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Antônio Carlos & Jocafi fazem show com Ithamara Koorax

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Por Fabian Chacur

O público carioca terá o privilégio de conferir nesta sexta-feira (17) às 20h um encontro muito bacana entre integrantes de duas gerações da música brasileira. A dupla Antônio Carlos & Jocafi irá fazer um show no qual terão a seu lado a cantora Ithamara Koorax. O show vai ocorrer no Blue Note Rio (avenida Borges de Medeiros, nº 1.424- Lagoa- Rio- fone 0xx21- 3799-2500), com ingressos custando de R$ 40,00 a R$ 250,00.

Chega a ser ridículo pensar, hoje em dia, que os baianos Antônio Carlos & Jocafi eram encarados de forma bastante negativa pela crítica especializada em música durante a fase áurea de sucesso desses caras, durante os anos 1970. Afinal de contas, o trabalho deles conseguiu aliar de forma extremamente competente apelo popular com grande qualidade artística e musical, um samba-pop de primeira linha.

Eles estouraram com músicas como Você Abusou, interpretada ao vivo até por Stevie Wonder, Desacato (destaque no Festival Internacional da Canção de 1971), Mudei de Ideia, Toró de Lágrimas, Opus 2, Minhas Razões e Jesuíno Galo Doido, além das incríveis trilhas sonoras para as novelas O Primeiro Amor (1972) e Supermanoela (1974).

Além de dar uma geral em seus grandes sucessos, a dupla também promete mostrar uma música inédita, Lívia, baseada em personagem do livro Mar Morto, de Jorge Amado. Eles já haviam escrito anteriormente uma canção homenageando uma obra do autor baiano, o hit Dona Flor e Seus Dois Maridos, lá pelos idos de 1974-75. A parceria com Ithamara Koorax, consagrada cantora de MPB, jazz e bossa com fama internacional, promete ser bem bacana.

Dona Flor e Seus Dois Maridos– Antônio Carlos & Jocafi:

Tribalistas se divertem muito e os fãs observam pela fresta

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Por Fabian Chacur

A parceria entre Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown vem dos anos 1990. Em 2002, eles surpreenderam a todos ao lançar um álbum como se fossem um grupo, adotando o nome Tribalistas. Grande sucesso. Embora continuassem a fazer trabalhos juntos aqui e ali, deixaram o grupo hibernando durante 15 anos. Agora, quando ninguém mais esperava um retorno, eis que surge o segundo trabalho da trinca, em DVD, CD e nas plataformas digitais.

Em uma época na qual até um espirro na rua é capaz de criar polêmicas agressivas, este lançamento obviamente acirrou opiniões, algumas dadas até mesmo antes de conferir o conteúdo de Tribalistas (título igual ao do trabalho de estreia, no melhor estilo Roberto Carlos). Por isso, nada melhor do que esperar a poeira baixar para publicar uma análise deste pacote, que envolve 10 canções, oferecidas ao público em vídeo e também só em áudio.

Tribalistas é um grupo que traz acoplado a si vários elementos que se repetem nas obras que lançou. A sonoridade tem um forte elemento folk pop que influenciou decisivamente artistas do pop nacional surgidos neste século. Adicionados, entram doses de world music, bossa, MPB dos anos 1970 (especialmente Novos Baianos), rock e uma atmosfera hippie impregnada em cada nota tocada e cantada por Marisa, Arnaldo, Carlinhos e seus parceiros habituais (Dadi e Cézar Mendes).

A apresentação em vídeo das músicas é perfeita para o entendimento do projeto como um todo. Temos aqui cenas registradas durante as gravações do álbum, com direito a alguns momentos mais íntimos entre os três integrantes. A aparente curtição entre eles exala um clima de “como são lindos os nossos umbigos”, num êxtase que aparentemente ignora o mundo exterior.

O espectador atento perceberá que em momento algum o grupo tenta algum tipo de interação mais intensa com o público, que se sente como se estivesse presenciando uma festa estranha com gente esquisita através de uma fresta, sem ser convidado para o regabofe. Somos lindos, geniais e se por ventura você não estiver gostando, azar o seu. Sacou?

Isso obviamente não significa que o trabalho seja totalmente autoindulgente, ou que não tenha criatividade e qualidade. Afinal de contas, são três artistas bastante talentosos e com uma trajetória repleta de momentos interessantes, incluindo o primeiro álbum no formato trinca, com os deliciosos hits Já Sei Namorar e Velha Infância.

Em uma era em que certos produtores são capazes de vender a alma por mais um hit nas paradas de sucesso, é bom ver artistas que não abrem mão de seus conceitos. Agora, isso tem um preço, que neste caso específico é cativar apenas aqueles que se propuserem a mergulhar nessa atmosfera extremamente peculiar sem dar umas bocejadas ou sentir um certo ar de déjá vu aqui e ali.

Elementos individuais de cada artista transparecem, como as viagens poéticas de Arnaldo, o lirismo romântico de Marisa e o experimentalismo percussivo de Brown. Surpreende o panfletarismo ingênuo de Trabalivre e Lutar e Vencer, ou o momento quase world music de Diáspora. Surpreendem, mas não entusiasmam.

Um Só vai pelo lado do dub e uma letra que tenta por todos os seres humanos em uma mesma cesta. Fora da Memória vai em uma levada meio bossa, enquanto Aliança parece um momento menos inspirado da faceta romântica-valsa extraída de um disco solo de Miss Monte. Baião do Mundo conta com uma levada meio tribal e é o que mais parece ter cara de um hit potencial por aqui, com temática aquática que a aproxima de Segue o Seco, de certa forma.

Um jeitão de cantiga de ninar meio psicodélica impregna Ânima. Feliz e Saudável exala a influência dos Novos Baianos, e Os Peixinhos conta com a participação da cantora e compositora portuguesa Carminho, com um clima delicado e elementos inusitados na percussão.

No fim das contas, o novo capítulo deste projeto musical mantém a essência do anterior sem acrescentar nada muito significativo ao pacote, o que não é algo ruim em sua essência. O problema básico é essa dificuldade em cativar o ouvinte/espectador e envolve-lo na brincadeira. Ao contrário de Tribalistas 1, este volume 2 não leva jeito de que será tão lembrado por público e crítica nos próximos anos. Com a palavra, o tal do senhor da razão, o tempo.

Baião do Mundo (clipe)- Tribalistas:

Manifesto Bar realiza a sua 1ª feira do vinil nesta quarta (15)

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Por Fabian Chacur

Aberto em 1994, o Manifesto Bar é um espaço sempre aberto para shows de rock, tanto de bandas autorais como de artistas cover nacionais e internacionais. Até o lendário grupo Jefferson Starship se apresentou naquele palco. Agora, o espaço será aberto para a sua primeira Feira do Vinil, que será realizada nesta quarta (15), em pleno feriadão, das 15 às 22h, com entrada gratuita. O endereço é rua Iguatemi, nº 36- Itaim Bibi- fone 0xx11-3168-9595.

O visitante terá a oportunidade de ver o acervo de diversos expositores especializados em vários estilos musicais, com ênfase no velho e bom rock and roll. Além dos LPs e também dos CDs, também teremos por lá flash day tattoo e venda de camisetas e outros acessórios ligados ao rock. Uma boa oportunidade para você procurar aquele disco raro do REO Speedwagon, por exemplo, ou da sua banda favorita, seja ela qual for. Isso, em um espaço agradável e de fácil acesso.

Tough Guys– REO Speedwagon:

Tears For Fears lança o álbum com seus hits e duas inéditas

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Por Fabian Chacur

Para quem ficou encantado com o show feito pelo Tears For Fears em setembro, no Rock in Rio, e gostaria de ter uma compilação com os maiores hits do duo britânico, boa notícia. Já está disponível nas plataformas digitais Rule The World: The Greatest Hits, cuja versão física chegará às lojas brasileiras no dia 8 de dezembro, via Universal Music.

Como tem sido praxe há muito tempo na indústria musical, esta nova compilação do grupo formado há 36 anos por Roland Orzabal e Curt Smith traz atrativos para os fãs casuais e também para quem coleciona tudo o que eles lançam. Quem se encaixa no segundo grupo deve saber que o álbum inclui duas faixas inéditas: a sacudida I Love You But I’m Lost e a mais introspectiva Stay, ambas bem interessantes.

Além das duas inéditas, a compilação tem como diferencial trazer pela primeira vez faixas representando todas as fases da banda, inclusive o período sem Curt Smith (Raoul And The Kings Of Spain, do álbum homônimo, de 1995) e o álbum do retorno Everybody Loves a Happy Ending (Closest Thing To Heaven,de 2004).

Eis a relação das faixas incluídas em Rule The World: 1. Everybody Wants To Rule The World / 2. Shout / 3. I Love You But I’m Lost / 4. Mad World / 5. Sowing The Seeds Of Love / 6. Advice For The Young At Heart / 7. Head Over Heels / 8. Woman In Chains / 9. Change / 10. Stay / 11. Pale Shelter / 12. Mothers Talk / 13. Break It Down Again / 14. I Believe / 15. Raoul And The Kings Of Spain / 16. Closest Thing To Heaven.

I Love You But I’m Lost– Tears For Fears:

Kompha retorna com show no Clube Pinheiros em São Paulo

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Por Fabian Chacur

Foram longos anos de espera. Quase 20, para ser mais preciso. Mas enfim o grupo Kompha, que fez sucesso no cenário rocker paulistano dos anos 1970, está de volta. Eles comemoram essa nova fase da carreira com um show em São Paulo neste sábado (11) às 21h no Esporte Clube Pinheiros (Rua Tucumã, 142 – Jardim Europa), com ingressos a R$ 30,00 (associados) e R$ 45,00 (convidados de associados). Será só o início dessa nova era.

O Kompha estreou em 8 de novembro de 1969, e tinha como marca registrada um repertório composto pelo melhor do rock feito naquela época por nomes como The Doobie Brothers, Elton John, Free, Steve Winwood, James Taylor e inúmeros outros. Eles fizeram a sua fama em shows pela capital paulistana, especialmente nas célebres domingueiras promovidas no Círculo Militar.

Além do repertório alheio, eles gravaram compactos simples de muito sucesso como Beacher/Since I Feel For You (1972), Fat Lady/Bridges (1973) e Lalala Blues/Happy Song (1974). Um de seus destaques era o vocalista Ray Mattar, que infelizmente nos deixou em 1996 e será homenageado no show deste sábado.

A atual formação do grupo paulistano traz Alberto Niccoli Junior (bateria), Marinho Murano (teclados), Zé Roberto (guitarra-base) e Tuca Aun (guitarra), dos tempos de glória, e atualmente também traz José Aquino (baixo) e os convidados especiais Enio Di Bunito (percussão) e o cantor canadense Joe Roberts.

Eles prometem iniciar uma nova série de shows que deve invadir 2018 com força total, e com a mesma energia que marcou seu último retorno de fato, ocorrido em 2000 no projeto Rock ‘N’ Roll Celebration, homenageando as bandas daqueles tempos animados e roqueiros.

Beacher– Kompha:

Thiago Ramil lança videoclipe de Amora, do seu novo álbum

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Por Fabian Chacur

Amora, faixa do álbum Leve Embora, mais recente trabalho do cantor, compositor e músico gaúcho Thiago Ramil, já está disponível no Youtube. Trata-se de uma canção leve e quase hipnótica, levada pelo violão tocado pelo artista, e na qual é relatada de forma singela uma improvável e imaginária paixão de um pé de amora por uma bailarina.

Para quem achou o sobrenome familiar, vale lembrar que Thiago é sobrinho de Kleiton, Kledir e Vitor Ramil, artistas com belíssima reputação artística conquistada em décadas de trabalho sério e consistente. Pelo andar da carruagem, esse novo representante do clã musical gaúcho deve nos próximos anos pedir passagem para consolidar seu trabalho e também entrar nesse universo restrito de popularidade.

O videoclipe foi registrado na Praça Jornal do Comércio, situada no bairro Santo Antônio, em Porto Alegre. A presença de um grupo de crianças equivale a um desdobramento do projeto Acalanto, que une psicologia e música, as duas área em que Thiago (psicólogo formado) desenvolve trabalhos. A música fala sobre o amor partindo de outras perspectivas que vão muito além do mero amor romântico e envolvem a bela ingenuidade da infância.

“Dialogar musicalmente com as crianças abriu muitas perspectivas. Por isso, pensamos na montagem do clipe ampliando sentidos através do olhar de criança, que representa mais que uma fase do nosso desenvolvimento, mas uma forma de ver o mundo”, explica o artista.

Amora(clipe)- Thiago Ramil:

Quesito Melodia faz seu show com sambas-enredo clássicos

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Por Fabian Chacur

Há aproximadamente 12 anos, quatro dos cantores mais bem-sucedidos do meio carnavalesco paulistano resolveram criar um grupo. Nascia o Quesito Melodia, que investe com categoria em samba de raiz, partido alto, pagode e sambas-enredo. Eles estreiam nessa quinta (9) um projeto bem interessante intitulado Clube do Samba-Enredo. O show será realizado a partir das 21h na Vila do Samba (rua João Rudge, nº 340- Casa Verde- fone 0xx11-3858-6641), com ingressos a R$ 20,00.

Fazem parte do grupo Darlan Alves (intérprete oficial da X-9 Paulistana), Douglas Aguiar (intérprete oficial da Águia de Ouro), Afonso BV Campos (integrante do time de canto da Vai-Vai) e Vagner Vaguinho Mariano (voz oficial da Estrela do 3º Milênio). Somados, eles já tiveram mais de 100 composições campeãs no eixo Rio-São Paulo do carnaval, façanha bem significativa.

Este será o primeiro show do grupo no qual entrarão no repertório apenas sambas-enredo clássicos do carnaval de São Paulo de várias épocas. Entre outros, estão escalados Naraínã, a Alvorada dos Pássaros (1977 – Camisa Verde e Branco), Águas Claras (1985 – Unidos do Peruche), Babalotim, A história dos afoxés (1989 – Leandro de Itaquera), Coisa boa é para sempre (1995 – Gaviões da Fiel), Amazônia, A Dama do Universo (1997 – X-9 Paulistana) e Simplesmente Elis (2015 – Vai Vai).

Com aproximadamente duas horas de duração, o show terá as participações especiais dos experientes compositores e cantores Ideval Anselmo e Dom Marcos e da intérprete Bernadete. Já está prevista a gravação deste espetáculo em março de 2018 com o objetivo de ser lançando em um DVD que tem até título definido, Clube do Samba Enredo- Vol.1, com apoio da Liga SP.

Grupo Quesito Melodia (ao vivo):

Maria Rita faz dois shows voz e piano no Theatro Net em SP

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Por Fabian Chacur

Maria Rita lançou o seu primeiro álbum em 2003, quando já tinha 26 anos de idade. Desde então, mergulhou de cabeça na carreira musical e conseguiu se consolidar como uma das cantoras de maior sucesso no Brasil neste século, no segmento MPB. Ela volta a São Paulo para dois shows que serão realizados nos dias 17 e 18 de novembro (sexta e sábado), às 21h, no Theatro Net São Paulo (Shopping Vila Olímpia- 5º andar- rua Olimpíadas, nº 360- Vila Olímpia- fone 4003-1212), com ingressos que custam de R$ 120,00 a R$ 240,00.

Inquieta e batalhadora, a filha de Elis Regina procurou evoluir a cada novo trabalho. De um início no qual mesclava MPB com jazz e música pop, aos poucos ela foi abraçando de forma mais intensa o samba, opção que provou ser bastante acertada. Em 2012, lançou Redescobrir, CD/DVD gravado ao vivo no qual releu de forma competente e emocionada alguns dos grandes sucessos da saudosa Pimentinha.

Após o sucesso do DVD/CD O Samba Em Mim- Ao Vivo Na Lapa (2016) e da sua apresentação em setembro no Rock in Rio, Maria Rita mostra novamente ao público paulistano Voz e Piano, espetáculo no qual, como o título entrega logo de cara, ela investe no intimismo, tendo a seu lado, no palco, apenas o pianista Rannieri Oliveira. No repertório, canções como Pagu, Cara Valente, Vida de Bailarina e Over The Rainbow, entre outras, com figurino assinado pelo badalado Fause Haten.

Grito de Alerta (ao vivo)- Maria Rita:

João Suplicy lança o novo CD com show único no MIS (SP)

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Por Fabian Chacur

Após cerca de oito anos dedicados ao Brothers Of Brazil, dupla que montou com o irmão Supla, João Suplicy resolveu retomar a carreira-solo. O primeiro fruto dessa nova frase é o ótimo CD João, que ele apresenta em São Paulo com um show que rola nesta quarta-feira (8) às 20h no Auditório do MIS (avenida Europa, nº 158- Jardins- fone 0xx11-2117-4777), com entrada gratuita.

Na verdade, acaba sendo uma espécie de volta à origem, pois João iniciou sua trajetória discográfica com um trabalho individual, Musiqueiro (1999), e aos poucos se firmou no cenário musical paulista, lançando álbuns elogiados como Cafezinho (2002) e Caseiro (2005). Além de fazer inúmeros shows e gravar CDs com o Brothers Of Brazil, ele também lançou o álbum João Suplicy & The Hound Dogs (2015).

O álbum João traz 14 faixas e uma capa homenageando o saudoso astro americano do country e do rock Johnny Cash. O repertório autoral é bem diversificado, com fortes elementos de rockabilly, várias subdivisões da MPB, pop e rock. Um Abraço e Um Olhar conta com a participação de Zeca Baleiro e rendeu um divertido clipe, e Dicionário do Amor é um dueto com a ótima Marina de La Riva.

No show, o irmão mais novo de Supla terá a seu lado João Moreira (baixo) e Danilo Moura (percuteria e vocais), além dele próprio nos vocais e no violão, que volta e meia toma a sonoridade de uma guitarra. Fernanda Kostchak, violinista do Vanguart, marcará presença, repetindo sua participação no CD em Tudo ou Nada. O repertório também terá releituras de Elvis Presley e Tom Jobim, entre outros.

Um Abraço e Um Olhar– João Suplicy e Zeca Baleiro:

Astro Venga e NDK são duas atrações do Rio Novo Rock

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Por Fabian Chacur

Com três anos de existência e ótima repercussão, o projeto Rio Novo Rock (RNR) prossegue nesta quinta-feira (9) às 20h no Rio, mais precisamente no Imperator Centro Cultural João Nogueira (rua Dias da Cruz, nº 170- Meier- fone 0xx21- 2597-3897), com ingressos a R$ 10,00 (meia) e R$ 20,00 (inteira). Na programação, as bandas Astro Venga e NDK, além da participação da DJ Priscila Dau e do VJ Miguel Bandeira.

O power trio carioca Astro Venga tem como marca registrada tocar nas ruas, o que o impulsionou a fazer uma média de mais de 150 shows por ano. Eles já lançaram dois discos com registros de suas performances ao vivo, repletas de um rock instrumental vibrante e repleto de boas influências. Os caras prometem para breve seu primeiro álbum de estúdio, com nove músicas autorais.

Oriundo de Jundiaí (SP) e há 12 anos na estrada, o grupo NDK (FOTO) faz uma mistura de rock, rap, reggae e pop. Integrado por Caio, Marcola, Rike e Mizão, contam em seu currículo com apresentações que abriram shows de Jota Quest, O Rappa, Forfun, Nando Reis, Fresno e Raimundos. Eles estão lançando um novo EP, Impermanência, cujo repertório estará no show no RNR.

Astro Venga ao vivo na Carioca:

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