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Tears For Fears oferece mais uma amostra de The Tipping Point

tears for fears single 2022

Por Fabian Chacur

Dois singles (ouça e saiba mais sobre eles aqui) já haviam sido divulgados do álbum The Tipping Point, que será lançado no dia 25 de fevereiro. Agora, como forma de aliviar um pouco a ansiedade de seus milhões de fãs nos quatro cantos do mundo, o consagrado duo Tears For Fears nos oferece uma terceira musica por antecipação. Trata-se de Break The Man, que já está disponível nas plataformas digitais e agrada em cheio, como os dois anteriores.

Break The Man tem vocal solo de Curt Smith, que a compôs em parceria com Charlton Pettus, sendo que a produção ficou a cargo dos dois e também de Roland Orzabal, a outra metade do TFF. A canção é deliciosa, e tem um clima que remete a Advice For The Young At Heart, de 1989. Smith fala um pouco sobre a letra, com teor feminista:

Break The Man fala sobre uma mulher forte. Pode parecer óbvio, mas realmente é uma canção sobre quebrar o patriarcado. Sinto que muitos dos problemas que temos tido como país, e mesmo no mundo todo, vieram do domínio masculino. Para mim, isso seria uma resposta para muitos dos problemas do mundo – um melhor equilíbrio entre homens e mulheres. Sem querer parecer um velho hippie, acho que, se pudéssemos encontrar mais desse equilíbrio, teríamos mais harmonia. O Tears For Fears há muito tempo parece bastante evoluído sobre este assunto, desde pelo menos Woman In Chains”.

Break The Man (clipe)- Tears For Fears:

Sargaço Nightclub lança clipe no clima de A Revolução dos Bichos

Sargaço Nightclub - crédito Kamila Ataíde 1

Por Fabian Chacur

A situação vivida por todos nós durante a pandemia da covid-19 continua rendendo frutos no mundo das artes. Desta vez, quem aparece com um single inspirado nesse clima estranho e quase bizarro é a banda oriunda de Recife (PE) Sargaço Nightclub. Trata-se de A Dança do Caos, com um pique synth-pop dançante e tenso que se trata da primeira amostra do segundo álbum do quarteto, que está programado para sair no segundo semestre deste ano.

O clipe é claramente inspirado no livro A Revolução dos Bichos, do britânico George Orwell (1903-1950), e mostra uma crítica explícita ao espírito de alguns empresários e políticos, pouco preocupados com a saúde da população e centrados apenas nos lucros de seus empreendimentos. A direção e a produção do clipe, que se vale de animações, ficou por conta do artista plástico Vito Quintans, do Estúdio Narsvera, de Campina Grande (PB), com ótimo resultado.

Integrado por Marrê (voz e guitarra), AD Luna (bateria), Alexandre Xaréu (baixo) e Ingno Silva (teclados), a Sargaço Nightclub tem em seu currículo um álbum completo e quatro EPs. Marrê faz elogios ao diretor do clipe: “A ideia de fazer um clipe em animação surgiu a partir do próprio teor da letra, e foi uma grata surpresa encontrar o Vito Quintans, um artista muito talentoso e cheio de sacadas afiadas. Todas as referências que aparecem no clipe foram ideia dele”.

A Dança do Caos (videoclipe)- Sargaço Nightclub:

Get Back- The Rooftop Concert é novo lançamento dos Beatles

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Por Fabian Chacur

Mais um desdobramento do mergulho do diretor neozelandês Peter Jackson no material gravado pelos Beatles para o filme Let It Be em 1969 está em vias de ser disponibilizado. Depois da série Get Back, com aproximadamente 7 horas de duração e disponível na plataforma de streaming Disney+, temos agora Get Back- The Rooftop Concert, filme com 60 minutos de duração que apresenta o célebre show, o último dos lendários Fab Four, realizado no teto da sede da Apple em Saville Row, Londres, em 30 de janeiro de 1969. Quando poderei ver, pergunta você?

Pois essa é a parte ruim da história. Por enquanto, os felizardos serão os americanos e europeus, que irão conferir o filme precisamente no dia 30 deste mês exclusivamente nas salas IMAX, aquela tecnologia que dá ao espectador qualidades de áudio e vídeo impressionantes. A apresentação aparece remasterizada digitalmente no padrão The IMAX Experience e com tecnologia proprietária IMAX DMR (digital remastering).

Ainda não foram divulgadas informações sobre quando Get Back The Rooftop Concert será exibido no Brasil, nem sobre a sua exibição em TV ou mesmo disponibilização em plataformas de streaming, o que imagino que ocorrerá em um futuro não muito distante. Seja como for, legal poder ver esse show assim, na íntegra, fora do documentário original.

Veja um trecho do Rooftop Concert:

Gian Correa e os Chorões Alterados fazem shows em SP

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Por Fabian Chacur

O choro é um dos ritmos mais marcantes da música brasileira. Com o decorrer dos anos, permanece presente não só no seu formato mais tradicional como também ganha novas e interessantes roupagens, renovando-e e se mantendo mais atual do que nunca. Gian Correa, um dos craques do violão 7 cordas na atualidade, é um desses inovadores. Ele acaba de disponibilizar nas plataformas digitais seu novo trabalho, O Abismo da Prata, ao lado de seu afiado grupo de apoio, Os Chorões Alterados.

Para apresentar esse repertório ao público paulistano, Gian se apresenta neste sábado (15) às 21h e neste domingo (16) às 19h no Teatro Cacilda Becker (rua Tito, nº 295- Lapa- fone 0xx11-3864-4513, com ingressos gratuitos que podem ser retirados uma hora antes de cada apresentação, com a apresentação do comprovante de vacinação contra a covid-19.

O time tem em sua escalação o líder Gian Correa (violão 7 cordas) e mais Cainã Cavalcante (violão 6 cordas), Enrique Menezes (flautas), Henrique Araújo (cavaquinho, bandolim, violão tenor e tamborim) e Rafael Toledo (panderia, pandeiro, adufe, caixa, caixeta, reco-reco, pratos).

Gian Correa, que tem entre seus inúmeros fãs o consagrado cantor, compositor e violonista Guinga, mostrará o repertório do álbum, que homenageia locais e pessoas da cena musical de São Paulo. O Abismo da Prata traz oito faixas, com participações especiais de Juliana Amaral (voz), Renato Braz (voz) e Shai Maestro (piano Rhodes).

Suor por Matéria– Gian Correa e os Chorões Alterados:

Ronnie Spector, 78 anos, um dos ícones femininos da música pop

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Por Fabian Chacur

Uma das marcas da década de 1960 ficou por conta do surgimento de diverso grupos vocais femininos bem-sucedidos em termos artísticos e comerciais. Um dos mais marcantes foi o trio The Ronettes, no qual se destacava a cantora Ronnie Spector. Graças a seu estilo marcante, personalidade e a produção do talentoso e polêmico Phil Spector, o grupo emplacou grandes hits e marcou época. Ronnie infelizmente nos deixou nesta quarta-feira (12), vítima de um câncer, aos 78 anos de idade. Ela deixa um belo legado e a marca de ícone musical e visual.

Veronica Yvette Bennett nasceu em Manhattan, Nova York, em 10 de agosto de 1943, filha de uma afro-americana com um americano de origem irlandesa. No fim dos anos 1950, criou com a irmã mais velha Estelle (1941-2009) e a prima Nedra Talley o trio vocal Darling Sisters, que depois se tornaria The Ronettes. O grupo chegou ao topo das paradas de sucesso quando se associou ao produtor e compositor Phil Spector, assinando um contrato com o seu selo.

Unindo os arranjos bombásticos e geniais de Phil às vocalizações charmosas das garotas, especialmente a voz deliciosa de Ronnie, as Ronettes invadiram as paradas de sucesso entre 1963 e 1966. Um de seus principais hits, Be My Baby (1963), é uma das músicas mais marcantes da história da música pop, influenciando diversas outras e utilizada na trilha de vários filmes, entre eles na icônica abertura de Dirty Dancing (1987).

O visual ousado e marcante das Ronettes, e de Ronnie em particular, influenciou grandes ícones posteriores da música pop, entre as quais Amy Winehouse. Ronnie, inclusive, deu belos depoimentos em documentários sobre Amy, e também fez uma ótima regravação de Back To Black após a morte da estrela britânica, com objetivos beneficentes.

Após gravar mais alguns hits, entre os quais Baby I Love You (1963), The Best Part Of Breakin’ Up (1964) e Walking In The Rain (1964), o trio se separou em 1967. Logo em 1963, Ronnie e Phil Spector iniciaram um relacionamento afetivo que os levou a se casarem oficialmente em 1968. No entanto, foi provavelmente o maior erro cometido pela cantora, que comeu o chamado “pão que o diabo amassou” na convivência com o produtor.

Isso certamente explica a dificuldade que Ronnie Spector teve para seguir adiante em sua carreira, após se separar de Phil em 1974. Ela chegou a ser ameaçada de morte por várias vezes, e foi torturada psicologicamente durante muitos e muitos anos. Melhor nem me estender muito nesse tema, realmente constrangedor e lamentável.

Mas ainda assim Ronnie viveu momentos bacanas. Em 1971, por exemplo, gravou o belo single Try Some Buy Some, canção de George Harrison que o autor só gravaria em 1973 em seu antológico álbum Living In The Material World. Vale lembrar que as Ronettes abriram shows para os Beatles em 1966. Em 1976, participou com destaque da faixa You Mean So Much To Me, escrita por Bruce Springsteen e gravada por Southside Johnny.

Em 1986, outro dueto, desta vez com o cantor, compositor e músico norte-americano Eddie Money, fez grande sucesso, a ótima Take Me Home Tonight. Ela gravou alguns discos solo, entre os quais o EP She Talks to Rainbow (1999), produzido por Joey Ramone e com participação dele na canção You Can’t Put Your Arm Around a Memory.

Ronnie Spector era uma figura muito querida no meio musical, e é possível ver em pesquisas no google foto dela com algumas das maiores personalidades do rock e da música pop, todos admiradores de seu talento e personalidade. Ela lançou uma autobiografia em 1990, Be My Baby: How I Survived Mascara Miniskirts and Madness, cogitada recentemente para virar um filme.

Be My Baby– The Ronettes:

Placebo e Try Better Next Time, uma faixa de seu próximo álbum

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Por Fabian Chacur

Em setembro de 2021, o Placebo lançou o seu primeiro single em cinco anos (leia mais aqui). Na época ainda não se sabia, mas hoje temos a confirmação de que se tratava do prenúncio de um novo álbum, Never Let Me Go, que sairá no exterior no dia 25 de março nos formatos CD, LP duplo de vinil, LP duplo de vinil rosa e em fitas-cassete vermelha, verde e rosa, e também nas plataformas digitais. E acaba de ser divulgado mais um single, o terceiro até o momento.

Trata-se do rockão no melhor estilo glam rock intitulado Try Better Next Time, no qual o grupo liderado pelo cantor, compositor e guitarrista Brian Molko faz uma previsão apocalíptica para a humanidade, explicada pelo líder em texto enviado à imprensa: “Não é o fim do mundo, apenas o fim da humanidade, uma distinção que em nossa arrogância exagerada não conseguimos detectar. A Mãe Natureza está extremamente cansada de nós. Tente melhor na próxima vez.”

A segunda faixa do álbum Never Let Me Go divulgada anteriormente foi a também ótima Surrounded By Spies, que você pode ouvir aqui.

Try Better Next Time– Placebo:

Bárbara Eugênia mostra novo álbum em show em São Paulo

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Por Fabian Chacur

A cantora e compositora Bárbara Eugênia acaba de lançar o seu quinto disco solo. Intitulado Crashes N’ Crushes, o trabalho tem 11 faixas e já está disponível nas plataformas digitais, com lançamento em LP de vinil programado para breve. Como forma de mostrar esse novo material e também vários hits de sua carreira, ela se apresenta nesta sexta (14) às 21h em São Paulo no Sesc Vila Mariana- Teatro Antunes Filho (rua Pelotas, nº 141), com ingressos a R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada e credencial plena).

Gravado em Portugal, mais precisamente no estúdio A Loja, em Lisboa, e coproduzido por ela em parceria com Bianca Godoi, o álbum é considerado por ela o mais intimista e minimalista de sua trajetória. Ela fala sobre Crashes N’ Crushes e também sobre o show em comunicado à imprensa:

“O show vai abrir uma espécie de caixa de pandora dos amores em todas as suas cores, costurando o disco novo com aquelas canções da minha história que não podem faltar e ainda trazendo novas versões que entram na narrativa pontualmente, acrescentando fisgadas de delícia e tormento”, reflete Bárbara Eugênia. “O convite é a entregar-se às histórias, ao efeito do som no corpo, na mente e no coração, enfim, às inumeráveis nuances desse tumulto de emoções que se chama ser humano”, conclui.

Bárbara Eugênia (voz e violão) terá a seu lado uma banda integrada por Bianca Godoi (violão, bandolim e baixo), Clayton Martin (bateria, SPDS e percussão), Davi Bernardo (guitarra, baixo e synth) e Joana Bergman (teclado e piano).

O Amor se Acabou (clipe)- Bárbara Eugênia:

James Mtume, 76 anos, grande músico e compositor americano

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Por Fabian Chacur

Em 1966, o jovem músico James Forman entrou na US Organization, um grupo de capacitação de negros. Lá, ele foi batizado por um de seus idealizadores, Maulana Karenga, com o nome Mtume, palavra que na língua suaili significa mensageiro. E foi exatamente isso o que esse cantor, multi-instrumentista e compositor fez durante toda a sua vida, um mensageiro da boa música e das melhores vibrações. James Mtume nos deixou neste domingo (9) aos 76 anos de causas não reveladas. Um grande craque da música, cuja legado irá elevar nossos espíritos para todo o sempre.

James Mtume nasceu na Filadélfia em 3 de janeiro de 1946. Filho do saxofonista de jazz Jimmy Heath, ele na verdade foi criado por um padrasto também músico e jazzista, o pianista James “Hen Gates” Forman. Além de investir em fusão de elementos musicais do jazz e da cultura africana nos discos Kawaida e Alekebulan: Land Of The Blacks, ele também integrou a banda de músicos como Gato Barbieri, McCoy Tyner e Freddie Hubbard.

Ganhou muita fama ao entrar no grupo de Miles Davis, com o qual fez inúmeros shows e participou de álbuns como On The Corner (1972), Big Fun (1974) e Pangea (1974). Nessa época, fez amizade com outro integrante da banda, o guitarrista Reggie Lucas (1953-2018), e nascia ali uma parceria que renderia grandes clássicos do r&b, músicas que marcaram uma geração e continuarão arrepiando a todos nos tempos que virão.

Para a dupla Roberta Flack & Donny Hathaway, por exemplo, Lucas e Mtume escreveram a deliciosa balada The Closer I Get To You (ouça aqui), que também também ganharia uma bela releitura por parte de Beyoncé e Luther Vandross (ouça aqui) e a espetacular e balançada Back Together Again (ouça aqui), uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos.

Uma das cantoras que mais gravou canções da dobradinha Mtume-Lucas foi Stephanie Mills (leia mais sobre ela aqui), que de quebra ainda teve quatro de seus álbuns produzidos por eles. Entre essas músicas, destaques para a singela, romântica e vencedora do Grammy Never Knew Love Like This Before (ouça aqui) e a balançada e sensual Sweet Sensation (ouça aqui).

Paralelamente a esses trabalhos para outros artistas, James criou um grupo próprio, o Mtume, que estourou em 1983 com o álbum Juicy Fruit, cuja divina faixa-título (assinada só por ele) logo se tornou um dos grandes clássicos da black music dos anos 1980. Ele também teve músicas gravadas por talentos do porte de Phyllis Hyman, Mary J Blige, Teddy Pendergrass e o grupo Inner City.

Juicy Fruit já foi sampleada por dezenas de artistas nesses anos todos, entre os quais Alicia Keys (em Juiciest), The Notoriuos BIG (em Juicy), Jennifer Lopez (em Loving You), Mariah Carey (em Dreamlover), David Byrne & Fatboy Slim (em Walk Like a Woman) e Nicki Minaj (em Your Love), só para citar alguns deles.

Juicy Fruit– Mtume:

The Smile, com Thom Yorke e Jonny Greenwood, lança single

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Por Fabian Chacur

The Smile é um dos mais recentes grupos reunindo integrantes de bandas conhecidas, neste caso específico britânicas. Temos aqui Thom Yorke e Jonny Greenwood, do consagrado Radiohead, e Tom Skinner, que se tornou conhecido com o grupo de jazz alternativo Sons Of Kemet. Eles estrearam em 2021 se apresentando de surpresa em um festival. Agora, é a vez de lançarem nas plataformas digitais o seu primeiro single, You Will Never Work In Television Again.

Essa primeira amostra equivale a um rock energético e conciso (com menos de 3 minutos), com influência punk, guitarras bem à frente e um vocal inspirado, além de alguns nuances sonoros muito bacanas. A produção ficou a cargo de Nigel Godrich, conhecido por seus trabalhos com o Radiohead e Paul McCartney. The Smile fará três shows consecutivos nos dias 29 e 30 de janeiro em Londres que poderão ser vistos no sistema livestream pago (saiba mais aqui).

You Will Never Work In Television Again– The Smile:

Falamansa supera dificuldades e lança um belo clipe colaborativo

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Por Fabian Chacur

O Falamansa tem como marcas registradas, em seus mais de 20 anos de carreira, as mensagens positivas e o forró dançante e próximo das raízes do gênero. Desta vez, eles tiveram esse astral pra cima testado ao máximo. Após ter gravado as cenas para um novo videoclipe do grupo, o diretor Marcos Loschiavo foi assaltado, e levaram não só todo o seu equipamento, mas também todo o material registrado. Isso, na antevéspera do lançamento de sua nova música, O Som da Felicidade. A saída parecia ser disponibilizar o áudio apenas. Só que não!

Tato, Dezinho, Waldir e Alemão resolveram acionar artistas, amigos e fãs e pediram a eles que enviassem cenas gravadas de forma caseira que pudessem ajudar a montar um novo clipe. Com a montagem a cargo de Marcello Pagotto, Marcos Loschiavo conseguiu criar uma sequência de imagens que ilustrou de forma muito eficiente a canção, repleta de positividade e bastante adequada para uma fase em que precisamos tanto de afeto e esperança.

Entre outros, marcam presença no clipe Gabriel O Pensador, Mariana Aydar, Buchecha, Rappin Hood, Daniel, Lucas Fresno, Ana Cañas, Vitor Kley, Zeider Pires, Melim, Frank Aguiar e Elba Ramalho. Tato fala sobre a experiência:

“Nós gostamos de lançar clipe e música juntos, e mesmo sem as imagens e com o prazo apertado, não desistimos e começamos a mandar mensagens para os amigos convidando para participar. A ideia foi se espalhando e começou a correria. As pessoas toparam e foi muito bacana fazer este trabalho com muitas mãos, cada um expressou da sua maneira o significado de O Som da Felicidade e o resultado ficou incrível”.

O Som da Felicidade (clipe)- Falamansa:

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