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Tag: rock americano anos 1990 (page 1 of 2)

Pixies divulgam single e clipe e lançam um álbum em setembro

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Por Fabian Chacur

Os Pixies voltarão ao Brasil em outubro para shows em São Paulo (no Popload Festival) e no Rio de Janeiro. Enquanto não chegam por aqui, o quarteto americano, um dos mais influentes do indie rock americano, traz novidades para os fãs. Depois de divulgar o rockão There’s a Moon On (veja o clipe aqui), agora é a vez de Vault Of Heaven, com direito a clipe e tudo.

Ennio Morricone (1928-2020), um dos mais influentes compositores de trilhas de filmes de todos os tempos, foi a assumida inspiração da banda para criar Vault Of Heaven, que gerou um clipe divertido com tipos bizarros e cenas em uma filial de uma célebre rede de lojas de conveniência americana. As duas faixas integrarão Doggerel, 8º álbum de estúdio deles, que sairá em diversos formatos no exterior no dia 30 de setembro pela BMG.

A produção do novo trabalho foi dividida entre Tom Dalgety (conhecido por seus trabalhos com Royal Blood e Ghost) e o vocalista, guitarrista e líder dos Pixies, Black Francis. A atual formação da banda americana, que surgiu em Boston em 1986, também traz Joey Santiago (guitarra), David Lovering (bateria) e Paz Lenchantin (baixo).

Vault Of Heaven (clipe)- Pixies:

Goo Goo Dolls divulga faixa do álbum que lançará em agosto

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Por Fabian Chacur

Em 1998, o Goo Goo Dolls invadiu as paradas de sucesso de todo o mundo com Iris, maravilhosa power ballad que integrou a trilha sonora do filme City Of Angels, estrelado por Nicholas Cage e Meg Ryan. A canção, parte do álbum Dizzy Up The Girl (1998), virou o cartão de visitas dessa banda. Eles prometem para o dia 12 de agosto o lançamento de um novo álbum. Chaos In Bloom, pela gravadora Warner, e já tem amostra no ar.

A primeira das 10 faixas a ser divulgada nas plataformas digitais, com direito a um divertido clipe, é o delicioso rock Yeah, I Like You, que brinca com as celebridades instantâneas dos dias atuais, onde uma garota anônima pode ganhar as manchetes graças a uma mera postagem nas redes sociais. Isso, ilustrando uma canção leve, boa de se ouvir e com levada simples e direta.

Com mais de três décadas na estrada, o Goo Goo Dolls é liderado pelo cantor, compositor e guitarrista John Rzeznik, que pela primeira vez assina a produção de um álbum da banda, gravado no Dreamland Studios, situado em Woodstock, New York. Além de Rzeznik, o grupo também traz de sua formação original o baixista e vocalista de apoio Robby Takac, e eles se valem de músicos de apoio nos inúmeros shows que fazem.

Yeah, I Like You (clipe)- Goo Goo Dols:

Red Hot Chili Peppers apresenta 2ª faixa do álbum Unlimited Love

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Por Fabian Chacur

Seis anos após The Getaway (2016), o Red Hot Chili Peppers se prepara para lançar um álbum de inéditas. Unlimited Love chegará ao mercado musical no dia 1º de abril, e será oferecido aos brasileiros não só nas gloriosas plataformas digitais, mas também em CD físico. A 1ª faixa a ser apresentada aos fãs foi a simpática e quase balada Black Summer (veja o clipe aqui). E outra acaba de sair nesta sexta (4).

Trata-se da funkeada e no melhor estilo hip hop old school temperada por rock Poster Child. A letra insere vários nomes do universo pop, como Robert Plant, Yoko Ono, The Ramones e até Ronald Reagan. Muito interessante mesmo. Ambas marcam o retorno à banda do guitarrista John Frusciante, que estava há mais de 15 anos fora do time e se mostra com fome de bola, como podemos ver em seus eficientes solos nestas duas faixas, do álbum que tem um total de 17.

Em press release enviado à imprensa, a banda definiu assim o processo de gravação de Unlimited Love:

“Nosso objetivo é se perder na música. Nós passamos milhares de horas, juntos e individualmente, nos aprimorando e compartilhando para fazer o melhor álbum que pudéssemos. Nosso radar apontou para o divino, o cosmos, e estamos tão gratos por essa chance de estar juntos novamente na mesma sala, mais uma vez, tentando nosso melhor. Passamos dias, semanas, meses ouvindo um ao outro, compondo, tocando e fazendo arranjos para que tudo tivesse um propósito”.

Poster Child– Red Hot Chili Peppers:

Sheryl Crow celebra 60 anos como uma artista impecável

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Por Fabian Chacur

Sheryl Crow esteve no Brasil pela primeira vez em novembro de 1995. Seu álbum de estreia, o maravilhoso Tuesday Night Music Club (1993), havia saído por aqui sem grande estardalhaço, e a moça veio para abrir os shows de Elton John no Brasil. Estive na coletiva de imprensa concedida pela cantora em São Paulo, no Maksoud Plaza, e apareço em uma foto meio bizarra com ela. Ao ver sua performance, ficou claro para mim que esta artista, que nesta sexta (11) completa 60 anos de idade, tinha potencial para ir muito, mas muito longe mesmo na cena musical. Eu estava certo.

Cantora, compositora e musicista, Sheryl não apareceu da noite pro dia, e pavimentou o seu caminho tocando em bares e depois atuando em bandas de apoio de outros artistas. Nessa seara, seu momento de maior destaque ficou por conta de ter sido vocalista de apoio na turnê Bad, de Michael Jackson, entre 1987 e 1989. Ela ficava nos holofotes em cada apresentação quando fazia as vezes de Siedah Garrett na música I Just Can’t Stop Loving You, encarando o dueto com o Rei do Pop sem o menor vacilo.

Mesmo demonstrando tanto talento, Sheryl demorou para lançar um trabalho solo. Seu álbum de estreia só saiu em 1993, o brilhante Tuesday Night Music Club. Dois anos antes, um álbum pronto foi colocado de lado, do qual apenas uma faixa veio à tona na trilha de um filme. Mas valeu a espera. A então já trintona esbanjou talento em uma mistura de rock, country, folk, soul e pop que gerou hits como All I Wanna Do e Strong Enough, com o álbum atingindo o 5º posto na parada americana. Esse foi o repertório de seus primeiros shows no Brasil.

A partir dessa estréia, a moça se consolidou como uma artista completa, sem nunca se desviar radicalmente dos caminhos que nos apresentou nesse disco de estreia. Sempre acompanhada por músicos do primeiro escalão, Sheryl Crow é daquelas artistas que sabem o que fazer quando sobem nos palcos, cantando muito e tocando com categoria. Nunca apelou nem se valeu de recursos cênicos mirabolantes em seus shows. Som na caixa e muita garra e talento, sempre.

Nesses anos todos, ela fez parcerias bacanas com artistas como Stevie Nicks, Eric Clapton, Keith Richards e muitos outros, e mostrou também ser boa para reler repertório alheio, como suas belas covers de Mother Nature’s Sun (dos Beatles) e The First Cut Is The Deepest (de Cat Stevens) provam de forma veemente. E ela voltou ao Brasil de forma triunfal em 2001, participando com destaque do Rock in Rio.

Inteligente, linda, articulada, discreta e sempre defendendo causas bacanas, Sheryl Crow chega aos 60 anos de idade mais relevante do que nunca, com novos álbuns e shows e uma trajetória brilhante que parece estar bem longe de terminar. Ela felizmente superou problemas de saúde que teve nos idos de 2006, e se mostra pronta para nos oferecer novas canções maravilhosas como Soak Up The Sun, Strong Enough, The Na-na Song e tantas outras.

Soak Up The Sun (clipe)- Sheryl Crow:

Pocket Full Of Kryptonite (1991), o álbum da vida dos Spin Doctors

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Por Fabian Chacur

No fim dos anos 1980, surgiu na região de Nova York uma cena de grupos de rock apelidada de jam bands. Eram formações claramente inspiradas no rock psicodélico dos idos de 1967, tipo Grateful Dead, Jimi Hendrix e Jefferson Airplane, com uma pegada um pouco mais pop, mas ainda assim investindo nos improvisos ao vivo. Desse universo musical, aflorou como ponta de lança o Spin Doctors, cujo álbum Pocket Full Of Kryptonite (1991) completa 30 anos de lançamento neste mês de agosto. Um grande sucesso que surgiu graças a muito talento, garra e persistência.

Tudo começou em 1988 quando Chris Barron (vocal) resolveu montar uma banda com dois colegas da New School College de Nova York, Erik Schenkman (guitarra, único canadense deste grupo americano) e Aaron Comess (baixo). Pouco depois, Mark White (baixo) completou o time. Enquanto faziam shows em bares, o grupo gravou duas fitas-demo que vendiam nos shows, e através delas atraíram a atenção do produtor Frankie La Rocka (1954-2005), que os levou para a Epic Records, selo do conglomerado Sony Music.
Inicialmente, foi lançado em janeiro de 1991 o EP Up For Grabs. O álbum completo viria em agosto daquele ano. O material foi selecionado a partir do vasto repertório autoral que a banda tocava em seus shows, com versões mais bem concisas (em termos de arranjos) de músicas que já eram bem legais nos formatos demo, como podemos conferir na edição comemorativa dos 20 anos de Pocket Full Of Kryptonite lançada em 2011, que traz em um CD bônus essas faixas em suas gravações prévias.

Quando chegou às lojas, o álbum de estreia do quarteto veio no melhor esquema “devagar e sempre”. Foram longos meses durante os quais as vendas não entusiasmavam a ninguém. No entanto, Chris Barron e sua turma não desanimavam, e seus shows foram aos poucos ganhando mais e mais público. Em setembro de 1992, enfim atingiram o disco de ouro nos EUA, com mais de 500 mil cópias vendidas. Em 10 de outubro, participaram do mitológico programa de TV Saturday Night Live, e a partir daí a porteira abriu de vez.

Provavelmente, a Sony estava se fartando de ganhar dinheiro com os álbuns de estreia dos grupos Pearl Jam e Alice In Chains, lançados na mesma época, e não deu muita bola para os Spin Doctors. Quando percebeu o erro, reagiu e lançou em outubro de 1992 no formato single Little Miss Can’t Be Wrong, que atingiu o 17º lugar nos EUA e o 23º lugar no Reino Unido. A seguir, foi a vez de Two Princes, com resultados ainda melhores, nº 7 nos EUA e nº 3 no Reino Unido. As duas com videoclipes bem legais. Dessa forma, a Spin mania tornava-se real.

O disco de platina para Pocket…, marca de mais de um milhão de cópias comercializadas nos EUA, veio em janeiro de 1993. Em junho, essa marca já havia triplicado. No fim das contas, o álbum ultrapassou os 10 milhões de álbuns comercializados em todo o mundo, sendo metade deles em território americano.

Tudo bem, falei muito de números e mais números. Mas e a qualidade musical? Ai é que a coisa melhora. Trata-se de um disco de rock simples e sensacional, daqueles bons de se ouvir de ponta a ponta, e que vai além de seus hits matadores. A forma melódica e quase falada do canto de Barron se encaixou feito luva nos riffs de guitarra potentes, bases ritmadas e solos ora virulentos, ora a la George Harrison de Schenkman, enquanto a cozinha rítmica de White e Comess encarava todas as curvas e retas do som deles.

Mas creio que aqui caiba uma análise faixa a faixa. Vamos a ela

Jimmy Olsen’s Blues (Spin Doctors)
Com um riff de abertura matador, a música tem uma letra divertidíssima, na qual Jimmy Olsen, o repórter pobretão do Planeta Diário, tenta xavecar Lois Lane, a eterna namorada do Super Homem, dizendo que ele não só é melhor do que o fortão, como de quebra ainda tem o “bolso cheio de kriptonita”, a única substância capaz de deter o cara. Aliás, eis a origem do título do álbum. A capa do CD mostra uma cabine de telefone do tipo em que o Super Man trocava de roupa e saía com o seu uniforme de super herói. Uma faixa vibrante, swingada, perfeita para abrir um disco. Vale citar sutis passagens rítmicas aqui e ali típicas da música pop africana.

What Time Is It? (Spin Doctors)
Essa saiu de um improviso feito pelo grupo às 4h30 da madrugada em um show em uma irmandade universitária. Funkeada, envolvente e viajandona, aumenta bastante de duração nos shows. Vale sempre destacar o entrosamento da cozinha rítmica, sempre precisa e repleta de jogo de cintura e grooves.

Little Miss Can’t Be Wrong (Spin Doctors)
Rock desencanado e dançante que soa como uma espécie de mescla entre os estilos de Huey Lewis & The News e Steve Miller. A faixa que desencadeou o estouro deste álbum. Houve quem considerasse na época a letra sexista, mas creio que seja um excesso de zelo exagerado, pois a banda nem tem esse perfil.

Forty Or Fifty (Spin Doctors)
Chega o momento de respirar um pouco. Com elementos de blues, r&b e até de bossa nova, cria um clima gostoso e envolvente, com uma letra meio hippie e romântica a la anos 1960.

Refrigerator Car (Spin Doctors)
Depois da respirada, outra porrada das boas. Rockão pesado, hard mesmo, um dos vários momentos dos quais a influência de Jimi Hendrix, uma das mais importantes no som dos Doctors, vem à tona neste álbum. Pra chacoalhar a cabeça sem dó!

More Than She Knows (E.Schenkman- S.Lambert-G.Clark-J.Fitting)
Rock acelerado e pra cima, com um belo solo de harmônica de John Popper, líder da banda Blues Traveller, outra da cena jam bands que se deu bem. Por sinal, ele, Barron e Schenkman tiveram uma banda paralela, a Trucking Company, que acabou quando o Blues Traveller começou a decolar.

Two Princes (Spin Doctors)
Com sua batida irresistível e concisão absurda, Two Princes se tornou o cartão definitivo de visitas dos Spin Doctors, prova cabal de que uma autêntica banda de rock pode ser pop ser perder sua verdadeira essência.

Off My Line (Erik Schenkman- J.Bell- Spin Doctors)
Aqui, no momento mais hendrixiano do álbum, Erik Schenkman assume o vocal principal, em um rock pesado com um riff poderoso e energia suficiente para sacudir a todos.

How Could You Want Him (When You Know You Could Have Me?) (Spin Doctors)
Rock funkeado com influências da música africana, em cuja letra surge aquele questionamento clássico em todo cara apaixonado por uma mulher e não correspondido: “por que você quer ele se você pode ter a mim?” Respostas para a redação!

Shinbone Alley (Spin Doctors)/ Hard To Exist (C.Barron- E.Schenkman-John Popper-A.Comess)
Como forma de trazer para o disco ao menos uma faixa com o clima dos shows, o grupo optou por reunir essas duas composições em pot-pourry e sem medo de improvisar, passando, dessa forma, dos 10 minutos de duração. Baita de uma jam, com direito a muito groove, energia e solos bacanas. Um fim perfeito para um álbum marcante.

Ouça Pocket Full Of Kryptonite em streaming:

Lenny Kravitz lança single com videoclipe filmado nas Bahamas

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Por Fabian Chacur

Desde o começo da pandemia do novo coronavírus, Lenny Kravitz está isolado nas Bahamas, um dos paraísos naturais do planeta. Isolado, mas não parado. Ele acaba de lançar um novo single, Raise Vibration, um rock com pegada hard, influências de John Lennon e Jimi Hendrix e com arranjo trazendo algumas pausas estratégicas de efeito garantido em termos de empolgação. O clipe para divulgá-la tem a direção do badalado fotógrafo e diretor americano Mark Selinger.

Em texto enviado à imprensa, o autor de Are You Gonna Go My Way e It Ain’t Over ‘Til It’s Over explica a motivação básica por trás de sua nova canção:

“Essa música é muito especial para mim. É tudo uma questão de esperança, união e permanência sem medo na busca de sua paixão e propósito. Mark e eu guardamos esta mensagem no coração. Queríamos celebrar a beleza das Bahamas no vídeo e tentar capturar o espírito de inspiração sinônimo das ilhas. É algo que quero compartilhar quando voltar para a estrada. ”

Raise Vibration (clipe)- Lenny Kravitz:

Losing My Religion, do R.E.M., vira EDM nas mãos de Steve Aoki

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Por Fabian Chacur

O DJ americano Steve Aoki, um dos mais bem-sucedidos mundialmente na música eletrônica, mais especificamente em uma de suas tendências mais populares, a EDM (electronic dance music), acaba de lançar uma releitura que irá surpreender a muita gente. Trata-se de Losing My Religion, maior hit do R.E.M. lançado há exatos 30 anos. A nova versão, com uma batida fortemente dançante e timbragem eletrônica com sabor de anos 1990, traz os vocais da cantora canadense MLKA e também os DJs Gattuso e Aukoustics.

MKLA é conhecida no cenário dance por ter participado em 2019 do single Save Me, do brasileiro Vintage Culture, enquanto o americano Gattuso já havia também transformado outro clássico roqueiro dos anos 1990, Creep, do grupo britânico Radiohead, e Aukoustics é talento da nova geração.

Em texto enviado à imprensa, Aoki, de 43 anos, explica a motivação desse remake sonoro, gravado em seu estúdio situado em Las Vegas a partir de uma demo criada por Gattuso:

“Losing My Religion é a minha favorita do R.E.M., eu a amava quando criança. Era hora de trazer de volta e fazer uma versão 2021 para as pistas, e as pessoas não esperariam. Nós a fizemos especial.”

Losing My Religion– Steve Aoki, Gattuso, Aukoustics, MKLA:

Sheryl Crow e Emmilou Harris em single que antecede disco ao vivo

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Por Fabian Chacur

Desde que iniciou sua carreira-solo há mais de 30 anos, Sheryl Crow não só emplacou diversos hits e vendeu milhões de discos como também se firmou como uma incrível artista no quesito shows. Para quem por ventura ainda tem alguma dúvida disso, no dia 13 de agosto sairá, em CD duplo, LP de vinil quádruplo e nas plataformas digitais, Live From The Ryman And More, um novo registro flagrando essa incrível cantora, compositora e musicista americana em seu habitat natural, os palcos mundo afora.

O repertório traz 27 faixas que dão uma geral no repertório da artista, extraído de shows realizados no Ryman Auditorium, em Nashville, The Ace Theatre, em Los Angeles e o New York Folk Festival, em Rhode Island. Além de sua afiadíssima banda de apoio, ela conta com participações especiais de nomes do calibre de Emmilou Harrys, Brandi Carlile, Jason Isbell, Lucius, Maren Morris, Natalie Hemby, Amanda Shires e Stevie Nicks.

Eis as faixas de Live From The Ryman & More:

1- Steve McQueen
2- A Change Would Do You Good
3- All I Wanna Do
4- My Favorite Mistake
5- Tell Me When It’s Over
6- Everything Is Broken (featuring Jason Isbell)
7- Can’t Cry Anymore
8- Prove You Wrong (featuring Stevie Nicks, Maren Morris, Waddy Wachtel, Steve Jordan)
9- Run, Baby, Run (featuring Lucius)
10- Don’t (featuring Lucius)
11- Strong Enough (featuring Lucius)
12. Leaving Las Vegas
13- It Don’t Hurt
14- Still The Good Old Days
15- Cross Creek Road
16- Nobody’s Perfect (featuring Emmylou Harris)
17- Home
18- Maybe Angels
19- Real Gone
20- Wouldn’t Want To Be Like You/Na Na Song
21- Beware Of Darkness (featuring Brandi Carlile)
22- The First Cut Is The Deepest
23- Best Of Times
24- If It Makes You Happy
25- Soak Up The Sun
26- Everyday Is A Winding Road
27- I Shall Believe (featuring Lucius)

Nobody’s Perfect (Live From Ryman)– Sheryl Crow & Emmilou Harris:

Garbage se inspira nos protestos no Chile para criar novo single

Garbage por Joseph Cultice 1

Por Fabian Chacur

Shirley Manson, carismática cantora do Garbage, presenciou no Chile parte dos protestos da população local que tiveram início em 2019 e foram motivadas por atos do governo que desrespeitavam os direitos dos mais necessitados. Nascia ali a inspiração para No Gods No Masters, faixa que acaba de ser disponibilizada pela banda americana e que dará nome ao 7º álbum deles, que a gravadora BMG promete lançar no dia 11 de junho.

Em declaração divulgada por um press release enviado à imprensa, Manson dá mais detalhes sobre essa canção, um rock energético e com tempero eletrônico que lembra os anos 1980:

“Estava em Santiago durante os protestos ali, que foram muito emocionantes. Andávamos pela cidade e ela estava coberta de pichações, em todos os antigos museus e palácios. E eu fiquei chocada. Foi nesse momento que as pessoas incríveis com quem eu estava disseram: ‘Mas por que você está tão chocada? Estamos protestando contra a violência a vidas humanas e as propriedades, e são os edifícios e monumentos que foram danificados aqui que te chocaram?’. E, de fato, os seres humanos estão sendo massacrados, e é nisso que você deve se concentrar. Isso foi como um tapa na cara”.

No Gods No Masters (clipe)- Garbage:

Counting Crows volta à tona com single e EP inédito sai em maio

Counting Crows - Butter Miracle, Suite One

Por Fabian Chacur

Desde o lançamento do álbum Somewhere Under Wonderland (2014), o ótimo grupo americano Counting Crows deu uma certa sumida de cena. Depois desses sete longos anos, eles finalmente nos proporcionam um novo single. Trata-se da deliciosa balada Elevator Boots, com fortes ecos de The Band e Van Morrison e pontuada pelos vocais emocionados de Adam Duritz. Trata-se da primeira prévia do EP Butter Miracle Suite One, que a BMG promete disponibilizar nas indefectiveis plataformas digitais no dia 21 de maio.

Elevator Boots equivale à segunda parte do que Duritz define como uma suíte. Ele explica, em press release enviado à imprensa:

“Enquanto escrevia o final da 1ª faixa, fiquei tocando os dois principais acordes para frente e para trás por um tempo, apenas curtindo a maneira como a música terminava em um loop. Por capricho, mudei os acordes e me vi cantando uma melodia diferente. As palavras simplesmente vieram direto à minha cabeça e percebi imediatamente que era o começo de uma música diferente. Foi quando me ocorreu que eu poderia escrever uma série de músicas diferentes, cada uma tocando perfeitamente a anterior e fluindo juntas como uma longa música. Uma suíte. Depois que pensei nisso, era tudo o que eu queria fazer”.

Com três décadas de estrada, os Counting Crows estouraram logo com seu álbum de estreia, August And Everything After (1993), que inclui seu hit-assinatura Mr. Jones. O CD seguinte, Recovering The Sattelites (1996), atingiu o topo da parada americana. Desde então, foram várias turnês e hits, incluindo a deliciosa Accidentally In Love (2004), tema de Shrek 2.

Elevator Boots– Counting Crows:

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