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Tag: música brasileira anos 2000

O Teatro Mágico mostra músicas de Luzente em SP

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Por Fabian Chacur

Após cinco longos anos, O Teatro Mágico está de volta. O grupo, que se mantém há 19 anos na estrada, conquistando fãs com sua mistura de performances teatrais/circenses e muita música bacana, acaba de lançar Luzente, novo álbum, que eles definem como mais dançante, pop e moderno. O novo repertório será apresentado em São Paulo com shows neste sábado (23) às 19h e domingo (24) às 18h no Fabrique Club (rua Barra Funda, nº 1.071), com ingressos de R$ 48,00 a R$ 190,00 (mais informações aqui).

Fernando Anitelli (voz e violão) e sua turma, atualmente composta por Nô Stopa (violão e voz), Filipe Coimbra (guitarra), Fred Heliodoro (baixo), Fred Selva (teclado), Rafael dos Santos (bateria), Andrea Barbour (performance) e Mateus Bonassa (circo), mostrará as novas canções e também hits. Entusiasmado, Anitelli dá uma geral sobre o atual momento do grupo:

“Estamos ansiosos por esse reencontro com os paulistanos. Tocaremos o novo álbum praticamente inteiro, conectando músicas novas a outras canções de força e intenção poética semelhantes. Teremos muitas novidades no cenário e iluminação. Chegou o momento de juntos sermos luzentes!”

Instalação (clipe)- O Teatro Mágico:

Caça Joia abre espaços para novos talentos no canal Futura

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Por Fabian Chacur

Estreia nessa sexta (5) às 21h15 no Canal Futura a série Caça Joia. Com 13 episódios de 15 minutos cada, trata-se de uma atração cujo objetivo básico é apresentar ao grande público novos talentos da música brasileira, seguindo como parâmetros de seleção a qualidade e a história de cada nome, deixando de lado fatores como número de seguidores nas redes sociais. A apresentação ficou a cargo do excelente músico e ex-VJ da MTV Chinaina (antes conhecido como China), que tem uma extensa e consistente atuação na cena musical brasileira nos últimos vinte e poucos anos.

Com direção de Pamela Gachido e produção da Pedra Onze, o programa trará um artista por episódio, complementado por depoimentos de nomes importantes do mercado como os cantores Pedro Luis e Céu, Zé Ricardo (curador do palco Sunset do Rock in Rio) e Gutie (curador do festival Recbeat). Além da música em si, teremos também dicas importantes sobre questões como registro formal das canções, networking e muito mais.

Esta primeira temporada de Caça Joia procurou dar um mergulho abrangente em termos rítmicos, trazendo representantes de várias tendências, entre as quais a nova MPB, reggae, música eletrônica e ijexá, por exemplo. A atração televisiva, além das exibições nas sextas às 21h15 também terá reprises domingos às 9h, terças às 12h e quintas às 18h e será disponibilizada nos canais de streaming Globo e Globoplay.

Uma novidade interessante fica por conta de material complementar. Cada episódio desta série terá um podcast correspondente e complementar, com maior duração e nos quais os artistas contam com um espaço um pouco maior para falar sobre suas canções e carreiras.

Veja o trailer do programa Caça Joia:

Delia Fischer e Ney Matogrosso juntos na bela Blues de Acabar

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Por Fabian Chacur

Uma das gravações mais tocantes do ano acaba de ser disponibilizada nas plataformas digitais. Trata-se de Blues de Acabar, que reúne a cantora, compositora, pianista e diretora musical Delia Fischer com o astro da nossa música Ney Matogrosso. A balada com traços eruditos e uma melodia delicada de autoria de Delia traz uma letra cortante, escrita por Marcio Moreira, que retrata como poucas os atos finais de uma relação amorosa que, pensava-se, poderia durar mais do que de fato durou. Arrepiante, para dizer o mínimo.

Aliás, a gravação segue uma orientação minimalista, pois reúne apenas a artista carioca (cantando e tocando um piano encantador) e esse grande craque da canção cuja voz parece vinho, cada vez melhor mesmo após cinco décadas em atividade. Blues de Acabar integrará o álbum digital Hoje, previsto para ser lançado no dia 21 de maio. Em press release enviado à imprensa, Delia fala sobre essa composição inspiradíssima:

“A letra me chegou em meio a pandemia com o título original de Samba de Acabar. Confesso que tentei enquadrá-la nesse formato, mas a melodia que nasceu tinha muita influência do blues. Propus manter como uma bossa, mas de tanto tocá-la, o samba e a bossa deram lugar ao blues, reforçando ainda mais o discurso da canção, que fala das dores do amor, tema clássico e recorrente no cancioneiro da antiga e também atual MPB”.

Na ativa desde os anos 1980, Delia Fischer integrou o Duo Fenix ao lado de Claudio Dauelsberg, com quem gravou um álbum em 1988. Depois, lançou trabalhos-solo, atuou com artistas como Toninho Horta, Erasmo Carlos, Ana Carolina, Bob Baldwin (EUA) e Lisa Nilsson (Suécia) e foi diretora musical de musicais como Beatles Num Céu Com Diamantes, Milton Nascimento- Nada Será Como Antes e Elis, A Musical, entre outros.

Blues de Acabar (clipe)- Delia Fischer e Ney Matogrosso:

Khalil estreia em disco com um álbum vibrante e consistente

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Por Fabian Chacur

E há quem renegue a internet como um todo… Lógico que a rede mundial digital tem seus problemas, mas ela proporciona ao ser humano belas possibilidades. Sem essa ferramenta, por exemplo, o cantor, compositor e músico Khalil Magno Menegolo certamente não teria sido descoberto pelo fotógrafo e produtor brasileiro radicado em Portugal Sergio Guerra, ao postar de forma despretensiosa um vídeo de sua canção Quem é Deus. E, hoje, não teríamos à nossa disposição seu belo álbum de estreia, De Cara Pro Vento (Maianga Discos-Dubas).

Nascido em Sorocaba (SP), onde mora até hoje, Khalil começou a tocar violão aos 13 anos de idade em Belém do Pará, cidade originária da família materna. A paterna tem suas raízes em Garanhuns (PE). Após tocar em bares e mesmo em ônibus e nas ruas da sua cidade natal, ele começou a fazer vídeos caseiros de suas canções. E foi assim que ele foi descoberto e recebeu o convite de Sergio Guerra para gravar um disco em Portugal, em 2019.

Com produção, arranjos e programações a cargo de Alê Siqueira, o cantor que hoje beira os 25 anos de idade fez uma seleção de suas composições desses anos todos, e chegou ao repertório de 13 faixas que integra De Cara Pro Vento. Logo de início, chamam a atenção as suas letras, extensas e repletas de mergulhos certeiros nos vários aspectos da vida, indo do amor e relações humanas até a política, algo quase inevitável nos tempos atuais.

Tudo gira em torno de seu violão incisivo e da sua voz assertiva, forte, ora áspera, ora mais doce, refletindo influências de Caetano Veloso, Chico Cesar e de outros artistas capazes de fazer com categoria essa mistura dos ritmos brasileiros de raiz com uma urbanidade mais próxima dos sons universais. Mas essa brasilidade prevalece o tempo todo, com uma variação de levadas rítmicas e soluções melódicas muito bem concatenadas por ele.

Khalil mostra muita personalidade e desenvoltura em canções como Força, Seja Feliz, Quem é Deus? e Revolução dos Bichos. E vale destacar a belíssima edição física em CD de De Cara Pro Vento, no formato de um pequeno livro com capa dupla e encarte com as letras. De Sorocaba para o mundo, um artista que tem tudo para se firmar no cenário da música. Valeu, Dona Internet!

Ouça De Cara Pro Vento em streaming:

Zeca Baleiro e Cynthia Luz divulgam single com clipe

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Por Fabian Chacur

Há não muito tempo, Zeca Baleiro e Cynthia Luz lançaram Era Uma Vez, parceria deles incluída no álbum da cantora intitulado Efeito Borboleta. Agora, é a vez de a dupla nos oferecer Mais Leve, composta e interpretada em dueto por eles. Faixa do volume 1 do álbum O Amor No Caos, do cantor, compositor e músico maranhense, esta canção está sendo divulgada com um recém-lançado clipe.

Com uma levada r&b/charm bastante envolvente, a canção poderia ser um hit em outros tempos mais generosos com este tipo de canção um pouco mais elaborada, embora extremamente acessível.

O roteiro do clipe foi assinado pelo próprio cantor em parceria com Marcos Faria (do Estúdio Bong), que por sua vez se incumbiu da direção e da criação da animação que marca de forma positiva este vídeo. Uma animação de muito bom gosto e que ilustra de forma delicada a canção, com direito a representações de marcas registradas dos dois artistas.

O Amor No Caos, lançado pelo selo do próprio Zeca, a Saravá Discos, disponível em CD, vinil e distribuído nas plataformas digitais pela ONErpm, saiu em dois volumes. O primeiro, de pegada mais pop, traz participações de Cynthia e também de Frejat e Paulinho Moska. O segundo, que o artista define como mais acústico e menos pop, apresenta colaborações com Diana Pequeno, Tatiana Parra, Jade Baraldo e a portuguesa Susana Travassos.

Mais Leve (clipe)- Zeca Baleiro e Cynthia Luz:

Abacaxepa lança Caroço com um show no Auditório Ibirapuera (SP)

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Por Fabian Chacur

Com uma estética sonora e visual bastante influenciada pela música brasileira dos anos 1970 e muito bem adaptada para os tempos atuais, a banda Abacaxepa vai aos poucos cativando um público fiel graças à consistência e energia de seu trabalho. Seu primeiro álbum, Caroço, lançado pelo selo YBmusic e disponível nas plataformas musicais, será lançado com um show em São Paulo nesta sexta (13) às 21h no Auditório Ibirapuera (avenida Pedro Álvares Cabral- Portão 2 do Parque Ibirapuera- fone 0xx11-3629-1075), com ingressos a R$ 15,00 (meia) e R$ 30,00 (inteira).

Carol Cavesso (voz), Bruna Alimonda (voz), Rodrigo Mancusi (voz), Juliano Verissimo (bateria e percussão), Ivan Santarém (guitarra e violão), Fernando Sheila (baixo), Vinícius Furquim (Rhodes, órgão Hammond e sintetizadores), integrantes do grupo radicado em São Paulo, criaram o Abacaxepa em 2016, durante as aulas de música que tiveram na Escola Superior de Artes Célia Helena. Portanto, a abordagem teatral de seu trabalho tem uma origem nobre.

Os ótimos singles Pimenta e O Dia Que Maria Levantou e o lançamento de um EP em 2018 ajudaram a impulsionar o Abacaxepa, além de shows costumeiramente lotados nos quais suas vocalizações bacanas e uma mistura afiada de rock, reggae, ritmos nordestinos, MPB, psicodelia, experimentalismos mil e muito mais encontram o local mais adequado.

Duas das músicas de Caroço (ouça o álbum em streaming aqui) já possuem videoclipes. São elas o reggae-xote Piracema e a roqueira Remédio Pra Gente Grande (veja o clipe aqui), duas belas amostras de um trabalho caudaloso e dos mais expressivos da novíssima geração da música brasileira.

Piracema (clipe)- Abacaxepa:

Marcos Munrimbau mostra seu show Aquarela de Batons em SP

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Por Fabian Chacur

Aquarela de Batons é o nome do show que o cantor e compositor Marcos Munrimbau apresenta nesta sexta-feira (30) às 21h em São Paulo no Teatro UMC (avenida Imperatriz Leopoldina, nº 550- Vila Leopoldina- fone 0xx11-2574-7749), com ingressos a R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira). Ele será acompanhado pelas musicistas Anete Ruiz (teclados, piano), Amanda Ferraresi (violoncelo) e Paula Padovani (bateria e percussão).

O fato de ser acompanhado por três mulheres não ocorre por acaso, nesse show específico. O espetáculo, cujo set list traz composições de autoria de Munrimbau, equivale, nas palavras do próprio artistas, a “uma homenagem às mulheres de todas as tribos”. O título, escolhido de forma original e muito feliz, reflete exatamente essa pluralidade por trás do universo feminino.

Uma das canções de destaque do show será Quando Você Se Aproxima, uma delicada balada com influências eruditas que ganhou um videoclipe dirigido por Edgar Bueno com participação da atriz Juliana Ladeira e cenas gravadas na praia do Capricórnio, localizada na cidade de Caraguatatuba (SP).

Marcos Munrimbau é autor de músicas como Desabafo, Tempos de Colheita e Medo, que entraram em trilhas sonoras de diversos espetáculos teatrais. Com um timbre vocal belíssimo que traz ecos de Milton Nascimento, ele se apresenta ao vivo com frequência na capital, interior e litoral do estado de São Paulo, além de ter cantado no Blue Note, em Paris. Também educador, ele criou o projeto Vozes Cidadãs, que desde 1990 promove inclusão social através da música.

Quando Você se Apaixona– Marcos Munrimbau:

Luiza Casé investe na diversidade sonora em seu álbum Mergulho

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Por Fabian Chacur

A carreira artística de Luiza Casé teve seu primeiro momento de destaque em 2010, quando ela venceu o reality show musical
Geleia do Rock, promovido pelo canal a cabo Multishow. No ano seguinte, estrelou a novela global adolescente Malhação, vivendo o papel de Lorelai. Desde então, essa atriz, cantora e compositora carioca trabalhou bastante em várias frentes, e agora apresenta o seu primeiro álbum, Mergulho, que a Universal Music disponibilizou nas principais plataformas digitais.

O álbum traz como produtores os experientes Arto Lindsay e Thiago Nassif, que deram à artista um apoio que ela avalia como decisivo. “No começo, fiquei ansiosa por trabalhar com eles, principalmente por meu lado compositora, mas eles foram muito generosos comigo, me deram o apoio de que eu precisava”.

Luiza encara o álbum como um trabalho com dois aspectos bem distintos. “Tem a ver com o meu momento atual, pois a sonoridade é bem múltipla, vai do orgânico ao eletrônico, e ao mesmo tempo reflete a minha personalidade musical como um todo”. Essa observação faz sentido pelo fato de ela ser frequentemente associada com o blues, ritmo que ela abraçou durante alguns anos. “O blues se encaixou em mim quando saí do Geleia do Rock; chorei bastante cantando blues nos primeiros shows, pois sentia muito aquelas canções”, relembra.

Atualmente, ela procura ser mais abrangente. “Com o tempo, ampliei os meus horizontes, pois uma só sonoridade não daria conta, o pop tem a flexibilidade de me abrir vários caminhos, como, por exemplo, eu fazer algo hip-hop no futuro, por exemplo; o título do álbum exemplifica bem essa minha intenção, é um mergulho em diversas possibilidades musicais”.

Canções autorais e letras elaboradas

Mergulho traz 10 faixas, sendo 8 escritas só por ela, uma em parceria com Lindsay e outra com Nassif. Além da sonoridade diversificada e pop, o repertório tem como característica o apuro das letras, bem acima da produção média atual no setor. “Sempre gostei de ler, de ver filmes, sempre me envolvi com a literatura e várias expressões de arte, tenho uma intimidade com essas linguagens, e procuro buscar um caminho próprio e original”.

Um bom exemplo dessa sensibilidade criativa é a faixa Jornais, que traz versos como “Não vou ter medo, Eu quero ver mudar, Não vou ter medo, Vou ter que enfrentar os jornais”. Ela explica o que a inspirou:

“Escrevi com a perspectiva de quem lê um jornal; as notícias atuais me chocam muito, eu tinha a tendência de fugir do noticiário, e a letra mostra como tenho me relacionado com isso, como lidar com um projeto de fuga; hoje me sinto apta para olhar para essa realidade e descobrir o que há de importante”.

A faixa título está sendo divulgada com um clipe gravado no parque aquático paulista Thermas Water Park. “Foi um dia bem intenso de gravações, umas cinco horas de trabalho; desci umas 50 vezes aquela toboágua”, relembra.

Minimalismo sustentável

Mergulho sai apenas no formato digital, e Luiza tem uma posição curiosa sobre esse tema. “Sou minimalista sustentável. Por mim, só lançaria digital, mesmo, embora ache legal se houvesse uma tiragem mais reduzida em vinil, acho legal ouvir vinil; Tenho problema com lixo, não coleciono mais nada”.

A ideia da artista carioca é manter a sua versatilidade, ela que é formada em Direito e já atuou como atriz em filmes, teatro e TV e gravou músicas para trilhas de filmes e minisséries televisivas. ” Pretendo continuar fazendo TV. Minha época adolescente não foi muito boa, eu ainda estudava quando fiz Malhação, hoje desfrutaria muito mais”, reflete. “Quando você entende a sua identidade e não foge, vê que um tipo de trabalho se encaixa com outro. É preciso foco em cada trabalho, mas não há limites”.

Luiza Casé já está com dois shows agendados para divulgar o seu álbum de estreia, nos quais será acompanhada por Mikhaila Copello (baixo), Pedro Garcia (bateria) e Felipe Fernandes (guitarra): dia 30 deste mês no Clube Manouche, no Rio, e dia 24 de agosto no Beco 203, em São Paulo, sendo que um terceiro em Belo Horizonte será divulgado em breve. Além das canções de Mergulho, ela também promete uma faixa autoral inédita, Coração na Mão. Ela tem perfis no Instagram, Twitter e Facebook.

Mergulho (clipe)- Luiza Casé:

Raquel Martins faz show nesta sexta (29) na Casa Gramo (SP)

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Por Fabian Chacur

Raquel Martins é daquelas pessoas que não vieram ao mundo a passeio. Ela é cantora, compositora, violonista, produtora musical e doutoranda em música pela Unicamp. Sempre a mil por hora, ela apresenta nesta sexta (29) a partir das 21h em São Paulo o show Música Para (R) Existir. O local será a Casa Gramo (rua Bento de Abreu, nº 223- Vila Romana- fone 0xx11-3864-4186), e estarão a seu lado no palco Gê Ruiz (baixo) e Si Sa Medeiros (percussão).

O trabalho autoral de Raquel teve seu primeiro registro discográfico em 2007, com o álbum No Vai e Vem do Metrô. Desde então, além de inúmeros shows, também nos proporcionou os CDs Homem Sem Rosto (2015), O Mar e Outras Águas (2016-com Olivia Gênesi) e Percepções Sonoro-Poéticas (2017).

No show desta sexta, ela mostrará músicas autorais e também cânticos populares de matrizes afro-brasileiros. Raquel nasceu no estado do Rio de Janeiro e está radicada em São Paulo desde 2001. Leia mais sobre ela aqui e ouça mais canções de seu repertório aqui.

Menina Moleque– Raquel Martins:

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