Mondo Pop

O pop de ontem, hoje, e amanhã...

David Gilmour toca Albatross em um intenso tributo a Peter Green

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Por Fabian Chacur

No dia 30 de abril, será lançado em vários formatos físicos e nas plataformas digitais Mick Fleetwood And Friends Celebrate The Music Of Peter Green And The Early Years Of Fleetwood Mac (saiba mais detalhes aqui). Uma bela amostra do conteúdo deste trabalho histórico acaba de chegar ao mundo virtual. Trata-se da faixa Albatross, com participação de David Gilmour.

“Há mais de três anos, quando o ímpeto dessa ideia começou, meu primo Kells sugeriu entrar em contato com David porque está claro que Peter foi uma influência em seu estilo e tom. Tenho a lembrança do David Gilmour ter vindo ver o Fleetwood Mac com o Peter em Nova York no clube Scene, que era um pequeno local onde Hendrix e as pessoas apareciam para tocar a noite toda. Quando entrei em contato e perguntei se ele tocaria no tributo, recebi de volta a carta mais inacreditável, na qual ele dizia que não tinha certeza se poderia fazer justiça às músicas e que tinha tanta reverência por elas que não sabia ao certo se era corajoso o suficiente para tentar”, relembra Mick Fleetwood.

“Dois anos depois, quando tudo estava acontecendo, perguntei de novo: ‘David, você está se sentindo corajoso o suficiente?’ Desta vez, ele disse que adoraria, então eu o deixei escolher qualquer música que ele gostasse. Ele era, e é, a personificação do ‘menos é mais’ estético que impulsionou a composição e execução de Peter, e ele me tirou o fôlego tocando ‘Albatross’”, completa, em comunicado enviado à imprensa.

Albatross (live)- Mick Fleetwood and Friends feat David Gilmour:

Can lançará gravações inéditas feitas em shows nos anos 1970

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Por Fabian Chacur

A partir do final dos anos 1960, surgiram na Alemanha uma série de bandas com sonoridades bem peculiares e que expandiam as possibilidades do rock, com um sotaque local próprio acrescido ao que já havia sido feito até então especialmente nos EUA e Inglaterra. Essa espécie de movimento foi rotulado pela imprensa especializada na época como Krautrock. Uma das bandas seminais daquele período, a extinta Can, terá uma série de álbuns inéditos ao vivo lançados nos próximos meses. O primeiro será Live In Stuttgart 1975.

O item inicial deste projeto chegará ao mercado internacional no dias 28 de maio nos formatos CD duplo, LP de vinil triplo e também nas plataformas digitais. A supervisão dos lançamentos ficou a cargo do produtor e engenheiro Rene Tinner e também do único integrante da formação original do Can ainda vivo, o tecladista Irmin Schmidt.

Criado em 1968 na cidade alemã de Colonia por Irmin, Holger Czukay (baixo e efeitos eletrônicos), Michael Karoli (guitarra) e Jaki Liebezeit (bateria), o grupo se manteve na ativa até o fim dos anos 1970. Com entradas e saídas de vários outros músicos, incluindo dois ex-integrantes da banda britânica Traffic- Roscoe Gee (baixo e vocais) e Rebop Kwaku Baah (percussão), eles nunca tiveram grande sucesso comercial, mas influenciaram inúmeras bandas e artistas, como Happy Mondays, Brian Eno e The Fall.

Ouça um trecho de Live In Stuttgart 1975:

Nile Rodgers volta a trabalhar com a cantora Sheila B Devotion

sheila b devotion e nile rodgers

Por Fabian Chacur

Além do fantástico trabalho feito com seu próprio grupo, o Chic, o genial Nile Rodgers traz como marca as inúmeras colaborações bacanas com outros artistas. Em 1980, por exemplo, ele produziu e compôs o repertório do álbum King Of The World, da cantora francesa Sheila (na época conhecida como Sheila B Devotion). Pois agora, 41 anos depois, eles voltam a trabalhar juntos em uma das faixas do novo álbum da estrela pop da terra de Charles Aznavour, Venue D’Ailleurs, infelizmente sem previsão de lançamento no Brasil.

Intitulada Law Of Attraction, a música é um petardo dançante, composto por Nile (que se incumbe de sua marcante guitarra rítmica) em parceria com Jerry Barnes, Melissa Sanley e Alex Forbes. O álbum também traz outra participação ilustre, a do cantor e baixista Jason Scheff, que integrou o grupo Chicago entre 1985 e 2016 ocupando a vaga de Peter Cetera.

A nova parceria de Sheila e Rodgers é uma boa sucessora da faixa mais destacada do álbum King Of The World, a simplesmente espetacular Spacer (ouça aqui), uma das melhores composições do guitarrista com seu saudoso parceiro de Chic, o não menos brilhante Bernard Edwards.

Annie Chancel ganhou o seu nome artístico em 1963 ao gravar uma versão em francês do hit Sheila, do americano Tommy Roe. Ela começou a gravar em inglês em 1977, e antes da parceria com Nile Rodgers emplacou hits nas pistas de dança com a releitura disco de Singin’ In The Rain (interpretada por Gene Kelly em 1952 no filme Cantando na Chuva) e a quase roqueira You Light My Fire, ambas com boa repercussão no Brasil.

Vale o registro: quando começou a cantar em inglês, Sheila inicialmente se valeu de um trio de dançarinos que se intitulava B Devotion. Especialmente na França, seus discos eram creditados a Sheila & B Devotion, mas na maioria dos outros países (incluindo o Brasil) seu nome aparecia como Sheila B Devotion, como se fosse um sobrenome.

Law Of Attraction– Sheila feat Nile Rodgers:

Felipe Camara lança 1º single de seu novo projeto solo, Um Ano

Espaço Calmamente

Por Fabian Chacur

Diz aquele antigo ditado que se a vida te dá um limão, o melhor a se fazer é uma limonada com o mesmo, ou quem sabe uma caipirinha, de acordo com o gosto do freguês. E foi exatamente esta a postura de Felipe Camara. O cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista carioca transformou a dor do fim de um relacionamento afetivo em um novo projeto musical. Intitulado Um Ano, esta espécie de ciclo musical acaba de ter divulgada a sua primeira amostra, a canção Pardon Me, já disponível nas plataformas digitais.

E que bela amostra, por sinal. A grosso modo, Pardon Me pode ser definida como uma balada com forte teor gospel, impressão ressaltada pelo impactante refrão pontuado por um coral típico desse estilo musical. Um Ano (cujo título dialoga com a palavra “humano”) será dividido em quatro EPs com quatro faixas, sendo sempre três canções e um poema musicado, sendo que todas terão um clipe para representá-las em termos visuais.

Cada EP representa uma estação do ano. O começo é com Outono, sendo que as próximas faixas serão divulgadas nos dias 23 (E Se a Gente), 21 de maio (Não Queria Te Perder) e 28 de maio (um poema musicado). Todas trarão como marca uma abordagem romântica que Camara pretende ressaltar em sua carreira-solo, ele que ficou conhecido com seu trabalho com a banda Folk na Kombi.

Com 35 anos de idade, Felipe Camara começou a tocar aos 8 anos de idade e também integrou outras bandas, como Fábrica Brasil, Bona Fide e Ópera Mono. Em seus currículo, 4 álbuns e 2 DVDs. O início da carreira individual ocorreu com o lançamento do álbum Patu (2018). Para ele, Um Ano conta a história de uma pessoa que sofre com uma perda, mas que acredita na redenção e na capacidade de sair do outono e chegar no verão renovado e pronto para seguir adiante.

Pardon Me– Felipe Camara:

Agnaldo Timóteo, 84 anos, cantor de vozeirão e sem papas na língua

Agnaldo-Timoteo

Por Fabian Chacur

Tive a oportunidade de participar de uma entrevista coletiva de Agnaldo Timóteo lá pelos idos de 2006, e o achei, pessoalmente, bem mais simpático do que em suas aparições na TV. Ele não tinha medo de falar o que pensava, mesmo que pagasse caro por isso, e dessa forma ganhou inimizades e antipatia. Mas aparentemente nunca traiu suas convicções, o que é algo a se elogiar. Ele nos deixou neste sábado (3) aos 84 anos, no Rio de Janeiro, mais uma vítima do novo coronavírus, após ter ficado internado por 17 dias. Grande perda para a nossa música.

Nascido em Caratinga (MG) em 16 de outubro de 1936, Timóteo desde sempre se mostrou um fiel seguidor da escola de cantores românticos de vozeirão do tipo Nelson Gonçalves, Orlando Silva e Francisco Alves, e não se deixou influenciar pela bossa nova ou outros gêneros musicais do tipo mais contido. Antes de gravar seu 1º disco, em 1961, ganhou a vida do jeito que dava, tendo sido, inclusive, motorista da cantora Angela Maria, que não só o incentivou a seguir a carreira artística como, posteriormente, fez show e gravou com ele.

O primeiro sucesso veio em 1965 com A Casa do Sol Nascente, versão em português para The House Of The Rising Sun, que tornou o grupo britânico The Animals conhecido no mundo todo. Em 1967, invadiu as paradas de sucesso com Meu Grito, do amigo Roberto Carlos, que ele conheceu antes do artista virar o Rei. Os Brutos Também Amam, já nos anos 1970, foi outro hit que ele ganhou do autor de Detalhes.

Além de versões e algumas canções de sua autoria, entre as quais a corajosa e polêmica A Galeria do Amor, ele também gravou autores badalados, como Chico Buarque (Olhos nos Olhos) e Gonzaguinha. Deste último, ele gravou Grito de Alerta, que na verdade o compositor escreveu inspirado em conversas que teve com Timóteo. O cantor mineiro explicou essa curiosa situação em um depoimento publicado no livro Gonzaguinha e Gonzagão- Uma História Brasileira, de Regina Echeverria (2006- Ediouro):

“Eu fiquei pau da vida com o Gonzaguinha porque aquela história era minha, eu deveria ter sido até parceiro dele na música. Eu falei: puta que pariu,m Gonzaguinha, então eu te conto uma história da minha cama e você dá a música para a Bethânia gravar?”, comentou sobre o fato de Maria Bethânia ter tido a chance de gravar em primeira mão essa canção, que fez muito sucesso em 1980.

Em 1982, quando seu sucesso comercial começava a decair, ele se candidatou a deputado federal pelo Rio de Janeiro, e foi eleito. Tinha início o seu envolvimento com a política, que lhe rendeu alguns mandatos no Rio e também em São Paulo, mas que lhe trouxe grandes antipatias por causa de suas posições conservadoras e por vezes difíceis de se entender por serem de alguém de origem tão modesta em termos financeiros.

Mesmo assim, manteve-se gravando discos e fazendo shows durante esses anos todos. Timóteo, inclusive, chegou a vender seus CDs lançados de forma independente em praças públicas, em momentos mais complicados de sua trajetória. Mas o vozeirão nunca o traiu, como podemos ver em uma live feita por ele em janeiro com fins beneficentes, nas quais o sujeito solta a voz com a categoria habitual.

Meu Grito– Agnaldo Timóteo:

Ricardo Vignini faz lives e uma campanha para lançar álbum

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Por Fabian Chacur

No dia 20 de março de 2020, Ricardo Vignini faria um show no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, para lançar o seu álbum Reviola. No entanto, a inesperada pandemia do novo coronavírus chegou e bagunçou a vida de todos, especialmente aqueles da área cultural. Sem desanimar, o violeiro, compositor e produtor cultural buscou alternativas. Ele realiza nos dias 3 (sábado) e 4 (domingo), sempre às 18h, duas lives (o link está aqui), com participações especiais dos amigos Zé Geraldo e Tuia. E vem mais por aí.

Sem cruzar os braços nesses meses tão controversos e repletos de incertezas, Vignini gravou mais dois álbuns, Sessões Elétricas Para Um Novo Tempo e Cubo, e agora está em plena campanha de crowdfunding (financiamento coletivo) para viabilizar o lançamento desses três trabalhos em um CD triplo cujo título coletivo é 30 Anos, remetendo à celebração das três décadas de carreira do artista. Os discos contam com participações de Lenine, Guarabyra, Zé Geraldo e outros artista do mesmo alto gabarito.

Inquieto, criativo e versátil, o artista paulistano investe em uma frutífera carreira solo e também integra os grupos Matuto Moderno e Moda de Rock, nos quais mostra como expandir de forma exponencial os limites da viola caipira, sem no entanto abandona a essência desse instrumento musical tão presente em nossa música popular. O projeto de crowdfunding também envolve o lançamento físico de seu livro Ricardo Vignini-Viola Caipira-Partituras-Tablaturas. Saiba mais sobre os CDs e o livro aqui.

Minuano (ao vivo)- Ricardo Vignini:

Cheap Trick faz releitura de um grande clássico de John Lennon

Cheap Trick por David McClister

Por Fabian Chacur

Uma das faixas mais ácidas do maravilhoso álbum Imagine (1971), de John Lennon, é Gimme Some Truth. Trata-se de um rock vigoroso, cuja letra sem papas na língua detona os políticos e a sua capacidade de mentir o tempo todo. Como permanece mais atual do que nunca, ela acaba de ser regravada pelo grupo americano Cheap Trick, que a lançará no dia 9 de abril como parte de In Another World, seu novo álbum de estúdio, o 22º de uma discografia que teve início em 1977.

O arranjo é bem próximo da gravação do ex-beatle, embora um pouco mais pesada, e mostra que o quarteto ianque permanece com um pique dos mais elogiáveis. A atual formação da banda traz seus integrantes originais Robin Zander (vocal e guitarra-base), Rick Nielsen (guitarra) e Tom Peterson (baixo), tendo atualmente na bateria Daxx Nielsen (filho de Rick) na vaga que foi durante décadas de Bun E. Carlos.

Em comunicado enviado à imprensa, a banda integrante do Rock And Roll Hall Of Fame comenta sobre o espírito reinante neste novo trabalho: “Esse disco em especial reflete o mundo atual e o que estamos passando”, conta Zander. “Sempre fomos uma banda com um olhar positivo, esperançoso, mesmo quando éramos irônicos. Mas agora que estamos ficando mais velhos, vemos que não temos muito o que comemorar ao nosso redor”.

Eis as faixas de In Another World:

1-The Summer Looks Good On You

2- Quit Waking Me Up

3- Another World

4- Boys & Girls & Rock N Roll

5- The Party

6- Final Days

7- So It Goes

8- Light Up the Fire

9- Passing Through

10-Here’s Looking At You

11-Another World reprise

12-I’ll See You Again

13-Gimme Some Truth

Gimme Some Truth– Cheap Trick:

Garbage lança single e promete um novo álbum para 11 de junho

Garbage - Divulgação

Por Fabian Chacur

Após cinco anos, o grupo americano Garbage avisa que lançará um novo álbum de inéditas. No Gods No Masters, prometido pela gravadora BMG para sair no dia 11 de junho, será o 7º trabalho de estúdio da banda liderada pelo produtor e baterista Butch Vig e pela carismática cantora Shirley Manson. Para atiçar a curiosidade dos fãs, foi disponibilizado nesta terça (30) o vigoroso single The Men Who Rule The World, com direito a um belo clipe de animação.

A nova canção flagra a banda, que além de Vig e Shirley também conta com Duke Erikson (guitarra e baixo) e Steve Marker (guitarra e teclados), totalmente sintonizada com o complicado momento pelo qual passa o mundo. Trata-se de um protesto vigoroso contra o capitalismo selvagem e seus malefícios. A cantora explica a motivação por trás do novo álbum, em comunicado enviado à imprensa:

“Esse é o nosso sétimo disco, e esse número e seus múltiplos significados afetaram o DNA do conteúdo do trabalho. As sete virtudes, as sete dores da religião, os sete pecados capitais. Foi nosso modo de tentar achar algum sentido nessa loucura que é o mundo e esse caos sem limites que nos metemos”.

Na ativa desde 1993, o Garbage já se apresentou ao vivo no Brasil, e mescla rock com eletrônica de forma vigorosa e original, sem perder um apelo pop. Butch Vig, para quem não se lembra ou não sabe, é o produtor do álbum Nevermind (1991), que impulsionou o Nirvana rumo ao primeiro escalão do rock.

The Men Who Rule The World (clipe)- Garbage:

Augusto Lima lança 1º single solo produzido pela TGM Recordings

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Por Fabian Chacur

Augusto Lima foi um dos mais de 650 inscritos no concurso Sua Música Na TV, cujo vencedor teria como prêmios a inclusão de sua música em uma série do SBT Interior e também a cobertura dos gastos de gravação e produção de um single. O nível dos candidatos era tão bom, no entanto, que o produtor musical paulistano Pedro Canaan, que promoveu a competição em parceria com a Claudinei Assis Produções, resolveu oferecer a produção gratuita para mais dois concorrentes. E o 3º colocado, o cantor, compositor e músico gaúcho Augusto Lima, acaba de lançar seu single, Algum Lugar, já disponível nas plataformas digitais.

Com 21 anos de idade, Lima é oriundo da cidade de Portão (RS), e mergulhou no mundo da música aos 12 anos de idade. Nos últimos tempos, integra a banda Presidente Jack. Algum Lugar marca a sua estreia como artista solo, e equivale a uma vigorosa mistura de new bossa com rock ardido, no qual o jovem artista mostra seu potencial. O single leva o selo TGM Recordings, capitaneado por Pedro Canaan, também conhecido por integrar a banda The Dead Season.

Para Augusto, ter conseguido gravar este single equivale a uma oportunidade bastante importante para seus projetos enquanto músico: “Passar no concurso, ter que viajar para São Paulo para conhecer o Pedro, gravar com a TGM Recordings e finalmente lançar a música, foi uma coisa que mudou completamente a minha vida. Tudo está acontecendo muito rápido. Parece que estou vivendo um sonho, demorou muito pra cair a ficha”.

Algum Lugar– Augusto Lima:

Zeca Baleiro e Rita Benneditto em single repleto de São Luis

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Por Fabian Chacur

São Luís do Maranhão tem algumas características culturais marcantes. Duas delas: um número expressivo de grandes nomes no cenário musical do nosso país e uma preferência bastante significativa pelo reggae, sendo considerada por muitos como a capital brasileira do envolvente ritmo criado na Jamaica. Zeca Baleiro e Rita Benneditto, dois desses craques musicais, acabam de lançar o single Com o Afeto das Canções, uma gravação mais maranhense do que nunca e repleta de parceiros daquele estado nordestino.

A composição é de Joãozinho Ribeiro, conterrâneo de Zeca e Rita e com quase cem canções gravadas em sua trajetória artística. Foi ele quem convocou o maestro Zé Américo para produzir e arranjar Com o Afeto das Canções. Além de se incumbir de piano, teclados e programações, Américo teve o apoio de Israel Dantas (violão e guitarra), Fernando Fofão (baixo), Moisés Mota (bateria) e Carlos Pial (percussão). A cantora registrou sua participação no Rio de Janeiro, enquanto Baleiro fez isso em São Paulo, ambos de forma remota.

O autor explica o que o motivou a escrever esse reggae delicioso e com muita leveza e clima pop: “Em tempos tão sombrios, Com o Afeto das Canções traz uma mensagem de esperança e liberdade, na certeza de que um outro mundo fraterno, justo e solidário, ainda é possível”.

Com o Afeto das Canções (clipe)- Zeca Baleiro e Rita Benneditto:

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