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Badi Assad e Barbatuques são atrações em um show grátis

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Por Fabian Chacur

Que tal ver dois belos shows em um lugar lindo e histórico, e sem pagar nada por isso? A oportunidade rola na próxima quarta-feira (25), na comemoração dos 463 de São Paulo. No charmoso Theatro Municipal da cidade (Praça Ramos de Azevedo, s/nº), às 11h, estarão em cena o grupo Barbatuques e a cantora e violonista Badi Assad. Os ingressos devem ser retirados duas horas antes das performances, que serão imperdíveis.

Com quatro álbuns no currículo, o Barbatuques surpreende a todos pelo fato de fazer música valendo-se apenas de sonoridades criadas através dos corpos de seus integrantes. Além do forte apelo visual, o show do grupo impressiona pela bela musicalidade, que mistura elementos de diversas origens para gerar um som contagiante, repleto de surpresas e muito bom de se ouvir. Seu mais recente lançamento é o CD Ayú, que conta com participações de Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos.

Por sua vez, Badi Assad está há 25 anos na estrada, firmando-se no Brasil e no exterior graças a uma ótima voz e a uma performance particular e criativa como violonista. Ela lançou recentemente seu 14º álbum, Singular (intitulado Hatched na versão internacional), que traz composições próprias e também releituras inesperadas de músicas de astros da atual música pop, como Lorde, Mumford & Sons e Skrillex.

Royals (clipe)- Badi Assad:

Barbatuques lança seu álbum Ayú em SP no Sesc Pompeia

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Por Fabian Chacur

Uma das coisas mais difíceis de se fazer é um trabalho musical que consiga ser ao mesmo tempo inventivo, original e bom de se ouvir. É exatamente isso o que o grupo Barbatuques concretiza de forma consistente desde 1997. Esse timaço mostra o repertório de seu novo álbum, Ayú, com shows nesta quinta (27) e sexta (28) às 21h no teatro do Sesc Pompeia (rua Clélia, nº 93- Pompeia- fone 0xx11-3871-7700), com ingressos de R$ 9,00 a R$ 30,00.

Integrado por Fernando Barba (criador da banda), André Hosoi, André Venegas, Charles Raszl, Flávia Maia, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Luciana Cestari, Lu Horta, Mairah Rocha, Marcelo Pretto, Maurício Maas, Renato Epstein e Taís Balieiro, a Barbatuques conta em seu currículo com quatro CDs (incluindo o mais recente) e dois DVDs. Para fazer sua música, eles se valem “apenas” de percussão corporal e de suas vozes. Ouça o CD Ayú e acredite se puder.

Com sua música corporal, o grupo extrai sonoridades as mais diversas possíveis, emulando instrumentos distintos com timbres inusitados e cativantes. Aliando esses sons a vocalizações simplesmente arrasadoras, temos aqui uma massa sonora contagiante que se vale também da musicalidade das palavras para apresentar muito beat, boas melodias e improvisos dignos dos melhores e mais criativos jazzistas.

Difícil classificar o som do Barbatuques. Uma mistura de diversos ritmos brasileiros, aliados a ska, reggae, funk, soul, africanidades diversas, música de origem indígena e sabe mais o que. Se ouvir seus discos já nos deixa em dúvida se a coisa é só na base do gogó e do corpo, ao vivo então você jura que está tendo uma alucinação. É demais!

O Barbatuques já fez parcerias com nomes do porte de Bobby McFerrin, Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelos, Camille, Keith Terry, One Giant Step e Badi Assad. Eles abriram a cerimônia de encerramento das Olimpíadas Rio 2016 e também participaram da Copa do Mundo da África do Sul, International Body Music Festival (EU), Festival Europalia (Bélgica) e Lollapalooza Brasil, além de participarem de trilhas de filmes como Rio 2, Tropa de Elite, Trash e O Menino e o Mundo.

Ouça Kererê, com o Barbatuques:

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