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Black Sabbath pode liderar parada nos EUA

Por Fabian Chacur

Se a repercussão perante a crítica especializada de 13, álbum que marca o reencontro em estúdio da trinca de ouro do Black Sabbath após 35 anos, está sendo das melhores, os fãs pelo visto não ficarão atrás na louvação ao novo disco. É o que indica a notícia publicada no site americano da célebre revista Billboard.

Segundo a publicação, considerada a bíblia da indústria fonográfica mundial, o novo álbum gravado por Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra) e Geezer Butler (baixo) deve vender em sua primeira semana nas lojas físicas e virtuais nos EUA mais de 120 mil exemplares, o que lhe proporcionará o primeiro lugar na parada da terra de Elvis Presley na próxima semana.

Essa vendagem dará ao Black Sabbath o seu primeiro álbum número 1 na parada ianque. Seu melhor resultado até hoje ocorreu no longínquo 1971, quando Master Of Reality atingiu o 8º posto naquele mercado fonográfico. O ao vivo Reunion (1998), por exemplo, atingiu o 11º lugar, e vendeu 62 mil cópias em sua semana inicial.

O Black Sabbath fará shows no Brasil em breve (leia mais sobre isso aqui e aqui), enquanto o álbum 13 já está chegando às lojas tupiniquins, para delírio dos fãs do melhor heavy metal.

Em carreira solo, Ozzy Osbourne sempre vendeu mais do que a banda que o revelou, como prova seu mais recente CD individual, Scream (2010), com 81 mil cópias comercializadas em sua primeira semana no mercado que lhe valeram um significativo 4º lugar nas listas dos mais vendidos em solo americano, um de seus mercados consumidores mais fiéis.

Se esse fato se efetivar, 13 (leia a crítica aqui) irá tirar do topo curiosamente o álbum de outra banda de rock que nunca havia chegado antes a tal posição. Trata-se de …Like Clockwork, do Queens Of The Stone Age, grupo que em março se apresentou no Brasil durante o Lollapalooza Brasil 2013 com grande repercussão. O álbum vendeu 91 mil cópias em sua semana inicial, sendo 12 mil delas em vinil.

Veja o videoclipe de God Is Dead, do Black Sabbath:

6 Comments

  1. ARREBENTOU com a boca do balão, Seu F. Chacur!

    Muito bom! só está faltando o programa gravado deles!

    abraços, amigo!

  2. Muito obrigado pelos elogios, Ruy!!! Quando eu tiver o link do programa eu ponho por aqui também. Grande abraço, viva o Black Sabbath e tudo bem para você! E volte sempre, Mondo Pop agradece!!!

  3. O disco é sensacional. Não só para quem gosta do estilo mas para quem aprecia música e músicos fora de série em performances de alto nível. Um detalhe que poucos observam é a qualidade das letras, geralmente escritas pelo Geezer. Muitos torcem o nariz por causa da imagem “satânica” da banda, mas não existe nada disso nas letras, geralmente repletas de intensos conflitos emocionais, espirituais e humanos. Pastores, padres, e congêneres deveriam ouvir…

  4. admin

    June 17, 2013 at 5:52 pm

    Boa opinião, Aden. O disco é realmente muito bom e incrivelmente acima da média do que se anda fazendo na área do heavy metal atualmente. Grande abraço, tuuuudo de bom, e obrigado por sua visita qualificada!

  5. vladimir rizzetto

    June 19, 2013 at 1:08 am

    O disco realmente é muito bom e acima da média, porém, eu sinceramente esperava um pouquinho mais, porque mesmo que não queiramos, acabamos comparando o trabalho atual, com os discos iniciais (que são absolutamente inovadores e geniais) e aí nos tornamos críticos em demasia.
    O fato é que o nome Black Sabbath gera uma expectativa monstruosa e nós queremos que a banda se supere, algo que convenhamos, dificilmente rolaria.
    De qualquer forma, 13 é repleto daquele peso opressor dos primeiros quatros discos da discografia do Sabbath, contudo, os riffs, apesar de serem ótimos, não são tão marcantes, como Iron Man, Children of the Grave, Sweet Leaf, Snowblind, entre outros.
    Mas vejam bem, eu não estou dizendo que o disco é fraco, muuuuito pelo contrário!
    Numa escala de 0 a 10, eu daria um 8, com louvor! Aqueles discos clássicos são 10, mas isso é outra história.
    End of the Beginning, The Loner, Zeitgeist (uma Planet Caravan revisitada) e Methademic, por exemplo, são Black Sabbath no estado-da-arte. Pesadíssimas, empolgantes e imersas em um clima lúgubre que só eles sabem criar!
    Aliás, quando começamos a ouvir End of the Beginning, a sensação é a de que seremos transportados para o infinito através de um portal que se abrirá no chão…
    Eu só ouço de luz acesa… kkkkkkkkkkkkkkk

  6. Grande Vladimir! Bela opinião, é por aí mesmo. O disco é muito bacana, mas obviamente perde para os clássicos iniciais do quarteto britânico. Mas, se comparado com o que se faz atualmente no setor, é campeão… Grande abraço e obrigado pela visita qualificada!!!

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