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Ira! chega ao Rio para show único em sua bela versão folk e acústica

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Por Fabian Chacur

No finalzinho de 2013, Edgard Scandurra e Nasi encerraram um longo período de inimizade e distância com o retorno da parceria que iniciaram nos tempos de escola e que gerou o Ira!, um dos grupos mais bem-sucedidos da história do rock brasileiro. Como se essa boa notícia não bastasse, eles ainda criaram, no início de 2016, um projeto paralelo, o Ira! Folk, investindo em versões acústicas de seus grandes hits.

É com essa formação que esses bons e velhos amigos se apresentam no Rio de Janeiro neste sábado (27) às 22h no Teatro VillageMall (avenida das Américas, nº 3.900- loja 160 do Shopping VillageMall- Barra da Tijuca- fone 0xx21-3431-0100), com ingressos custando de R$ 40,00 a R$ 150,00.

A encarnação folk do Ira! traz apenas a essência da banda, com Nasi nos vocais e Edgard Scandurra nos vocais e violão. Os shows da dupla nesse formato se mostraram tão bacanas que geraram em 2017 o DVD e CD Ira! Folk Ao Vivo Em Sâo Paulo, lançado em parceria com o Canal Brasil. Esse registro conta com as participações especiais de Yamandu Costa e Fernanda Takai.

Neste show único no Rio de Janeiro, Scandurra e seu fiel parceiro de Vila Mariana (SP) mergulham em uma deliciosa geral em momentos muito significativos de sua trajetória, com direito a maravilhas perenes do cancioneiro rocker brasileiro do porte de Flores em Você, Dias de Luta, Envelheço na Cidade, Eu Quero Sempre Mais, Tolices, Tarde Vazia e Núcleo Base.

Ouça o álbum Ira! Folk ao vivo em streaming:

Titãs fazem show no Rio com músicas do CD Acústico MTV

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Por Fabian Chacur

E então, agora somos três. Parafraseando de certa forma o título do álbum And Them There Were Three (1978), do Genesis, os Titãs, que já tiveram oito integrantes, atualmente são um trio. E é essa trinca remanescente que está celebrando os 22 anos do lançamento de seu álbum comercialmente mais bem-sucedido, Acústico MTV (1997), com uma série de shows que passa pelo Rio de Janeiro nesta sexta (14) no Teatro VillageMall (avenida das Américas, nº 3.900- loja 160 do Shopping VillageMall- Barra da Tijuca- fone 0xx21-3431-0100, com ingressos de R$ 50,00 a R$ 200,00.

Sérgio Britto, Toni Bellotto e Branco Mello, a atuação encarnação da banda paulistana que está há quase quatro décadas na estrada, darão uma geral no repertório de seu CD mais famoso, sem o acompanhamento orquestral e sem a montoeira de músicos de apoio daquela época. Desta vez, a coisa será bem mais intimista, em um espaço que comporta no máximo 1.000 pessoas. No repertório, musicas daquele trabalho, como Pra Dizer Adeus, e outras posteriores que se encaixam nesse espírito, como Epitáfio e Isso.

Esse show ocorre enquanto duas outras turnês do trio estão sendo preparadas. Uma comportará a execução, na íntegra, das músicas contidas no mais recente lançamento dos Titãs, o CD-DVD Doze Flores Amarelas, uma ambiciosa ópera-rock, cujo roteiro terá como palco teatros. A outra tour, intitulada Enquanto Houver Sol, mesclará músicas do novo disco com os clássicos desses anos todos. Em ambas, teremos a participação de músicos de apoio.

Pra Dizer Adeus (ao vivo)- Titãs:

Renato e Seus Blue Caps e seu repertório matador em show

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Por Fabian Chacur

Quando o assunto é folk rock brasileiro, provavelmente alguns apressados deixarão de lado Renato e Seus Blue Caps, por associa-los apenas à Jovem Guarda. No entanto, essa banda com mais de 60 anos contínuos de estrada são dos pioneiros do gênero por aqui. Eles tocam no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (23) às 21h30 no Teatro Bradesco Rio (avenida das Américas, nº 3.900- loja 160 do Shopping VillageMall- fone 0xx21-3431-0100), com ingressos de R$ 40,00 a R$ 160,00.

O grupo carioca surgiu em 1960, e ainda mantém de sua formação clássica Renato Barros (guitarra, vocal e composições) e Cid Chaves (vocal e sax). O time atual também inclui Darci Velasco (teclados, há 23 anos na banda), Amadeu Signorelli (baixo, há 21 anos na banda) e Gelsinho Moraes (bateria, o mais recente da turma). Integraram o grupo nomes como Paulo Cesar Barros, Erasmo Carlos (que gravou um álbum com eles) e Michael Sullivan, entre outros.

Estourando em plena Jovem Guarda, essa banda trouxe como marca registrada versões matadoras de músicas dos Beatles, entre as quais Menina Linda (I Should Have Known Better), Até o Fim (You Won’t See Me) e Tudo o Que Sonhei (If I Fell), entre outras, sempre com aqueles timbres de guitarra deliciosos e típicos dos primórdios do folk rock.

De quebra, Renato e Seus Bluecaps apresentavam vocalizações bem bacanas e composições de Renato Barros, que é o autor de alguns clássicos daqueles anos, entre os quais Devolva-me e A Primeira Lágrima.

Se a partir dos anos 1980 eles não mais conseguiram emplacar novos hits, continuaram na ativa, fazendo bons shows e gravando discos respeitáveis. Seus discos são procurados até no exterior, por colecionadores de rock dos anos 1960.

Um Embalo Com Renato E Seus Blue Caps-1966-álbum em streaming:

Wanda Sá mostra em show as faixas de Wanda Vagamente

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Por Fabian Chacur

Em 1964, a cantora e violonista Wanda Sá lançou o seu álbum de estreia, Wanda Vagamente. O trabalho logo se tornou um dos grandes clássicos da bossa nova, graças a um repertório impecável e às interpretações envolventes da artista carioca. Ela mostrará pela primeira vez na íntegra e ao vivo as músicas do disco em show neste sábado (10) às 20h na Sala Municipal Baden Powell (avenida Nossa Sra. de Copacabana, nº 360- Copacabana- fone 0xx21-2547-9147), com ingressos custando R$ 30,00 (meia) e R$ 60,00 (inteira).

O evento equivalerá a um show de lançamento tardio do álbum, como explica o consagrado produtor musical Arnaldo DeSouteiro, diretor e curador do projeto Discos Históricos da MPB, que teve início em agosto com o cantor, compositor e tecladista João Donato mostrando o conteúdo de seu álbum Quem é Quem (1973):

“Logo após a gravação do disco, Wanda viajou para uma longa turnê pelos Estados Unidos com Sergio Mendes, iniciando sua carreira internacional. Portanto, não teve tempo de realizar shows no Brasil para divulgar o trabalho”, comenta DeSouteiro. “O álbum se auto-impulsionou por sua qualidade e passou a ser cultuado no mundo inteiro, principalmente no Japão, onde foi reeditado em CD pela primeira vez, muito antes de ser redescoberto no Brasil”.

O álbum traz a primeira gravação da célebre Inútil Paisagem (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), a envolvente Tristeza de Nós Dois (Durval Ferreira, Bebeto Castilho e Maurício Einhorn) e Encontro (parceria de Wanda Sá com Nelson Motta). Vagamente é de Ronaldo Bôscoli e Roberto Menescal. Também temos composições de Geraldo Vandré, Edu Lobo, e Marcos Valle, em um total de 12 faixas.

Roberto Menescal produziu o álbum, do qual participaram músicos do primeiro escalão, como Eumir Deodato, Luiz Carlos Vinhas, Ugo Marotta e Edison Machado, entre outros. E dois dos integrantes desse time marcarão presença no show, Menescal e Marotta. Além do show propriamente dito, teremos ainda um papo de Wanda Sá com o também jornalista DeSouteiro, no qual a história do álbum e bastidores do mesmo certamente estarão em pauta.

Wanda Vagamente- Vanda Sá (ouça em streaming):

Evandro Mesquita lidera uma banda cover de luxo no Rio

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Por Fabian Chacur

Nos intervalos das constantes apresentações e gravações que faz com a banda que o tornou um ícone do rock brasileiro, a Blitz, Evandro Mesquita ainda arruma tempo para capitanear uma verdadeira banda cover de luxo. Trata-se da The Fabulous Tropical Acoustic Band, que se apresentará no Rio de Janeiro neste domingo (30) às 19h no Teatro Ipanema (rua Prudente de Moraes, nº 824- Ipanema- fone 0xx21-2267-3750), com ingressos a R$ 30,00 (meia) e R$ 60,00 (inteira), em show comemorativo dos 50 anos de existência daquele belo espaço cultural.

Ao seu lado, Evandro (que canta e toca ukulelê e harmônica) tem músicos do gabarito de Arnaldo Brandão (baixo e vocal, do Hanói Hanói, ex-banda do Caetano Veloso e um monte de etc), Dadi (violão e guitarra, dos Novos Baianos, A Cor do Som etc) e Billy Forghieri (teclados, da Blitz), entre outros. A ênfase é em arranjos acústicos, sem dispensar um pouco de eletricidade no meio, que ninguém é de ferro.

O repertório traz clássicos do rock, soul e reggae, entre os quais podemos destacar Knockin’ On Heaven’s Door (Bob Dylan), After Midnight e Cocaine (J.J. Cale, ambas hits com Eric Clapton), Little Wing (Jimi Hendrix), Wild Horses e Dead Flowers (Rolling Stones), Breathe (Pink Floyd) e I Can’t Stop Loving You (Ray Charles). Curtição garantida!

Knockin’ On Heaven’s Door– The Fabulous TAB:

Hamilton de Holanda celebra seu mestre em álbum e show

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Por Fabian Chacur

Com 42 anos de idade, Hamilton de Holanda é um dos grandes nomes do bandolim no Brasil. Ele não só ajudou a renovar a linguagem desse célebre instrumento musical, como também o aproximou das novas gerações. Para lançar o novo álbum do seu Hamilton de Holanda Trio, o ótimo 10zz, ele faz um show no Rio de Janeiro neste domingo (6) às 18h no Teatro OI Casa Grande (avenida Afrânio de Melo Franco, nº 209- Leblon- fone 0xx21-2511-0800), com ingressos a R$ 40,00 (meia) e R$ 80,00 (inteira).

O álbum, já disponível nas plataformas digitais e também em LP de vinil, é uma homenagem a um dos músicos que mais influenciam a obra deste consagrado músico carioca. Trata-se de Jacob do Bandolim, cujo centenário está sendo celebrado em 2018. O trabalho inicia uma série de discos que Hamilton irá gravar, e que serão posteriormente lançados de forma conjunta em um box pela gravadora Deck.

Ó intrigante título 10zz saiu da união das dez cordas do bandolim com o final da palavra jazz. “Procurei um título com poucas letras e um som direto, que pudesse dar significado à concepção deste trabalho. É o choro do Jacob com uma pitada de jazz. Não necessariamente todas as faixas são desse gênero, mas têm essa maneira de tocar, que utiliza muito a improvisação e solos criados no momento da gravação. O nome resumiu bem o espírito do disco”, explica o artista.

Ao lado de Guto Wirtti (contrabaixo acústico) e Thiago da Serrinha (percussão), Hamilton mostrará no show carioca faixas do álbum, que traz dez clássicos do repertório de Jacob, entre os quais Remelexo, Mágoas, Assanhado e Alvorada, e também a bela Naquela Mesa (homenagem feita ao saudoso pai por Sergio Bittencourt) e Serenata Jacarepaguá, composição do líder do trio celebrando seu ídolo.

Jacob 10ZZ- Hamilton de Holanda (ouça em streaming):

Ithamara Koorax faz show no RJ com suas canções favoritas

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Por Fabian Chacur

Em 1988, Ithamara Koorax fazia backing vocals para os cantores Tim Maia e Bebeto. Desde então, sua carreira tomou rumos extremamente positivos, e hoje ela celebra seus 30 anos de estrada com 21 álbuns lançados e fãs nos quatro cantos do mundo. A cantora dá uma geral no repertório desses trabalhos no show Minhas Canções Favoritas, que será realizado no Rio neste sábado (14) às 20h na Sala Municipal Baden Powell (Avenida Nossa Senhora de Copacabana, nº 360- Copacabana- fone 0xx21-2547-9147), com ingressos custando R$ 25,00 (meia entrada) e R$ 50,00 (inteira).

Acompanhada por Paula Faour (piano), Jorge Pescara (baixo) e Cesar Machado (bateria), a intérprete nascida em Niterói (RJ) investirá em um repertório composto por canções como Iluminada, O Grande Amor, A Rã, Se Queres Saber, Un Homme Et Une Femme e The Shadow Of Your Smile, entre outras escolhidas a dedo pela atista.

Ithamara viu sua carreira solo tomar impulso em 1990, quando a música Iluminada entrou na trilha sonora da minissérie global Riacho Doce. Seria a primeira de um total de dez gravações dela a integrar trilhas de produções daquela emissora de TV. A boa repercussão lhe valeu prêmios. Seu primeiro CD, Ithamara Koorax, saiu em 1994.

Com uma mistura de elementos de jazz, bossa nova, MPB e música erudita, ela desenvolveu um estilo próprio que levou Elizeth Cardoso a se declarar sua madrinha musical. Ela atuou ao lado de nomes do porte de Tom Jobim, Luiz Bonfá, Marcos Valle, Edu Lobo, Ron Carter, Larry Coryell, Dave Brubeck e John Mclaughlin, e fez shows em mais de 20 países, entre os quais EUA, França, Alemanha e Japão. De quebra, foi considerada uma das melhores cantoras de jazz do mundo por publicações como a conceituada Down Beat americana.

Iluminada-Ithamara Koorax:

Antônio Carlos & Jocafi fazem show com Ithamara Koorax

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Por Fabian Chacur

O público carioca terá o privilégio de conferir nesta sexta-feira (17) às 20h um encontro muito bacana entre integrantes de duas gerações da música brasileira. A dupla Antônio Carlos & Jocafi irá fazer um show no qual terão a seu lado a cantora Ithamara Koorax. O show vai ocorrer no Blue Note Rio (avenida Borges de Medeiros, nº 1.424- Lagoa- Rio- fone 0xx21- 3799-2500), com ingressos custando de R$ 40,00 a R$ 250,00.

Chega a ser ridículo pensar, hoje em dia, que os baianos Antônio Carlos & Jocafi eram encarados de forma bastante negativa pela crítica especializada em música durante a fase áurea de sucesso desses caras, durante os anos 1970. Afinal de contas, o trabalho deles conseguiu aliar de forma extremamente competente apelo popular com grande qualidade artística e musical, um samba-pop de primeira linha.

Eles estouraram com músicas como Você Abusou, interpretada ao vivo até por Stevie Wonder, Desacato (destaque no Festival Internacional da Canção de 1971), Mudei de Ideia, Toró de Lágrimas, Opus 2, Minhas Razões e Jesuíno Galo Doido, além das incríveis trilhas sonoras para as novelas O Primeiro Amor (1972) e Supermanoela (1974).

Além de dar uma geral em seus grandes sucessos, a dupla também promete mostrar uma música inédita, Lívia, baseada em personagem do livro Mar Morto, de Jorge Amado. Eles já haviam escrito anteriormente uma canção homenageando uma obra do autor baiano, o hit Dona Flor e Seus Dois Maridos, lá pelos idos de 1974-75. A parceria com Ithamara Koorax, consagrada cantora de MPB, jazz e bossa com fama internacional, promete ser bem bacana.

Dona Flor e Seus Dois Maridos– Antônio Carlos & Jocafi:

Primavera nos Dentes mostra o seu primeiro álbum no Rio

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Por Fabian Chacur

Dois músicos veteranos e consagrado no cenário musical brasileiro, Charles Gavin (bateria, ex-Titãs) e Paulo Rafael (guitarra, eterno braço direito de Alceu Valença), uniram-se a Duda Brack (vocal), Pedro Coelho (baixo) e Felipe Ventura (violino e guitarra) para criar o grupo Primavera nos Dentes, especializado em reler o repertório dos Secos & Molhados. Eles fazem um show nesta terça (31) às 20h30 no Rio no Sesc Copacabana (rua Domingos Ferreira, nº 160- Copacabana- fone 0xx21-2547-0156), com ingressos de R$ 7,50 a R$ 30,00.

Que fique claro: a proposta desse quinteto é realmente reler, não reproduzir igualzinho o que Ney Matogrosso, João Ricardo e Gerson Conrad gravaram em seus dois álbuns de estúdio, lançados em 1973 e 1974. Isso pode ser observado com clareza no primeiro álbum do Primavera nos Dentes, autointitulado, já disponível nas plataformas digitais e com previsão de lançamento em vinil pela Deckdisc. Há o respeito aos registros originais, mas também ousadia e criatividade.

No show, o quinteto tocará músicas do disco (que conta com 11 faixas), como Sangue Latino, O Vira, Primavera nos Dentes, O Patrão Nosso de Cada Dia, e Rosa de Hiroshima, e também algumas que ficaram fora desse trabalho, entre as quais Assim Assado, Mulher Barriguda e Prece Cósmica. Como os dois discos de estúdio dos Secos & Molhados traziam um total de 26 faixas, existe material para um próximo álbum do Primavera nos Dentes com essa proposta. Ou, quem sabe, um DVD ao vivo.

Primavera nos Dentes (ouça o álbum em streaming):

Megadeth mostra Dystopia e seus hits em São Paulo e Rio

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Por Fabian Chacur

Vivendo ótima fase em sua carreira, a banda americana de thrash metal Megadeth volta ao Brasil para shows no dia 31/10 (terça-feira) às 22h em São Paulo, no Espaço das Américas (rua Tagipuru, nº 795- Barra Funda- fone 0xx11-3864-5566), com ingressos de R$ 100,00 a R$ 400,00, e no dia 1º/11 (quarta-feira) às 22h no Rio de Janeiro no Vivo Rio (avenida Infante Dom Henrique, nº 85- Parque do Flamengo- fone 0x21-2272-2901), com ingressos de R$ 220,00 a R$ 400,00.

Os shows fazem parte da turnê de divulgação do álbum Dystopia (2016), que marcou a entrada no time de dois novos integrantes: o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, do Angra, e o baterista belga Dirk Verbeuren, que fez parte da banda Soilwork. O primeiro CD da nova escalação e 15º trabalho de estúdio do grupo atingiu o terceiro lugar nos EUA, além de render a eles seu primeiro Grammy, após onze tentativas anteriores, todas mal sucedidas. Loureiro entrou com moral no Megadeth, pois é o coautor de três das onze faixas desse disco.

A banda, liderada pelo guitarrista e vocalista Dave Mustaine e completada por outro fundador do time, o baixista David Ellefson (que só ficou fora do quarteto entre 2002 e 2010), surgiu em 1983, e foi uma das pioneiras e mais influentes formações do thrash metal, ao lado do Metallica (da qual Mustaine fez parte e foi expulso antes da gravação de seu primeiro álbum), Slayer e Anthrax.

Seu maior sucesso veio em 1992, quando seu quinto CD, Countdown To Extinction chegou ao segundo lugar na parada americana, impulsionada pelo hit Symphony Of Destruction. Mesmo com alterações em sua escalação, o Megadeth sempre se manteve no topo das paradas de rock pesado, e em 2010 participou do histórico The Big Four, shows que reuniram as quatro maiores bandas do universo do thrash metal.

Dystopia (clipe)- Megadeth:

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