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Fernanda Takai lança clipe de Estrada do Sol e fará um show

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por Fabian Chacur

Já está no ar o clipe de Estrada do Sol, uma das faixas de O Tom da Takai, novo trabalho solo de Fernanda Takai que está disponível em CD e nas plataformas digitais pela gravadora Deck e em vinil e fita cassete pela Polysom. O álbum traz composições de Tom Jobim, e conta com produção e participação de dois craques da bossa nova, Roberto Menescal e Marcos Valle.

As cenas do clipe foram registradas em um estúdio durante as gravações do disco, e mostram em cena, além da cantora do Pato Fu, os músicos Roberto Menescal (guitarra), Marcos Valle (Rhodes),João Cortez (bateria), Adriano Giffoni (baixo) e Adriano Souza (piano, vibrafone e órgão), um time afiadíssimo que dá a Estrada do Sol uma levada latina deliciosa que a voz suave da cantora complementa com categoria.

Fernanda mostrará o repertório de O Tom da Takai em show no Rio de Janeiro que será realizado dia 3 de agosto (sexta) no Blue Note Rio (avenida Borges de Medeiros, nº 1.424- Lagoa- fone 0xx21-3799-2500), com ingressos a R$ 75,00 (meia) e e R$ 150,00 (inteira) por sessão. Sim, teremos duas sessões no mesmo dia, uma às 20h e a outra às 22h30.

Estrada do Sol (clipe)- Fernanda Takai:

Danilo Caymmi revisita hits e releituras com show em SP

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Por Fabian Chacur

Há 50 anos, Danilo Caymmi viu pela primeira vez uma música de sua autoria, Andança (parceria dele com Paulinho Tapajós e Edmundo Souto Neto), fazer sucesso. A canção atingiu o 3º posto no Festival Internacional da Canção, interpretada por Beth Carvalho e Golden Boys. Desde então, o filho de Dorival Caymmi ampliou e muito seus horizontes profissionais. Ele se apresenta neste sábado (24) às 21h30 em São Paulo no Tupi or Not Tupi (rua Fidalga, nº 360- Vila Madalena- fone 0xx11-3813-7404), com ingressos a R$ 80,00.

Nascido no Rio de Janeiro, Danilo Candido Tostes Caymmi completou 70 anos de idade no último dia sete. Apesar de filho de um dos grandes nomes da história da nossa música, ele não pensava inicialmente em seguir a profissão do autor de Só Louco. Uma participação no álbum Caymmi Visita Tom (1964), que reuniu Tom Jobim e Dorival Caymmi, marcou sua estreia em disco, com apenas 16 anos. A carreira como compositor, músico e intérprete ganhou força nos anos 1970.

Na década de 1980, integrou a célebre Banda Nova, que acompanhou em discos e shows pelo mundo Tom Jobim. E foi nela que ele passou a desenvolver mais o seu talento como cantor, incentivado pelo Maestro Soberano. Desde então, consolidou uma carreira solo brilhante, na qual conciliou composições próprias com releituras de canções alheias, sempre com classe e a rara capacidade de conciliar sofisticação com um apelo popular em suas gravações.

Leia entrevista de Mondo Pop com Danilo Caymmi aqui.

Seu mais recente trabalho, Danilo Caymmi Canta Tom Jobim, traz 11 releituras de clássicos de Tom, com direito á participação especial da cantora Stacey Kent em Estrada do Sol. Dá para se esperar alguma coisa deste CD no show deste sábado (24), além de clássicos como Andança, Casaco Marrom e algumas do papai famoso. Além dele nos vocais e flauta, teremos no palco o experiente pianista, arranjador, compositor e maestro paulistano Marinho Boffa. Um show minimalista e certamente com os deliciosos “causos” que Danilo narra tão bem.

Casaco Marrom– Danilo Caymmi:

Fernanda Takai, Marcos Valle e Roberto Menescal, juntos

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Por Fabian Chacur

A música de Tom Jobim é eterna, e merece ser eternamente celebrada. Especialmente se isso ocorrer através de artistas de talento comprovado. A expectativa, portanto, é grande em relação ao trabalho que reunirá Roberto Menescal, Marcos Valle e Fernanda Takai, um álbum cujo título já está definido- O Tom da Takai– e que trará releituras de 12 composições do saudoso Maestro Soberano. O lançamento está previsto para maio, via gravadora Deck.

O encontro do trio ocorreu em um dos shows que celebrou em 2017 os 80 anos de idade de Roberto Menescal, violonista, compositor e um dos nomes mais importantes da história da bossa nova. Aliás, foi ali mesmo que ele fez o convite aos parceiros, de forma pública, e recebeu um sonoro sim como resposta. Os arranjos e a produção serão divididos meio a meio entre ele e o tecladista Marcos Valle, sendo que eles tocarão juntos em todas as faixas e Takai será a cantora.

Com gravações agendadas para o estúdio Tambor, no Rio de Janeiro, o álbum tem tudo para ser dos melhores, pois as recentes experiências de Fernanda Takai interpretando canções do repertório de Nara Leão foram simplesmente impecáveis. Com sua voz suave e afinadíssima, ela fez fama como cantora do grupo Pato Fu, e há dez anos desenvolve paralelamente uma carreira solo que tem gerado frutos bem bacanas, com forte presença de bossa nova no repertório.

Chega de Saudade (ao vivo)- Fernanda, Menescal e Valle:

Piano, Voz e Jobim será tema de um show nesta quinta (28)

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Por Fabian Chacur

O tema é Tom Jobim. Sim, a obra deste inesquecível cantor, compositor, músico, arranjador e um dos grandes mestres da música brasileira. Piano, Voz e Jobim, CD lançado pelo cantor Augusto Martins em parceria com o pianista Paulo Malaguti Pauleira, será lançado no Rio de Janeiro com um show nesta quinta (28) às 20h na Sala Cecilia Meireles (rua da Lapa, nº 47- fone 0xx21-2332-9223), com ingressos a R$ 20,00 e R$ 40,00.

Se estivesse entre nós, o incrível e eterno Maestro Soberano teria completado 90 anos de idade neste 2017. E este CD certamente é uma das grandes homenagens a ele. Com mais de 20 anos de estrada, o cantor Augusto Martins já mergulhou nos songbooks de Djavan, Zé Kéti e Ismael Silva, com uma discografia refinada na qual se revela um estilista, concentrando-se nas interpretações como os cantores de outras eras e mostrando-se craque nessa seara.

Para dividir com ele este mergulho na obra do Tom, um nome mais do que especial. Paulo Malaguti Pauleira integrou os grupos Céu da Boca e Arranco de Varsóvia, e em 2013 recebeu a difícil tarefa de substituir o saudoso Magro Waghabi no MPB-4. Arranjador vocal e pianista, ele se mostrou o parceiro ideal para Augusto nesta empreitada, que funciona no esquema voz-piano, sem outros instrumentos, mostrando dessa forma as canções em sua essência.

Os arranjos intimistas fazem jus à beleza do repertório de 15 canções de Jobim e parceiros, com direito a Estrada do Sol, Chovendo na Roseira, Insensatez, Luiza, O Morro Não Tem Vez e Retrato Em Preto e Branco. Amor em Paz conta com a participação especial de Ivan Lins no vocal e piano, funcionando como uma espécie de cereja do bolo. O diálogo entre a voz de Augusto e as teclas de Malaguti é uma das coisas mais belas lançadas em 2017 no setor MPB. Baita tributo!

Estrada do Sol– Augusto Martins e Paulo Malaguti Pauleira:

Polysom relança em vinil dois álbuns do Maestro Soberano

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Por Fabian Chacur

A Polysom, em parceria com a gravadora Warner, está acrescentando dois belíssimos itens a sua coleção Clássicos em Vinil, que está relançando em vinil de 180 gramas alguns dos grandes clássicos da nossa música popular. Desta vez, foram pinçados álbuns da discografia do saudoso Maestro Soberano, que todos sabem ser o eterno Tom Jobim. Os títulos são Urubu (1975) e Terra Brasilis (1980), ambos com a qualidade habitual da obra deste grande mestre da Bossa Nova.

Urubu foi gravado em Nova York por Tom, que cantou, tocou piano acústico e elétrico e também violão. Os arranjos e regência da orquestra que o acompanhou ficaram a cargo do célebre maestro alemão Claus Ogerman. Entre outros, participaram do álbum feras como Ron Carter (baixo), João Palma (bateria), Ray Armando (percussão) e Miúcha (vocais na faixa Boto). Ligia, Ângela e Saudades do Brasil são algumas das oito faixas deste antológico trabalho.

Terra Brasilis é um LP duplo produzido pelo lendário produtor Aloysio de Oliveira, com arranjos escritos por Claus Ogerman. O disco conta com releituras de maravilhas do porte de Wave, Dindi, Samba de Uma Nota Só, Desafinado, Modinha e Se Todos Fossem Iguais a Você, em um total de 20 faixas. Uma curiosidade é a participação, tocando violão, de Bucky Pizzarelli, grande músico de jazz que também é pai do guitarrista John Pizzarelli, outro fã de Tom e de bossa nova.

Urubu- Tom Jobim (álbum na íntegra em streaming):

Danilo Caymmi lança logo um álbum celebrando Tom Jobim

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Por Fabian Chacur

A data já está definida, e não poderia ser mais simbólica. Sairá no dia 25 de janeiro, quando Tom Jobim faria 90 anos de idade, o álbum Danilo Caymmi Canta Tom Jobim, com distribuição a cargo da Universal Music. O álbum investe no riquíssimo repertório do Maestro Soberano, de cuja Banda Nova Danilo fez parte durante alguns anos.

Em suas entrevistas, Danilo, que é filho de Dorival Caymmi e irmão de Nana e Dori, além de pai de Alice (eita família musical essa aí!), sempre ressalta a importância de Tom em sua autodescoberta como cantor. Ele foi convidado para integrar a Banda Nova em 1983. Durante um ensaio, o autor de A Felicidade pediu para que o rapaz interpretasse duas músicas. Pronto. O até então apenas músico resolveu também se dedicar ao canto, e com muito sucesso.

Com uma voz deliciosa, de timbre grave e sempre bem colocada, Danilo Caymmi se tornou presença constante em shows e gravações de alta qualidade no Brasil e exterior. Ele aproveitará o dia 25 de janeiro para atender a imprensa, no intuito de divulgar este novo álbum, que pela qualidade de autor e intérprete tem tudo para se tornar clássico.

A Felicidade (ao vivo)- Tom Jobim e Banda Nova:

Polysom lança caixa com LPs da Elenco

Por Fabian Chacur

Dando prosseguimento a sua brilhante série de relançamentos de clássicos da MPB no formato vinil, a gravadora Polysom vai além, desta vez. O novo produto da série é uma luxuosa caixa com cinco LPs de vinil de 180 gramas com itens do catálogo da gravadora Elenco, que existiu de 1963 a 1968 e cuja marca era a exuberante qualidade imprimida em todos os aspectos daquilo que lançava.

Nesta caixa, que a Polysom pretende que seja apenas a primeira de uma série, foram incluídos cinco títulos bem representativos do que o selo criado pelos consagrado produtor musical Aloysio Oliveira lançou em seus cinco anos de existência. Vale lembrar que o fino da MPB da época passou por ali, com títulos de nomes como Dorival Caymmi, Tom Jobim, Edu Lobo, MPB-4, Nara Leão e outros do mesmo nível.

Os álbuns foram licenciados pela Universal Music, atual detentora de seus direitos fonográficos. Vinícius e Odette Lara (1963) é histórico por ter sido o primeiro LP a sair com o selo Elenco, e traz 12 parcerias do Poetinha com Baden Powell no que foi o início dessa abençoada dobradinha de compositores, com interpretações vocais a cargo de Vinícius e da atriz e cantora Odette Lara.

Nara (1964) mostra Nara Leão esbanjando personalidade já no início de sua trajetória musical, interpretando com categoria e doçura maravilhas como Berimbau, Diz Que Fui Por Aí e outras, de autores como Vinícius de Moraes, Baden Powell e Cartola, só para citar alguns. A musa da bossa nova mergulhava em outros rumos musicais, com jogo de cintura e categoria.

Vinícius e Caymmi no Zum Zum (1965) foi gravado em estúdio e teve como inspiração shows bem-sucedidos realizados pelos dois mestres da MPB ao lado do grupo vocal feminino Quarteto Em Cy, então iniciando sua vitoriosa trajetória, na boate Zum Zum, situada no musical bairro de Copacabana. Formosa, Minha Namorada e Adalgiza são algumas das músicas incluídas nesse trabalho.

Bossa Nova York (1967) traz Sérgio Mendes, hoje mais lembrado pelo trabalho que realizou com suas orquestras/bandas, capitaneando um trio fantástico integrado por ele no piano, Tião Neto (baixo, depois tocaria com Tom Jobim) e Edison Machado (bateria, considerado um dos grandes nomes do instrumento na história da MPB). Só Danço Samba e Garota de Ipanema estão no set list do LP.

Completa a coleção um dos discos mais icônicos da história da MPB. Caymmi Visita Tom (1965), como o nome já entrega, reúne Dorival Caymmi, Tom Jobim e seus filhos, com destaque para Nana, Dori e Danilo Caymmi. O repertório é delicioso, e inclui clássicos como Inútil Paisagem e Saudade da Bahia em interpretações soltas, intensas e repletas de musicalidade pelos participantes.

Ouça Caymmi Visita Tom em streaming:

Vem aí coleção em homenagem a Tom Jobim

Por Fabian Chacur

Chegará às bancas de jornal e outros postos de venda no próximo dia 14/4 uma coleção que certamente irá chamar a atenção dos fãs da melhor música brasileira, e especialmente da bossa nova. Trata-se da Coleção Folha Tributo a Tom Jobim, com 20 volumes que trazem CDs dedicados ao repertório do eterno Antonio Brasileiro, em interpretações dele e de outros nomes importantes da música.

A coleção traz títulos da carreira solo do autor de Águas de Março e também outros gravados em parceria com um ou mais parceiros, trabalhos coletivos e mesmo compilações com grandes nomes da música relendo suas composições. Também foram incluídos alguns títulos de outros artistas que tiveram participação fundamental de Tom como arranjador, músico ou autor, e alguns lançamentos póstumos.

Os dois primeiros volumes (que serão vendidos juntos a R$ 16,90; os outros volumes custarão esse mesmo valor, mas individualmente) são o póstumo Tom Canta Vinícius Ao Vivo (2000) e The Composer Of ‘Desafinado’ Plays (1963), gravado visando o mercado internacional na época, com ótima repercussão. A seleção de álbuns é bem representativa e abrangente, dando uma geral certeira na carreira do saudoso Maestro Soberano.

Os próximos volumes, em ordem numérica e com previsão de lançamento semanal, serão os abaixo discriminados:

3- Elis & Tom (1974- com Elis Regina)

4- Passarim (1987)

5- Wave (1967)

6- Getz/Gilberto (1963- com Stan Getz e João Gilberto)

7- O Tempo e o Vento (1985- trilha da minissérie global)

8- Tide (1970)

9- Matita Perê (1973)

10- Rio Revisited (1989- com Gal Costa)

11- Edu & Tom (1981- com Edu Lobo)

12- Tom Jobim Ao Vivo Em Montreal (2007-ao vivo-póstumo)

13- Antonio Carlos Jobim and Friends (1996-ao vivo-póstumo)

14- The Astrud Gilberto Album (1965- da cantora Astrud Gilberto; Tom participa como músico e compositor)

15- Caymmi Visita Tom (1965- com Dorival Caymmi e os filhos)

16- Tom, Vinícius, Toquinho, Miúcha (1977 – com Vinícius de Moraes, Toquinho e Miúcha)

17- Canção do Amor Demais (1958- de Elizeth Cardoso- Tom participa como músico e arranjador)

18- Antonio Brasileiro (1994)

19- Tom no Feminino (2008- coletânea com várias intérpretes)

20- Tom Masculino (2008- coletânea com vários intérpretes)

Ouça Águas de Março, com Tom Jobim e Elis Regina:

Filme mostra Tom Jobim só com suas músicas

Por Fabian Chacur

O consagrado cineasta Nelson Pereira dos Santos esbanjou inovação e criatividade em seu novo trabalho. A Música Segundo Tom Jobim procura mostrar o saudoso Maestro Soberano única e exclusivamente através da interpretação de algumas de suas músicas mais famosas.

Nada de entrevistas, locutor, ordem cronológica rígida ou coisas assim. O documentário, já em cartaz nos cinemas paulistanos, exibe artistas das mais diversas tendências e eras apresentando suas releituras de clássicos do naipe de Wave, Eu Sei Que Vou Te Amar, Garota de Ipanema e diversos outros.

O resultado é delicioso. De cara, ficar ouvindo durante mais de 90 minutos algumas das músicas mais belas já compostas na história da humanidade equivale a uma sublime pausa nessa vida maluca que a gente tem de encarar diariamente. Um bálsamo, uma dose de energia necessária.

A escolha dos intérpretes é bem abrangente, indo desde gente que veio antes de Tom, como Elizeth Cardoso, como jovens de gerações bem posteriores, como Fernanda Takai, dá uma boa ideia de como a obra de Antonio Carlos Jobim é universal e ultrapassou os limites do tempo.

As performances, extraídas de shows e gravações que vem desde os anos 50 até o século 21, se dividem entre alguns momentos hilariantes, que enfocam a faceta “música para turista” que eventualmente a bossa nova teve, até experimentos com música pop moderna.

Além de astros como Elis Regina, Gal Costa, Sarah Vaughan, Diana Krall, Judy Garland, Nara Leão, Frank Sinatra Chico Buarque e Maysa, temos em vários momentos o próprio Jobim esbanjando categoria cantando e tocando suas cobiçadas crias musicais.

Cenas de arquivo vão situando o espectador e exemplificam a passagem do tempo na vida do próprio Tom, que aparece desde seus tempos de jovem até seus últimos anos.

Uma sacana sensacional é o fato de o filme não ter legendas para identificar os intérpretes e a época em que as performances foram gravadas, enquanto são exibidas. Isso dá uma leveza à película, além de deixar as imagens limpas.

Como forma de identificar no fim do documentário os participantes e os anos de cada gravação, temos uma telinha apresentando uma foto de cada performance em questão, copiando o recurso utilizado pelo Youtube para identificar seus vídeos. Golaço!

A Música Segundo Tom Jobim é uma belíssima homenagem ao mais celebrado nome da história da música brasileira no exterior. Nelson Pereira dos Santos já aprontou outro filme sobre o mestre da MPB, A Luz de Tom, previsto para estrear no fim de 2012. Que venha logo!

Tom Jobim e Elis Regina interpretam Águas de Março:

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