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Festival no Rio reúne feras do rock 80, hip hop e sertanejo

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Por Fabian Chacur

Para quem não aguenta mais notícias ruins que atualmente predominam no noticiário brasileiro e mundial, eis uma bacana. Será realizado de 14 a 16 de julho no Rio de Janeiro o Festival de Inverno Rio, com noites dedicadas a hip hop, rock brasileiro e sertanejo. Os ingressos já estão a venda, e custam, em seu primeiro lote, de R$ 40,00 a R$80,00 por dia. O local será a bela Marina da Glória, cuja reabertura ocorrerá com este evento. Mais informações: 0xx21-3180-0156 e também aqui.

O evento começa no dia 14/7 (sexta) a partir das 20h com o bloco temático Hip Hop Rio. Estão escalados integrantes expressivos da cena hip hop carioca de todos os tempos. O elenco inclui Black Alien, Filipe Ret, Gabriel e Pensador e Planet Hemp, que mostram as várias tendências do rap feito no Rio e com direito a repertório significativo.

No dia 15/7 (sábado), a partir das 18h, é a vez de Rock Brasil 35. O título é referente aos 35 anos do estouro de Você Não Soube me Amar, da Blitz, marco zero do rock brasileiro dos anos 1980. E o elenco é caprichado. Além da própria Blitz, estarão em cena Frejat (ex-Barão Vermelho, um dos baluartes daqueles tempos), Humberto Gessinger (ex-Engenheiros do Hawaii) e a Plebe Rude (FOTO), timaço com toneladas de hits em suas bagagens marcadas por muita estrada e público fiel.

A programação será encerrada no dia 16/7 (domingo) a partir das 16h com Sertanejo in Rio, show que traz para as plagas cariocas duas das duplas de maior sucesso da cena sertaneja atual. Henrique & Juliano e Maiara & Maraisa certamente agitarão os fãs da Cidade Maravilhosa com toda a sua sofrência, hits dançantes e bom humor escancarado em suas canções de sucesso como 10%, Sorte Que Cê Beija Bem, Você Faz Falta Aqui, Vidinha de Balada, Parece Piada e Recaídas, por exemplo.

Até Quando Esperar (ao vivo 2011)- Plebe Rude:

Plebe Rude tocará no Chile pela 1ª vez

Por Fabian Chacur

Neste sábado (31), uma das melhores e mais importantes bandas do rock brasileiro tocará pela primeira vez no Chile. Trata-se da Plebe Rude, que participará do festival Lollapalooza Chile 2012, que traz como headliners bandas badaladas como Foo Fighters e Arctic Monkeys.

O quarteto irá participar do elenco escalado para o Alternative Stage do festival, tocando com banda chilenas como Los Tetas, Electrodomesticos e Crosses.

Há 30 anos na estrada, a banda surgida em Brasília no início dos anos 80 mantém dois de seus integrantes originais, o vocalista e guitarrista Philippe Seabra e o baixista André X.

Na atual formação, temos o baterista Marcelo Capucci e uma das figuras mais emblemáticas da história do rock brazuca, o cantor e guitarrista Clemente, também conhecido como líder da banda Inocentes, provavelmente a mais conhecida da história do nosso punk rock.

O repertório do show que a Plebe fará no Chile terá como base seu mais recente trabalho, o CD/DVD Rachando Concreto – 30 Anos Ao Vivo (2011), no qual eles dão uma geral nos grandes hits dessas três décadas na estrada, incluindo músicas como Até Quando Esperar, A Ida, Minha Renda e O Concreto Já Rachou.

Veja Até Quando Esperar, do mais recente DVD da Plebe Rude:

Plebe Rude se consagra na Virada Cultural SP

Por Fabian Chacur

Fazia tempo que eu não via a Plebe Rude ao vivo. Muito tempo mesmo.

Aliás, acho que isso ocorreu pela última vez tipo na década de 80.

Desde então, não consegui mais ver ao vivo Philipe Seabra e sua excelente banda de rock, uma das melhores da sua geração e por tabela do rock brasileiro como um todo.

Nesse meio-tempo, muita coisa aconteceu. A banda se separou, mudou de formação, voltou ao time original por uns anos no início da década passada e, há seis anos, mais ou menos, solidificou a escalação atual.

Além de Phillippe nos vocais e guitarra e do baixista André X, outro dos pioneiros do time, entraram dois músicos de griffe no time.

Clemente, nos vocais e guitarra, é um deles. Sim, ele mesmo, o líder dos Inocentes, uma das melhores bandas punk brasileiras.

De quebra, o baterista Txontxa, ex-integrante da banda brasiliense de reggae e rock Maskavo Roots.

Há muito tenho curiosidade de saber como rolou a mistura entre eles. Se deu liga, como se diz por aí, ou então, se encaixou.

Eles até lançaram um disco de estúdio, R ao Contrário (2006-independente), que absurdamente ainda não tive a oportunidade de ouvir (tenho todos os outros).

Mas neste domingo (17), ao meio dia e com um sol digno do deserto do Saara, essa curiosidade foi saciada. E valeu eu estar mais queimado do que filme de político enquanto escrevo esta resenha.

Durante 60 minutos eletrizantes, ficou claro que Phillippe e Clemente foram feitos para tocar em uma mesma banda.

Eles dividem carisma, pique e alma roqueira, sendo muito bem assessorados por André e Txotxa (que nome artístico…).

Resultado: encararam uma plateia com mais de 20 mil pessoas como se estivessem em um Sesc Pompeia da vida, local, aliás, que os vi nos distantes e já míticos anos 80.

O repertório foi muito legal, incluindo maravilhas como Brasília, Medo, Sexo e Karatê, A Ida (arrepiante, como sempre!) e Minha Renda.

O final apoteótico ficou a cargo do megahit Até Quando Esperar, que voltou às paradas ao integrar a trilha de uma novela global recentemente.

Em duas semanas, a Plebe Rude lançará pela gravadora Coqueiro Verde seu primeiro DVD, Rachando Concreto ao Vivo. Clássico a caminho!

Se ainda não foram escalados, deveriam ser convidados urgentemente para tocar na próxima edição do Rock in Rio. Seria sensacional vê-los tocando para uma plateia tão grande. E eles estão preparados para isso, podem crer!

Veja trecho de Até Quando Esperar, no show da Virada Cultural:

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