preciso, The Best So Far, lançada em 2007 no Brasil pela Som Livre em parceria com a Sony.

Curiosamente, esta compilação não saiu no mercado americano, estando disponível no Reino Unido com o título The Ultimate Collection.

Nos EUA, a única coletânea disponível é The Greatest Hits, lançada em 2000 no formato CD duplo. No entanto, esse álbum não é nada recomendável, pois várias das canções mais balançadas aparecem em versões remix bem inferiores às originais, além de incluir algumas inéditas não muito bacanas.

The Best So Far tem como grande mérito a concisão. Traz 18 faixas que representam bem o que de melhor Whitney gravou entre 1985 e 2000, e nas versões originais.

No setor baladas, temos I Will Always Love You, I Have Nothing, Greatest Love Of All, Saving All My Love For You, Where Do Broken Hearts Go e Exhale (Shoop Shoop) como destaques.

O lado mais sacudido da obra da estrela surge em I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me), I’m Every Woman, How Will I Know, I’m Your Baby Tonight e It’s Not Right But It’s Okay, entre outras.

O CD pode ser ouvido de ponta a ponta e mostra como, mesmo em um contexto de música pop feita para vender muito, a cantora soube brilhar em termos artísticos.

Um pequeno problema, porém: como saiu em 2007 e a Som Livre ama tirar rapidamente seus produtos de catálogo, The Best So Far praticamente sumiu das lojas, tanto físicas quanto virtuais. Mas vale a pena ir atrás, pois se trata da melhor amostra do que de melhor essa fantástica intérprete gravou em sua carreira.

Curiosidades:

1) As melodias das baladas Greatest Love Of All e Didn’t Almost Have It All são muito semelhantes entre si. A explicação é simples: são do mesmo autor, Michael Masser, que também assina outro hit de Whitney, Saving All My Love For You. Essa, felizmente, é bem diferente das duas citadas… Apesar do autoplágio, as duas baladas são lindas.

2)I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me) e How Will I Know, que estouraram nos anos 80, são de autoria do então casal George Merrill e Shannon Rubicam. Eles ofereceram mais uma música de sua autoria à garota, que a recusou. Então, a dupla resolveu gravá-la por conta própria, usando o nome Boy Meets Girl. Sucesso. A canção, Waiting For a Star To Fall atingiu o top 5 nos EUA em 1988. O álbum com essa música, Reel Life, é uma aula de pop radiofônico bem feito.

3) A coletânea inclui dois duetos de Whitney com outras estrelas pop: When You Believe, com Mariah Carey (tema do desenho de longa metragem da Disney O Príncipe do Egito, de 1998) e If I Told You That, com George Michael (de 2000).

4) So Emotional tem como um de seus autores Billy Steinberg, um hitmaker de primeira linha. Também são dele Like a Virgin (Madonna), True Colors (Cyndi Lauper), Eternal Flame (Bangles), Alone (Heart) e I Drove All Night (Roy Orbison).

5) Em seu DVD Live At Union Chapel London (2004), David Byrne (ex-líder do grupo Talking Heads) surpreendeu seus fãs ao regravar um sucesso de Whitney Houston, I Wanna Dance With Somebody (To Love Me). Ficou bem legal!

Ouça I Have Nothing, com Whitney Houston:

Adele iguala feito da trilha de The Bodyguard

Por Fabian Chacur

Adele acrescenta mais uma façanha em seu currículo. 21, segundo álbum da cantora britânica, completou 20 semanas não consecutivas no topo da parada da revista americana Billboard.

Com isso, a premiada intérprete iguala o feito da trilha do filme The Bodyguard (O Guarda-Costas), que em 1992/93 atingiu a mesma marca. Curiosamente, este álbum trazia como destaque músicas de Whitney Houston, que morreu de forma trágica no último sábado (11).

O álbum 21 atingiu essa façanha vendendo 237 mil cópias na última semana, superando A Different Kind Of Truth, do Van Halen, que atingiu a marca de 187 mil exemplares vendidos em sua semana de lançamento.

E já que o assunto é Whitney Houston, a coletânea Whitney: The Greatest Hits, de 2000, voltou às paradas esta semana, atingindo a posição de numero 6 ao vender 64 mil cópias, todas em função da repercussão obtida com sua morte precoce.

Enquanto isso, Kisses On The Bottom, mais recente álbum de Paul McCartney, estreou na parada americana no quinto lugar, com 74 mil cópias vendidas em seu lançamento. Este é o 18º álbum de McCartney a atingir o top 10 nos EUA, levando-se em conta apenas sua carreira solo e a de sua banda Wings.

Veja e ouça Set Fire To The Rain, com Adele, ao vivo:

Grammy 2012 consagra a britânica Adele

Por Fabian Chacur

Como já era previsto, a edição 2012 dos Grammy Awards, o Oscar da música, teve uma dona. Trata-se de Adele. A cantora britânica ficou com os três principais prêmios na noite deste domingo (12), os de Gravação do Ano e Canção do Ano (ambos com Rolling In The Deep) e Álbum do Ano (por 21).

De quebra, a estrela de 23 anos ainda levou nas categoria Melhor Performance Pop Solo e Melhor Álbum Pop Vocal. Rolling In The Deep faturou em Melhor Videoclipe, enquanto Paul Epworth ganhou o prêmio de Melhor Produtor de Música Popular do Ano por trabalhar com ela, o grupo Foster The People e o cantor Cee Lo Green.

Se não ganhou nas principais categorias, o grupo Foo Fighters também saiu repleto de troféus importantes. Cinco, para ser mais preciso: Melhor Disco de Rock (por Wasting Light), Melhor Performance de Rock (por Walk), Melhor Performance Hard Rock/Metal (por White Limo), Melhor Musica de Rock (por Walk) e Melhor Vídeo de Longa Duração (por Back And Forth).

Whitney Houston, que deveria estar presente à cerimônia e morreu de forma trágica na noite anterior (sábado-11), foi homenageada em performance de Jennifer Hudson. Outra estrela morta há pouco, Etta James, também recebeu um tributo por parte da organização do troféu.

A boa notícia para os fãs de Adele ficou por conta de sua ótima performance ao vivo durante o evento, provando que ela se recuperou muito bem da operação que teve de fazer no fim de 2011.

Veja Rolling In The Deep ao vivo nos Grammy Awards 2012:

Whitney Houston cantou no Brasil em 1994

Por Fabian Chacur

Vários artistas internacionais importantes tocaram no Brasil pela primeira vez no extinto Hollywood Rock Festival, que rolou entre 1988 e 1996. Whitney Houston foi uma delas, na edição realizada em janeiro de 1994.

Ela foi a principal atração de uma das noites, curiosamente a única ligada à música pop/black. Entre os outros nomes internacionais de destaque estavam o Aerosmith, o ex-cantor do Led Zeppelin Robert Plant e as bandas Poison, Ugly Kid Joe e Live.

Embora ainda estivesse no auge de sua carreira, os problemas com drogas já começavam a atormentá-la. Nem mesmo o fato de ter sido mãe pela primeira vez no ano anterior deu uma acalmada na moça. E ela já estava casada com o “glorioso” Bobby Brown, origem dessas encrencas todas.

Seja como for, os dois shows feitos por ela no Brasil, um no Rio e outro em São Paulo (no estádio do Morumbi) foram bastante profissionais, apesar de ter ficado nítido que sua música era mais adequada para locais fechados, e não para serem interpretadas em um estádio a céu aberto, palco ideal para o rock.

Whitney veio acompanhada por uma ótima banda de apoio e deu uma geral no repertório que havia gravado até então, com destaque para as canções de O Guarda Costas, como I Will Always Love You.

A curiosidade ficou por conta de, em uma das músicas, o palco ter sido invadido por um fã que foi em direção à cantora. A segurança teve ação tão eficiente e rápida que para muitos dos presentes, eu incluso, deu a impressão de se tratar de uma armação.

Afinal, algo parecido ocorre no filme, com Kevin Costner, então um dos galãs mais badalados de Hollywood, se incumbindo de proteger a jovem estrela. A produção do evento e da artista não esclareceram o fato, que hoje faz parte do folclore dos shows internacionais realizados no Brasil. Quem viu, viu, quem não viu…

Ouça I Have Nothing, da trilha de O Guarda Costas:

Ouça The Greatest Love Of All:

Morre a diva pop/soul Whitney Houston

Por Fabian Chacur

O mundo da música pop recebeu há pouco uma notícia barra pesadíssima, às vésperas de mais uma cerimônia de entrega do Grammy, o Oscar desse setor entre aquilo que chamamos de arte.

Morreu por volta das 21h50 da noite deste sábado (11), no horário de Brasília, a cantora Whitney Houston. Seu corpo foi encontrado no quarto de um hotel em Beverly Hills, na California. A cantora tinha 48 anos de idade.

Ainda não se sabe qual a causa de sua prematura morte, que foi divulgada por volta de uma hora após ter ocorrido. O cadáver da intérprete norte-americana teria sido encontrado por sua empresária.

Nascida em 9 de agosto de 1963 em Newark, Nova Jersey, Whitney Houston era filha de outra grande cantora, a intérprete gospel e pop Cissy Houston, e prima da eterna diva Dionne Warwick.

Sua carreira profissional começou de forma gradativa, quando ela era ainda uma adolescente, participando de discos da mãe e de outros nomes. Sua primeira gravação como solista ocorreu em 1978 na música Life’s a Party, faixa-título do álbum da Michael Zager Orchestra, mais conhecida por seu megahit disco Let’s All Chant.

Whitney recebeu convites de Michael Zager e de diversos outros produtores para assinar um contrato como artista solo, mas a mãe preferiu esperar por uma proposta melhor, que acabou ocorrendo em 1983.

Naquele ano, o consagrado executivo Clive Davis ficou maravilhado com o potencial da jovem cantora e resolveu levá-la para a Arista Records (selo cujo acervo hoje pertence à Sony Music).

Sem pressa, Davis montou uma equipe repleta de nomes importantes da música pop naquele momento, entre os quais Jermaine Jackson, Kashif e Narada Michael Walden, e não poupou esforços para que aquele lançamento fosse bombástico. E foi.

Whitney Houston (1985), o tal álbum, esteve por 14 semanas não consecutivas no topo da parada americana, além de emplacar três singles no número 1 nessa categoria: Saving All My Love For You, How Will I Know e Greatest Love Of All.

A partir daí, a cantora viveu anos de ouro até 1996, emplacando três álbuns solo e 11 singles entre os mais vendidos. Sua participação na trilha do filme O Guarda-Costas (The Bodyguard, 1992), com as músicas I Have Nothing, I’m Every Woman e I Will Always Love You levaram o álbum a vender mais de 10 milhões de cópias nos EUA e ficar durante 20 semanas no primeiro lugar.

A cantora também estrelou esse filme ao lado de Kevin Costner, e participou de dois outros filmes de sucesso logo a seguir, Waiting To Exhale (Falando de Amor, 1995) e The Preacher’s Wife (1996), nos quais também gravou músicas para as respectivas trilhas sonoras.

Em 1992, no entanto, ela se casou com o ex-integrante do grupo New Edition e artista solo de rhythm and blues, Bobby Brown. O parceiro, com quem ficou oficialmente durante 15 anos, é acusado de introduzi-la no mundo das drogas, além de agredi-la por diversas vezes e ter ficado em cana durante um bom tempo.

A partir do lançamento do álbum My Love Is Your Love (1998), sua carreira perdeu o embalo, com discos de vendas bem inferiores aos dos bons tempos sendo lançados.

Quando lançou I Look To You (2009), CD que entrou direto na primeira posição da parada americana, Whitney ensaiou um retorno triunfal, mas pouco depois se viu que isso infelizmente não iria ocorrer.

No ano seguinte, o que tinha como objetivo ser uma turnê para reconquistar os milhões de fãs dos bons tempos acabou se tornando um dos momentos mais constrangedores da história do pop, com vídeos mostrando Whitney desafinando de forma terrível e inimaginável bombando no Youtube.

Whitney Houston morre na antevéspera do Grammy Awards 2012, ela que em sua carreira conseguiu seis estatuetas, além de inúmeros outros prêmios durante sua carreira.

Se frequentemente interpretava canções excessivamente melosas, quando acertava a mão a intérprete dava banhos de interpretação e swing, graças a uma voz poderosa e afinadíssima. Era uma legítima diva dos anos 80/90, e certamente deixará saudades nos quatro cantos do mundo.

Curiosidades sobre duas canções da trilha de O Guarda Costas: I Will Always Love You é de autoria da cantora country Dolly Parton, e foi gravada originalmente nos anos 70. Por sua vez, I’m Every Woman fez sucesso inicialmente na voz de Chaka Khan em 1978, com vocais de apoio de uma ainda adolescente Whitney. A veterana retribuiu o favor na releitura de Whitney.

Ouça Life’s a Party – Michael Zager Band, com Whitney e Cissy Houston nos vocais:

Ouça I’m Every Woman, com Whitney Houston:

Ouça I Will Always Love You, com Whitney Houston:

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